""Uma garota de mini-saia foi informada que era preciso de um vestido maior para se confessar com o Padre Pio. Ela foi na loja com a mãe comprar as roupas apropriadas. Olhando a si mesma no espelho com o novo vestido ela disse: "Se o meu namorado me visse assim ele iria pensar que eu sou um PALHAÇO". Quando foi a vez dela se confessar, chegou, a portinhola do concessionário abriu, e ela ouviu: "Vai embora! Eu não confesso palhaços!"
(Padre Pio falou).
domingo, 2 de fevereiro de 2025
A garota de mini saia
CONVERSÃO E CURA
Encontrava-me no grande átrio em frente à Igreja quando um homem se aproximou de mim: "Reverendo, por favor, gostaria de lhe falar", disse.
Afastamo-nos e apresentou-me a penosa situação em que se encontrava. A mulher, afetada por um câncer maligno no peito, tinha poucos dias de vida. Os médicos, e tinha consultados muitos, tinham-na desenganado definitivamente. Tinham suspendido qualquer tratamento, apenas lhe eram ministrados alguns medicamentos para aliviar as dores.
A ciência, dizia-me, não pode fazer mais nada; a minha mulher suplicou-me para a trazer aqui, a San Giovanni Rotondo. Eu, porém, não acredito, acrescentou, sou ateu: sou um 33 da maçonaria; chamo-me Giovanni Confetto, sou diretor, aposentado, do Ministério do tesouro, em Roma. Reverendo, peço-lhe para falar da minha mulher ao Padre. Por uma questão de honestidade diga-lhe também que eu não acredito e que sou maçônico".
De acordo, farei e direi isso, respondi, sem perder tempo.
Convidei-o a seguir-me, porque o Padre, tendo já terminado as confissões das mulheres, passaria em breve pelo longo corredor em direção à cela.
Conseguimos apanhá-lo; encontrava-se perto da cela n° 5; estávamos só nós: o Padre, o diretor e eu.
Aproximei-me imediatamente e disse:
Padre, este senhor tem a mulher doente com um tumor grave. Pede-lhe para rezar, mas disse-me para lhe referir que é ateu e maçônico.
O Padre Pio, respondeu docemente: Como posso falar com Jesus, se não acredita que Ele existe? Primeiro tem que acreditar em Jesus e depois eu falo-Lhe da sua mulher.
O diretor compreendeu perfeitamente. Cumprimentamos o Padre e, pelas escadas, ao longo de todo o percurso, até chegarmos junto da mulher enferma, que estava no grande átrio à espera, convidei aquele senhor a desistir da sua incredulidade, pelo menos para salvar a mulher.
Ele ficou pálido, perturbado e onfidenciou-me: "Gostaria de fazer como me diz, mas não tenho força para o fazer. Tenho alguma coisa cá dentro que me impede de falar, tentarei num outro momento".
Despedi-me dele e da mulher e parti de San Giovanni Rotondo. Três meses depois reencontrei-o no mesmo átrio, aproximei-me e, timidamente, pois pensava que estivesse de luto, perguntei-lhe: E a sua mulher?
"Está curada!, respondeu com grande alegria. Então... Confessou-se?
"Confessei. Quinze dias depois da nossa conversa com o Padre, voltei aqui sozinho.
Via a minha mulher morrer lentamente e atormentava-me o pensamento de que, se eu voltasse a acreditar, poderia salvar a minha mulher e a mim próprio. Decidi e vim confessar-me.
Depois disse ao Padre: Eu já acredito, quer agora dizer alguma coisa ao Senhor sobre a minha mulher que está a morrer?
Sim, respondeu.
Voltei para casa, e a minha mulher estava muito melhor. Fomos ao médico, e ele, estupefato, não parava de gritar milagre, milagre. E agora estamos aqui para agradecer ao Padre".
Os nossos olhos, que já reluziam, encherem-se de lágrimas. Vi a mulher que, sorridente, vinha ao nosso encontro. Escondendo dentro de mim as lágrimas, disse-lhe com alegria: Parabéns, senhora! Obrigada!, respondeu, obrigada por aquilo que fez por mim.
O Padre Pio foi muito bom ao curar não só a mulher do câncer, mas também o marido da incredulidade.
Padre Pio recebe os estigmas, pela primeira vez em Pietrelcina.
Abaixo está um trecho da carta que ele escreveu ao seu Pai espiritual:
Pietrelcina, Setembro de 1911
(...) Ontem à noite, aconteceu algo que eu não sei nem explicar e, nem entendo. No meio da palma das mãos, apareceu um ponto vermelho, quase como a forma de um centavo, também acompanhado por uma dor forte e aguda, no meio daquele ponto vermelho. Essa dor, era mais sensível no meio da mão esquerda, tanto que ainda dura. Debaixo dos meus pés, sinto um pouco de dor." (Padre Pio)
ORAÇÃO DE CONFIANÇA A SÃO PADRE PIO
Doce São Pio, cujas mãos carregaram as chagas de Cristo e cujo coração ardia de amor pela humanidade, guia-me nos momentos de dor e incerteza. Que teu exemplo de fé inabalável me inspire a confiar no Pai, mesmo nas trevas. Intercede por mim, para que eu sinta, como tu sentiste, o perfume da presença de Deus em minha vida. Amém.
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