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sábado, 10 de janeiro de 2015

Sexo no casamento: vale tudo entre quatro paredes?

Deus deu ao ser humano a vocação essencial a ser um ser de relação. Assim, quando Deus disse que não era bom que o homem estivesse sozinho (Gênesis 2, 18), afirmou que o ser humano, isolado em sua individualidade, não pode se realizar completamente.
A pessoa humana só se realiza na medida em que existe “para alguém”. Para isso, Deus deu ao ser humano o dom da sexualidade. Com que finalidade?
A sexualidade é um presente de Deus graças ao qual duas pessoas casadas experimentam não somente a finalidade unitiva ou bem dos esposos (com a alegria, o prazer e a grandeza da íntima comunhão que envolve), mas também a finalidade procriadora (Catecismo n. 2363).
A finalidade procriadora do matrimônio pede que a sexualidade seja sempre aberta à vida, mas de maneira responsável (usando métodos de planificação natural).
Mas isso tem sentido dentro de um contexto de fidelidade, de ordem, de continência, de disciplina.
foto.casal
Portanto, a finalidade procriadora da sexualidade exclui, sem entrar em detalhes, qualquer uso ilícito ou imoral dela – ou seja, ouso lícito da sexualidade exclui outras práticas sexuais que não tenham a ver com a transmissão da vida.
A sexualidade faz parte intrínseca da vocação ao casamento, que é preciso viver com um amor que transcende.
A vocação matrimonial, vivida com uma sexualidade saudável, correta e normal, é um caminho reto rumo à santidade dos esposos.
Aqui, podemos recordar o respeito pelo corpo, pois este deve ser templo do Espírito Santo, como diz São Paulo.
Cada casal pode se perguntar: com seus atos sexuais, caminham nesta direção? Ou, pelo contrário, seus atos sexuais beiram à vulgaridade, à indecência ou à desonestidade, como consequência de uma falsa concepção do amor ou da liberdade?
A resposta só pode ser dada por cada casal, escutando a voz da consciência – claro, se a consciência estiver bem formada.
Se o casal de esposos se relaciona sexualmente de forma indevida e desonesta, é preciso confessar-se, sem necessidade de dar detalhes.
É verdade que as ações humanas precisam ter como base a liberdade, mas o ser humano de hoje fez da liberdade (que é somente um instrumento) um fim em si mesmo; e, dessa maneira, está experimentando o que já sabe: a liberdade não liberta, pois o que liberta é a verdade.
Há pessoas que, em nome do amor e da liberdade, querem eliminar todas as normas éticas e morais que regulam a sexualidade, buscando satisfação sexual ou liberação dos instintos.
Aqui, cabe a imagem do barril de vinho sem seus respectivos anéis de ferro: o que acontece com ele? Certamente, perderia o vinho por todas as suas aberturas. É isso que se perde pela liberdade.
Portanto, a sexualidade é exercitada licitamente dentro do casamento, mas com respeito, dignidade, maturidade, decência, normas.
A sexualidade busca o prazer, mas este prazer não pode ser alcançado a qualquer preço.
O prazer que Deus oferece como incentivo ao cumprimento honesto e correto do fundamental dever conjugal é lícito e bom, e foi santificado por Jesus Cristo, que dignificou o casamento, ao elevá-lo à categoria de sacramento.
Ou seja, o prazer é bom quando o experimentamos dentro do fim para o qual Deus quis o ser humano sexuado; mas é ruim, desonesto, imoral quando, ao buscá-lo, nos afastamos da vontade de Deus.
Reduzir o amor a sensações prazenteiras é degradá-lo, pois o amor tem uma vertente espiritual que é superior a todas as técnicas de manipulação dos órgãos genitais.
genitalidade é um dos aspectos da sexualidade do casal, mas não é o mais importante, nem o mais urgente, nem o de maior peso, nem o mais prioritário.

O amor é muito mais. Podemos ver isso nos idosos que, sem exercer a genitalidade, continuam se amando – e com um amor cada vez mais puro, sublimado, real e autêntico.
A sexualidade precisa ser exercida distante da mentalidade erotizada de hoje – mentalidade que faz supor que o exercício do sexo é a maior felicidade do mundo. Os próprios sexólogos dizem que a atividade sexual não é o mais importante na vida de um casal.
Alguns, no entanto, medem o “sucesso” do casal segundo sua atividade sexual; esta é uma visão unidimensional, que reduz o amor à mecânica da genitalidade.
O ser humano é muito mais que um animal ávido de sensações: ele pode amar, pode comunicar ideais e ideias, pode sentir harmonia espiritual, e tudo isso o leva a uma plenitude gratificante. A felicidade humana é muito mais que um simples prazer sensitivo.
O sexo se tornou um bem de consumo, inclusive dentro do casamento, e muitas vezes se vive o sexo sem amor. O resultado? Um tédio que desemboca no vazio interior.
A sociedade e os membros da Igreja precisam esforçar-se por devolver à sexualidade o lugar que lhe cabe pelo valor que vem, mas parece uma tarefa impossível, pois as pessoas vivem caçando experiências diferentes, maiores e mais novas sensações, que vão além da racionalidade.
Sem pretender ofender ninguém, os animais irracionais dão um exemplo ao ser humano no uso dos órgãos sexuais.
Facilmente se chega às aberrações mais indignantes, a abusos e perversões sexuais. Esta sociedade erotizada está transformando muitos em autênticos maníacos sexuais, famintos de todo tipo de anormalidades.
Estamos vivendo, em escala mundial, uma desconcertante exaltação do sexo, do nudismo, da obscenidade que invade tudo, dando origem a uma triste destruição da moral pública e privada.
moral sexual católica não reprime o sexo, mas o domina, o que não é a mesma coisa. Reprimir tem um sentido pejorativo, ao contrário de dominar. E a sexualidade precisa ser dominada.
Na vida, não podemos fazer tudo o que nos apetece; o apetite não é a suprema norma de conduta. O instinto sexual precisa ser subordinado a uma ordem superior.
Por outro lado, não se trata de colocar uma camisa de força no apetite sexual, mas de canalizá-lo para que cumpra a finalidade querida por Deus. As coisas canalizadas são úteis, mas transbordadas são catastróficas.
O instinto sexual transbordado em práticas sexuais estranhasescraviza o ser humano, o animaliza e o leva às perversões sexuais mais monstruosas e degradantes.
A moral sexual católica também busca libertar a mulher da instrumentalização do homem e a dignifica, exigindo para ela o máximo respeito.
http://www.comshalom.org/sexo-no-casamento-vale-tudo-entre-quatro-paredes/

terça-feira, 29 de julho de 2014

Sexo casual: um veneno para a alma

Com base em pesquisas de universidades americanas, arcebispo de La Plata, Dom Héctor Aguer, denuncia os riscos do sexo casual

A Igreja Católica é frequentemente acusada de ser machista e castradora devido à sua posição firme em assuntos sexuais. Para os detratores da fé, a realidade do mundo moderno não comporta mais o radicalismo cristão, por isso, a pregação sobre a castidade não seria somente antiquada, mas inoportuna. Percebe-se, assim, um aumento progressivo no estímulo à sexualidade precoce, que já não poupa nem adolescentes, nem crianças.
Sucede que as consequências desse tipo de mentalidade têm sido catastróficas. Não obstante o lobby da mídia e de empresas de marketing em cima de imagens pornográficas, os frutos do erotismo hodierno falam por si. Conforme denunciou o arcebispo de La Plata, Argentina, Dom Héctor Aguer, o sexo casual é uma fonte de estresse, sentimento de culpa, arrependimento e tristeza. As declarações foram feitas durante seu programa televisivo semanal, "Chaves para um mundo melhor", e têm por base vários estudos de universidades americanas.
Uma pesquisa da Universidade do Estado da Califórnia, por exemplo, indica que jovens adultos adeptos do sexo casual estão mais propensos a sofrer de depressão e/ou ansiedade. O estudo "Negócio perigoso: há alguma associação entre sexo casual e saúde mental para jovens adultos?", publicado nas revistas "British Medical Journal" e "Journal of Sex Research", ainda aponta que as consequências de tal comportamento são mais prejudiciais às mulheres. De acordo com a co-autora da pesquisa, Melina Bersamin, pessoas deprimidas e com baixa autoestima tendem a se envolver mais em relacionamentos frívolos e pouco duradouros.
"Desgraçadamente - lamentou Dom Aguer - parece que esta conduta é frequente entre os jovens em todo mundo". E isso se verifica na qualidade das músicas, filmes e programas televisivos que são regularmente oferecidos a esse público. "Então, aqui - ratificou o arcebispo de La Plata - a conclusão é que temos que voltar a considerar as virtudes humanas e cristãs e, entre elas, no lugar que corresponde, também a virtude da castidade que faz com que as forças que Deus pôs no homem e na mulher estejam orientadas àquilo para o qual o pensou o Criador: o casal estável, consagrado no matrimônio, que é um bem social e o âmbito adequado para a comunicação da vida humana".
O homem está naturalmente ordenado para a comunhão, seja na vocação ao matrimônio, seja no celibato. Com efeito, o casal de namorados que se prontifica a ter relacionamentos abertos e fora do casamento tem apenas uma única certeza: que tanto um quanto o outro tem uma facilidade imensa para relacionar-se fora do matrimônio. É a dolorosa certeza da traição, não do amor. Por conseguinte, quando a única certeza é a da traição, não é difícil de imaginar o porquê da promiscuidade estar associada a doenças mentais como a depressão.
A mídia que exalta a sexualidade liberal e a incentiva de maneira leviana é a principal promotora do sofrimento desses jovens. Neste sentido, vale a pena recordar as sábias palavras de Bento XVI, na sua homilia da Missa de canonização de Frei Galvão: "É preciso dizer não àqueles meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento". No atual contexto em que se vive, "o mundo precisa de vidas limpas, de almas claras, de inteligências simples que rejeitem ser consideradas criaturas objeto de prazer". Desse modo, as fortes palavras que aparecem na Cédula de consagração de Frei Galvão - tirai-me antes a vida que ofender o vosso bendito Filho, meu Senhor - "deveriam fazer parte da vida normal de cada cristão, seja ele consagrado ou não, e que despertam desejos de fidelidade a Deus dentro ou fora do matrimônio".
Ora, a vocação do ser humano ultrapassa as fronteiras da sexualidade barata e oportunista que o modernismo oferece. Assim, recordando o belo sermão de São Leão Magno, "reconheça, cristão, a tua dignidade e, tornando-se partícipe da natureza divina, não pretendas voltar a cair na condição desprezível de outrora com um comportamento indigno. Recorde-te de quem é a tua Cabeça e de qual Corpo és membro. Recorde-te de que, arrancado ao poder das trevas, foste transferido para a luz e para o Reino de Deus" (Sermão I sobre o Natal, 3, 2: CCL 138, 88).
Por: Equipe Christo Nihil Praeponere
https://padrepauloricardo.org/blog/sexo-casual-um-veneno-para-a-alma?utm_content=bufferc3bfc&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

terça-feira, 2 de julho de 2013

O sexo na vida cristã

O Sacramento do Matrimônio é fundamentado nas Leis do Criador.
O casal santificado pelo Sacramento do Matrimônio é um testemunho da presença pascal do Senhor. A vida sexual deve ser exercida, de modo que os cônjuges se lembrem de que são filhos do Criador.
O criador fez, homens e mulheres, diferentes, e se completando em todos os sentidos. E ele disse: “... por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne”.
São Jerônimo, o tradutor da Bíblia, disse a seguinte frase: “Eva no paraíso era virgem.
Porém, depois que teve de vestir-se com peles, teve origem o matrimônio... Deves saber que a virgindade foi concedida pela natureza; o matrimônio, ao contrário, é a raiz da culpa...
Aprecio o matrimônio, só porque faz nascer virgens. As rosas são colhidas dos espinhos”.
É extrema a maneira de pensar de São Jerônimo. Hoje, não podemos pensar como ele,
porém, devemos dosar os desejos exagerados estimulados, pela mídia, ou não.
O homem e a mulher se integram, se completam, se encaixam.. O esposo e a esposa devem viver a sua vida íntima de acordo com o bom senso, com seus interesses, porém,
principalmente, respeitando um ao outro. O respeito mútuo nessa relação é fundamental.
Dele, depende o sucesso da sociedade cristã que é família.
João Paulo II nos diz em Puebla que a família é uma aliança de pessoas à qual se chega por
vocação amorosa do Pai, que convida os esposos a uma íntima comunidade de vida e de
amor, cujo modelo é o amor de Cristo por sua Igreja.
A família cultiva o espírito de amor e serviço. O Matrimônio é uma aliança de Amor fiel e
fecundo. O lar cristão é um ninho de Amor conjugal e familiar.
O casal santificado pelo Sacramento do Matrimônio é um testemunho da presença pascal do Senhor. Nele, a família se ama, discute a vida, os afazeres, se prepara para assumir a
responsabilidade de pais, da educação dos filhos, dos problemas domésticos.
Vivemos em uma sociedade marcada pela modernidade. O homem encontra-se na
atualidade, escravo da era do sexo e da violência. Portanto, temos que pesar o
comportamento familiar, e adequá-lo à vida, de acordo com a moral, a ética e a religião. A busca desenfreada do prazer esvazia o homem até de Deus. Essa modernidade instiga o
homem na busca insaciável do prazer, do poder e do ter.
O mundo está erotizado. A relação homem-mulher encontra-se ameaçada, a cada dia, pelas tentações, discórdias, infidelidades, dominações e invejas.
Essas dificuldades são universais. Temos que conviver procurando evitá-las.
O exercício da paciência, da tolerância, da compreensão, da fidelidade, do respeito e da
doação, é indispensável para o sucesso da união entre casais. O casal em desequilíbrio
emocional transfere através do inconsciente, seus desajustes para a vida sexual. É um grave perigo. O amor conjugal exige a fidelidade inviolável. É uma doação definitiva e integral.
Os filhos são o dom excelente do Matrimônio.
A melhor maneira de ter atitudes castas é cultivar a pureza dos pensamentos, palavras e
desejos, dominando a imaginação.
O homem de hoje está exposto a uma série de promiscuidades que dificultam a sua vida
cristã normal e santa.
As fábricas de prazer como motéis, novelas, roupas sensuais, revistas, filmes pornográficos, fotos excitantes, são estimulantes que favorecem a busca de elementos estranhos à vida matrimonial. Sem falar, que como aberração, existem atualmente sex-shopings, lojas especializadas em objetos para estimular o prazer sexual.
Um sexo assim deve ser avaliado. Na minha opinião, não é o que o Criador quer de nós.
Prazer, sim. Logo, o que pode ou não pode, cabe a cada casal, de comum acordo,
respeitando, cada um, o corpo do seu parceiro.
É bom, sempre que possível, avaliar a relação. Verificar se o comportamento do casal está
dentro dos princípios éticos, sem agressões à moral cristã, nem ao nosso próprio cônjuge.
O casal deve escolher o tipo de relação, que satisfaz os dois, sem que isso, possa conflitar
com seus princípios. A consciência nos ajuda na avaliação.
. A função do casamento não é somente procriar, esta é a conseqüência natural e um fruto do amor:
O mau uso do sexo é que resulta nas doenças sexualmente transmissíveis, os abortos, a
união apenas por prazer, a infidelidade, o vício do sexo, a prostituição, o "usar" pessoas, etc.
O ato sexual deve ser consumado pelo casal, respeitosamente, em lugar adequado, a sós.
Ambos devem chegar ao orgasmo com parceria, afeto, carinho e, sobretudo amor. Estamos
falando de seres humanos. De pessoas sensíveis e amorosas, filhos de Deus.
“O uso da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade”
(CIC - n.2352).
A masturbação é um ato desordenado. Entende-se por masturbação a excitação voluntária
dos órgãos genitais a fim de obter um prazer venéreo. É um ato desordenado. Aí o prazer
sexual é buscado fora da relação sexual exigida pela ordem moral
A Educação Sexual exige ordem e disciplina, além do afeto e amor. É sabido que tudo vem
lá de longe, quando o primeiro e os outros atos sexuais acontecem com a pessoa certa,
dentro de um verdadeiro sentimento, com respeito e carinho, quando nasce do amor e da
gratidão e do desejo de dar felicidade ao outro. Quando não deixa marcas é compensador.
Tudo vem daí. Do saber controlar a sexualidade para não cair na vulgaridade, nas tentações, no culto ao sexo.

Cabe aos próprios cônjuges cristãos a adequação da sua vida conjugal. "Deus fez da
relação sexual o meio mais profundo desse amor conjugal, fortalecendo a união no
matrimônio. É no ápice dessa celebração do amor que o filho é concebido, sendo não
somente sangue e carne do casal, mas a prova e o fruto desse amor conjugal"
O Amor Conjugal é participação, comunhão, não depravação, não dominação.
Estes exageros, sem que haja responsáveis, eu assumo dizer, é viver no pleno reinado
demoníaco.
Um padre meu amigo, costuma falar que a quatro paredes, tudo é possível ao casal, desde
que a sua consciência permita. Lógico, cada um, de acordo com suas necessidades físicas e
amorosas. Sem exageros, cada qual respeitando seu corpo como um templo.]
“A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o homem
não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (I Cor 7,4). “A união carnal fora
do casamento entre um homem e uma mulher livres é chamada de fornicação, e e´
gravemente contrária à dignidade da pessoa e da sexualidade humana” (cf. CIC - n.2353).
“. O casamento é uma graça que une não só duas metades, mas sim, dois seres inteiros por
mais feridos que sejam. Havendo amor e respeito, o amor é quase perfeito. Cura e refaz. (Pe. Zezinho)”.
Quanto a desejar Pessoas, São Paulo diz: “Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo
amou a Igreja...”Se a infidelidade mata o respeito e fere o amor mortalmente, se a pessoa
que se deseja não está nesse contexto do pacto nupcial, logo, não é certo. “Não desejar a
mulher do próximo”. Se, o que se refere, se enquadra nesta Lei de Deus... Você mesmo
pode concluir com bom senso e ao mesmo tempo, lembrando Que Deus é Amor, logo,
misericordioso.
Sejam felizes, vivendo um relacionamento sadio, para, quem sabe um dia, darmos à família o verdadeiro lugar que ela deve ocupar na sociedade?

Texto de Pe. Zezinho