terça-feira, 11 de setembro de 2012

"OS BONS EFEITOS DA ORAÇÃO"


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Notemos que a oração produz três espécies de bens.
Primeiramente, constitui um remédio eficaz contra todos os males. Livra-nos dos pecados cometidos: «Remistes, Senhor, a iniqüidade de meu pecado, diz o Salmista (Sl 31,5-6) por isso todo homem santo dirigirá a Vós sua prece». Assim pediu o ladrão sobre a cruz e obteve seu perdão, pois Jesus lhe respondeu: «Em verdade vos digo, hoje mesmo estareis comigo no paraíso». (Lc 23,43), Do mesmo modo rezou o publicano e voltou para casa justificado (cf. Lc 18,14).
A oração nos liberta do medo dos pecados que virão, das tribulações e da tristeza. Alguém está triste entre vós? Reze com a alma tranqüila (Tg 5,3).
A oração nos livra das perseguições dos inimigos. Está escrito no Salmo 108, 4: Em resposta ao meu afeto me fizeram mal; eu, porém, orava.
 Em segundo lugar, a oração é um meio útil e eficaz para a realização de todos os nossos desejos. Tudo o que pedirdes na oração, diz Jesus, crede, recebereis. (Mc 11,24)
Se não somos atendidos, será porque — ou não pedimos com insistência: é preciso rezar sem descanso (Lc 18, 1) — ou então não pedimos o que é mais útil à nossa salvação. «O Senhor é bom, diz Santo Agostinho, muitas vezes não nos concede o que queremos, para nos dar os bens, que desejaríamos receber, se nossa vontade estivesse bem de acordo com a sua divina vontade». São Paulo é exemplo disso, pois, por três vezes, pediu para ficar livre de um forte sofrimento em sua carne e não foi atendido (cf. II Cor 12,8).
 Em terceiro lugar a oração é útil, porque nos torna familiares de Deus. Que minha oração suba até vós, como a fumaça do incenso, diz o Salmista (Sl 140, 2).

SERMÕES DE S. TOMÁS DE AQUINO

O SACRIFÍCIO DA SANTA MISSA TEM POR SACERDOTE O PRÓPRIO JESUS CRISTO


Depois de dizer que o Sacrifico da Missa é o mesmo
Sacrifício da Cruz, e não uma cópia, era de imaginar que não
se poderia encontrar prerrogativa melhor. O que o torna,
entretanto, mais sublime é o fato de ter como sacerdote o
próprio Deus feito homem.
Três coisas, certamente são para considerar no santo
Sacrifício: o Sacerdote que oferece. A Vítima oferecida e a
Majestade divina, a quem se oferece. Ora, três considerações:
o Sacerdote, que oferece, é um Homem-DEUS, JESUS
CRISTO: a vítima é a vida de um DEUS; e não se oferece a
outrem senão DEUS.
Reanimai, portanto, a vossa fé, e reconhecei no padre que
celebra, a pessoa adorável de Nosso Senhor JESUS CRISTO.
É Ele o principal oferente, não só porque instituiu este santo
Sacrifício, e lhe dá, por seus méritos, a eficácia, mas porque se
digna, em cada Santa Missa e para nosso benefício mudar o
pão e o vinho em seu santíssimo Corpo e preciosíssimo
Sangue.
Eis porque a maior excelência da Santa Missa consiste em
ter por Sacerdote um DEUS feito Homem. E quando virdes o
celebrante no altar, sabei que sua maior dignidade é ser o
ministro deste Sacerdote invisível e eterno que é nosso Redentor.
Daí vem que o Sacrifício não deixa de ser agradável a
DEUS, ainda que o padre celebrante seja um pecador, visto
que o principal oferente é CRISTO Nosso Senhor, e o padre
seu simples representante.
Do mesmo modo, aquele que dá esmola pela mão dum
servidor, é verdadeiramente o principal autor do benefício, e
ainda que o servo fosse um celerado, se o patrão é um justo, a
esmola é santa e é meritória.
Bendito seja DEUS que nos deu um Sacerdote
infinitamente santo, a própria Santidade, o qual oferece ao PAI
Eterno este divino Sacrifício, não só em todo lugar, pois hoje a
fé está difundida em toda parte
, mas também em todo tempo,
todos os dias e mesmo a toda hora, graças a DEUS, o sol se
levanta para outras regiões, quando pra nós desaparece. A
toda hora, portanto em qualquer parte da Terra, este
Santíssimo Sacerdote oferece seu Corpo, seu Sangue, todo o
Ser ao PAI, por nós, e o faz tantas vezes quantas Missas se
celebram em todo o Universo.
Que tesouro imenso! Que mina de inestimáveis riquezas
possuímos na Igreja de DEUS! Felizes de nós se pudéssemos
assistir devotamente a todas as Santas Missas! Que capital de
méritos amontoaríamos! Que abundância de graças nesta vida,
e que grau de glória na outra nos proporcionará a devota e
amorosa assistência a tantas Santas Missas!
Mas que digo? Assistência? Os que assistem a Missa à
Santa Missa não fazem apenas o ofício de assistentes, mas
também o de celebrantes e pode-se chama-los sacerdotes:
Fecisti nos DEO nostro regnun et sacerdotes
(Apoc 5,10). O
sacerdote que oficia é como o ministro público da Igreja inteira,
é o mediador de todos os fiéis, e especialmente daqueles que
participam da Santa Missa, junto do Sacerdote invisível que é
JESUS. Com CRISTO, ele oferece ao Eterno PAI, em seu
Nome e em nome de todos, o resgate precioso da Redenção
dos homens. Não está, porém, sozinho nesta santa função.
Todos os que assistem a Santa Missa, concorrem com ele no
oferecimento do Sacrifício. Assim, voltado para os fiéis, o
sacerdote diz:
Orate, fratres, ut meum ac vestrum sacrificium
acceptabile fiat
:
“Orai, meus irmãos, para que o meu sacrifício, que é
também o vosso, seja agradável a DEUS”.
Estas palavras, que o sacerdote profere, é para nos dar a
entender que, conquanto desempenhe ele o papel de ministro
principal, todos, que ali assistem, com ele oferecem a grande
Vítima. Quando assistis à Santa Missa, fazeis, portanto, de
certo modo, o ofício de sacerdote.
Que dizeis agora? Ousaríeis ainda assistir à Santa Missa,
sentados, tagarelando, olhando para um e outro lado, e
contentando-vos de recitar, bem ou mal, umas preces vocais,
sem levar em conta o ofício de tanta responsabilidade que
exerceis, o ofício de sacerdote?
Ah! não posso evitar de exclamar aqui: Ó mundo
insensato, que nada compreende de tão augustos mistérios.
Como é possível permanecer ao pé dos altares com o
espírito distraído e o coração dissipado, num momento em que
os Anjos e os Santos se absorvem em admiração e temo à
vista de tão maravilhosa obra!

POR: São Leonardo de Porto Maurício

domingo, 9 de setembro de 2012

"LOUVOR ÀS CHAGAS E AO SANGUE DO CORDEIRO"


Louvo as Chagas e o Sangue do Cordeiro que curam as fraquezas do meu corpo.

Louvo as Chagas e o Sangue do Cordeiro que curam as fraquezas da minha alma.

Louvo as Chagas e o Sangue do Cordeiro que curam as fraquezas do meu espírito.

Adoração ao Cordeiro de Deus que derramou Seu Sangue por nós em agonia.

No Seu Sangue há poder para perdoar;

No Seu Sangue há poder  para purificar;

No Seu Sangue há poder salvar; 

No Seu Sangue há poder libertar; 

No Seu Sangue há poder vencer;

No Seu Sangue há poder renovar; 

No Seu Sangue há poder proteger;

Para aquele que crê nopoder do Sangue de Jesus, nada é impossível; 

Louvo o Sangue do Cordeiro, que cobre todos os meus pecados, para que não mais sejam vistos.

Louvo o Sangue do Cordeiro, que me purifica de todos os meus pecados e me torna alvo como a neve.

Louvo o Sangue do Cordeiro, que tem o poder de me libertar de todas as minhas correntes e escravidão do pecado.

Louvo o Sangue do Cordeiro, que é mais forte que o meu próprio sangue, infestado de pacado, e que me transforma à imagem de Deus.

Louvo o Sangue do Cordeiro, em que há vitória sobre todos os poderes que querem me oprimir, sobre todo poder do inimigo.

Louvo o Sangue do Cordeiro que me protege das astutas investidas do inimigo.

Louvo o Sangue do Cordeiro que me prepara as vestes nupciais.

Louvo o Sangue do Cordeiro que faz novas todas as coisas.


Aleluia! Amém!

Orações Selecionadas, Sorocaba, 10 de Abril de 1999

"MUITO AINDA SE PREOCUPAM COM CONSOLO E DESCANSO"



Vou a caminho do Calvário. Aqueles homens iníquos, temendo ver-Me morrer antes de
chegar ao fim, entendem-se entre si para buscar alguém que Me ajude a carregar a Cruz e
requisitaram um homem das redondezas chamado Simão. Este homem Me ajuda a carregar
parte da Cruz, mas não toda a Minha Cruz...
Há almas que caminham assim atrás de Mim. Aceitam Me ajudar a carregar Minha Cruz,
mas se preocupam ainda com o consolo e o descanso. Muitas outras consentem seguir-Me
e, assim, abraçaram a vida perfeita. Mas não abandonam o interesse próprio, que continua
sendo, em muitos casos, seu primeiro cuidado; por isso vacilam e deixam cair Minha Cruz,
quando lhes pesa demasiado. Procuram a maneira de sofrer o menos possível, medem sua
abnegação, evitam o quanto podem a humilhação e o cansaço e, talvez lembrando-se com
pena daqueles que deixaram, tratam de procurar para si certas comodidades, certos prazeres.


† Oh Jesus obedientíssimo, manso e humilde de coração, tende piedade de nós!

Meditações sobre a Paixão de Cristo, do livro A Paixão

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Eu pecava em buscar a mim próprio e nas demais criaturas"



Contudo, Senhor, graças te sejam dadas, excelso e ótimo criador e ordenador do universo, nosso Deus, mesmo que te limitasses a me fazer apenas menino. Porque então, eu já existia, vivia, sentia, cuidava da minha integridade, eco de tua profunda unidade, fonte de minha existência.
            Guardava também, com o secreto instinto, a integridade dos meus outros sentidos, e deleitava-me com a verdade nos pequenos pensamentos que formava sobre coisas pequenas. Não queria ser enganado, tinha boa memória, e me ia instruindo com a conversação. Alegrava-me com a amizade, fugia à dor, ao desprezo, à ignorância. E não seria isto, em tal criatura, digno de admiração e de louvor? Pois todas essas coisas são dons do meu Deus, que eu não dei a mim mesmo. E todos são bons, e tudo isso constitui o meu eu.
            O que me criou, portanto, é bom, e ele próprio é o meu bem; a ele louvo por todos estes bens que integravam meu ser de criança. Eu pecava em buscar em mim próprio e nas demais criaturas, e não Nele, os deleites, grandezas e verdades; por isso caia logo em dores, confusões e erros.
            Graças a ti, minha doçura, minha esperança e meu Deus, graças a ti por teus dons; que eles fiquem em ti conservados. Assim me guardarás também a mim, e aumentarão e aperfeiçoarão os dons que me deste, e eu estarei contigo, porque também me deste a existência.

CONFISSÕES DE SANTO AGOSTINHO

domingo, 2 de setembro de 2012

"O desenvolvimento da vida espiritual"



Em sua Teologia da Perfeição Cristã, o Pe Royo Marín (1968, p 273) salienta que :
Cada alma segue seu próprio caminho rumo à santidade sob a direção e o impulso supremo do Espírito Santo. Não há duas fisionomias inteiramente iguais no corpo nem na alma. Contudo, os mestres da vida espiritual tem tentado diversas classificações atendendo às disposições predominantes das almas, que não deixam de ter sua utilidade ao menos como ponto de referência para precisar o grau aproximado de vida espiritual em que se encontra uma determinada alma. (…)
São três, parece-nos, as principais classificações que foram propostas ao longo de toda a história da espiritualidade cristã: a clássica das três vias: purgativa, iluminativa e unitiva; a do Doutor Angélico, baseada nos três graus de principiantes adiantados e perfeitos; e a de Santa Teresa de Jesus em seu genial Castelo interior ou livro das Moradas.
A obra de Santa Teresa de Jesus, Castelo interior ou Moradas, é tomada como exemplo pela maioria dos autores de vida espiritual, pois explica de modo excelente as fases da vida cristã rumo à santidade, baseando-se nos graus de oração. Esta Doutora da Igreja compara a alma a um castelo e os diversos graus da vida espiritual, aos aposentos desse castelo: “consideremos nossa alma como um castelo, feito de um só diamante ou de limpidíssimo cristal. Neste castelo existem muitos aposentos, assim como no céu há muitas moradas” (1981, p. 19).
Santa Teresa divide o desenvolvimento da vida espiritual em sete moradas:
a) Primeiras Moradas (ibidem, p. 19-37) – considera a beleza de uma alma em estado de graça e lamenta aquelas almas que jamais entram no castelo, ficam ao redor dele, obstinadas no pecado. Afirma ainda que a porta de entrada desse castelo é a oração. Trata da hediondez de uma alma em estado de pecado mortal e da importância da humildade e do conhecimento de si mesmo, através do conhecimento de Deus. Adverte também sobre as artimanhas do demônio para impedir que as almas progridam dessas primeiras moradas para as seguintes. Nesse estágio, as almas desejam não ofender a Deus e praticar boas obras, no entanto, estão ainda absorvidas pelo mundo.
b) Segundas Moradas (ibidem, p. 41-49) – aqui as almas já se preocupam em servir a Deus, fogem das distrações fúteis e buscam uma vida de oração e recolhimento, embora com muitas quedas e falhas. Têm aversão ao pecado mortal, porém, pouco cuidado em evitar as ocasiões. Sofrem por sentirem cada vez mais claro o chamado de Deus e não terem ânimo suficiente para se entregarem inteiramente. Nesta fase, a Santa encoraja-as a não desanimarem diante dos ataques do demônio mas serem humildes e se confiarem à Misericórdia Divina, a fim de perseverarem.
c) Terceiras Moradas (ibidem, p. 53-68) – nestas moradas as almas passam a ter mais oração e recolhimento, evitam os pecados veniais e fazem penitência. Quando são provadas pelo Senhor com securas e aridezes, desanimam porque ainda são débeis. Aconselha a estas almas a fuga das ocasiões e a perseverança na humildade e na oração, sem fazer caso de provações ou de consolações.
d) Quartas Moradas (ibidem, p. 71-95) – é nesta etapa que ocorre a transição da ascética para a mística. As tentações trazem benefícios e são ocasião de mérito. Tem-se o início das orações contemplativas. Santa Teresa ressalta a importância de crescer no amor, condição para progredir às moradas seguintes.
e) Quintas Moradas (ibidem, p. 99-130) – a Santa Doutora descreve longamente a união da alma com Deus na oração contemplativa. A experiência mística é intensificada e aumentam as purificações passivas. As almas experimentam grande amor ao próximo e têm necessidade de muita vigilância para não cair nas sutilezas do demônio.
f) Sextas Moradas (ibidem, p. 133-224) – nesta fase as almas recebem grandes favores e padecem terríveis provações; Deus opera maravilhas naqueles que alcançam estas moradas. O amor a Deus é levado até o esquecimento de si mesmo. Os fenômenos místicos se multiplicam. As almas têm desejo de unir-se intimamente a seu Senhor, abandonando esta vida.
g) Sétimas Moradas (ibidem, p. 227-260) – Perfeição – dá-se o “matrimônio espiritual”, a união transformante em que a alma se faz uma com Deus, sente em si a inabitação da Santíssima Trindade. As almas atingem um estado de paz e tranqüilidade inalteráveis, preocupam-se unicamente com a glória de Deus.
Diante dessa impressionante descrição de Santa Teresa de Jesus, um dos luminares da mística experimental, percebe-se o belo mas árduo caminho a percorrer para alcançar a santidade, uma vez que é preciso arrancar da alma todo o apego às coisas terrenas e o apego a si mesmo para poder seguir a Nosso Senhor Jesus Cristo (Lc 9, 23): “se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me” (BÍBLIA SAGRADA, 1996). Sem um constante auxílio de Deus, que com sua graça atrai as almas, sustenta-as e faz avançar nas vias da santidade, não seria possível ao homem chegar à perfeição por suas próprias forças.

Autor(a): Irmã Maria Cecília Seraidarian, EP


"MÊS DA BÍBLIA"


No Mês da Bíblia deste ano será estudado o evangelho de Marcos
Fonte: CNBB
A Bíblia, desde sempre, faz parte da caminhada do povo de Deus. “É nela que penduramos todo o nosso trabalho”, conforme nos ensina frei Carlos Mesters. A partir do Concílio Vaticano II, marco fundamental para o florescimento de uma Pastoral Bíblica da Igreja no Brasil, a Bíblia foi conquistando espaço e recuperando sua condição de valor fundamental na vida e na missão da Igreja.

No Brasil, o desejo de conhecimento e de vivência da Palavra fez surgir, com muito sucesso, a prática da leitura e reflexão da Bíblia nas famílias, nos quarteirões, nos círculos bíblicos, em grupos de reflexão, grupos de rua.

O Mês da Bíblia, criado em 1971 com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus e a difusão da Bíblia, também foi fundamental para aproximar a Bíblia do povo de Deus. Propondo um livro – ou parte dele  – para ser estudado e refletido a cada ano, o Mês da Bíblia tem contribuído eficazmente para o crescimento
da animação bíblica de toda pastoral.

Em continuidade a esta história, a Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-catequética da CNBB definiu que, no Mês da Bíblia dos próximos quatro anos (2012-2105), serão estudados os evangelhos de Marcos (2012), Lucas (2013) e Mateus (2014), conforme a sequência do Ano Litúrgico, completando com o estudo de João em 2015.

Esta sequência repete a experiência feita entre 1997-2000, por ocasião da celebração do Jubileu 2000. O enfoque, agora, é outro. Visa reforçar a formação e a espiritualidade dos agentes e dos féis através do seguimento de Jesus, proposto nos quatro evangelhos. Está tanto na perspectiva de discípulos missionários e da Missão Continental, conforme nos pede a Conferência de Aparecida, quanto no esforço da Nova Evangelização proposta pelo papa Bento XVI.

Cada evangelho será relido na perspectiva da formação e do seguimento, destacando o que é específico de cada evangelista, bem como da comunidade que está por trás de cada evangelho.

No Mês da Bíblia deste ano de 2012, será estudado o evangelho de Marcos a partir do tema “Discípulos Missionários a partir do evangelho de Marcos” e do Lema “Coragem! Levanta-te, ele te chama!”  (Mc 10,49).

O material – livro para aprofundamento e círculos bíblicos- já está pronto e poderá ser adquirido nas Edições CNBB: vendas@edicoes.cnbb.com.br .