segunda-feira, 17 de setembro de 2012

"O óleo de unção e o incenso"



22 O Senhor falou a Moisés: 23 “Pega aromas de primeira qualidade: cinco quilos de mirravirgem, dois quilos e meio de cinamomo aromático, dois quilos e meio de cana aromática, 24cinco quilos de cássia, segundo o peso do santuário, e nove litros de azeite de olivas. 25 Farásdisto um óleo para a unção sagrada, uma mistura de especiarias preparada segundo a arte daperfumaria. Será este o óleo para a unção sagrada. 26 Com ele ungirás a Tenda do Encontro, aarca da aliança, 27 a mesa com todos os apetrechos, o candelabro com os utensílios, o altar doincenso, 28 o altar dos holocaustos com os utensílios, bem como a bacia com o suporte. 29Assim os santificarás e serão santíssimos; tudo o que os tocar será santo. 30 Ungirás tambémAarão e seus filhos, consagrando-os para me servirem como sacerdotes. 31 Assim falarás aosisraelitas: esse será para mim o óleo da unção sagrada por todas as gerações. 32 Ele não seráderramado sobre o corpo de nenhuma outra pessoa, nem fareis outro parecido, da mesmacomposição.É coisa sagrada, e devereis considerá-lo como tal. 33 Quem imitar este óleo oucom ele ungir uma pessoa profana será eliminado do meio de seu povo”. 34 O Senhor disse aMoisés: “Arranja essências aromáticas: resina, âmbar, gálbano aromático e incenso puro empartes iguais. 35 Prepararás um incenso perfumado, composto segundo a arte da perfumaria,bem dosado, puro e santo. 36 Parte dele reduzirás a pó e o colocarás diante da arca da aliançana Tenda do Encontro, onde me encontrarei contigo. Haveis de considerá-lo como algo santoe consagrado. 37 Não deveis fazer para vós outro incenso da mesma composição. Deverásconsiderá-lo como consagrado ao Senhor. 38 Quem imitar este incenso, para sentir-lhe oaroma, será eliminado do meio de seu povo”.


Êxodo 30,22-38 Bíblia na CNBB

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

"Ele morreu lá mesmo diante de Deus"


A arca trazida a Cariat-Iarim

1 Davi consultou os chefes de mil e de cem e todos os comandantes. 2 Então disse a toda a

assembléia de Israel: “Se estiverdes de acordo e o Senhor, nosso Deus, o desejar, vamos

mandar a nossos irmãos dispersos por todo o território de Israel e aos sacerdotes e levitas nas

cidades e nos terrenos comunitários um convite para que se juntem a nós. 3 Depois iremos

buscar a arca de Deus, pois no tempo de Saul não olhamos por ela”. 4 Toda a assembléia se

declarou disposta a agir assim, pois a proposta agradou a todo o povo. 5 Davi reuniu então

todo o Israel, desde o rio Sior no Egito até à entrada de Emat, a fim de trazer a arca de Deus

de Cariat-Iarim. 6 Davi e todo o Israel subiram a Baala (isto é, Cariat-Iarim, em Judá), para

trazerem a arca de Deus, diante da qual é invocada o nome do Senhor que tem seu trono sobre

os querubins. 7 Transportaram a arca de Deus da casa de Abinadab num carro novo,

conduzido por Oza e Aio. 8 Davi e todo o Israel dançavam com pleno entusiasmo diante de

Deus, ao som de cantos e cítaras, harpas e pandeiros, címbalos e trombetas. 9 Quando

chegaram ao terreiro de Quidon, os bois tropeçaram e Oza estendeu a mão para segurar a arca.

10 Mas a ira do Senhor inflamou-se contra Oza e feriu-o por ele ter tocado a arca. Ele morreu

lá mesmo diante de Deus. 11 Davi ficou perturbado ao ver como o Senhor irrompeu contra

Oza e chamou aquele lugar Farés-Oza, Brecha de Oza, nome que ficou até hoje. 12 Naquele

dia Davi sentiu medo de Deus e disse: “Como vou levar para junto de mim a arca do Senhor?”

13 Por isso, não levou a arca consigo à Cidadede Davi, mas deixou-a na casa de Obed-Edom,

o gatita. 14 E a arca de Deus ficou na casa de Obed-Edom durante três meses. E o Senhor

abençoou a casa de Obed-Edom e tudo o que lhe pertencia.

 

1 Crônicas 13, 1-14 Bíblia da CNBB

 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

"TORRE DE DAVI, AUXÍLIO DOS CRISTÃOS"




Nos vos pedimos,

por intercessão de São Josemaria,

que nos alcanceis de Deus

o dom de Fortaleza,

que nos torna firmes e perseverantes

para praticar as virtudes difíceis,

até mesmo as heróicas,

e nos faz corajosos para enfrentar as dificuldades,

e rijos e pacientes

para abraçar os sacrifícios e padecimentos

que Deus nos pede para alcançarmos a santidade

e a glória do Céu.

Mãe, nós bem sabemos que somos fracos

e que, se nos faltassem a Graça

e os dons do Espírito Santo,

a toda hora deveríamos dizer,

com palavras do Apóstolo Paulo:

Não faço o bem que quero,

mas o mal que não quero.

Mas, infelizmente, Mãe,

mesmo sabendo disso, não jogamos limpo.

E – para nos justificarmos –

fazemos por esquecer

a promessa de Jesus:

Basta-te a minha graça.

Descuidamo-nos de procurar essa Graça,

com a oração, com os santos Sacramentos,

com a Confissão, sobretudo,

e a Santíssima Eucaristia;

com o dever santificado,

e com a luta ascética levada com amor.

E até parece que só sabemos alegar, depois,

como desculpa

– inconsistente e esfiapada –

que a carne é fraca.

(Mas evitamos cuidadosamente

declarar que "a Graça é forte"!)

A pura verdade, Mãe – bem o sabeis –,

é que, se fôssemos generosos,

e se, como Jesus dizia,

vigiássemos e orássemos,

em vez de aceitar as desculpas da tibieza,

exclamaríamos: Posso tudo nAquele que me dá forças!

E gritaríamos, cheios de confiança:

Se Deus é por nós, quem será contra nós?

Mas será que Deus pode ser por nós

quando fugimos covardemente dEle

por medo de suas amáveis exigências?

Quando enchemos a consciência

de desculpas e mentiras, como bolhas de sabão,

vazias e irisadas de brilhos falsos

para não sermos tão generosos e firmes como Deus quer;

quando enchemos a consciência

de bolhas de teorias pseudo-intelectuais,

que abençoam a omissão e a mediania;

de bolhas de interpretações atenuadas da Palavra de Deus,

de bolhas de críticas despeitadas

aos que não acompanham a nossa fraca mediocridade;

e até, algumas vezes, de bolhas empeçonhadas

de revolta contra a "radicalidade evangélica"

de que falava com tanto amor João Paulo II,

pois achamos que é impossível

e seria cruel exigi-la aos cristãos.

E assim, Mãe, tolos de nós, hipócritas de nós,

comodistas de nós, vamos vivendo na moleza e na mentira

de uma santidade sempre proposta como meta

e nunca seriamente pedida a Deus

nem tentada com esforço,

de uma entrega apregoada como ideal

e nunca efetivada, de uma imitação de Cristo sempre desejada

e nunca empreendida.

Mãe, será que o Espírito Santo nos pode dar

o dom de fortaleza quando ocultamos em baixo do tapete

as grandes verdades que Jesus,

Caminho, Verdade e Vida, proclamou?

– Esforçai-vos por entrar pela porta estreita!

– Se alguém quiser vir após mim,

negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.

– Quem quiser salvar a sua vida a perderá;

e quem perder a sua vida por causa de mim a encontrará.

– Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim,

não é digno de mim.

– Portanto, qualquer um de vós,

se não renunciar a tudo o que tem

não pode ser o meu discípulo.

– Se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só;

mas, se morre, produz muito fruto.

Mãe de Jesus Cristo, Virgem fiel,

há uma coisa que o mundo não entende

e que as almas tíbias já deixaram de compreender

com uma miopia grave ou uma cegueira total:

Que é só pelo caminho íngreme

e pela porta estreita,

abraçando a Cruz com Jesus,

que as almas sobrem cantando

e atingem a felicidade do Céu.

Mas que, pela porta espaçosa

e o caminho fácil

do comodismo sem luta

e da medíocre autocompaixão,

as almas só conseguem desbarrancar chorando,

e perdem esta vida em enjoados vazios,

arriscando-se a perder a plenitude eterna.

Por isso, eu vos peço, Mãe,

que nos façais compreender as palavras

do vosso bom filho São Josemaría,

cheias da sabedoria de Deus

e da experiência dos santos:

– Onde não há mortificação, não há virtude.

– Se não te mortificas,

nunca serás alma de oração.

– Tanto terás de santidade

quanto tiveres de mortificação por Amor.

Mortificação voluntária, sim, Mãe.

Mortificação da preguiça,

que nos faz desperdiçar tanto tempo

e rodopiar no caos e na desordem.

Mortificação da gula,

dos excessos e caprichos no comer e no beber.

Autodomínio da língua,

da verborréia, da taciturnidade enfezada

e da maledicência.

Domínio da dispersão, da curiosidade,

dos olhos que chafurdam em todas as sujeiras,

e da imaginação volátil,

a "louca da casa"que anda à solta

e faz cair na tentação.

Mortificação, sobretudo,

para cumprir com amor

o pequeno dever de cada dia;

para nos sacrificarmos e servir os outros,

para ajudá-los com alegria,

para sorrir quando nos custa,

para escutar quando estamos cansados,

para compreender em vez de desprezar...

E paciência! Mãe! A paciência!

Às vezes, é a maior fortaleza.

Vós sabeis quanto nos custa!

Por isso, não nos deixeis esquecer

que, com a ajuda da graça

e os dons do Espírito Santo,

podemos conseguir

que a tribulação produza a paciência

– como escreve São Paulo – ,

a paciência produza a virtude a toda a prova.

e essa virtude provada acenda em nós a esperança.

A esperança que não desilude,

porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações

pelo Espírito Santo que nos foi dado.


Pe. FRANCISCO FAUS - As tibiezas e os dons do Espírito Santo

terça-feira, 11 de setembro de 2012

"OS BONS EFEITOS DA ORAÇÃO"


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Notemos que a oração produz três espécies de bens.
Primeiramente, constitui um remédio eficaz contra todos os males. Livra-nos dos pecados cometidos: «Remistes, Senhor, a iniqüidade de meu pecado, diz o Salmista (Sl 31,5-6) por isso todo homem santo dirigirá a Vós sua prece». Assim pediu o ladrão sobre a cruz e obteve seu perdão, pois Jesus lhe respondeu: «Em verdade vos digo, hoje mesmo estareis comigo no paraíso». (Lc 23,43), Do mesmo modo rezou o publicano e voltou para casa justificado (cf. Lc 18,14).
A oração nos liberta do medo dos pecados que virão, das tribulações e da tristeza. Alguém está triste entre vós? Reze com a alma tranqüila (Tg 5,3).
A oração nos livra das perseguições dos inimigos. Está escrito no Salmo 108, 4: Em resposta ao meu afeto me fizeram mal; eu, porém, orava.
 Em segundo lugar, a oração é um meio útil e eficaz para a realização de todos os nossos desejos. Tudo o que pedirdes na oração, diz Jesus, crede, recebereis. (Mc 11,24)
Se não somos atendidos, será porque — ou não pedimos com insistência: é preciso rezar sem descanso (Lc 18, 1) — ou então não pedimos o que é mais útil à nossa salvação. «O Senhor é bom, diz Santo Agostinho, muitas vezes não nos concede o que queremos, para nos dar os bens, que desejaríamos receber, se nossa vontade estivesse bem de acordo com a sua divina vontade». São Paulo é exemplo disso, pois, por três vezes, pediu para ficar livre de um forte sofrimento em sua carne e não foi atendido (cf. II Cor 12,8).
 Em terceiro lugar a oração é útil, porque nos torna familiares de Deus. Que minha oração suba até vós, como a fumaça do incenso, diz o Salmista (Sl 140, 2).

SERMÕES DE S. TOMÁS DE AQUINO

O SACRIFÍCIO DA SANTA MISSA TEM POR SACERDOTE O PRÓPRIO JESUS CRISTO


Depois de dizer que o Sacrifico da Missa é o mesmo
Sacrifício da Cruz, e não uma cópia, era de imaginar que não
se poderia encontrar prerrogativa melhor. O que o torna,
entretanto, mais sublime é o fato de ter como sacerdote o
próprio Deus feito homem.
Três coisas, certamente são para considerar no santo
Sacrifício: o Sacerdote que oferece. A Vítima oferecida e a
Majestade divina, a quem se oferece. Ora, três considerações:
o Sacerdote, que oferece, é um Homem-DEUS, JESUS
CRISTO: a vítima é a vida de um DEUS; e não se oferece a
outrem senão DEUS.
Reanimai, portanto, a vossa fé, e reconhecei no padre que
celebra, a pessoa adorável de Nosso Senhor JESUS CRISTO.
É Ele o principal oferente, não só porque instituiu este santo
Sacrifício, e lhe dá, por seus méritos, a eficácia, mas porque se
digna, em cada Santa Missa e para nosso benefício mudar o
pão e o vinho em seu santíssimo Corpo e preciosíssimo
Sangue.
Eis porque a maior excelência da Santa Missa consiste em
ter por Sacerdote um DEUS feito Homem. E quando virdes o
celebrante no altar, sabei que sua maior dignidade é ser o
ministro deste Sacerdote invisível e eterno que é nosso Redentor.
Daí vem que o Sacrifício não deixa de ser agradável a
DEUS, ainda que o padre celebrante seja um pecador, visto
que o principal oferente é CRISTO Nosso Senhor, e o padre
seu simples representante.
Do mesmo modo, aquele que dá esmola pela mão dum
servidor, é verdadeiramente o principal autor do benefício, e
ainda que o servo fosse um celerado, se o patrão é um justo, a
esmola é santa e é meritória.
Bendito seja DEUS que nos deu um Sacerdote
infinitamente santo, a própria Santidade, o qual oferece ao PAI
Eterno este divino Sacrifício, não só em todo lugar, pois hoje a
fé está difundida em toda parte
, mas também em todo tempo,
todos os dias e mesmo a toda hora, graças a DEUS, o sol se
levanta para outras regiões, quando pra nós desaparece. A
toda hora, portanto em qualquer parte da Terra, este
Santíssimo Sacerdote oferece seu Corpo, seu Sangue, todo o
Ser ao PAI, por nós, e o faz tantas vezes quantas Missas se
celebram em todo o Universo.
Que tesouro imenso! Que mina de inestimáveis riquezas
possuímos na Igreja de DEUS! Felizes de nós se pudéssemos
assistir devotamente a todas as Santas Missas! Que capital de
méritos amontoaríamos! Que abundância de graças nesta vida,
e que grau de glória na outra nos proporcionará a devota e
amorosa assistência a tantas Santas Missas!
Mas que digo? Assistência? Os que assistem a Missa à
Santa Missa não fazem apenas o ofício de assistentes, mas
também o de celebrantes e pode-se chama-los sacerdotes:
Fecisti nos DEO nostro regnun et sacerdotes
(Apoc 5,10). O
sacerdote que oficia é como o ministro público da Igreja inteira,
é o mediador de todos os fiéis, e especialmente daqueles que
participam da Santa Missa, junto do Sacerdote invisível que é
JESUS. Com CRISTO, ele oferece ao Eterno PAI, em seu
Nome e em nome de todos, o resgate precioso da Redenção
dos homens. Não está, porém, sozinho nesta santa função.
Todos os que assistem a Santa Missa, concorrem com ele no
oferecimento do Sacrifício. Assim, voltado para os fiéis, o
sacerdote diz:
Orate, fratres, ut meum ac vestrum sacrificium
acceptabile fiat
:
“Orai, meus irmãos, para que o meu sacrifício, que é
também o vosso, seja agradável a DEUS”.
Estas palavras, que o sacerdote profere, é para nos dar a
entender que, conquanto desempenhe ele o papel de ministro
principal, todos, que ali assistem, com ele oferecem a grande
Vítima. Quando assistis à Santa Missa, fazeis, portanto, de
certo modo, o ofício de sacerdote.
Que dizeis agora? Ousaríeis ainda assistir à Santa Missa,
sentados, tagarelando, olhando para um e outro lado, e
contentando-vos de recitar, bem ou mal, umas preces vocais,
sem levar em conta o ofício de tanta responsabilidade que
exerceis, o ofício de sacerdote?
Ah! não posso evitar de exclamar aqui: Ó mundo
insensato, que nada compreende de tão augustos mistérios.
Como é possível permanecer ao pé dos altares com o
espírito distraído e o coração dissipado, num momento em que
os Anjos e os Santos se absorvem em admiração e temo à
vista de tão maravilhosa obra!

POR: São Leonardo de Porto Maurício

domingo, 9 de setembro de 2012

"LOUVOR ÀS CHAGAS E AO SANGUE DO CORDEIRO"


Louvo as Chagas e o Sangue do Cordeiro que curam as fraquezas do meu corpo.

Louvo as Chagas e o Sangue do Cordeiro que curam as fraquezas da minha alma.

Louvo as Chagas e o Sangue do Cordeiro que curam as fraquezas do meu espírito.

Adoração ao Cordeiro de Deus que derramou Seu Sangue por nós em agonia.

No Seu Sangue há poder para perdoar;

No Seu Sangue há poder  para purificar;

No Seu Sangue há poder salvar; 

No Seu Sangue há poder libertar; 

No Seu Sangue há poder vencer;

No Seu Sangue há poder renovar; 

No Seu Sangue há poder proteger;

Para aquele que crê nopoder do Sangue de Jesus, nada é impossível; 

Louvo o Sangue do Cordeiro, que cobre todos os meus pecados, para que não mais sejam vistos.

Louvo o Sangue do Cordeiro, que me purifica de todos os meus pecados e me torna alvo como a neve.

Louvo o Sangue do Cordeiro, que tem o poder de me libertar de todas as minhas correntes e escravidão do pecado.

Louvo o Sangue do Cordeiro, que é mais forte que o meu próprio sangue, infestado de pacado, e que me transforma à imagem de Deus.

Louvo o Sangue do Cordeiro, em que há vitória sobre todos os poderes que querem me oprimir, sobre todo poder do inimigo.

Louvo o Sangue do Cordeiro que me protege das astutas investidas do inimigo.

Louvo o Sangue do Cordeiro que me prepara as vestes nupciais.

Louvo o Sangue do Cordeiro que faz novas todas as coisas.


Aleluia! Amém!

Orações Selecionadas, Sorocaba, 10 de Abril de 1999

"MUITO AINDA SE PREOCUPAM COM CONSOLO E DESCANSO"



Vou a caminho do Calvário. Aqueles homens iníquos, temendo ver-Me morrer antes de
chegar ao fim, entendem-se entre si para buscar alguém que Me ajude a carregar a Cruz e
requisitaram um homem das redondezas chamado Simão. Este homem Me ajuda a carregar
parte da Cruz, mas não toda a Minha Cruz...
Há almas que caminham assim atrás de Mim. Aceitam Me ajudar a carregar Minha Cruz,
mas se preocupam ainda com o consolo e o descanso. Muitas outras consentem seguir-Me
e, assim, abraçaram a vida perfeita. Mas não abandonam o interesse próprio, que continua
sendo, em muitos casos, seu primeiro cuidado; por isso vacilam e deixam cair Minha Cruz,
quando lhes pesa demasiado. Procuram a maneira de sofrer o menos possível, medem sua
abnegação, evitam o quanto podem a humilhação e o cansaço e, talvez lembrando-se com
pena daqueles que deixaram, tratam de procurar para si certas comodidades, certos prazeres.


† Oh Jesus obedientíssimo, manso e humilde de coração, tende piedade de nós!

Meditações sobre a Paixão de Cristo, do livro A Paixão