segunda-feira, 1 de abril de 2013

Um católico pode ser maçom?

O destino humano

Morte e Juízo Particular
A Igreja acredita em dois destinos finais - um para os indivíduos e outro para a humanidade como um todo.
O que você pode esperar na morte está expresso no Novo Testamento, na Carta aos Hebreus: "Está determinado que os homens morram uma só vez, depois do que vem o julgamento..." (Hb 9,27). Sua vida como peregrino na terra atinge o ponto de chegada no momento da morte. Tendo transposto o limite deste mundo de tempo e mudança, você não pode mais escolher uma realidade diferente como o máximo amor de sua vida. Se sua opção fundamental de amor no momento da morte foi o Bem absoluto que chamamos Deus, Deus permanece sua posse eterna. Esta posse eterna de Deus chama-se céu. Se sua definitiva opção de amor no momento da morte foi algo inferior a Deus, você experimenta o vazio radical de não possuir o Bem absoluto. Esta ruína eterna chama-se inferno. O julgamento no instante da morte consiste numa revelação
límpida da sua condição imutável e livremente escolhida: a eterna união com Deus ou a eterna alienação.


O Purgatório e a Comunhão dos Santos
Se você morre no amor de Deus mas está com "manchas de pecado", estas manchas são eliminadas num processo de purificação chamado purgatório. Tais manchas de pecado são principalmente as penas temporais devidas aos pecados veniais ou mortais já perdoados, mas para os quais não foi feita expiação suficiente durante sua vida. Esta doutrina do purgatório, contida na Escritura e explanada na tradição, foi claramente expressa no li Concílio de Lião (l274 d.C.). Tendo passado pelo purgatório, você estará plenamente livre do egoísmo e será capaz do amor perfeito. Seu eu egoísta, aquela parte de você que sem cessar procurava autosatisfação, terá morrido para sempre. O seu "novo eu" será sua - mesma pessoa íntima, transformada e purificado pela intensidade do amor de Deus por você.
Além de ensinar a realidade do Purgatório, o 11 Concílio de Lião afirmou também que "os fiéis na terra podem ser de grande ajuda" para os que sofrem o purgatório, oferecendo por eles "o Sacrifício da Missa, orações, esmolas e outros atos religiosos". Está incluído nesta doutrina o laço de unidade - chamado Comunhão dos Santos - que existe entre o Povo de Deus na terra, e os que partiram à nossa frente. O Vaticano li, refere-se a este vínculo de união dizendo que "recebe com grande respeito aquela venerável fé de nossos antepassados sobre o consórcio vital com os irmãos que estão na glória celeste ou ainda se purificam após a morte" (Lumen Gentium, nº 51). A Comunhão dos santos é uma rua de mão dupla: no trecho acima citado, o Vaticano II afirma que, assim como você na terra pode ajudar aqueles que sofrem o purgatório, assim os que estão no céu podem ajudá-lo na sua peregrinação, intercedendo por você junto de Deus.


O Inferno
Deus, que é infinito amor e misericórdia, é também justiça infinita. Por causa da justiça de Deus e também por causa do seu total respeito pela liberdade humana, o inferno é uma possibilidade real como destino eterno de uma pessoa. É difícil para nós entender este aspecto do mistério de Deus. Mas o próprio Cristo o ensinou e também a Igreja o ensina. A doutrina do inferno está claramente na Escritura. No Evangelho de Mateus Cristo diz aos justos: "Vinde, benditos de meu Pai, recebei por herança o Reino preparado para vós desde a
fundação do mundo". Mas aos ímpios Ele dirá: "Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno preparado para o diabo e para os seus anjos" (Mt25,34.41). Em outro lugar se recorda que Jesus disse: "É melhor entrares mutilado para a Vida do que, tendo as duas mãos, ires para a geena, para o fogo inextinguível" (Mc 9,43). Um ponto que se destaca claramente desta doutrina é a realidade da liberdade humana. Você é livre para buscar a Deus e servi-lo. E é livre para fazer o contrário. Em ambos os casos, você é responsável pelas
consequências. A vida é um assunto sério. O modo como você a vive faz uma grave diferença. Você é livre, radicalmente livre, para buscar a Deus. E é livre, radicalmente livre, para escolher a dor inexprimível de sua ausência.


O Céu
A graça, presença de Deus dentro de você, é como uma semente, uma semente vital, que cresce, e está destinada, um dia, a desabrochar na sua plenitude. Deus se deu a você, mas dum modo escondido. No tempo presente, você o procura mesmo se já o possui. Mas chegará o tempo em que sua procura vai terminar. Você
então verá e possuirá a Deus completamente. Isto é o que foi revelado. Na sua primeira carta, São João nos diz: "Caríssimos, desde já somos filhos de Deus; mas o que nós seremos ainda não se. manifestou. Sabemos que por ocasião desta manifestação seremos semelhantes a Ele, porque o veremos tal como Ele é" (l Jo 3,2).
E, na sua primeira carta aos Coríntios, São Paulo escreve: "Agora vemos em espelho e de maneira confusa, mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é limitado, mas depois conhecerei totalmente, como sou conhecido" (I Cor 13,12). Isto é o céu: a direta visão de Deus face a face como Ele é Pai, Filho e Espírito Santo; união perfeita e total com Deus, um êxtase de contentamento que vai além de toda imaginação humana; o "agora" da eternidade no qual tudo é sempre novo, aprazível e presente para você; a torrente calorosa de alegria na companhia de Jesus, de sua Mãe e de todos os que você amou e conheceu; a ausência total de dor, de pesar, de más recordações; o gozo perfeito de todos os poderes da mente e (após a ressurreição no Dia do Juízo) do corpo. O céu é isto. Quer dizer, isto é uma descrição pálida e humana daquilo que Deus prometeu aos que o amam, daquilo que Cristo conquistou para nós com sua morte e Ressurreição.


Um novo céu e uma nova terra
A fé no juízo final no último dia está claramente expressa nos credos da Igreja. Naquele dia, todos os mortos ressuscitarão. Pelo poder divino, todos estaremos presentes diante de Deus como seres humanos corpóreos. Então Deus, Senhor absoluto da história, presidirás um panorâmico julgamento de tudo o que a
humanidade fez e suportou através dos longos séculos nos quais o Espírito atuou para nos gerar como um povo. Quando chegará este dia? Numa passagem notável, repleta da esperança em todas as coisas humanas, o Vaticano II, faz essa pergunta e expressa a visão da Igreja: "Nós ignoramos o tempo da consumação da terra e da humanidade e desconhecemos a maneira da transformação do universo. Passa certamente a figura deste mundo deformada pelo pecado, mas aprendemos que Deus prepara morada nova e terra nova. Nela habita a justiça e sua felicidade irá satisfazer e superar todos os desejos da paz que sobem nos corações dos homens".
Enquanto isso, durante o tempo que nos resta, "cresce aqui o corpo de uma nova família humana, que já pode apresentar algum esboço do novo século".
Depois que "propagarmos na terra os valores da dignidade humana, da comunidade fraterna e da liberdade, todos estes bons frutos da natureza e do nosso trabalho, nós os encontraremos novamente, limpos contudo de toda impureza, iluminados e transfigurados... O Reino já está presente em mistério aqui na terra. Chegando o
Senhor, ele se consumará" (Gaudium et Spes, nº 39). Este reino já está presente em mistério. Já raiou o dia em que Deus "enxugará toda lágrima dos seus olhos, e nunca mais haverá morte". Já raiou o dia em que Ele diz a todos os seres vivos: "Eis que eu faço novas todas as coisas... Está pronto! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim" (Apoc 21,4.5.6). Entrementes, trabalhamos e rezamos para o pleno florescimento deste reino vindouro. Com os primeiros cristãos, exclamamos: Marana tha! Vem, Senhor Jesus! Nós te buscamos
Autor do planejamento: Lúcia



ARQUIDIOCESE DE BRASÍLIA
PARÓQUIA SÃO JOSÉ
CATEQUESE DE CRISMA
Apostila do Catequista

quinta-feira, 28 de março de 2013

Agora não entendes o que estou fazendo, mais tarde compreenderás!


1Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. 2Durante a ceia, quando já o diabo colocara no coração" de Judas Iscariotes, filho de Simão, o projeto de entregá-lo, 3sabendo que o Pai tudo colocara em suas mãos e que ele viera de Deus e a Deus voltava, 4levanta-se da mesa, depõe o manto e, tomando uma toalha, cinge-se com ela. 5Depois coloca água numa bacia e começa a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido. 6Chega, então, a Simão Pedro, que lhe diz: "Senhor, tu, lavar-me os pés?!" 7Respondeu-lhe Jesus: "O que faço, não compreendes agora, mas o compreenderás mais tarde". 8Disse-lhe Pedro: "Jamais me lavarás os pés!" Jesus respondeu-lhe: "Se eu não te lavar, não terás parte comigo". 9Simão Pedro lhe disse: "Senhor, não apenas meus pés, mas também as mãos e a cabeça". 10Jesus lhe disse: "Quem se banhou não tem necessidade de se lavar, porque está inteiramente puro. Vós também estais puros, mas não todos". 11Ele sabia, com efeito, quem o entregaria; por isso, disse: "Nem todos estais puros". 12Depois que lhes lavou os pés, retomou o seu manto, voltou à mesa e lhes disse: "Compreendeis o que vos fiz? 13Vós me chamais de Mestre e Senhor e dizeis bem, pois eu o sou. 14Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar-vos os pés uns aos outros. 15Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós o façais. 16Em verdade, em verdade, vos digo: o servo não é maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que quem o enviou. 17Se compreenderdes isso e o praticardes, felizes sereis. 18Não falo de todos vós; eu conheço os que escolhi. Mas é preciso que se cumpra a Escritura: Aquele que come o meu pão levantou contra mim o seu calcanhar! 19Digo-vos isso agora antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU. 20Em verdade, em verdade, vos digo: quem recebe aquele que eu enviar, a mim recebe e quem me recebe, recebe aquele que me enviou".
Bíblia de Jerusalém Evangelho de João 13, 1-15

quarta-feira, 27 de março de 2013

Regras de Vida Cristã - Santo Afonso de Ligório



Modo prático de fazer oração mental
Como preparação, diga:

I. Meu Deus, creio que estais aqui
presente. Eu vos adoro com todo o meu ser.
II. Senhor, mereceria estar agora no
inferno; arrependo-me de vos ter
ofendido; perdoai-me.
III. Pai Eterno, por amor de Jesus e de
Maria, iluminai-me.
Depois, recomende-se a Maria Santíssima
com uma Ave-Maria, recomende-se a São
José, ao Anjo da Guarda, ao Santo Padroeiro.
Agora leia a Meditação; vá
interrompendo a leitura sempre que
encontrar uma passagem que tenha um
significado maior para você. Faça actos de
humildade, de agradecimento e,
principalmente, de arrependimento e de
amor. Diga: “Senhor, fazei de mim o que
quiseres, ajudai-me a conhecer o que quereis de
mim; quero fazer o que vos agrada”. Ore muito,
pedindo a Deus a perseverança, o amor, a
luz, a força para fazer sempre a vontade

divina, a graça de orar sempre.
Antes de terminar a oração, faça um
propósito particular, de evitar alguma falha
mais frequente. Termine cm um Pai-Nosso e
uma Ave-Maria. Nunca deixe de recomendar
a Deus as almas do Purgatório e os
pecadores.



I. De manhã, ao se levantar, fazer os
actos indicados na página
seguinte. Todos os dias fazer meia
hora de oração mental e pelo
menos um quarto de hora de
leitura espiritual. Participar na
Missa. Fazer a visita ao Santíssimo
Sacramento e à Mãe de Deus.
Rezar o Rosário. À noite, fazer o
exame de consciência, acto de
arrependimento, os actos cristãos e
rezar a Ladainha a Nossa Senhora.
II. Confessar-se e comungar pelo
menos semanalmente e até mais
vezes, se o Director espiritual o
permitir.
III. Escolher um bom confessor,
instruído e piedoso; seguir as suas
orientações tanto no tocante aos
actos de devoção, como nas
questões importantes; não
abandoná-lo sem motivo grave.
IV. Evitar a ociosidade, as más
companhias, as conversas
inconvenientes e, principalmente,
as ocasiões de pecado,
especialmente quando há perigo
para a castidade.
V. Nas tentações, principalmente nas
impuras, fazer logo o Sinal da
Cruz e invocar os nomes de Jesus e
Maria, enquanto durar a tentação.
VI. Se cometer algum pecado,
arrepender-se logo e resolver
emendar-se. Se o pecado for grave,
confessar-se o quanto antes.
VII. Sempre que possível ouvir as
pregações; pertencer a alguma
irmandade ou grupo, ali

procurando apenas a salvação
eterna.
VIII. Para honrar a Maria Santíssima,
jejuar nos sábados e na vigília de
suas festas, fazendo ao mesmo
tempo alguma outra mortificação
corporal conforme o conselho do
Director espiritual. Fazer a novena
para as festas de Maria, do Natal,
de Pentecostes e do próprio
padroeiro.
Nas situações desagradáveis,
doenças, perdas, perseguições,
conformar-se com a vontade de
Deus e ficar em paz dizendo,
“Assim Deus quer, assim seja!”.
Todos os anos fazer os
Exercícios Espirituais em alguma
casa religiosa ao algum lugar
retirado. Ou, pelo menos, fazê-lo
em casa mesmo, dedicando-se o
mais possível à oração, às leituras
espirituais e ao silêncio. Do mesmo
modo fazer um dia de Retiro cada
mês, evitando as conversas e
recebendo a Eucaristia.



Actos cristãos para cada dia
De manhã, ao levantar-se, tendo feito o Sinal
da Cruz, faça os seguintes actos de adoração,
de amor, de agradecimento, de propósito e
de súplica:
I. Meu Deus, eu vos adoro e vos amo
com todo o meu ser.
II. Agradeço todos os vossos benefícios,
especialmente o de me terdes



conservado nesta noite.
III. Eu vos ofereço as minhas acções, os
meus sofrimentos deste dia, em união
com as acções e os sofrimentos de Jesus
e de Maria, com a intenção de ganhar
todas as indulgências que puder.
IV. Proponho-me fugir de todos os
pecados, especialmente de ... (é bom
fazer um propósito particular
quanto ao defeito em que mais se
cai). Nos contratempos quero
conformar-me sempre à vossa vontade.
Meu Jesus, guardai-me; Maria
protegei-me sob o vosso manto. Pai
Eterno, ajudai-me por amor de Jesus e
de Maria. Meu Anjo da Guarda, meus
Santos Padroeiros, acompanhai-me.
Reze depois o Pai-Nosso, a Ave-
Maria, o Credo, e três Ave-Marias
em honra da pureza de Nossa
Senhora.
Ao começar um trabalho,
estudo, ou qualquer outra
ocupação, diga: “Senhor, eu vos
ofereço este meu esforço”. Às
refeições: “Meu Deus, seja tudo para
vossa glória. Abençoai-me para que
não caia em nenhuma falta”. Depois
das refeições: “Agradeço, Senhor, o
benefício que fizestes a quem vos
ofendeu”. Ao soar das horas: “Jesus,
eu vos amo. Não permitais que me
separe de vós”. Nos contratempos:
“Senhor, assim quisestes, assim
também eu quero”. Nas tentações
repita frequentemente os nomes de
Jesus e de Maria. Tendo cometido
alguma falta: “Senhor, eu me
arrependo porque ofendi a vós,bondade infinita. Não quero fazê-lo
novamente”. Se houve pecado
grave, confessar-se logo.
www.santidade.net
Regras de Vida Cristã








Ofício do Glorioso São José (Maravilhoso)

terça-feira, 26 de março de 2013

Traição


"Judas não conheceu profundamente a Deus e se afogou em seus pecados, precisamos entender que a história de Judas e de outros personagens bíblicos se repetem todos os dias"

«Um de vós há-de entregar-me...
Não cantará o galo, sem que Me tenhas negado três vezes»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, estando Jesus à mesa com os discípulos,
sentiu-Se intimamente perturbado e declarou:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Um de vós Me entregará».
Os discípulos olhavam uns para os outros,
sem saberem de quem falava.
Um dos discípulos, o predilecto de Jesus,
estava à mesa, mesmo a seu lado.
Simão Pedro fez-lhe sinal e disse:
«Pergunta-Lhe a quem Se refere».
Ele inclinou-Se sobre o peito de Jesus e perguntou-Lhe:
«Quem é, Senhor?»Jesus respondeu:
«É aquele a quem vou dar este bocado de pão molhado».
E, molhando o pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão.Naquele momento, depois de engolir o pão,
Satanás entrou nele.
Disse-lhe Jesus:
«O que tens a fazer, fá-lo depressa».
Mas nenhum dos que estavam à mesa
compreendeu porque lhe disse tal coisa.
Como Judas era quem tinha a bolsa comum,
alguns pensavam que Jesus lhe tinha dito:
«Vai comprar o que precisamos para a festa»;
ou então, que desse alguma esmola aos pobres.
Judas recebeu o bocado de pão e saiu imediatamente.
Era noite.
Depois de ele sair, Jesus disse:
«Agora foi glorificado o Filho do homem
e Deus foi glorificado n’Ele.
Se Deus foi glorificado n’Ele,
também Deus O glorificará em Si mesmo
e glorificá-l’O-á sem demora.
Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco.
Haveis de procurar-Me
e, assim como disse aos judeus,
também agora vos digo:
não podeis ir para onde Eu vou»
Perguntou-Lhe Simão Pedro:
«Para onde vais, Senhor?».Jesus respondeu:
«Para onde Eu vou, não podes tu seguir-Me por agora;
seguir-Me-ás depois».
Disse-Lhe Pedro:
«Senhor, por que motivo não posso seguir-Te agora?Eu darei a vida por Ti».
Disse-Lhe Jesus:
«Darás a vida por Mim?Em verdade, em verdade te digo:
Não cantará o galo,
sem que Me tenhas negado três vezes».

Palavra da salvação.

T E M P O D A Q U A R E S M A