Salve Maria! Hoje vamos tratar sobre São Marcos. Ele não foi um apóstolo como São Mateus, mas conviveu muito com o 1º Papa São Pedro. Descubra por que seu escrito é conhecido como " O evangelho dos milagres" e também muitas outras caracteristicas de seu evangelho.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Somos pessoas perigosas!
Quais os sinais de conversão carregamos?
Estamos vivendo somente na superfície da nossa fé, da nossa santidade?
Estamos trabalhando para Deus ou estamos trabalhando com Deus?
A conversão aconteceu, mas a busca acabou!
A conversão aconteceu mas prefiro deixar para seguir Deus depois!
Já participei de vários retiros, já O conheço, porém minha vida promíscua contínua;
Várias pessoas passam pelas nossas vidas diariamente e não acrescentamos nada na vida dela;
Nossas especilaidades muitas vezes tem sido a fofoca, o falar da vida alheia, o julgar e condenar;
Somos na verdade pessoas perigosas que como um carro desgovernado não sabe para onde vai;
Nos tornamos pessoas perigosas quando afastadas do Pai, fazemos muita bagunça e nem percebemos;
Existe a maneira certa de ser, ter e fazer mas preferimos fazer do nosso jeito...
Temos tratado os outros de qualquer jeito e feito do nosso corpo qualquer tipo de casa;
Passamos várias horas nos enchendo de porcarias e não paramos 10 minutos se quer dentro de uma igreja para ser preenchido.
Para onde estamos indo?
Que rastro tenho deixado?
Meus filhos me copiam?
FONTE: Filhos Espirituais de Pe. Pio
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Quem nos separará do amor de Cristo?
Homilia do 4º Domingo da Páscoa ~ Domingo do Bom Pastor ~ por Pe. Paulo Ricardo
No contexto da polêmica que surgiu depois de seu discurso do Bom Pastor, o evangelista São João mostra com clareza o relacionamento de Jesus com suas ovelhas.
Ouvir com docilidade a voz do Pastor é garantia de uma proteção que vem do alto.
Se olhamos sem fé para os acontecimento de nossa vida e da história da Igreja, vemos que estamos atravessando o “vale tenebroso”(cf. Sal 23, 4).
Mas aquele que tem fé ouve a voz do Pastor que “dá a vida pelas ovelhas”. E é o amor do Crucificado que cura nossa cegueira. Num olhar superficial o rebanho de Cristo é continuamente tratado como “ovelhas de corte” (cf. Rom 8, 36). Mas no olhar iluminado pela Cruz do Bom Pastor, “somos mais do que vencedores” (ὑπερνικῶμεν – Rom 8, 37), pois nada nos separará do seu amor, nada nos arrancará de sua mão.
Salmos, 23
1. O Senhor é o meu pastor. Nada me falta. 2. Em verdes pastagens me faz repousar; para fontes tranquilas me conduz, 3. e restaura minhas forças. Ele me guia por bons caminhos, por causa do seu nome. 4. Embora eu caminhe por um vale tenebroso, nenhum mal temerei, pois junto a mim estás; teu bastão e teu cajado me deixam tranquilo. 5. Diante de mim preparas a mesa, à frente dos meus opressores; unges minha cabeça com óleo, e minha taça transborda. 6. Sim, felicidade e amor me acompanham todos os dias da minha vida. Minha morada é a casa do Senhor, por dias sem fim.
Romanos 8
35. Quem nos poderá separar do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada? 36. Como diz a Escritura: "Por tua causa somos postos à morte o dia todo, somos considerados como ovelhas destinadas ao matadouro." 37. Mas, em todas essas coisas somos mais do que vencedores por meio daquele que nos amou. 38. Estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem os anjos nem os principados, nem o presente nem o futuro, nem os poderes. 39. nem as forças das alturas ou das profundidades, nem qualquer outra criatura, nada nos poderá separar do amor de Deus, manifestado em Jesus Cristo, nosso Senhor.
#ReflexõesFranciscanas
sábado, 20 de abril de 2013
Das 4 coisas que produz grande paz
1. Jesus: Filho, vou agora te ensinar o caminho da paz e da verdadeira liberdade.
2. A alma: Fazei, Senhor, o que dizeis, que muito grato me é ouvi-lo.
3. Jesus: Filho, trata de fazer antes a vontade alheia que a tua. Prefere sempre ter menos que mais. Busca sempre o último lugar todos. Deseja sempre e roga que se cumpra plenamente em ti a vontade de Deus. O homem que assim procede penetra na região da paz e do descanso.
4. A alma: Senhor, este vosso discurso é breve, mas encerra muita perfeição. Poucas são as palavras, cheias, porém, de sabedoria e de copioso fruto. Se eu as praticasse elmente, não me deixaria perturbar com tanta facilidade. Pois, todas as vezes que me sinto inquieto e aito, verico que me desviei desta doutrina. Vós, porém, que tudo podeis e desejais sempre o progresso da alma, aumentai em mim a graça, para que possa guardar vossos ensinamentos e levar a efeito minha salvação.
Oração contra os maus pensamentos
1. Senhor, meu Deus, não vos aparteis de mim, meu Deus dignai-vos socorrer-me (Sl 70,13). Pois me invadem vários pensamentos, e grandes temores aigem minha alma. Como escaparei ileso, como poderei vencê-los?
2. Diante de ti, são palavras vossas, irei eu e humilharei os soberbos da terra (Is 14,1); abrir-te-ei as portas do cárcere e te revelarei mistérios recônditos.
3. Fazei Senhor, conforme dizeis e dissipe vossa presença todos os maus pensamentos.
Esta é a minha única esperança e consolação: a vós recorrer
em toda tribulação, em vós conar, invocar-vos de todo o coração e com paciência aguardar a vossa consolação. Amém.
Imitação de Cristo
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Que haveis de fazer, quando o Senhor começar a pedir contas?
Ai dos corações divididos, dos lábios criminosos, das mãos depravadas e do pecador, que pretende entrar na terra por dois caminhos!
Ai dos corrompidos de coração, que não crêem, e por isso não serão protegidos!
Ai de vós, que perdestes a perseverança e abandonastes os caminhos retos, extraviando-vos por caminhos depravados!
Que haveis de fazer, quando o Senhor começar a pedir contas?
Os que temem o Senhor não são rebeldes às suas palavras, os que o amam observam seus
caminhos.
Os que temem o Senhor procuram o que lhe agrada, os que o amam saciam-se com a sua Lei.
Os que temem o Senhor preparam seus corações e na sua presença se purificam.
Os que temem o Senhor guardam seus mandamentos e perseveram até a sua vinda.
Eles dizem: “Mesmo não convertidos cairemos nas mãos do Senhor e não nas dos homens,
pois tamanha é a sua grandeza, tão grande é a sua misericórdia !”
Livro do Eclesiástico 2, 14-23
segunda-feira, 15 de abril de 2013
As dificuldades da vida humana
Penosa ocupação foi dada a todos os mortais e pesado jugo oprime os filhos de Adão, desde o dia em que saem do ventre de sua mãe até o dia da volta para a mãe comum: objeto de suas reflexões e temor do seu coração é a descoberta do que os espera, o dia do seu fim.
Desde aquele que está sentado em trono glorioso até o humilhado na terra e na cinza; desde quem veste púrpura e cinge a coroa até quem está coberto de linho cru: tudo é furor, inveja, inquietação, agitação, temor da morte, ressentimento, discórdia.
Até no tempo do repouso, sobre a cama, o sono da noite apenas alterna os cuidados.
Um pouco de repouso, quase nada e logo, em sonho, estão aflitos como se fosse de dia.
Perturbam-se com as visões do coração, como quem tivesse escapado da batalha; no tempo do sono necessário, despertam e se admiram do vão temor.
Para todo ser de carne, do homem ao animal, mas, para os pecadores, sete vezes mais:
morte, sangue, dissensão e espada, opressões, fome, destruição e flagelos. Para os iníquos foram criadas todas essas coisas, e por causa deles é que veio o dilúvio.
Tudo o que vem da terra volta para a terra, e tudo o que vem das águas volta para o mar.
Todo suborno e toda iniquidade perecerão, mas a fidelidade permanece eternamente.
As riquezas dos injustos secarão como a torrente no deserto e passarão como o trovão, que ribomba na tempestade.
Como o justo se alegra, abrindo as mãos, assim os prevaricadores, no fim, perecerão.
Os rebentos dos ímpios não multiplicarão seus ramos, como raízes impuras no topo da rocha.
A folhagem que cresce à flor das águas e na beira do rio será arrancada antes de qualquer outra erva.
Mas a bondade é como um jardim de bênçãos, e a esmola permanece para sempre.
A vida de um autônomo e mesmo a de um operário é relativamente boa, mas, acima deles, a de quem encontrar um tesouro.
Filhos e a edificação de uma cidade perpetuam o nome, mas acima disto está a mulher irrepreensível.
Vinho e música alegram o coração, mas o amor da Sabedoria excede ambas as coisas.
Flauta e harpa tornam suave a melodia, mas acima de ambas está a língua suave.
Graça e beleza são o desejo dos olhos, mas acima de ambas estão as verdes plantações.
Amigo e companheiro auxiliam-se mutuamente a seu tempo, mas, mais do que eles, mulher e marido. Irmãos e ajuda são úteis no tempo da tribulação, mas, acima de ambos, a esmola é que liberta.
Ouro e prata dão firmeza aos pés, mas acima de ambos está um conselho conveniente.
Riquezas e forças exaltam o coração mas, acima delas, o temor do Senhor.
Com o temor do Senhor, nada falta; com ele, não é preciso procurar socorro.
O temor do Senhor é como um jardim de bênçãos, e a sua proteção está acima de toda glória.
Filho, não sejas indigente enquanto vives: é melhor morrer, do que viver como indigente.
Aquele que fica olhando para a mesa de estranhos não leva uma vida que mereça esse nome: com essas comidas mancha até a alma.
Quem é instruído e educado, porém, delas se guardará.
Na boca do desavergonhado a mendicância é doce, mas em seu ventre arderá como o fogo.
Livro do Eclesiástico 40, 1-32
domingo, 14 de abril de 2013
A PROVA DECISIVA: A PROVA DO AMOR
Bem sabemos que as palavras "te amo", infinitamente repetidas em todos os tempos, em todas as latitudes do planeta, na maioria dos casos podem ser apenas expressão provisória e vazia do sentimento humano.
Mas o olho de Jesus sabe ir além das simples palavras de Pedro,o qual, ao dizer "te amo", não estava blefando: mais tarde daria a vida por amor. Porque amor, no fundo, é só isto: fazer da própria vida um dom para a felicidade do outro.
Então, poderíamos dizer que o evangelho é o desmascaramento do amor falso, daquele amor que é apenas um impulso imediato da natureza humana: amor que não e dom de si, mas apropriação indébita da vida alheia.
É verdade, existe mesmo um tipo de amor que se manifesta e se afirma como realidade oposta ao amor verdadeiro; como dilatação e sublimação do próprio egoísmo. Egoísmo que vive e se alimenta com a exploração da outra criatura, a qual, não raro, acaba sendo destruída.
É claro que o evangelho não é um projeto de psicanálise. É antes a enunciação de um projeto existencial, em que todas as nossas energias, todas as nossas capacidades assim como nosso próprio coração são postos a duras provas: convocados ao serviço daquela parte da humanidade deserdada de tudo, que nunca soube amar porque nunca se sentiu amada.
"Tu sabes que eu te amo." É emocionante, é belo e divino saber que alguém nos ama. Da mesma forma, é emocionante e divino que outros escutem de nós essa mesma declaração de amor.
Amar, porém, que dizer estar disponível para fazer da própria vida um dom. Pronto para ultrapassar as fronteiras da existência individual - e se consumar para a felicidade dos outros.
Mas é sempre bom lembrar que, assim como para Jesus e para Pedro, a prova do nosso amor só pode ser o caminho do calvário.
Pe. Virgilio, ssp sobre o Evangelho deste domingo 14/04/2013
Mas o olho de Jesus sabe ir além das simples palavras de Pedro,o qual, ao dizer "te amo", não estava blefando: mais tarde daria a vida por amor. Porque amor, no fundo, é só isto: fazer da própria vida um dom para a felicidade do outro.
Então, poderíamos dizer que o evangelho é o desmascaramento do amor falso, daquele amor que é apenas um impulso imediato da natureza humana: amor que não e dom de si, mas apropriação indébita da vida alheia.
É verdade, existe mesmo um tipo de amor que se manifesta e se afirma como realidade oposta ao amor verdadeiro; como dilatação e sublimação do próprio egoísmo. Egoísmo que vive e se alimenta com a exploração da outra criatura, a qual, não raro, acaba sendo destruída.
É claro que o evangelho não é um projeto de psicanálise. É antes a enunciação de um projeto existencial, em que todas as nossas energias, todas as nossas capacidades assim como nosso próprio coração são postos a duras provas: convocados ao serviço daquela parte da humanidade deserdada de tudo, que nunca soube amar porque nunca se sentiu amada.
"Tu sabes que eu te amo." É emocionante, é belo e divino saber que alguém nos ama. Da mesma forma, é emocionante e divino que outros escutem de nós essa mesma declaração de amor.
Amar, porém, que dizer estar disponível para fazer da própria vida um dom. Pronto para ultrapassar as fronteiras da existência individual - e se consumar para a felicidade dos outros.
Mas é sempre bom lembrar que, assim como para Jesus e para Pedro, a prova do nosso amor só pode ser o caminho do calvário.
Pe. Virgilio, ssp sobre o Evangelho deste domingo 14/04/2013
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