sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

"JESUS, A ÚLTIMA PRIORIDADE?

Se estamos planejando o casamento, queremos primeiro a casa, os móveis e todas as condições necessárias para que dê tudo certo. Se tentamos uma vaga de emprego em alguma empresa, queremos o melhor cargo, trabalhar com  bons chefes  e em um ambiente agradável onde não exija muito esforço, tenha um bom salário e assim por diante. Temos a tendência em buscar sempre o melhor e mais fácil, sempre o que é mais conveniente e o que está mais próximo as mãos. Naturalmente nos afastamos de situaçãoes onde somos colocados à prova, onde nosso caráter é muitas vezes testados, onde em situações simples refletem quem verdadeiramente somos. Facilmente disparamos em nós o gatilho do pensar primeiro em nós e depois nos outros, primeiros em nós e depois em Deus.
Nivelamos a nossa vida com buscas muitas vezes supérfluas e que não acrescentam nada no nosso crescimento pessoal, profissional e principalmente ESPIRITUAL.
Trabalhamos tanto para manter um maldito STATUS que a sociedade e a moda exigem, mas por dentro continuamos sendo pessoas medíocres, medrosas, impaciente e sem conteúdo.
Já nascemos com a etiqueta: estudar, casar e ficar rico a todo e qualquer custo. Esquecemos de olhar atrás da mesma etiqueta que fala que devemos ser testados, provados, preparados, forjado e por aí vai. Que Jesus seja a sua primeira prioridade em todos os dias da sua vida. Amém

FONTE: filhosespirituaisdepepio.blogspot.com.br

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

A morte


 

1º)- A morte consiste na separação da alma e do corpo, ficando absolutamente abandonadas todas as coisas deste mundo.

Considera, meu filho, que tua alma deve necessariamente separar-se do coro, mas não sabes quando, nem onde, nem como te surpreenderá essa separação.

Não sabes se ela te apanhará na cama, no trabalho, na rua ou noutro lugar.

A ruptura de uma veia, uma infecção pulmonar, uma febre, um ferimento, um tombo, um terremoto, ou um raio são suficientes para te tirar a vida.

E isso pode acontecer-te dentro de um ano, de um mês, de uma semana, de uma hora ou talvez mal acabes de ler estas páginas.

Quantos estavam bem à noite, quando se deitaram, e foram encontrados mortos no dia seguinte! Quantos, atacados de apoplexia, morreram rapidamente. E para onde foram depois?

Se estavam na graça de Deus, felizes deles, são eternamente felizes. Se estavam no pecado, serão atormentados para todo o sempre.

E tu, meu filho, se morresses neste momento, o que seria de tua alma? Infeliz de ti se não estás preparado, porque o que não está pronto para morrer bem hoje, corre grande risco de morrer mal!

2º)- O lugar e a hora de tua morte não te são conhecidos, mas é certíssimo que ela virá.Ainda supondo que não te surpreenda uma morte repentina ou violenta, sem embargo, a última hora da tua vida há de chegar.

Nessa hora, estendido sobre o leito, assistindo por um sacerdote que rezará junto de ti as orações dos agonizantes, rodeado por tua família que chora, com o crucifixo numa mão e uma vela acesa na outra, te encontrarás às portas da eternidade.

Tua cabeça sentirá dores e não encontrará repouso; tua visão estará obscurecida; tua língua estará ardendo; tua garganta, seca, teu peito, oprimido, o sangue se gelará nas tuas veias; teu corpo será consumido pela enfermidade e teu coração transpassado por mil dores.

Quando a alma tiver abandonado o corpo, este coberto com uma mortalha, será lançado a um buraco, onde se converterá em podridão; os vermes o devorarão, e de ti só restarão alguns ossos descarnados e um pouco de pó mal cheiroso.

Abre uma tumba e observa o que restou de um jovem rico, de um homem poderoso no mundo; pó e podridão...O mesmo te acontecerá a ti.

Lê estas considerações com atenção, meu filho, e lembra-te de que elas se aplicam a ti, como a todos os outros homens.

Agora o demônio, para induzir-te a pecar, se esforça e distrair-te deste pensamento, em encobrir e escusar a culpa, dizendo-te que não há grande mal em tal prazer, em tal desobediência, em faltar à Missa nos dias festivos; mas no momento da morte te fará conhecer a gravidade das tuas faltas e as representará a todas vivamente, diante de ti.

Que farás tu naquele terrível instante?Desgraçado de quem então se encontrar em pecado mortal!

3º)- Considera também que do momento da morte depende tua felicidade ou desgraça eterna.

Estando para dar o último suspiro e à luz daquela última chama, quantas coisas veremos!

A Igreja acende duas velas por nós: uma no nosso Batismo, outra na hora da nossa morte; a primeira, para mostrar-nos os preceitos da lei de Deus, que devemos observar; a segunda no transe da nossa morte, para examinarmos se os observamos corretamente.

Por isso, meu filho, à claridade daquela última luz verá se amaste a Deus durante a tua vida ou se O desprezaste; se respeitaste seu santo Nome ou se O ofendeste com blasfêmias.

Verás as festas que profanaste, as Missas que não ouviste, as desobediências a teus superiores, os escândalos que destes a teus companheiros.

Verás aquela soberba e aquele orgulho que te enganaram; verás...

Mas (oh! meu Deus) tudo aquilo verás no momento em que se abre diante de ti o caminho da eternidade, momento do qual depende a eternidade inteira. Sim, daquele momento depende uma eternidade de glória ou de tormentos.

Compreendes bem o que te estou dizendo? Daquele momento depende para ti o Paraíso ou o Inferno; o ser para sempre feliz ou desgraçado, para sempre filho de Deus ou escravo do demônio, para sempre gozar com os Anjos e Santos no Céu ou gemer e arder para todo o sempre com os condenados no Inferno.

Teme muito por tua alma, e reflete que de uma vida santa e boa dependem a boa morte e a eterna glória.

Sem perda de tempo, põe em ordem tua consciência com uma boa Confissão, prometendo ao Senhor perdoar a teus inimigos, reparar os escândalos que deste, ser mais obedientes, abster-te de comer carne nos dias proibidos, não perder mais o tempo, santificar os dias consagrados a Deus, cumprir os deveres de teu estado.

E deste já, lançando-te aos pés de Jesus, diz a Ele:

"Meu Senhor e meu Deus, desde agora me converto a Vós; amo-Vos e quero-Vos amar e servir até à morte. Virgem Santíssima, minha Mãe, ajudai-me naquele momento terrível.Jesus, Maria e José, que minha alma expire em paz em vossos braços".
OS NOVÍSSIMOS DO HOMEM
As Sete Meditações sugeridas por
São João Bosco
Presbítero
 (retiradas do livro o Jovem Instruído)
 

 

Sobre São Martinho de Dume



Oriundo da Panônia, atual Hungria, dirigiu-se ainda jovem para ao Oriente, onde professou vida regular: estudou o grego e outras ciências eclesiásticas em que muito cedo se distinguiu, até ser classificado, pelo eminente Doutor Santo Isidoro, como ilustre na fé e na ciência. Também Gregório de Tours o considerou entre os homens insuperáveis do seu tempo. Regressando do Oriente, dirigiu-se depois a Roma e França, onde travou conhecimento com as personagens por então mais insignes em saber e santidade. Sobretudo, quis visitar o túmulo do seu homônimo e compatriota, S. Martinho de Tours, que desde então ficará considerando como seu patrono e modelo. Foi também por essa altura que Martinho se encontrou com o rei dos Suevos, Charrarico, ao qual acompanhou para o noroeste da Península Ibérica, em 550, onde, com restos do gentilismo e bastante ignorância religiosa, se espalhara o Arianismo.

Para acorrer a tantos males, não tardou Martinho em planejar e colocar em andamento seu vigoroso apostolado. Num mosteiro, edificado pelo mesmo rei, em Dume, ao lado de Braga, assenta o grande apóstolo dos suevos suas instalações como escola de monaquismo e base de irradiação catequética e missionária. A igreja do mosteiro é dedicada a S. Martinho de Tours, e foi sagrada em 558. O seu abade foi elevado ao episcopado pelo Bispo de Braga já em 556, em atenção ao seu exímio saber e extraordinário zelo e santidade. Com a subida ao trono do rei Teodomiro (em 559), consumava-se o regresso dos Suevos ao Catolicismo, deixando o Arianismo. Ilustre por tão preclaras prerrogativas, passa Martinho para a Sé de Braga, em 569, quando o Catolicismo nesta região gozava já de alto esplendor, o que tornou possível o 1° Concílio de Braga, em 561, no pontificado de João III. Em 572, foi Martinho a alma do 2° Concílio de Braga. Nesta altura escreveu ele: "Com a ajuda da graça de Deus, nenhuma dúvida há sobre a unidade e retidão da fé nesta província".

S. Martinho de Dume não esqueceu da importância e eficácia do apostolado da pena. Deixou assim várias obras sobre as virtudes monásticas, bem como matérias teológicas e canônicas, pelas quais foi depois reputado e celebrado como Doutor. Faleceu a 20 de março de 579 e foi sepultado na catedral de Dume; mas desde 1606 estão depositadas as suas relíquias na Sé de Braga. Compusera para si, em latim, o seguinte epitáfio sepulcral, em que mostra a veneração que dedicava ao santo Bispo de Tours: "Nascido na Panônia, atravessando vastos mares, impelido por sinais divinos para o seio da Galiza, sagrado Bispo nesta tua igreja, ó Martinho confessor, nela instituí o culto e a celebração da Missa. Tendo-te seguido, ó Patrono, eu, o teu servo Martinho, igual em nome que não em mérito, repouso agora aqui na paz de Cristo".

São Martinho de Dume, rogai por nós!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

São Francisco Xavier



A Igreja que na sua essência é missionária, teve no século XV e XVI um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou a ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como “São Paulo do Oriente”. Francisco nasceu no castelo de Xavier, na Espanha, a 7 de abril de 1506, sofreu com a guerra, onde aprendeu a nobreza e a valentia; com dezoito anos foi para Paris estudar, tornando-se doutor e professor.

Vaidoso e ambicioso, buscava a glória de si até conhecer Inácio de Loyola, com quem fez amizade; e que sempre repetia ao novo amigo: “Francisco, que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?” Com o tempo, e intercessão de Inácio, o coração de Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, até que entrou no verdadeiro processo de conversão; o resultado se vê no fato de ter se tornado cofundador da Companhia de Jesus. Já como Padre, e empenhado no caminho da santidade, São Francisco Xavier foi designado por Inácio a ir em missão para o Oriente. Na Índia, fez frutuoso trabalho de evangelização que abrangeu todas as classes e idades, ao avançar para o Japão, submeteu-se em aprender a língua e os seus costumes, a fim de anunciar um Cristo encarnado. Ambicionando a China para Cristo, pôs-se a caminho, mas em uma ilha frente a sua nova missão, veio a falecer por causa da forte febre e cansaço.

Esse grande santo missionário entrou no Céu com quarenta e seis anos, e percorreu grandes distâncias para anunciar o Evangelho, tanto assim que se colocássemos em uma linha suas viagens, daríamos três vezes a volta na Terra. São Francisco Xavier, com dez anos de apostolado, tornou-se merecidamente o Patrono Universal das Missões ao lado de Santa Teresinha do Menino Jesus.

São Francisco Xavier, rogai por nós!

domingo, 1 de dezembro de 2013

Pequenas coragens

"Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto, esse eterno levantar-se depois de cada queda, essa busca de equilíbrio no fio da navalha, essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo infantil de ter pequenas coragens." 
(Vinicius de Moraes)

O Pilar Teórico da Apostasia


Para o senso comum pode ser dito que a apostasia tem sua causa principal no fato de que a nova igreja acreditou e ensinou que o Magistério infalível vem dos homens e não de Deus e, o pior, voltando atrás ao seguir Bulthman e outros, decretou que as Escrituras, e principalmente o Evangelho, não foram literal e totalmente inspirados pelo Espírito Santo, mas foram construção de homens segundo as vicissitudes de sua época. Isso importou em dizer que o Magistério em nada era infalível, pois infalível importa em ser perene ou infinito, mas que apenas poderia valer para sua época em determinada vivência humana. É que o papa Bento XVI disse literalmente ao ensinar o magistério vivo como apenas sendo o do atual papa com consequente desprezo até ao magistério do papa anterior, o que faz da doutrina católica tão protestante quanto volúvel e, em boa dose para os costumes ligados à moral, dispensada mesma da Palavra, o que até mesmo alguns protestantes rejeitam com um maior rigor. Cientifica ou teologicamente, isso, por eles chamado com o nome pretensioso e pomposo de historicismo-criticista, nada mais é do que o materialismo histórico de Marx. Mas para a Fé é a dispensa da Guia do Espírito Santo e o pecado imperdoável contra o Espírito Santo por rejeitar a Santa Doutrina ou a Sua obra nos séculos futuros, agora, já passados, nos quais mostrou a magnificência de Sua Graça, como já previa São Paulo. Foi um artifício para anular o Papado. E um artifício tão insano e insensato quanto infantil, que somente uma infiltração na Igreja poderia almejar e projetar, porque o homem chega a dizer que Deus se manteve de braços cruzados e depois de Se revelar à custa de Seu Sangue teria entregado Sua obra de bandeja para a humanidade manipular ao sabor de suas fraquezas ou de suas paixões carnais com toda soberba. É o que assistimos hoje e somente em condições para piorar enquanto não for interceptado. A humildade, novamente, como sempre, é interpretada como ingenuidade, mas Deus castiga a esperteza dos insensatos com a sua própria insensatez. Vejamos que Jesus disse bem claro aos apóstolos que enviaria o Espírito Santo tanto para dar memória e entendimento do que já havia ensinado quanto para dar a luz divina sobre os acontecimentos futuros. Aqui já caem todos os pilares do historicismo-criticista porque, para os seus defensores, a geração que escreveu o Evangelho nem teria ouvido diretamente dos apóstolos como não teria ouvido diretamente do Espírito Santo, mas teria adequado as palavras ao que vivia em sua época, a qual procuraram afastar o máximo possível, manipulando as datas, como hoje já se tem provado. Para nós, trata-se de acreditar em Jesus ou neles. Em Deus que é o próprio saber em puro ato e não em potência e que dá todo o saber por infusão aos seres espirituais como aos anjos, ao que um só anjo poderia se contrapor a toda humanidade, ou nos pobres homens que somente podem saber por difusão, dispersos que estão nos limites da mente. Pois, Deus pode até fazer o homem escrever a Verdade que este não consegue ver nem compreender, quanto mais guardar na memória humana palavras que exigem a mais grave fidelidade acima da certeza de nossa morte. E não foi sem o trauma de um Deus morto na Cruz que partiram os apóstolos depois de terem visto Deus subir ao céu. Insanos os historicistas. O que quiseram foi anular a intervenção divina na história. Um serviço a Satanás, certamente. E Jesus não escreveu por humildade e para vencer o homem no próprio homem. Pode parecer que ingênuo foi o historicismo, mas ele é a base de todas as formas de apostasia e recebe de volta os motivos de todas as heresias passadas como o arianismo, pois que nada lhe custa adentrar na natureza de Cristo para afirmar que ali também está uma mera obra humana ou que como Ele seremos nós, voltando ao panteísmo. E várias outras sugestões na direção ao homem e na contraposição de Deus, até se chegar à óbvia dedução de que Deus não passa de um produto da mente humana.
SALVE MARIA ! BEM VINDOS ao blog do APOSTOLADO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE LEPANTO

JUNTE SE A NÓS NOSSO OBJETIVO É A DIVULGAÇÃO DA STA MISSA TRADICIONAL, E FORMAÇÃO CATÓLICA DA TRADIÇÃO, VAMOS ABRAÇAR JUNTOS A FÉ CATÓLICA , E A STA MADRE IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

Caminho errado

"Como um viajante que erra o caminho e, assim que se apercebe, rapidamente retorna à estrada correta, assim também você continue a meditar na Palavra de Deus sem se fixar nas distrações." 
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)