quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Nossa Senhora de Guadalupe

Mistério: A imagem de Nossa Senhora de Guadalupe



Uma pessoa não totalmente atéia, mas profundamente contaminada pelo pensamento moderno, pode afirmar que aquilo que não é provado cientificamente não é verdadeiro ou é produto da imaginação.
Vejamos o problema do ponto de vista desses amantes indiscriminados da ciência.Para eles, tudo aquilo que não se demonstra no laboratório da ciência, entra para o domínio da fantasia. Ciências, com C maiúsculo, são para eles a Física, a Química, a Biologia, etc.
Já a História lhes parece suspeita, pois é irrepetível para comprovação e muito subjetiva, ao depender de testemunhas. Muito mais ainda se for história eclesiástica, e o auge do suspeito lhes parecem as histórias dos milagres. São como o Apóstolo São Tomé, que precisou ver para crer. Para esse tipo de almas incrédulas, que havia até entre os Apóstolos, Nosso Senhor realiza certos tipos de milagres, de forma que não possam alegar a falta de provas. E uma dessas provas é a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, no México.

O tecido do manto, onde está impressa a imagem, é uma urdidura feita com fibra de aiate, uma espécie de pita mexicana, que se decompõe por putrefação em aproximadamente vinte anos. Atualmente, já conta com 482 anos, estando em perfeito estado de conservação, apesar de ter permanecido por séculos exposto aos rigores do calor, do pó e da umidade.
O sábio alemão Richard Kuhn, prêmio Nobel de Química, após examinar profundamente uma amostra da pintura, constatou que sua policromia não procede de corantes minerais, vegetais ou animais!
Submetida à análise fotográfica com raios infravermelhos, dois cientistas da NASA constataram que:
O manto não foi submetido a nenhum processo que pudesse atuar como elemento protetor, o que torna simplesmente inexplicável sua conservação.
Inexiste esboço prévio na "pintura", como os que se descobrem, pelo mesmo processo, nos quadros dos grandes mestres. A imagem foi pintada diretamente, sem esboços nem correções;
Não há pinceladas. A técnica utilizada é totalmente desconhecida na história da pintura. É inusitada, incompreensível e irreproduzível.
Não bastasse tudo isso, a imagem apresenta ainda um fenômeno incrível, a atestar sua origem e o objetivo com que foi produzida. Trata-se da descoberta do Dr. Aste Tonsmann, através da digitalização da íris dos olhos de Nossa Senhora. O processo utilizado consiste em dividir a imagem em quadriculados microscópicos de tal magnitude que um milímetro quadrado fica subdividido em 27.778 quadradinhos. Ampliando 2.000 vezes cada um desses quadradinhos, foi possível observar pormenores impossíveis de serem captados à simples vista. A íris humana reflete, como um espelho, as imagens que estão sendo observadas. Pois bem, a íris da pintura de Guadalupe está refletindo o seguinte: um índio em atitude de desdobrar a sua tilma diante de um franciscano; o próprio franciscano em cujo rosto se vê deslizar uma lágrima, um camponês muito jovem, com a mão posta sobre a barba em atitude de consternação; um índio com o dorso despido em atitude quase de oração; uma mulher de cabelos crespos, provavelmente uma negra da criadagem do bispo; uma mulher e uns meninos com a cabeça meio raspada e outros religiosos franciscanos.
É impossível alguém pintar num espaço pequeno como o da córnea de um olho impressa em uma imagem de tamanho aproximado ao do natural uma cena (presumivelmente aquela em que, segundo o relato citado, deu-se a aparição de Nossa Senhora na tilma), que foi preciso ampliar tanto para poder ser percebida.

As características inexplicáveis desta imagem se devem ao fato de que o produto de tais fenômenos näo obedecem a nenhum padräo conhecido, seja na área da pintura ou nas minuciosas imagens encontradas nas pupilas da Santa, justamente por não haverem sido produzidas por pinceladas e tampouco através de intrumentos ou meios tridimensionais. Esta manifestaçäo, absolutamente milagrosa, tem sido conservada através dos séculos pela Energia mais poderosa do Universo, conhecida como 'Amor Divino', e perdurará através de séculos ou milênios, de acordo com os objetivos para os quais tenha sido criada. Por isto tudo... acredito que a mensagem da família que aparece na pupila da Virgem traga a seguinte mensagem: Que a humanidade se irmane como uma só familia... e que tenhamos fé em que, apesar das aparências, estamos todos edificando uma nova forma de consciência e um nivel tal de fraternidade que, finalmente, fará florescer um mundo de maior justiça, paz e amor. Fraterno abraço a todos!
Links para maiores informações:
1)http://artigos.netsaber.com.br/resumo...
2)http://www.sancta.org/eyes_p.html;
3)http://www.cantodapaz.com.br/blog/200...

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O Véu da Virgem Maria

Só é possível vê-lo duas vezes ao ano, no dia da Assunção e da Imaculada. Conta-se que São José de Copertino perguntou a Nossa Senhora se esse véu era mesmo dela, pois os frades duvidavam. Ela o respondeu dizendo que sim; E a partir de então, todas as vezes que estava diante do véu, voava.

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Exposto aos fiéis na Basílica de São Francisco (igreja inferior, transepto sul),
o véu da Virgem Maria

"Ano de 1319 - dizem os documentos do arquivo - a igreja de São Francisco foi enriquecida de um tesouro inestimável, isto é, do véu de Nossa Senhora, ofertado por Tommas, dos Orsini. Os escritores das coisas da pátria dizem que este príncipe romano, após a última cruzada no exterior, tomou o Paşa (título do filho mais velho ou Primogênito do Sultão) de Damasco, seu prisioneiro de guerra, o qual levava tudo de uma igreja de Jerusalém. Voltando para a Itália e molestado por uma grave enfermidade ao final de sua vida, voltou-se ao santo de Assis, do qual era com sua nobilíssima família grande devoto e, curado contra todas as esperanças dos médicos, foi a Assis e diante do altar do santo ofereceu aos frades a venerável relíquia que até os nossos dias está zelosamente guardada na Basílica, e pela qual Deus tem operado coisas maravilhosas, por isso, os assisienses são sempre solícitos em recorrer ao sacro véu de Maria em todas as necessidades públicas e todas as vezes que a cidade é ameaçada por algum infortúnio".

Conta-se que São José de Copertino, quando era prisioneiro por muitos anos naquele convento e foi célebre por seus arrebatamentos místicos, quando em êxtase, perguntou à Nossa Senhora se aquele era realmente o seu véu. Nossa Senhora respondeu: "Creia-me, filho, aquele é o meu véu, e serviu-me para envolver o Menino Jesus".

Segundo a tradição, o véu é um presente dos Reis Magos ao Senhor. O tecido é uma espécie de seda natural de cor marinha, obtida de um filamento que alguns moluscos bivalves secretam para agarrarem-se à rocha, e cujo processo foi feito na área do Mediterrâneo. T















Fonte: Storia e leggenda: il velo della Madonna, fra Eduardo. Trad. Adapt. Cleiton Robsonn.

Deus está falando!

Um homem sussurrou: Deus fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar, mas o homem não ouviu.
Então o homem repetiu: Deus fale comigo!
E um trovão ecoou nos céus, mas o homem foi incapaz de ouvir.
O Homem olhou em volta e disse: Deus deixe-me vê-lo.
E uma estrela brilhou no céu, mas o homem não a notou.

O homem começou a gritar: Deus mostre-me um milagre.
E uma criança nasceu, mas o homem não sentiu o pulsar da vida.
Então o homem começou a chorar e a se desesperar:
Deus toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo...
E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro.
O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido.
Continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo
Até quando teremos que sofrer para compreendermos que Deus está sempre aonde está a vida?

Até quando manteremos nossos olhos e nossos corações fechados para o milagre da vida que se apresentas diante de nós em todos os momentos?"
(Autor desconhecido)

domingo, 8 de dezembro de 2013

O sim aos planos de Deus

Maria é o grande dom de Deus em benefício da humanidade não pelo fato de ter sido a mãe de Jesus, mas principalmente por ter dado seu "sim" ao projeto de Deus. Dom que ainda não descobrimos em toda sua beleza e em todo seu esplendor.
Não se trata apenas de pesquisar ou indagar aquilo que Maria fez e falou, querer saber sobre sua missão e seus privilégios. É preciso contemplá-la principalmente em sua realidade de mulher, em sua identidade humana e em seu jeito de ser igual a qualquer outra mulher.
O Concílio Ecumênico Vaticano II, realizado há cinquenta anos, apresentou-nos a devoção a Maria em seus aspectos bíblicos, ecumênicos e antropológicos. Houve verdadeira redescoberta de Maria numa Igreja que se voltou para os esquecidos, os sem-privilégios e os empobrecidos.
Ela, porém, não pode ser vista apenas como a mãe dos deserdados, mas também como a mulher das grandes decisões, aberta à ação do Espírito Santo, envolvida na divulgação da fé e disposta a colaborar com os planos do Pai.
Repensando no mistério daquela que foi preservada do pecado original, precisamos crer que também a nós é possível derrotar o mal que nos ameaça. Acreditar, acima de tudo que, podemos acabar com o ateísmo e a falta de fé em que a humanidade está mergulhada.
Maria é proclamada feliz e cheia de graça porque o senhor está com ela, assim como está com as mulheres e os homens de todos os tempos. Acreditar na presença de Deus caminhando como ser humano e assumir o compromisso que isso exige é o grande desafio de hoje.
Maria nos mostra que o mal pode ser vencido, mas só se tivermos a coragem de dar nós também o "sim" a Deus. Não esquecendo que dizer "sim a Deus" é dizer "sim" também ao ser humano, que busca vida e dignidade.

Pe. Virgílio, ssp sobre o evangelho deste domingo

sábado, 7 de dezembro de 2013

De repente, a fragrância

O Frade Modestino contou em certa ocasião:
"Era uma vez, em que me encontrei de férias em San Giovanni Rotondo. Na manhã, me apresentei na Sacristia, a fim de celebrar a Missa com Padre Pio, e outros frades discutiam a fim de ter este privilégio. O Padre Pio interrompeu aquela discussão e disse: - “Na Missa, que servirá comigo é ele” – e terminou por me indicar. Ninguém disse mais nada.
Acompanhei o Padre até o altar de São Francisco, e o ajudei a preparar a Santa Missa em absoluta concentração. No momento do "Sanctus" tive um repentino desejo de sentir aquele indescritível perfume, que percebi muitas vezes quando beijei a mão do Padre Pio. O desejo me foi concedido logo em seguida. O cheiro do perfume me envolveu e aumentou o odor em demasiado. Não conseguia respirar normalmente. Tive que me apoiar no balaústre, com a mão para não cair. Estando a ponto de desmaiar, quando pedi ao Padre Pio para me socorrer e evitar essa cena na frente de tantas pessoas. Naquele preciso instante o perfume desapareceu.
Ao fim da tarde, acompanhei o Padre ao seu quarto, e pedi a ele explicações sobre o ocorrido, e ele me disse o seguinte: “Meu filho, não sou eu ou você. É Deus que atua. Ele deixa sentir este perfume, quando ele quer e a quem ele quiser. Tudo ocorre segundo o gosto dele próprio."
"Eu estava ao lado de um confessionário. Da minha pequena janela vi que o Padre Pio estava recebendo uma confissão e no outro lado estava uma senhora. Enquanto eu aguardava para falar com o Padre, senti um forte perfume de lírios. Isto foi me transtornando porque eu nunca tinha acreditado na história dos perfumes. E assim, eu me convenci de que os perfumes do Padre Pio realmente existiam."

Aquela fragrância celestial

Um cavalheiro conheceu Padre Pio por umas séries de coincidências estranhas. Ele contou:
"Na primeira vez, eu ouvi alguém que falou sobre esse religioso extraordinário, após a guerra. Um amigo meu, conheceu bem o Padre, ele falou com entusiasmo sobre ele. Eu pensei que ele estava exagerando ao falar sobre ele desse modo. Minha primeira reação era de indiferença e incredulidade, especialmente quando meu amigo me falou sobre o fenômeno dos perfumes de Padre Pio, que muitas pessoas disseram ter sentido, em lugares muito distantes do religioso.
Frequentemente, estes fatos estranhos começaram também a acontecer para mim. De repente eu senti um intenso perfume de violetas em lugares incomuns onde era impossível achar flores. Meu pensamento foi para Padre Pïo, mas eu me rebelei e falei que elas eram sugestões da minha mente. Um dia o fenômeno também aconteceu enquanto eu estava de férias com minha esposa. Eu tinha ido para a estação para enviar uma carta, e naquele lugar que normalmente não é perfumado eu senti aquele perfume inconfundível de violetas.
Enquanto eu estava refletindo sobre aquele fato, minha esposa disse: "Mas de onde vem este perfume? "Você pode senti-lo? Eu exclamei maravilhado. Então eu lhe contei sobre Padre Pio, e sobre as discussões com meu amigo, e sobre o perfume que me perseguiu por muito tempo. "Se eu fosse você", - disse minha esposa - "eu partiria imediatamente para San Giovanni Rotondo."
Um dia depois nós estávamos em viagem. Quando estávamos em frente ao padre, ele disse: "Ah, aqui está nosso herói; com muito esforço eu o fiz chegar aqui". Naquele mesmo dia eu tive a possibilidade de falar com ele, e daquele momento em diante a minha vida estava mudada.