quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
desatracado: Mammon : o senhor do dinheiro (3/3)
desatracado: Mammon : o senhor do dinheiro (3/3): Mammon: a economia segundo Mammon Humanos subservientes aos pés de Mammon! De início vamos entender algo ...
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Deus vai honrar o teu silêncio
SABE AS PROVAS QUE VOCÊ PASSA E NINGUÉM FICA SABENDO?
AS LÁGRIMAS QUE VOCÊ DERRUBA E SÓ DEUS VÊ?
DEUS VAI HONRAR O TEU SILÊNCIO
(Welk Alves)
domingo, 12 de janeiro de 2014
Batizados para a missão
Jesus dirige-se da Galileia para o rio Jordão, indo ao encontro de João Batista para ser batizado por ele. Une-se ao povo que vai até o João em busca do batismo. Antes mesmo de ser batizado, Jesus já se põe ao lado do povo.
Como batizado, Jesus deve "cumprir toda a justiça". O tema da justiça perpassa o Evangelho de Mateus. Nas periferias do império opressor e no meio do povo, Jesus mostra a que veio. A ação salvífica de Deus está sendo concretizada nas ações de seu Filho.
Do céu, o Espírito de Deus desce sobre Jesus e o unge para a missão. O Espírito é a manifestação do amor do Pai presente na pessoa de Jesus e de todos os que seguem seus passos e assumem o compromisso de dar continuidade ao seu projeto. A pessoa de Jesus e de seus seguidores é o ninho onde o Espírito quer pousar e estabelecer morada.
No batismo, Jesus é proclamado publicamente "Filho de Deus". Deus estabelece comunicação direta entre o céu (esfera divina) e a terra (esfera humana) e nos fala abertamente a respeito de quem é Jesus. Por meio do seu Filho, Deus refaz a aliança com toda a humanidade.
Em geral, logo que um filho nasce, uma das primeiras preocupações dos pais católicos é levá-lo ao batismo. E aqui cabe uma pergunta: qual o sentido de levar os filhos para ser batizados? Não é para livrá-los de alguma doença, imunizá-los das dificuldades e problemas do mundo ou deixá-los calmos e dóceis diante do pais e da sociedade. No batismo, somos ungidos com o mesmo Espírito que ungiu Jesus e nos tornamos membros da Igreja e discípulos missionários de Cristo. Com o batismo, somos proclamados publicamente "filhos amados e queridos de Deus" e convidados a viver a honestidade e a justiça do reino. O teólogo Shillebbckx dizia que a "luz de Deus só pode queimar sobre a terra com o azeite de nossa vida. Sobretudo com o azeite do amor e da justiça".
Pe. Nilo Luza, ssp sobre o Evangelho deste domingo 12/1/14
Como batizado, Jesus deve "cumprir toda a justiça". O tema da justiça perpassa o Evangelho de Mateus. Nas periferias do império opressor e no meio do povo, Jesus mostra a que veio. A ação salvífica de Deus está sendo concretizada nas ações de seu Filho.
Do céu, o Espírito de Deus desce sobre Jesus e o unge para a missão. O Espírito é a manifestação do amor do Pai presente na pessoa de Jesus e de todos os que seguem seus passos e assumem o compromisso de dar continuidade ao seu projeto. A pessoa de Jesus e de seus seguidores é o ninho onde o Espírito quer pousar e estabelecer morada.
No batismo, Jesus é proclamado publicamente "Filho de Deus". Deus estabelece comunicação direta entre o céu (esfera divina) e a terra (esfera humana) e nos fala abertamente a respeito de quem é Jesus. Por meio do seu Filho, Deus refaz a aliança com toda a humanidade.
Em geral, logo que um filho nasce, uma das primeiras preocupações dos pais católicos é levá-lo ao batismo. E aqui cabe uma pergunta: qual o sentido de levar os filhos para ser batizados? Não é para livrá-los de alguma doença, imunizá-los das dificuldades e problemas do mundo ou deixá-los calmos e dóceis diante do pais e da sociedade. No batismo, somos ungidos com o mesmo Espírito que ungiu Jesus e nos tornamos membros da Igreja e discípulos missionários de Cristo. Com o batismo, somos proclamados publicamente "filhos amados e queridos de Deus" e convidados a viver a honestidade e a justiça do reino. O teólogo Shillebbckx dizia que a "luz de Deus só pode queimar sobre a terra com o azeite de nossa vida. Sobretudo com o azeite do amor e da justiça".
Pe. Nilo Luza, ssp sobre o Evangelho deste domingo 12/1/14
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Santo André Corsini
Nasceu no século XIV, dentro de uma família muito conhecida em Florença: a família Corsini. Nasceu no ano de 1302. Seus pais, Nicolau e Peregrina não podiam ter filhos, mas não desistiam, estavam sempre rezando nesta intenção até que veio esta graça e tiveram um filho. O nome: André.
Os pais fizeram de tudo para bem formá-lo. Com apenas 15 anos, ele dava tanto trabalho e decepções para seus pais que sua mãe chegou a desabafar: “Filho, você é, de fato, aquele lobo que eu sonhava”. Ele ficou assustado, não imaginava o quanto os caminhos errados e a vida de pecado que ele estava levando, ainda tão cedo, decepcionava tanto e feria a sua mãe. Mas a mãe completou o sonho: “Este lobo entrava numa igreja e se transformava em cordeiro”. André guardou aquilo no coração e, sem a mãe saber, no outro dia, ele entrou numa igreja. Aos pés de uma imagem de Nossa Senhora ele orava, orava e a graça aconteceu. Ele retomou seus valores, começou uma caminhada de conversão e falou para o provencial carmelita que queria entrar para a vida religiosa. Não se sabe, ao certo, se foi imediatamente ou fez um caminho vocacional, o fato é que entrou para a vida religiosa na obediência às regras, na vida de oração e penitência. Ele foi crescendo nessa liberdade, que é dom de Deus para o ser humano.
Santo André ia se colocando a serviço dos doentes, dos pobres, nos trabalhos tão simples como os da cozinha. Ele também saía para mendigar para as necessidades de sua comunidade. Passou humilhação, mas sempre centrado em Cristo.
Os santos foram e continuam a ser pessoas que comunicaram Cristo para o mundo. Mas Deus tinha mais para André. Ele ordenou-se padre e como tal continuava nesse testemunho de Cristo até que Nosso Senhor o escolheu para Bispo de Fiesoli. De início, ele não aceitou e fugiu para a Cartuxa de Florença e ficou escondido; ao ponto de as pessoas não saberem onde ele estava e escolher um outro para ser bispo, pela necessidade. Mas um anjo, uma criança apareceu no meio do povo indicando onde ele estava escondido. Apareceu também uma outra criança para ele dizendo-lhe que ele não devia temer, porque Deus estaria com ele e a Virgem Maria estaria presente em todos os momentos. Foi por essa confiança no amor de Deus que ele assumiu o episcopado e foi um santo bispo. Até que em 1373, no dia de Natal, Nossa Senhora apareceu para ele dizendo do seu falecimento que estava próximo. No dia da Epifania do Senhor, ele entrou para o céu.
Santo André Corsini, rogai por nós!
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Como você se sairia se o Filho do Homem fosse julgar você neste momento? Sabedoria 13, 1-9; 2 João 4-9; Lc 17,26-37
Esta seção começa com os exemplos dos dias de Noé e Ló (17,26-29). Assim como nos dias de Noé e Ló a vida das pessoas naquela época prosseguiu normalmente e as pessoas estavam indo sobre seu negócio por dia até que, de repente, o dilúvio e enxofre e fogo, respectivamente, destruiu as pessoas, por isso vai ser no dia quando o Filho do Homem se manifestar. Isto significa que uma ação decisiva é absolutamente necessário. Não haverá como voltar atrás. A mulher de Lot, que se transformou em uma estátua de sal, quando ela olhou para trás (Gênesis 19, 26) é dado como um exemplo dos perigos de olhar para trás. Quando o Filho do Homem, de fato, vem, então a escolha daqueles que serão tomadas e as que serão deixadas será feita. Em resposta à pergunta dos discípulos: "Onde, Senhor?" (17,37), Jesus responde com um provérbio enigmático: "Onde o cadáver, aí se ajuntarão os abutres" (17,37). O ponto deste provérbio aqui parece ser que, assim como é certo que os abutres se reunirão em que um cadáver é encontrado, como certamente será o julgamento do Filho do homem cair em cima sobre os ímpios.
A ação decisiva não significa ação desesperada. Significa ação constante e regular. Se alguém está em um determinado momento no tempo fazendo o que é suposto fazer, ele pode ser considerado como uma ação decisiva. Uma pessoa envolvida em tal atividade está sempre pronto.
Pe. Errol Fernandes SJ
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
São Raimundo de Peñafort
Nasceu no castelo de Peñafort, Barcelona, Espanha, no ano de 1175. Desde cedo, muito dedicado aos estudos, ele se especializou em Bolonha, na Itália, na universidade onde se tornou também um reconhecido mestre. Deixou aquela realidade que tanto amava para obedecer ao Bispo de Barcelona que o queria como cônego. Ele prestou esse serviço até discernir seu chamado à vida religiosa, quando entrou para a família dominicana e continuou em vários cargos de formação, mas aberto à realidade e às necessidades da Igreja, onde exerceu o papel de teólogo do Cardeal-bispo de Sabina; também foi legado na região de Castela e Aragão; depois, transferido para Roma, ocupou vários cargos.
Ele não buscava nem tinha em mente um projeto de ocupar este ou aquele serviço, mas foi fiel àquilo que davam a ele como trabalho para a edificação da Igreja. Na Cúria Romana, quantos cargos ligados a Teologia, Direito Canônico! Um homem de prudência, de governo. Seu último cargo foi de penitencieiro-mor do Sumo Pontífice. Quiseram até escolhê-lo como Arcebispo, mas, nesta altura, ele voltou para a Espanha; quis viver em seu convento, em Barcelona, como um simples frade, mas fossem os reis, o Papa e tantos outros sempre recorriam ao seu discernimento.
São Raimundo escreveu a respeito da casuística. Enfim, pelos escritos e pelos ensinos, ele investia numa ação de mestres e missionários, pois tinha consciência de que precisava de missionários bem formados para que a evangelização também fluísse. Ele não fez nada sozinho, contou com a ajuda de São Tomás de Aquino, ajudou outros a discernir a vontade do Senhor, como São Pedro Nolasco, que estava discernindo a fundação de uma nova ordem consagrada a Nossa Senhora das Mercês – os mercedários. Homem humilde que se fez servo, foi escolhido como Superior Geral dos Dominicanos. Homem de pobreza, de obediência e pureza; homem de oração. Por isso, os santos como São Raimundo, um exemplo. Faleceu em Roma, em 1275; cem anos consumindo-se pela obra do Senhor.
São Raimundo de Peñafort, rogai por nós!
http://santo.cancaonova.com/santo/sao-raimundo-de-penafort/
Oração inútil dos ímpios
1 Uma vez que os tempos não estão escondidos ao Poderoso, por que seus íntimos não
conhecem seus dias?2 Alguns deslocam os marcos dos limites, roubam os rebanhos e os levam a pastar.
3 Apropriam-se do jumento dos órfãos e penhoram o boi que pertence à viúva.
4 Dificultam a vida dos pobres, enquanto os humildes do país são obrigados a se esconder.
5 Outros, como asnos selvagens no deserto, saem para o seu trabalho: madrugam em busca da presa, na terra árida, à cata do pão para os filhos.
6 Ceifam o campo, mas não para si, e vindimam a vinha do pecador.
7 Passam a noite nus, sem terem o que vestir, e não dispõem de coberta para o frio.
8 Ensopados com a chuva das montanhas e sem abrigo, penetram nas fendas dos rochedos.
9 Aqueles arrancam o órfão do peito materno e penhoram as coisas do pobre;
10 e estes passam a andar nus, sem roupa, enquanto, famintos, carregam as espigas.
11 No recinto dos donos espremem o azeite mas, depois de calcar os lagares, eles mesmos
passam sede.
Oração inútil dos ímpios
12 Desde as cidades, os moribundos gemem, a alma dos feridos clama, mas Deus não presta ouvidos à sua oração.
13 Eles foram rebeldes à luz, ignoraram os seus caminhos e não permaneceram nas suas
veredas.
14 De madrugada levanta-se o assassino, mata o indigente e pobre, e à noite atua como ladrão.
15 O olho do adúltero observa a escuridão e diz: ‘Ninguém vê!’, e cobre o rosto.
16 Invade nas trevas as casas, pois de dia se escondem e não conhecem a luz.
17 Se de repente aparecer a aurora, pensam que é a sombra da morte, pois estão habituados aos seus terrores.
18 Vós dizeis: ‘Ele flutua na superfície das águas; é maldita a sua sorte na terra e não há quem se dirija às suas vinhas.
19 Como a seca e o calor desfazem as águas da neve, assim o mundo dos mortos engole os
que pecaram.
20 Que o seio de sua mãe se esqueça delee os vermes se tornem a sua doçura; não esteja mais na memória, mas se quebre o injusto como o galho seco.
21 Ele procedeu mal para com a estéril, que não deu à luz, e deixou de fazer o bem à viúva.
22 Com a sua força destroçou os valentes mas, embora estando em pé, ele mesmo não confia na sua vida.
23 Deus lhe deu um lugar aparentemente seguro, no qual se apoia; mas os olhos divinos
observam como se porta.
24 Foram exaltados um pouco, mas não agüentarão; serão humilhados como todos os outros e arrebatados, triturados como as pontas das espigas’.
25 Se não é assim, quem poderá acusar-me de ter mentido, e reduzirá a nada as minhas
palavras?”Jó 24 - Bíblia da CNBB
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