quinta-feira, 8 de maio de 2014

COROA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO



Oração ditada por Nosso Senhor Jesus Cristo
à Venerável Irmã Miriam de Jesus Cristo Crucificado

Reza-se na primeira conta as três invocações seguintes:

Deus vinde em nosso auxílio
Senhor, apressai-vos em socorrer-nos
Glória ao Pai ...

Em cada uma das contas maiores ou de cor diferente, reza-se cada mistério:

1º Mistério: Vinde Espírito Santo de Sabedoria, desprendei-­nos das coisas da Terra e infundi-nos o amor e gosto pelas coisas do Céu.

Depois de cada mistério, reza-se uma só vez:

Ó Maria, que por obra do Espírito Santo, concebestes o Salvador, rogai por nós.

Em cada uma das 7 (sete) contas seguintes, reza-se a seguinte invocação:

Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor; vinde e renovai a face da Terra.

2º Mistério: Vinde, Espírito de Entendimento, iluminai a nos­sa mente com a luz da Eterna Verdade e enriquecei-a de puros e santos pensamentos.

3º Mistério: Vinde, Espírito de Bom Conselho, fazei-nos dóceis às vossas santas inspirações e guiai-nos no caminho da salvação.

4º Mistério: Vinde, Espírito de Fortaleza, dai-nos força, constância e vitória nas batalhas contra os nossos inimigos espirituais e corporais.

5º Mistério: Vinde, Espírito de Ciência, sede o Mestre de nossas almas e ajudai-nos a praticar os Vossos santos ensinamentos.

6º Mistério: Vinde, Espírito de Piedade, vinde morar em nossos corações, tomai conta deles e santificai todos os seus afetos.

7º Mistério: Vinde, Espírito do Santo Temor de Deus, reinai em nossa vontade e fazei que estejamos sempre dispostos a antes sofrer e morrer que Vos ofender.

http://www.derradeirasgracas.com/2.%20segunda%20p%C3%A1gina/As%20Devo%C3%A7%C3%B5es/3.%20ORA%C3%87%C3%95ES%20GERAIS/Ora%C3%A7%C3%B5es%20ao%20Divino%20Esp%C3%ADrito%20Santo.htm

INVOCAÇÕES AO DIVINO ESPÍRITO SANTO.


Vinde Espírito Santo enchei os corações de vossos fiéis e ascendei neles o fogo do Vosso amor; enviai Senhor o Vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
            Ó DEUS que instruístes os corações de Vossos fiéis com a Luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre de sua consolação. Isso Vos pedimos ó Pai em Nome de Jesus Cristo Vosso Filho nosso Senhor na unidade do Espírito Santo. Amém.
Invocação ensinada Por Nossa Senhora ao Padre GOBBI.
            NOSSA SENHORA pede que façamos os Cenáculos, pois, através do Ato de Consagração, feito no final, entramos dentro do seu Coração Imaculado, para lá nos prepararmos, em oração, para recebermos o Espírito de Amor, o Espírito Santo.
            Por isso, iniciar o Cenáculo sempre com a oração que NOSSA SENHORA nos ensinou em sua mensagem de 7-6-81, na Festa de Pentecostes:

        "VINDE, ESPÍRITO SANTO, VINDE POR MEIO DA PODEROSA INTERCESSÃO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA, VOSSA AMADÍSSIMA ESPOSA". (3X)

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terça-feira, 6 de maio de 2014

São Domingos Sávio

06 de Maio - São Domingos Sávio

Domingos Sávio nasceu em 2 de abril de 1842, em Riva, na Itália. Era filho de pais muito pobres, um ferreiro e uma costureira, cristãos muito devotos. Ao fazer a primeira comunhão, com sete anos, jurou para si mesmo o que seria seu modelo de vida: "Antes morrer do que pecar". Cumpriu-o integralmente enquanto viveu.

Nos registros da Igreja, encontramos que, com dez anos, chamou para ele próprio a culpa de uma falta que não cometera, só porque o companheiro de escola que o fizera tinha maus antecedentes e poderia ser expulso do colégio. Já para si, Domingos sabia que o perdão dos superiores seria mais fácil de ser alcançado. Em outra ocasião, colocou-se entre dois alunos que brigavam e ameaçavam atirar pedras um no outro. "Atirem a primeira pedra em mim" disse, acabando com a briga.

Esses fatos não passaram despercebidos pelo seu professor e orientador espiritual, João Bosco, que a Igreja declarou santo, que encaminhou o rapaz para a vida religiosa. No dia 8 de dezembro de 1954, quando foi proclamado o dogma da Imaculada Conceição, Domingos Sávio se consagrou à Maria, começando a avançar para o caminho da santidade. Em 1856, fundou entre os amigos a "Companhia da Imaculada", para uma ação apostólica de grupo, onde rezavam cantando para Nossa Senhora.

Mas Domingos Sávio tinha um sentimento: não conseguiria tornar-se sacerdote. Estava tão certo disso que, quando caiu doente, despediu-se definitivamente de seus colegas, prometendo encontrá-los quando estivessem todos na eternidade, ao lado de Deus. Ficou de cama e, após uma das muitas visitas do médico, pediu ao pai para rezar com ele, pois não teria tempo para falar com o pároco. Terminada a oração, disse estar tendo uma linda visão e morreu. Era o dia 9 de março de 1857.

Domingos Sávio tinha dois sonhos na vida, tornar-se padre e alcançar a santidade. O primeiro não conseguiu porque a terrível doença o levou antes, mas o sonho maior foi alcançado com uma vida exemplar. Curta, pois morreu com quinze anos de idade, mas perfeita para os parâmetros da Igreja, que o canonizou em 1957.

Nessa solenidade, o papa Pio XII o definiu como "pequeno, porém um grande gigante de alma" e o declarou padroeiro dos cantores infantis. Suas relíquias são veneradas na basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, em Torino, Itália, não muito distantes do seu professor e biógrafo são João Bosco. A sua festa foi marcada para o dia 6 de maio.


http://www.paulinas.org.br/diafeliz/?system=santo&id=66

São Domingos Sávio







SÃO DOMINGOS SÁVIO

“Antes morrer do que pecar”
“Procureis o que é agradável ao Senhor e não participeis nas obras estéreis das trevas, pelo contrário, condenai-as abertamente. “(Ef.5,10-11).

O Pequeno Domingos Sávio nasceu aos 2 de abril de 1842 numa aldeia perto de Turin.
Filho do ferreiro Carlos Sávio e da Dona Brígida, que apesar da extrema pobreza, viviam num ambiente familiar de amor, fé e alegria.
Domingos era uma criança especial e sempre surpreendia seus pais com gestos de afeto, palavras de encorajamento e edificação.
No ano de 1847, os Sávio partem para um lugar, chamado Murialdo, D. Brígida trabalhava como costureira, além de cuidar dos afazeres domésticos, e Seu Carlos Sávio, além de ferreiro, trabalhava no campo.
O Capelão de Murialdo era o Padre João Zucca, Sacerdote Santo e piedoso que logo percebeu no pequeno Domingos Sávio um perfume de Santidade.
Numa fria manhã de inverno, por volta das 5 horas. Padre João ao abrir a Igreja para a primeira missa , encontra o pequeno Domingos, envolto em agasalhos, na escadaria aguardando a missa, tinha apenas 5 anos de idade.
Daquele dia em diante Domingos Sávio começou a servir nas missas como coroinha.
No ano de 1848, Domingos começa a frequentar o 1° ano primário e por sorte seu professor era o Padre João Zucca.
Era comum naquela época que as crianças recebessem a 1ª comunhão aos 12 anos, porém, Padre João Zucca , conversando com alguns sacerdotes dos povoados vizinhos e de comum acordo quiseram conhecer Domingos que estava com 7 anos e testar seus conhecimentos e virtudes.
Todos os sacerdotes foram unânimes em aprovar nosso Santinho, e no dia 08 de abril de 1849, festa da Páscoa, recebeu Jesus na Eucaristia.
Ao chegar em casa, escreve seu tratado de vida:

“Lembranças da minha 1ª Comunhão.”

01. Confessar-me-ei com muita frequência e farei a comunhão todas as vezes que o confessor permitir.
02. Quero santificar os Dias Santos.
03. Meus amigos serão Jesus e Maria.
04. Antes morrer que pecar

Para continuar seus estudos, Domingos deveria ir e vir a Castelnuovo que distava cerca de 5 km de sua casa, perfazendo, assim, 10 km diários. Apesar de sua aparência frágil e de sua estatura franzina, suportava frio, chuva e calor com paciência e amor.
Certo dia um camponês que diariamente o via passar a pé perguntou-lhe:
-Você não tem medo de andar sozinho por estes caminhos:
-Nunca estou só, meu anjo da guarda me acompanha! Respondeu Domingos.
O camponês, surpreso acrescentou:
-Vai se cansar, com este calor!
-Não, não me canso porque trabalho para um patrão que me paga muito bem!
-Para quem trabalhas? Quem é teu patrão?
- Nosso Senhor, que paga até um copo de água dado por seu amor!
A família Sávio decidiu retornar para Mondônio, lá havia escolas e Domingos não precisaria caminhar tanto.
No Colégio conheceu Pe. Cagliero, que era seu professor e logo percebeu em Domingos uma grande bondade.
Ainda neste colégio, Domingos, foi injustamente acusado de uma grave falta que seus colegas cometeram. Ele porém calou-se! Foi repreendido publicamente mesmo sendo inocente.
O Pe. Cagliero era amigo e conterraneo de Dom Bosco, e pensou que a seu lado Domingos Savio receberia uma excelente formação.
No dia 2 de outubro de 1854, aconteceu o primeiro encontro, em Castelnuevo, na frente da casa do irmão de Dom Bosco.
Domingos Sávio perguntou à Dom Bosco:
-Leva-me a Turim para estudar?
-É, parace que temos ái uma boa fazenda! Respondeu Dom Bosco.
-E para que pode servir essa fazenda? Perguntou Domingos Savio
-Para fazer uma roupa e dá-la de presente
a Nosso Senhor.
-Então eu sou a fazenda e o Senhor é o alfaiate, leve-me e faça de mim uma bela roupa.
Sendo assim, no dia 29 de outrubro de 1854, Domingos fez um pacote com livros e roupas e tambem com algumas guloseimas que sua mãe preparou para a viagem. A separação foi penosa, porém decisiva.
Domingos cheio de encanto, apesar da separação da familia, encontrou um lar, o pai Dom Bosco e a Dona Margarida mãe de Dom Bosco, e mais 115 irmãos que corriam, jogavam, estudavam, aprendiam algum oficio e rezavam.
Dom Bosco, a cada instante, se surpreendia com seu aluno Domingos!
Domingos dizia: “Os olhos são a janela da alma. Pela janela passa o que se deixa passar. Por ela podemos deixar passar um anjo ou um demonio, e fazer com que um deles se torne dono do nosso coração” e assim Domingos dava exemplos e lições de vida, com o tempo conquistou a todos, até que em fevereiro de 1857, durante um rigoroso inverno, foi acometido de uma tosse gravissima e a conselho de Dom Bosco, voltou para casa de seus pais para um bom tratamento.
Domingos, ao se despedir de Dom Bosco disse:
-Eu não volto mais... Em seguida pede a Dom Bosco perdão e este assim respodeu:
-Garanto-lhe em nome de Deus que seus pecados foram todos perdoados.
Domingos beija a mão do pai Dom Bosco e parte para sua casa, a dor da partirda dilacera o coração do mestre e seus colegas.
Ao chegar em casa recebe o amor e a afeição de seus pais e irmãos, todos fazem festa com a sua volta, seu estado de saúde se agrava e são obrigados a chamar o médico.
Por alguns dias o médico acompanhou o sofirmento do jovem Domingos, porem seus estado piorava e ele se mantinha sereno, apesar das dores.
Em tudo daca graças a Deus e tudo ofericia por amor a Jesus.
Em 9 de março de 1857, Domingos nascia uma segunda vez diretamente para o céu, estava com 15 anos e no dia 12 de junho de 1954 Pio XII o eleva a honra dos altares.
São Domingos Sávio viveu o ideal da santidade, deixando o exemplo para todos os jovens idependente seu tempo.

Oremos

Ó amável São Domingos Sávio, que em vossa breve vida, fostes admiravel exemplo de virtudes cristãs, ensinai-no a amar Jesus com vosso fervor, à Virgem Santa com vossa pureza às almas com vosso zelo; fazei ainda que imitando-vos no proposito de tornarmo-nos santos, saibamos como vós preferir a morte ao pecado, para poder-vos encontrar na eterna felicidade do céu.

http://marcioreiser.blogspot.com.br/2009/03/sao-domingos-savio.html

domingo, 4 de maio de 2014

Alguém caminha conosco

Nem sempre a nossa fé é tão firme, forte e convicta que nos garante a certeza da presença do Ressuscitado caminhando conosco. Mais difícil ainda é imaginar que um suposto morto esteja vivo e fazendo história com a humanidade.
Dois discípulos voltam de Jerusalém desanimados depois dos últimos acontecimentos trágicos que lá tiveram lugar. Deixam a esperança para trás, enterrada em Jerusalém, e voltam para sua vidinha do dia a dia, acompanhados por um "estranho".
Conversa vai, conversa vem, e o "estranho" só escutando. Até que resolve tomar parte do assunto, perguntando o que havia acontecido de importante em Jerusalém. Então, deixando de ser mero ouvinte, o "estranho" começa a explicar os acontecimentos na perspectiva do Primeiro Testamento. Assim a volta para casa se torna também um retorno à Escritura.
Agora o "estranho" se trona também "hóspede". No ambiente da casa, ocorre a iluminação. Na casa há pão sobre a mesa. Casa sem pão é sinal de morte, casa com pão é sinal de vida. É na mesa que se realiza a partilha e, por meio dela, revela-se o rosto de Jesus.
Segundo Lucas (e Mateus), Jesus nasce na "casa do pão" (Belém). Aprendeu, com certeza, desde pequeno a importância do pão e o jeito de partilhá-lo. Seu nascimento na "casa do pão" dá rumo de sua atividade e do seu projeto.
A eucaristia é o grande símbolo de partilha e a maior demonstração da presença de Deus. Alimentados com a eucaristia, aprendemos a partilha e a solidariedade, que nos darão a certeza da presença de Deus em nossa vida de caminhantes. A partilha destrói barreiras, cria laços e constrói comunhão e solidariedade.

Pe. Nilo Luza, ssp sobre o Evangelho deste domingo 04/05/2014

terça-feira, 29 de abril de 2014

Santa Catarina De Sena








Santa Catarina De Sena

29 de Abril

Doutora e co-padroeira da Itália


“A Providencia Divina jamais falta ao homem em nada, sob a condição de que ele a aceite. Somente estará ausente para os que se desesperam ou confiam em si mesmos.” (Sta. Catarina de Sena)

A família dos Tintureiros, Jacó Benincasa e Lapa Piagenti, aguardavam ansiosamente a chegada do 25º filho; por ser muito numerosa a família do seu Jacó era bastante estima e conhecida na cidade de Sena, Itália.
Marcou, para sempre, o ano de 1347 com o nascimento da última filha de Dona Lapa; uma bela menina que no batismo recebe o nome de Catarina Benincasa.
Quando a menina Catarina completou 6 anos, foi agraciada por Deus, em contemplar Jesus, envolto numa luz brilhantíssima, revestido com os paramentos Pontificais e rodeado por uma infinidade de Santos. Eis aí sua primeira experiência mística!
No ano seguinte, conforme seus escritos foi desposada com Jesus para sempre e na presença de Nossa Senhora. Catarina tinha plena consciência do que este ato representava, apesar dos 7 anos de idade.
Dona Lapa, mesmo percebendo que a pequena Catarina apresentava características específicas, como vida intensa de oração. Jejuns e mortificações e principalmente diálogos com o Senhor Jesus, com quem desposara. Nada disso a fez desistir de arranjar um bom casamento para Catarina, já aos 12 anos de idade.
Catarina, com toda delicadeza, recusa o casamento, o que provoca a ira das irmãs mais velhas e dos próprios pais, que daquele momento em diante confiaram, todos os trabalhos da casa, inclusive os mais pesados, aos cuidados de Catarina.
Nossa jovem tudo suporta por amor, Deus a cumulou de forças extraordinárias para tudo suportar e ainda, diz ela: “Ensinou-me a construir uma cela no meu interior, para a qual eu pudesse me retirar, e ela permanecer em união com Ele”.
Catarina cortou os seus lindos cabelos, que a todos encantava o que deixou sua mãe muito irritada. Seu pai, um dia, percebendo o quanto de elevadas eram as suas horas de oração, convenceu-se que a pequena caçula era uma escolhida de Deus.
Seu Jacó e Dona Lapa deram a Catarina o direito de escolher o seu futuro, o que a deixou em êxtases; agora livre, Catarina veste o habito da ordem terceira Dominicana e por 3 anos se retirou quase em silêncio absoluto em sua casa.
Quando completou 20 anos, Jesus apareceu-lhe junto com Nossa Senhora e um grande número de Santos, e colocou-lhe um anel de noivado no dedo, e pede-lhe que se dedique a renovação da Igreja. Atendendo ao apelo de seu divino esposo, não mede esforços para realizar o que lhe prometera.
As estradas da Toscana já não podem conter seus passos. Os condenados precisam de salvação, os pecadores de conversão, os abatidos de consolo, os famintos de pão, os peregrinos de descanso, enfim, o Reino precisa ser anunciado.
Catarina jejua e se mortifica pela Igreja, pelo clero, pelo papa e também por todos os seus inimigos e opositores. Um grande número de homens do povo, magistrados, doutores, bispos, políticos e reis, recorriam à jovem Catarina para ouvirem seus conselhos e pedir orientação espiritual. Catarina é firme, autentica e corajosa em aconselhar os seus filhos espirituais.
A sabedoria de Catarina foi infusa pela graça, sabemos que já bem tarde aprendeu a ler e a escrever, e como parece como por auxílio sobrenatural. O resto de sua vida foi escrever muitas cartas e admoestações.
No ano de 1374, uma terrível peste assolou o país, Catarina, com uma generosidade heróica, dedicou-se ao serviço dos pobres e doentes e ganhou muitas almas para Deus. Seu amor e sua dedicação atraiam as pessoas para junto de si, o papa Pio II chegou a afirmar “Ninguém se aproxima de Catarina, sem tornar-se melhor”.
Sua vida interior era tão intensa que chegou a ficar 80 dias sem nenhum alimento, a não ser a comunhão diária. Uma só palavra de sua boca curava doentes e expulsava maus espíritos.
A vida mística e a fama de Catarina atravessaram a Europa, em pouco um grupo de sacerdotes acompanhavam Catarina em sua missão evangelizadora, pois as conversões eram tantas que os sacerdotes quase não davam conta do número de confissões.
Foi no ano de 1375, na cidade de Pisa, que Catarina teve impresso nas mãos, pés e coração os estigmas da paixão de Cristo.
Catarina foi um furacão no seio da Igreja no seu tempo. Forma tempos muito difíceis, para a Igreja e para o mundo. O Papa estava exilado em Avinhão, na França, a mais de 70 anos.
Uma quantidade enorme de cartas forma escritas aos cardeais, governantes, além de incontáveis viagens da Itália para rança, com a finalidade de trazer o sucessor de São Pedro, de volta para Roma.
A cruzada da paz, de Catarina, alcançou sucesso. O Papa pode, enfim, retornar para sua sede em Roma. A igreja estava em festa, O próprio Papa Urbano VI falou: “Esta mulher nos envergonha à todos nós..., a coragem e a determinação daquela brava mulher”.
Em pouco tempo um grande cisma rachou o trono de São Pedro. O Papa Urbano VII (o legítimo) que retornara da França, e o anti-papa que estava em Roma: Clemente VII. Um clima de escândalo e confussão espalhou-se pela santa Igreja.
Mais uma vez Catarina retorna a Roma para esconjurar o novo cisma. Cartas incontáveis novamente seguem para reis, rainhas, cardeais, etc, com o intuito de defender Urbano VI e seu pontificado.
Era o ano de 1380, Catarina esgotada de suas forças físicas e com apenas 33 anos, morre em Roma. O último suspiro de Catarina selou para sempre o envelope de suas incontáveis cartas de amor de sua breve existência.
Ao morrer Catarina exclamou: “Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja”.
Catarina de Sena foi canonizada em 1461, em 18 de junho de 1939, Pio XII proclamou-a padroeira da Itália ao lado de São Francisco de Assis; e Paulo VI declarou-a doutora da igreja em 1968.
“A paciência vos tornará perseverante até a morte, que aceitareis com muita humildade. Pois o sangue de Cristo iluminará vossa inteligência com a verdade. Deus quer apenas a nossa santificação, dado que nos ama inegavelmente.” (Sta. Catarina de Sena).

http://marcioreiser.blogspot.com.br/2011/04/santa-catarina-de-sena.html

Santa Catarina de Sena

Neste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.

Voltada à oração, ao silêncio e à penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.

Dotada de dons místicos, recebeu espiritual e realmente as chagas do Cristo; além de manter uma profunda comunhão com Deus Pai, por meio da qual teve origem sua obra: "O Diálogo". Comungando também com a situação dos seus, ajudou-o em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e com igual amor socorreu a Igreja que, com dois Papas, sofria cisão, até que Catarina, santamente, movimentou os céus e a terra, conseguindo banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".

Santa Catarina de Sena, rogai por nós!