segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Solenidade de Nossa Senhora

Hoje comemoramos o Nascimento de Nossa Senhora! Descubra aqui o que representa esta Solenidade


(Excerto de reunião proferida pelo Prof. Plínio Corrêa de Oliveira, no dia 8 de setembro de 1966)
Natividade de Nossa Senhora: festa do início da derrocada do paganismo
O que a Santa Igreja faz é imensamente sábio, pleno de tato. Considerem, por exemplo, o seguinte: o culto de latria ou adoração, a Igreja presta somente a Deus, portanto a Nosso Senhor Jesus Cristo, que é o Verbo Encarnado. O culto de dulia, de veneração, de mediação, a Igreja presta aos santos.
Mas a Nossa Senhora Ela presta um culto que nem é simplesmente o de dulia, nem é de nenhum modo o de latria, mas é o culto de hiperdulia, que é uma veneração como a nenhum outro santo se presta, sem nenhum paralelo, sem nenhum termo de comparação, de tal maneira Nossa Senhora está acima de todas as criaturas.
Excluindo a festa do Santo Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo e o nascimento de São João Batista, a Natividade que a Igreja celebra em seu calendário litúrgico é a de Nossa Senhora. E, além disto, há inúmeras outras festas a Ela dedicadas, enquanto que para cada santo existe – em via de regra – uma festa no calendário e mais nada.
Como também, em uma outra ordem de coisas, a Igreja permite e até estimula imagens dos santos, mas não permite que haja no mesmo altar mais de uma imagem do mesmo santo.
Entretanto para Nossa Senhora, Ela permite que haja tanto no altar central como nos nichos ou alterais laterais das igrejas outra imagem de Nossa Senhora.
Isto tudo para dar a entender que Nossa Senhora não tem termo de comparação nenhum, e introduzir este princípio teológico em mil realidades do calendário, da liturgia, da vida de piedade, com um tato e senso de proporções, que indica bem o espírito sapiencial da Igreja Católica e o oceano de sabedoria que n’Ela há.
Por que a Igreja festeja especialmente o santo natal de Nossa Senhora? Porque a Mãe de Deus foi tão grande que a data em que Ela entra no mundo, marca uma nova era na história do povo eleito.
Nós podemos dizer que a história do Antigo Testamento se divide –  sob este ponto de vista – em duas partes: antes e depois de Nossa Senhora.
Porque se a história do Antigo Testamento é uma longa espera do Messias, esta espera tem dois aspectos:
1) o momento exato que não tinha chegado para a vinda do Messias, a Divina Providência estava portanto permitindo que esta espera se prolongasse pelos séculos dos séculos;
2) e depois o momento abençoado em que a Providência faz nascer Aquela que conseguirá que o Messias venha: Nossa Senhora.
Então, Sua vinda ao mundo é a chegada da criatura perfeita, da criatura que encontra plena graça diante de Deus, da única criatura cujas orações têm o mérito suficiente para acabar com esta espera.
E fazer que, por fim, os rogos de toda a Humanidade, os sofrimentos de toda Humanidade, os padecimentos de todos os justos e a fidelidade de todos aqueles que tinham sido fiéis, consiga aquilo que sem Nossa Senhora não se teria obtido.
Houve os Patriarcas, os Profetas, houve inúmeras almas fiéis do povo eleito; deverá ter havido uma ou outra alma fiel em meio à gentilidade; houve sofrimentos ao longo dos séculos de espera do Messias.
Mas nada disso foi suficiente para atrair a misericórdia divina e fazer chegar o momento da Redenção. Entretanto quando Deus quis, Ele fez nascer a criatura perfeita que haveria de conseguir isto.
Então a entrada desta criatura perfeita no mundo dos vivos é o começo de Sua trajetória que durante todo o tempo atraiu bênçãos, atraiu graças, produziu santificação.
Já então todas as relações dos homens com Deus se modificaram, e começou então na porta do Céu, que estava trancada, como que a filtrar luzes e deixar filtrar esperanças de que ela seria aberta pelo Salvador que deveria vir. Isto tudo se deu desde o primeiro momento do nascimento de Nossa Senhora…
A presença d’Ela na terra era ocasião de graças insignes porque era a criatura mais contemplativa de todos os tempos, em relação a qual nenhuma outra contemplativa nem teve, tem ou terá paralelo.
Ela possuía uma irradiação pessoal e uma ação de presença tão rica em bênção que era o prenúncio da vinda de Nosso Senhor.
E então a entrada desta bênção, a entrada desta graça, desta ação direta e pessoal na história do mundo é incomparável!
E por causa disso, a Natividade de Nossa Senhora é uma festa que nos deve ser caríssima, é uma festa que nos deve falar muito, pois é a festa do início da derrubada do paganismo.
Nós poderíamos dizer que há alguma relação disto com a situação do mundo contemporâneo? Existe.
Na época presente há como que uma nova interferência de Nossa Senhora na história do mundo que atua nas trevas do neo-paganismo.
O fato de Nossa Senhora suscitar almas que já anseiam pelo Reino de Maria [1], que pedem a vinda do Reino de Maria, lutam para que o Reino de Maria venha, estas almas são – “mutatis mutandis”, ou seja, com todas as devidas adaptações e reservas – como que Nossa Senhora no Antigo Testamento.
Ainda não veio o triunfo do Imaculado Coração de Maria, mas sim algo que é o prenúncio desse triunfo e que já começa a difundir  as suas graças, começa a determinar também movimentos entusiásticos de adesão.
Isto é algo como uma Natividade que se repete e que prepara o  Reino de Maria, profetizado por Ela em Fátima.
Os senhores vêm, portanto, que esta data é da maior significação.  Oremos a Ela pedindo, pondo como fundamento na Sua Natividade, e assim como Ela veio à terra e imediatamente começou a pedir o advento do Messias e que acabasse aquele estado de coisas envolto pelo pecado, Ela nos dê um desejo ardente do Reino de Maria.
Um desejo que nos arrebate por inteiro, um desejo sapiencial, refletido, ponderado, sério, profundo que não deixe em nossa alma apego a mais nada.
Esta seria, então, a nossa oração na noite de hoje.
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Notas:
1. REINO DE MARIA – São Luís Maria Grignion de Montfort (1673-1716) em seu Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem prevê a implantação na Terra de uma era “em que almas respirarão Maria como o corpo respira o ar”, e em que inúmeras pessoas “tornar-se-ão cópias vivas de Maria” (Cap. VI, art. V).
A essa era ele chama Reino de Maria. Essa profecia se entronca organicamente com a de Nossa Senhora em Fátima. Com efeito, depois de prever várias calamidades para o mundo, Ela afirmou: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará”.
Fonte: pliniocorreadeoliveira.info

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Madre Teresa de Calcutá - ( Filme COMPLETO )

Uma vida devotada aos pobres, aos doentes e aos esquecidos Conhecida como "a santa dos pobres mais pobres", Inês Gonxha Bojaxhiu nasceu em Skopja, capital da atual república da Macedônia. Aos 21 anos, mudando seu nome para Teresa, ingressou em um Convento de Calcutá. Onze anos mais tarde deixaria o mesmo e começaria a trabalhar nos bairros mais pobres da cidade, vindo a fundar em 1946, a Congregação das Missionárias da Caridade. Seu papel em favor dos mais necessitados rendeu a Madre Tereza o Prêmio Nobel da Paz e o reconhecimento de seu trabalho no mundo.

Biografia de Madre Tereza de Calcutá

Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) foi uma missionária católica albanesa. Dedicou toda sua vida aos pobres. Logo cedo descobriu sua vocação religiosa. Com dezoito anos entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto. Preparou-se para o noviciado. Foi para Calcutá, ensinar geografia no Colégio das Irmãs. A miséria material e espiritual de tanta gente tocava o seu coração. Criou a Congregação Missionárias da Caridade. Em 1965 a Santa Sé aprovou a Congregação. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Madre Teresa foi Beatificada pela igreja católica em 2003.
Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) nasceu no dia 26 de agosto na Albânia. Filha de Nicolau e de Rosa. Foi educada numa escola pública da atual Croácia. Ingressou na Congregação Mariana, onde foi aperfeiçoando a formação cristã, ao mesmo tempo que tomava conhecimento da vida da Igreja. A miséria material e espiritual de tanta gente tocava o seu coração. Com o consentimento dos pais, entrou no dia 29 de Setembro de 1928 para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, em Dublin, Irlanda. O seu sonho era a Índia, onde faria um trabalho missionário com os pobres. Com a orientação das irmãs, preparou-se para o noviciado . Em 24 de maio de 1931, fez votos de pobreza, castidade e obediência, recebendo o nome de Teresa.
Da Irlanda, partiu para Índia. Foi enviada para Darjeeling, local onde as Irmãs de Loreto possuíam um colégio. De Darjeeling a Irmã Teresa foi para Calcutá. Tendo frequentado uma carreira docente, passa a ensinar Geografia no Colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora do Loreto, em Calcutá. Mais tarde foi nomeada Diretora. Irmã Teresa gostava de ensinar, sempre dedicada e atenta a todos os problemas. Havia muito humanismo em suas atitudes, impressionava-se com o que via quando saia à rua. A pobreza, o abandono dos doentes e famintos, espalhados pela rua, tocava seu coração.
O grande desejo de se dedicar exclusivamente aos pobres e doentes a levou ao arcebispo Mons. Fernando Périer a quem expôs o seu plano. Ele a ouviu atentamente, mas negou o pedido. A Irmã Teresa voltou a sua lida diária, que cumpria cada vez com maior dedicação e entusiasmo. O carinho das alunas demonstrado de tantas maneiras e a amizade das companheiras não lhe fizeram esquecer a imagem horrorosa dos doentes e dos famintos que morriam pelas ruas de Calcutá. Um ano depois, foi ter novamente com o arcebispo. Mons. Périer escutou, mais uma vez, as razões da Madre Teresa. A sua simplicidade, fervor e persistência convenceram-no de que estava perante uma manifestação da vontade de Deus. Por isso, desta vez mais afável, aconselhou a Teresa pedir autorização à Madre Superiora.
A Irmã Teresa escreveu prontamente uma carta expondo o seu plano. A Superiora viu nessas linhas a expressão da vontade de Deus. O que aquela religiosa pedia era algo de muito valor. Respondeu-lhe nestes termos: "Se essa é a vontade de Deus, autorizo-te de todo o coração. De qualquer maneira, lembra-te sempre da amizade que todas nós te consagramos. Se algum dia, por qualquer razão, quiseres voltar para o meio de nós, fica sabendo que te receberemos com amor de irmãs."
Mons. Périer pediu autorização à Roma para a Irmã Teresa deixar as Irmãs de Loreto, para viver fora do claustro, tendo Deus como único protetor e guia, no meio dos mais pobres de Calcutá. A resposta de Pio XII chegou no dia 12 de Abril de 1948. Nela se concedia a desejada autorização sublinhando-se que, embora deixando a congregação de Nossa Senhora de Loreto, a Irmã Teresa continuava religiosa sob a obediência do arcebispo de Calcutá. Só em 08 de Agosto de 1948 ela deixou o colégio de Santa Maria.
Madre Teresa dirigiu-se para Patna, para fazer um breve curso de enfermagem que julgava de imensa utilidade para a sua atividade futura. Em 21 de dezembro obtém a nacionalidade indiana. Data que reunia um grupo de cinco crianças, num bairro pobre, quem começou a dar aula. Pouco a pouco, o grupo foi aumentando. Dez dias depois eram cerca de cinquenta crianças. Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, a Irmã Teresa comprou um sari branco, debruado de azul e colocou-lhe no ombro uma pequena cruz. Seria o seus novo hábito, o vestido de uma modesta mulher indiana. Com afeto, a irmã dava lições de higiene, muitas vezes iniciava a aula lavando o rosto dos alunos. Depois ia de abrigo em abrigo levando, mais que donativos, palavras amigas e as mãos sempre prestáveis para qualquer trabalho.
Em 19 de março de 1949, as vocações começaram a surgir entre as suas antigas alunas. A primeira foi Shubashini. Filha de uma rica família, disposta a colocar sua vida ao serviço dos pobres. Irmã Teresa aconselhava "Minha filha, pensa melhor, reza mais, daqui a algum tempo, vem ter novamente comigo". Era quase o mesmo conselho que Mons. Périer lhe tinha dado, tempos atrás. A jovem foi, prensou, rezou e no dia 19 de Março de 1949, dia de São José, era aceita na nova Congregação. Outras voluntárias foram se juntando ao trabalho missionário. Mais tarde chamadas de "Missionárias da Caridade".
A partir de 1949, começou a se formar uma pequena comunidade. Escolas foram abertas, enquanto continuaram as visitas aos bairros pobres. As vocações afluíam e a casa tornou-se muito pequena. O primeiro trabalho com os doentes e moribundos recolhidos na rua era lavar-lhes o rosto e o corpo. Ainda em 1949, a constituição das Missionárias da Caridade, começou a ser redigida.
A Congregação de Madre Teresa, foi aprovada pela Santa Sé em 7 de outubro de 1950. Em agosto de 1952, abre o lar infantil Sishi Bavan (Casa da Esperança) e inaugura o seu famoso "Lar para Moribundos", em Kalighat, ao qual dedica as suas melhores energias físicas e espirituais. A partir dessa data, a sua Congregação começa a expandir-se pela Índia e por várias partes do mundo. Na Índia, principia por Ranchi e continua depois por Nova Delhi e Bombaim, onde foi recebida pelo papa Paulo VI em 1964. A obra de Madre Teresa cresceu rapidamente.
Madre Teresa recebeu duas grandes salas de um edifício contíguo ao Templo da Deusa Kali, denominado "Casa do Peregrino" porque servia de dormitório aos peregrinos. Ela passou a chamar o local de Casa do Moribundo. Os sacerdotes, frequentadores do templo, não aceitaram a entrega de uma dependência sagrada a uma mulher católica, para eles era uma profanação. Observando o trabalho da irmã, mudaram seus pensamentos.
Na catedral do Santíssimo Rosário, em abril de 1953, as primeiras Missionárias da Caridade fizeram os seu votos religiosos. A ordem é aprovada pela Santa Sé e no dia 1 de fevereiro de 1965, com a aprovação pontifícia, estende-se por toda a Índia. No dia 26 de Julho de 1965 a aberta a primeira casa na América Latina, na Venezuela, na arquidiocese de Barquisimeto. Em 1967, abre uma casa no coração da cristandade, em Roma, por desejo expresso de Paulo VI. Mais tarde, João Paulo II lhe presenteia com uma casa dentro do próprio Vaticano. A partir de 22 de agosto de 1968, a Congregação estende-se por outras regiões: Ceilão, Itália, Austrália, Bangladesh, Ilhas Maurícias, Peru e Canadá. Em 8 de Dezembro de 1970, as Missionárias da Caridade abrem a sua primeira casa em Londres.
Em 1973, abre uma casa em Gaza, na Palestina, para atender os refugiados. Celebra a primeira Assembléia Internacional dos Colaboradores das Missionárias da Caridade, instituição cujo estatuto havia sido aprovado em 1969 e que reúne milhares de pessoas de todo o mundo. Em 15 de junho de 1976, precisamente em Nova York, funda o ramo contemplativo das Missionárias da Caridade. E em dezembro de 1976, inaugura centros de assistência no México e Guatemala.
Madre Teresa recebe o Prêmio Nobel da Paz, em outubro de 1979 e
nesse mesmo ano, João Paulo II recebe a Madre, em audiência privada e a nomeia "embaixadora" do Papa em todas as nações. Muitas universidades lhe conferiram o título "Honoris Causa". E em 1980, recebe a ordem "Distinguished Public Service Award" nos EUA. Anos mais tarde, será recebida por Mikhail Gorbachov e abrirá uma casa na Rússia. E no mesmo estava presente em Cuba. Em 1983, estando em Roma, sofre o primeiro grave ataque do coração. Tinha 73 anos.
Em setembro de 1985, é reeleita Superiora das Missionárias da Caridade. Nesse mesmo ano, recebe do Presidente Reagan, na Casa Branca, a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração do país. Em agosto de 1987, vai à União Soviética e é condecorada com a Medalha de ouro do Comitê soviético da Paz. Pouco depois, visita a China e a Coréia. Em agosto de 1989, realiza um dos seus sonhos, abrir uma casa na sua Albânia, sua terra natal. Em setembro de 1989, sofre o seu segundo ataque do coração e recebe um marcapasso. Em 1990, pede ao Papa para ser substituída no seu cargo, mas volta a ser reeleita por mais seis anos, até 1996.
Madre Teresa de Calcutá morre no dia 05 de setembro de 1997, depois de sofrer uma parada cardíaca. Uma fila interminável formou-se durante dias, diante da igreja de São Tomé, em Calcutá, onde o seu corpo estava sendo velado. Ao fim de uma semana, com milhares de pessoas ainda querendo dar o último adeus, o corpo da Madre foi transladado ao Estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, celebrou a Missa de corpo presente. O mesmo veículo que, em 1948, transportara o corpo do Mahatma Gandhi foi utilizado para realizar o cortejo fúnebre da Mãe dos pobres.

http://www.e-biografias.net/madre_calcuta/

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Façamos como Jesus: oremos por nossos doentes

Tomemos posse do poder da oração e da autoridade que Jesus nos confiou e oremos por nossos doentes. Rezemos por eles e peçamos que o Senhor os cure.Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus. Jesus punha as mãos em cada um deles e os curava” (Lucas 4, 40).Nós continuamos a acompanhar a ação do Espírito Santo na vida e no ministério de Jesus. O Cristo que anuncia, que prega a Palavra, que age contra os espíritos impuros com o poder e a autoridade do Espírito de Deus, é o mesmo Cristo que, movido pelo Espírito, põe Suas mãos sobre os doentes e enfermos, ora por eles e os cura.Sabem, meus irmãos, nós, muitas vezes, não sabemos lidar com a doença e com a enfermidade de uma forma evangélica, cristã, nem na sabedoria do Espírito. Nós queremos tratar nossas doenças e enfermidades somente à base de remédios, de médicos, de tratamentos. É óbvio que tudo isso é necessário e muito importante, ninguém pode desprezar o poder da medicina, muito pelo contrário, temos que rezar muito pelos nossos médicos, pelos cientistas e por aqueles que se dedicam a descobrir tratamentos para tantas enfermidades que atingem a humanidade.Mas também digo a vocês: nós precisamos revestir mais ainda a medicina da autoridade divina, precisamos orar pelos nossos doentes e pelos nossos enfermos. Fazer como Jesus fez, colocar as mãos sobre eles e orar por eles! Sim, nós podemos fazer isso, todos nós podemos fazer isso!A mãe que vê o seu pequeno bebê com febre, gripado, com dor na garganta, com dor de dente, deve colocar a mão sobre a cabeça do seu filho, orar por ele, pedir mesmo para Jesus tocar no seu filho. O que estou dizendo para a mãe, digo também para o pai: Ore por seus filhos!Quantas mulheres ficariam mais curadas, mais plenas de saúde se o seu companheiro, se o seu esposo, se o homem que Deus colocou ao seu lado orasse mais por sua saúde, colocando a mão sobre ela no poder e na autoridade do Espírito. O mesmo aconteceria se a mulher orasse mais pelo seu esposo, se em nossas igrejas rezássemos mais uns pelos outros, se fôssemos visitar os doentes levando, claro, a solidariedade, a presença amiga, mas também a oração.Não tenhamos medo, ao contrário, tomemos posse do poder e da autoridade que Jesus nos confiou e oremos por nossos doentes. Oremos mesmo, peçamos a Ele!Quando Jesus orava pelos doentes, a Palavra nos diz que “de muitos doentes saíam até demônios”. Muitas pessoas estão doentes e enfermas porque, muitas vezes, estão ali reféns de sentimentos negativos, estão reféns dos seus próprios sentimentos, estão reféns de muitos sentimentos e pensamentos que são malignos.A oração nunca fará mal, ela só fará bem e muito bem! Usemos do poder e da autoridade que Deus lhe deu. Oremos uns pelos outros, oremos pelos nossos doentes e pelos nossos enfermos.Deus abençoe você!

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O Espírito Santo conduz nossos passos e ilumina nossa vida

Quando nós tomamos posse do Espírito em nossa vida, Ele age em nós, conduz nossos passos, direciona o nosso caminho e ilumina a nossa vida.  
O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista” (Lucas 4, 18).
Sobre Jesus está a autoridade do Espírito Santo. O Senhor não age por Si mesmo, Ele age conduzido, guiado e iluminado pelo Espírito Santo de Deus. O Senhor entra na sinagoga e toma posse desta Palavra: “Hoje essa Palavra das Sagradas Escrituras cumpriu-se sobre mim”.
O Paráclito é uma realidade em nossa vida, nós recebemos o dom do Espírito! Ainda crianças Ele fez morada em nós, veio a nós pela graça sem igual do batismo. Meus irmãos, nós precisamos muito que nossas crianças sejam cheias do Espírito Santo. Isso não porque Ele não age em nossas crianças, porque Ele age de forma admirável nelas, mas sim porque nós, muitas vezes, enterramos os dons d’Ele em nós e não permitimos que o Espírito Santo cresça, com Seus dons, nos nossos filhos, os quais vão aprendendo tantas coisas deste mundo e acabam por enterrar os próprios talentos. Por isso nós que fomos batizados e crismados  que fomos renascidos na graça do Espírito  precisamos tomar posse daquilo que Jesus tomou posse para Si: a ação do Espírito na Sua vida!
Quando nós tomamos posse da ação do Espírito Santo em nossa vida, Ele age em nós, conduz nossos passos, direciona o nosso caminho e ilumina a nossa vida. Sabem, muitas vezes, não seremos nem compreendidos pelos nossos – como Jesus não o foi pelos Seus. A ação do Espírito Santo não é para que nos tornemos pessoas diplomáticas a fim de falemos conforme os interesses desses ou daqueles.
Seremos incompreendidos e não seremos, muitas vezes, tão amados como gostaríamos, mas o que nós não podemos é perder o elo da graça; o que não podemos é desistir da ação do Espírito em nossa vida. O que devemos e precisamos procurar, com mais intensidade, é viver a ação do Paráclito em nós, porque Ele nos envia, nos conduz e nos ilumina. É Ele quem nos leva a anunciar a Boa Nova aos pobres, a libertar a quem está cativo, escravo de si mesmo e a libertar os que estão oprimidos e com o coração sofrendo.
Estou pedindo, hoje, para nós, uma dose redobrada da ação do Espírito na nossa vida. Estou realmente suplicando ao coração de Deus que revitalize, revigore e refaça em nossa vida e em nossos corações a ação primeira do Espírito de Deus.
Assim como Jesus foi guiado, conduzido e iluminado pelo Espírito, nós queremos também que nossa vida seja iluminada, guiada e conduzida pelo poder do Espírito de Deus!
Um bom dia, muito abençoado para você!
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