sábado, 21 de março de 2015

As religiões no início do terceiro milênio

Nas últimas décadas do século passado, multiplicaram-se “profecias” que anunciavam para breve a morte de Deus e o desaparecimento das religiões.
Passada a primeira década do terceiro milênio, sociólogos constatam, surpresos, que o homem e a mulher de nosso tempo sentem uma profunda necessidade de fazer experiências religiosas. Em outras palavras, os progressos técnicos, as novas invenções e os inúmeros produtos que a indústria coloca à disposição da sociedade não têm apresentado uma resposta que satisfaça o inquieto coração humano. É verdade que a procura religiosa nem sempre é correta. Constata-se, por vezes, a busca de uma religião sem Deus, de uma fé sem compromisso e de uma experiência mística que nada tem de transcendental. Não se trata, pois, de uma verdadeira busca de Deus, mas de si próprios. Querem uma “religião” que os acalme e lhes possibilite experimentar sensações agradáveis.
Querem, na verdade, um “spa” espiritual...A população mundial está ultrapassando a casa dos seis bilhões e meio de habitantes. Desses, pouco mais de dois bilhões são cristãos. Assim, dois mil anos depois que Jesus Cristo anunciou a boa nova, convidou todos a segui-lo e mandou os apóstolos irem pelo mundo para ensinarem e fazerem o que ele ensinou e fez, somente um em cada três habitantes do mundo é cristão. Há muito que fazer, portanto, para que se realize o que Jesus colocou como meta para os seus: “Fazei discípulos meus todos os povos...” (Mt 28,19).Números são números. A importância de uma religião não se mede pela quantidade de seus membros. No cristianismo, por exemplo, de que adianta alguém proclamar que é cristão, se não acredita que Jesus Cristo é o Filho de Deus vivo, o salvador, o mestre, o irmão e amigo? Se não procurar amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo? Se não perdoar aos inimigos, não se interessar pela comunidade e não colocar os ensinamentos de Jesus em prática?
Cristão é aquele que procura amar os outros como Jesus Cristo o ama. Nisso será reconhecido como seu discípulo.A fé não é produto de “marketing”. A propaganda pode até ajudar uma igreja a conseguir adeptos. Não será capaz, contudo, de transformar as pessoas, levando-as a uma adesão interior que se manifestará, depois, em seu comportamento. A conversão é obra do Espírito Santo. Já o fanatismo é filho da ignorância. Fanático é aquele que, por ser limitado em seus conhecimentos, sente-se inseguro, não escuta ninguém, ataca os demais e procura calar a voz de quem pensa de forma diferente da dele.Jesus Cristo se preocupou não com números, mas com a fidelidade de seus seguidores. Certa ocasião, depois de multiplicar os pães para alimentar uma multidão faminta, disse aos que o cercavam que lhes daria sua carne como alimento e seu sangue como bebida.
Que decepção para os que o ouviam! Escandalizados, muitos começaram a murmurar e o abandonaram, deixando-o quase sozinho. Seria de se esperar que Jesus voltasse atrás em suas afirmações, para reconquistar os que tinham ido embora. Em vez disso, voltou-se para seus apóstolos, que continuavam, fiéis, a seu lado, e perguntou-lhes se não queriam também ir embora. Em outras palavras: ou aceitassem o que lhes dizia, porque o que ele havia dito era mesmo o que lhes queria ensinar, ou que buscassem outro Mestre e Senhor.A celebração, hoje, de Pentecostes, é um apelo para apresentarmos a todos, com renovada disposição, a proposta de Jesus Cristo.
Não podemos obrigar ninguém a segui-lo. Podemos e devemos possibilitar que cada pessoa tenha condições de conhecê-lo. O coração humano está aberto ao sobrenatural, ao religioso, à fé. É necessário, pois, lhe apresentarmos a verdade que liberta, o amor que constrói e o evangelho que é um caminho de vida. Além de cumprirmos, dessa maneira, a ordem de Cristo (“Fazei discípulos meus todos os povos...”), estaremos possibilitando que se atualize o que aconteceu por ocasião da vida do Espírito Santo, em Jerusalém: tendo ouvido anunciar as maravilhas de Deus, muitos de converteram e foram batizados.
Arcebispo de Salvador (fonte: CNBB)


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QUEM É JESUS?


            Não foi fácil, para os contemporâneos de Jesus, definir sua identidade. Seus feitos prodigiosos levavam as pessoas a se perguntarem quem era ele. Suas palavras tinham a vibração dos antigos profetas. Seu modo de ser dava motivo para chamá-lo de Messias. Entretanto, por ser tido como galileu, descartava-se esta possibilidade. Não se esperava  nenhum messias profeta vindo da Galiléia. E a indagação inicial permanecia sem resposta.
            A dificuldade em definir a identidade de Jesus tinha sua origem na maneira equivocada de abordá-lo. As respostas obtidas enfocavam a exterioridade de Jesus, sua aparência. Sob este aspecto, as definições aplicadas a ele até podiam ser verdadeiras, mas eram insuficientes.
            A verdadeira identidade de Jesus escondia-se atrás de suas palavras e de suas ações. Quem atingia este nível de profundidade, defrontava-se com sua dimensão divina, fundamento de sua autoridade e do poder miraculoso de seu agir. Aí se escondia sua condição de Filho de Deus e a perfeita unidade existente entre seu querer e o querer do Pai.
            Por conseguinte, pouco importavam seu lugar de origem, sua genealogia e suas relações com personagens do passado. Para decifrar o enigma de sua identidade, bastaria aceitá-lo como Filho de 
Deus.

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quarta-feira, 18 de março de 2015

Precisamos trabalhar pela salvação da humanidade

Não importa a hora, o dia, não importa o momento, onde quer que eu e você estejamos precisamos trabalhar pela salvação da humanidade.
“Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho” (João 5, 17).

A resposta dada por Jesus ao grupo de judeus que querem contestá-Lo por Ele ter realizado a cura daquele homem num dia de sábado e por ter feito tantos outros sinais neste dia é a seguinte: “Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho” (João 5, 17). É como se Ele dissesse: “Meu Pai continua trabalhando, a obra d’Ele não parou com a criação do mundo. Muito pelo contrário, Ele criou todas as coisas, mas precisou continuar restaurando aquilo que foi criado, porque veio alguém e pisoteou, veio alguém e quebrou, porque o mal, o pecado e o inimigo da nossa salvação têm feito muito mal à obra e à salvação de Deus. Por isso, meu Pai continua trabalhando, continua cuidando, continua restaurando. E assim como meu Pai não para de trabalhar para cuidar da Sua obra, eu também trabalho”.
O trabalho de Jesus não é diferente do trabalho de Seu Pai, apenas que o Pai mandou o próprio Filho para estar entre nós e no meio de nós para restaurar e cuidar de todas as coisas, a começar pela obra-prima da criação: eu, você e todos nós, seres humanos.
Jesus se faz um de nós, assume nossa face e nossa humanidade para restaurar essa obra primitiva da criação: toda criatura humana. E por isso Jesus não escolhe o dia, seja sábado, seja domingo ou segunda-feira, Ele está ali nos curando, cuidando de nós, restaurando, abençoando e salvando-nos. A obra da criação não para, a restauração da humanidade vai até os confins do mundo e até o fim dos tempos!
Assim como Jesus não parou, nós também não podemos parar! Não podemos parar de cuidar da nossa alma, do nosso coração, de restaurar cada pedacinho de nós, que foi quebrado por obra do pecado, por obra deste mundo. Com a graça de Deus, o Pai quer nos restaurar a cada dia. E nós precisamos, com Jesus, precisamos, com o Pai, no poder do Espírito, salvar a obra de Deus.
Onde existir uma alma humana triste, sofrida, machucada, onde existir um filho de Deus distante e perdido à procura de salvação, nós precisaremos ser canais da graça! E não importa a hora, o dia, não importa o momento, onde quer que eu e você estejamos precisamos trabalhar pela salvação da humanidade.
É obrigação nossa, é responsabilidade de cada batizado assumir o seu papel na história da salvação da humanidade! Eu preciso olhar para trás e dizer: “Eu trabalhei pela restauração do mundo!” Precisamos, hoje, olhar para o nosso coração e dizer: “Eu estou trabalhando, dando o melhor de mim, do que eu posso, do que eu sei para poder restaurar, salvar e continuar operando a obra de Deus no meio de nós!”.

Deus abençoe você!

http://homilia.cancaonova.com/homilia/precisamos-trabalhar-pela-salvacao-da-humanidade/

domingo, 15 de março de 2015

Deus ama a humanidade

Jesus, no trecho do diálogo com Nicodemos que ouvimos hoje, declara que Deus amou o mundo e enviou seu Filho para viver com a humanidade e para que as pessoas vivam em plenitude. Nessa altura do diálogo, Nicodemos já não aparece. Não se sabe se terá voltado atrás ou aderido à nova proposta de Jesus e se deixado envolver pela luz reveladora. O certo é que ele não diz mais nada nem pergunta. Estaria escutando e aprendendo do Mestre para se abrir à revelação?
Nicodemos sai de cena, entramos nós. Somos ciosos de conhecer a revelação de Deus. Mais do que falar, somos convidados a escutar o que o Mestre quer nos revelar. Sua revelação é algo essencial, realmente central no Evangelho de João: "Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho único, para que não morra quem nele acredita, mas tenha a vida eterna". Essas palavras são as mais importantes e as que iluminam toda a ação de Jesus.
Se Deus ama o mundo, ama todo ser humano, ama cada um de nós. A prova desse amor está na cruz, Jesus não a recusou, por fidelidade ao Pai e por amor à humanidade. Daí vem também nossa salvação, ao acreditar no Crucificado e aderir a ele. Cristo na cruz abraça toda a humanidade, não exclui ninguém. Abraço que deve ser aceito livremente por cada um; recusá-lo é recusar a luz (o amor de Deus) e permanecer nas trevas (fora do abraço amoroso do Pai). Jesus na cruz é o sinal de nossa salvação e a luz que brilha e ilumina nossa vida, revelando o que há de bom (luz) e o que há de mau (trevas) em cada um, na comunidade e na sociedade.
Olhar para Jesus "levantado" na cruz significa crer nele - o que não é apenas um gesto de adesão intelectual, mas compromisso com seu projeto - e acolher sua mensagem dirigida a toda a humanidade. Identificar nossa vida com a dele significa assumir a sua prática em favor dos mais necessitados. "Gastar" a vida por amor é a maneira mais nobre de valorizá-la e fazer dela o grande dom para Deus e para os irmãos.

Pe. Nilo Luza, ssp sobre o evangelho deste domingo 15/03/2015

sexta-feira, 13 de março de 2015

Onde centrar nossa vida

A pergunta pelo primeiro dos mandamentos comporta uma preocupação: onde a vida humana deve centrar-se? A resposta a este problema é fundamental para a vida do discípulo. Mas não basta responder teoricamente. É mister que discípulo tome consciência onde efetivamente sua vida está centrada. O engano, aqui, pode ser fatal!
            A resposta de Jesus ao mestre da Lei aponta para os dois eixos vertebradores da vida do discípulo: Deus e o próximo. Considerando bem, ambos os eixos se exigem mutuamente, a ponto de um levar ao outro, e a ausência de um provocar a ausência do outro.
            Quem está centrado em Deus, está necessariamente aberto ao amor e à solidariedade, está sempre pronto para lutar pela justiça, não suportando ver o próximo ser vilipendiado. Sobretudo, torna-se um lutador incansável pela causa do Reino, ansiando por vê-lo acontecer em sua própria vida e na de seus semelhantes.
Por outro lado, tem sua vida centrada no próximo quem é capaz de superar o egoísmo e romper as amarras das paixões, quem se esforça para se libertar da tirania do pecado, tornando-se livre para Deus. Em outras palavras, quem tem Deus no coração.
            Todos os demais eixos são espúrios e devem ser rejeitados pelo discípulo do Reino. Basta considerar o modo de proceder de quem não ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. São pessoas desumanizadas e desumanizadoras.


(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).


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quinta-feira, 12 de março de 2015

Não quero pessoas que chorem mas que cantem forte (Chiara Lute Badano)



Não quero pessoas que chorem, mas que cantem forte

Chiara Luce Badano nasceu a 29 de Outubro de 1971, em Sassello, uma pequena cidade nos Apeninos. Era a primeira e única filha de Rogero Badano, camionista e de Mª Teresa Caviglia, operária, casados há 11 anos sem conseguirem ter filhos. O pai pediu a Nossa Senhora da Rocha a graça da paternidade e viu o seu pedido atendido. A mãe testemunhava que “mesmo com essa alegria imensa compreenderam logo que ela não era somente sua filha, mas que era antes de tudo, filha de Deus". A mãe deixou de trabalhar para cuidar da filha.

Chiara revelou-se desde cedo uma criança inteligente, viva, desportiva e muito comunicativa. Era conciliadora, mas não abdicava de defender as suas ideias. Recebeu desde cedo uma sólida educação cristã, graças aos pais, mas também à sua integração na comunidade paroquial, cujo pároco lhe dá fascinantes aulas de catequese, e ainda pela influência das amizades que Chiara constrói.

Aos 9 anos participa num encontro das “Gen 3” do movimento Foccolare. Aí conhece o ideal da unidade. O Evangelho passa a ser algo dinâmico na sua vida. E decide dizer sempre Sim a Jesus. Torna-se a amiga dos últimos. Deseja partir um dia para África para “curar os meninos”.

No dia da sua primeira Comunhão recebe um livro com os Evangelhos. Ela própria comenta: "- Como para mim foi fácil aprender o alfabeto, também deve ser fácil viver o Evangelho”.

Continua os seus estudos de forma normal, sendo uma boa aluna. Frequenta o liceu clássico. Participa nas actividades do Movimento Foccolare. Mas um dia, ao jogar ténis, tinha então 17 anos, sente uma dor aguda no ombro. Inicialmente nem ela nem os médicos dão grande importância ao facto. Mas as dores continuam e são necessários exames mais profundos. O diagnóstico é devastador: sarcoma osteogénico com metástese, um dos tipos mais graves e dolorosos de tumor.

Chiara acolhe a notícia com coragem: - Eu vou vencer! Sou jovem.

Os tratamentos começam e durante eles o altruísmo de Chiara chama a atenção. Sai da cama par ajudar uns e outros. Certo dia foi uma toxicodependente deprimida que a fez saltar do leito, apesar das intensas dores. Enfrenta depois duas operações. A quimioterapia provoca a queda do cabelo o que a faz sofrer bastante. Perante cada etapa do sofrimento vai repetindo : - Por ti, Jesus!”

A um amigo, que partia para África, ela dá todo o dinheiro que havia economizado, dizendo :

- Para mim não serve. Eu tenho tudo!

Ao longo da doença nunca se revolta. Passa a aceitar todos os padecimentos, dizendo a Jesus: - Se tu o queres, eu também o quero, Jesus!

No dia 19 de Julho de 1989, enfrenta uma forte hemorragia e quase morre. Nessa ocasião diz:

- Não derramem lágrimas por mim. Eu vou para Jesus. No meu funeral, não quero pessoas que chorem, mas que cantem forte.

E com a mãe prepara esse acontecimento chamando-lhe “A festa das núpcias” . Explica à mãe como quer ser vestida, escolhe as músicas os cantos e as leituras para a ocasião. E recorda-Lhe : - Quando me estiveres a preparar, mamã, deves repetir: "Agora Chiara Luce a está a ver Jesus”.

Não pede mais a saúde, mas a capacidade de fazer a vontade de Deus até ao fim.

No Domingo 7 de Outubro de 1990, na companhia dos pais, aconteceu o momento do encontro com o seu “Esposo”. Duas mil pessoas estiveram presentes no funeral. Fala-se de paraíso, de alegria, de escolha radical. Na homilia, o bispo que presidia diz: - Eis o fruto de uma família cristã e de uma comunidade de cristãos.

Os que a conheceram sentem-se impulsionados a viver com radicalidade o Evangelho. É uma santidade contagiosa.

No dia 25 de Setembro de 2010, foi beatificada em Roma pelo Papa Bento XVI.

http://jesuscristoemsuaplenitude.blogspot.com.br/

quarta-feira, 11 de março de 2015

Precisamos dar mais importância aos mandamentos de Deus

A nossa relação com Deus seria mais profunda se nós, com toda força e empenho do nosso coração, nos lembrássemos, a cada dia, de colocar em prática os mandamentos da Lei do Senhor.
“Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus” (Mateus 5, 19).
Amados irmãos e irmãs, este tempo da graça que vivemos, que é o tempo da Quaresma, é mais que oportuno para revermos as práticas da Lei de Deus em nossa vida. A Palavra hoje quer ser uma advertência para vivermos na graça, pois, para crescermos junto do coração de Deus e não diminuirmos a ponto até de corrermos o risco de desaparecer, será preciso levar com seriedade os mandamentos da Lei de Deus!
Sim, os mandamentos que aprendemos quando éramos ainda crianças, quando frequentamos a catequese. O mais importante não é somente decorá-los, mas aprender a vivê-los no dia a dia de nossa vida. Nossa vida seria mais justa e mais digna, nossas convivências seriam mais fraternas e a nossa relação com Deus seria mais profunda se nós, com toda força e empenho do nosso coração, nos lembrássemos, a cada dia, de colocar em prática os mandamentos da Lei de Deus. E mais do que isso: não só vivê-los, mas ensinar os outros a vivê-los também.
Nós não podemos transgredir a Lei de Deus e muito menos ensinar os outros a fazer o mesmo. Não podemos ser ocasião de queda nem de pecado para ninguém! Assim como nós não podemos banalizar as coisas de Deus e considerar que isso é simplesmente uma coisa normal. No entardecer da vida, quando estivermos diante do Senhor da nossa vida, o amor será o imperativo que vai nos julgar.
A vivência do amor em nós é a vivência dos mandamentos da Lei de Deus! Ninguém pode só dizer: “Deus, como eu te amo!” ou “Deus, como o Senhor é tudo para mim!” se não souber colocar os mandamentos d’Ele em prática. Amar a Deus sobre todas as coisas é tê-Lo como o Senhor supremo da nossa vida e não antepor ninguém nem nada a Ele.
Vida de oração e de comunhão com Deus, guardar o dia do Senhor; e ter tudo isso como norma da nossa vida, da nossa existência. E depois seguir os outros mandamentos, que nos ensinam as Sagradas Escrituras, como amar o nosso próximo, como ser verdadeiro, justo, honesto, puro e bem-intencionado ao nos relacionarmos uns com os outros.
A cobiça é uma coisa desordenada dentro de nós que nos leva a desejar e a querer ter aquilo que não nos pertence. E nisso muitos subterfúgios podem entrar, inclusive em nossa vida, como a mentira, a falsidade, a hipocrisia e, desse modo, vamos aos poucos perdendo a sensibilidade pela Lei do Senhor.
Não nos deixemos nos corromper pelo mundo nem pela mentalidade deste. É justo quem ouve a Palavra de Deus e se dedica, com toda a força do seu coração, para colocá-la em prática!
Deus abençoe você!
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