sábado, 25 de julho de 2015

Como combater as distrações na oração?

Vimos anteriormente as distrações que atrapalham a nossa prática da oração e o desenvolvimento espiritual. Conhecendo agoraas origens destas, poderemos passar a apontar conselhos adequados e eficazes.
É importante, antes de mais nada, apresentarmos os conselhos com a consciência de que não é possível, somente por nossas forças, suprimir todas as distrações. A eliminação total das distrações só ocorre por intervenção divina numa vida espiritual avançada, porém podemos fazer muito amparado pela graça do Espírito Santo.
Iniciemos pelas causas que dependem de nossa vontade. Devemos destruí-las com todas as nossas energias e forças, conforme ensina o Pe. Royo Marin:
"Quanto as causas dependem de nossa vontade, as combaterá com energia até destruí-las por completo. Não omitiremos jamais a preparação próxima, recordando sempre que o contrário seria tentar a Deus, como diz a Sagrada Escritura. E cuidemos, ademais, de uma séria preparação remota, que abarca principalmente os pontos seguintes: silêncio, fuga da curiosidade vã, guarda dos sentidos, da imaginação e do coração, e nos acostumarmos a ter o foco no que se está fazendo, sem deixar divagar voluntariamente a imaginação até outra parte."
Pe. Antonio Royo Marin, Teologia de La Perfección Cristiana
Portanto aqui vemos que a preparação próxima e remota são completamente fundamentais.
Para fazer uma boa preparação próxima devemos iniciar por determinar o momento do dia e a quantidade de tempo que dedicaremos a oração, sendo muito recomendado não deixar perto do horário de dormir ou que você sinta sono, pois neste caso o cansaço será uma porta aberta para se omitir a oração naquele dia.
Um dos horários mais recomendados é logo quando se acorda, pois estamos descansados e com a mente limpa de qualquer pensamento.
O lugar da oração deve ser silencioso, sendo ideal uma Igreja, oratório, ou um outro espaço que não contenha coisas que chamem a atenção.
A postura deve ser orante, silenciosa e humilde. Bater palmas, fazer gestos eufóricos, rezar deitado ou andando irão contribuir para dificultar a introspecção necessária.
No caso de estar em uma atividade que exija demais do corpo ou da mente, é importante procurar reduzi-la aos poucos, conforme o horário dedicado a oração se aproxima, ou ainda, buscar um horário que não seja afetado pelos efeitos destas ocupações. É sempre importante reservar um tempo, quando necessário, para se recolher e silenciar antes de iniciar a oração.
Para a preparação remota, devemos, durante o dia, evitar falar muito, ouvir muita música (especialmente as músicas de ritmo forte) ou ainda evitar deixar a alma livre para pensar mal dos outros, suspeitar demais das coisas, ficar reclamando, buscar conhecimentos desnecessários, leituras fúteis, excesso de leitura de notícias, etc. Tudo isso é como lixo que vai se acumulando na alma durante o dia e depois torna difícil a concentração, pois atrai a atenção da alma.
Quanto as causas involuntárias, este sábio sacerdote continua:
"Pode diminuir-se o influxo pernicioso das causas independentes da vontade com várias indústrias: lendo, fixando a vista no sacrário ou em uma imagem expressiva, eligindo matérias mais concretas, entregando-se a uma oração mais afetiva, com frequentes colóquios (inclusive vocais, se preciso), etc"
Pe. Antonio Royo Marin, Teologia de La Perfección Cristiana
Não temos condições de colocar aqui remédios práticos para todas as mínimas situações, pois elas tendem a uma quantidade inimaginável e de espécies totalmente diversas, embora o Pe. Royo Marin tenha colocado de forma magnífica alguns conselhos mais gerais.
Chamo a atenção para as causas involuntárias que provêm dos demônios: neste caso podemos e devemos utilizar a água benta.
No caso de doenças, não devemos nos angustiar, mas unir o sofrimento da doença à Cristo e já estaremos fazendo uma prática muito frutuosa.
O temperamento deve ser dominado com a prática das virtudes cristãs, enquanto que um diretor espiritual que está atrapalhando pode ser trocado por um outro mais experiente, que compreenda melhor a vida de oração.
Por fim, resta-nos saber como reagir durante a oração quando a distração se apresenta. Deixemos o grande dominicano explicar com suas palavras precisas, as quais, nada tenho a acrescentar:
"Quando, apesar de tudo, nos sintamos distraídos com frequência, não nos impacientemos. Voltemos a trazer suavemente nosso espírito ao recolhimento, mesmo que seja milhares de vezes, se for preciso; humilhemo-nos na presença de Deus, peçamos sua ajuda e não examinemos de imediato as causas que motivaram a distração. Deixemos este exame para o fim da oração, com a finalidade de prevenirmos melhor no futuro. E tenha-se bem presente que toda distração combatida (mesmo que não seja completamente vencida) em nada compromete o fruto da oração nem diminui o mérito da alma."
Pe. Antonio Royo Marin, Teologia de La Perfección Cristiana
Que possamos pedir que o Espírito de Fortaleza venha em nosso socorro para nos impulsionar a combater contra estes obstáculos e consumir nosso coração com seu Fogo Divino.

http://domusmariae.com.br/joomla/vida-espiritual/oracao/25-porque-me-distraio-na-oracao

O que nos olha de frente?

A escuta, a vigilância, a atenção são ferramentas para uma viagem humana fecunda. Os Padres do deserto diziam: «O maior dos pecados é a distração». Vivemos num mundo que nos atropela continuamente, pela quantidade e velocidade da informação. As imagens que vemos também nos obsidiam, aprisionam e devoram. Na sobreposição de discursos e factos, nem sempre somos capazes de contrariar a alienação. E depois: quantos dos nossos gestos não se tornaram, entretanto, meros automatismos! Quantas das nossas escolhas não se esvaziaram de conteúdo, cabendo-nos administrar apenas a forma! É assim que acontece que numa cultura marcada por um excesso de signos, vivamos mergulhados numa inesperada e dramática pobreza simbólica. De certa maneira, enfraqueceu-se a nossa capacidade de ver, e com isso perdemos o acesso a dimensões necessárias de profundidade. O verbo mais importante é o ver, diziam os gregos. E para ver não basta olhar, não basta deslocar a visão para o outro lado da janela. É preciso, como avisa Fernando Pessoa, «não ter filosofia nenhuma». Só uma atitude de desprendimento nos permite aceder à vigilância autêntica. E não esqueçamos: só um coração pobre vigia. Só um peregrino descobre. Só o olhar do que não tem defesas consegue colher, no instante, a verdadeira presença.
Escreve o místico Silesius:: «a rosa é sem porquê, floresce porque floresce, não cuida de si própria, não pergunta se a vemos». Quando se diz ‘a rosa é sem porquê’, ou ‘a rosa é de ninguém’, propomo-nos investir num modo de construir o real que já não passa por sermos predadores e o real ser uma presa que vamos dominar ou domesticar. Entramos num espaço não já de predadores e presas, mas de vigilantes, de contemplativos, de operadores do assombro.

Vigiar é colocar-se na disponibilidade para a surpresa, para aquilo que vem, tendo consciência que o fundamental da vida não é o que adquirimos, o que fizemos, o que de alguma maneira dominamos, mas sim a incessante prática da hospitalidade. Toda a música que ouvimos, nos preparou, no fundo, para o ato da escuta. Todos os textos que estudamos, toda a poesia que lemos nos prepararam melhor para o ato da leitura. Toda a relação em que investimos, todo o afeto que partilhamos, todo o amor com que amamos, preparam-nos para o ato simples de amar. A vigilância é isso. Não está no apego ao mapa, mas no amor pela viagem. Temos mesmo de deixar a zona de conforto dos mapas para nos tornarmos viajantes, enamorados, vigilantes, sentinelas. Dir-se-ia que a vida nos pede uma escuta que atravesse o tempo, que perfure os séculos, que transcenda a paisagem, sintonizando com aquilo que verdadeiramente temos diante de nós. E, por isso, temo-nos de perguntar muitas vezes, pela vida fora: Qual é a nossa fronteira? O que é que nos olha de frente? O que trazemos diante de nós?

José Tolentino Mendonça
Padre e poeta portugues, autor do livro "Nenhum caminho será longo" - Edições Paulinas.
Texto originalmente publicado em Diário de Notícias - Ilha da Madeira - 19.08.2011

Servir nas Fronteiras: a experiência de S. Inácio



Em todo momento histórico, quando a Igreja e a sociedade são sacudidas por grandes mudanças, surgem homens e mulheres que rompem com esquemas e seguranças envelhecidos e se deixam conduzir pelo Espírito ao deserto, às margens, às fronteiras... fugindo de um ambiente e de uma ordem asfixiantes. A fronteira, para eles, passa a ser terra privilegiada onde nasce o “novo” por obra do Espírito.

Ali aparece o broto germinal do “nunca visto”, que em sua pequenez de fermento profético torna-se um desafio ao imobilismo petrificado e um questionamento à ordem estabelecida. Ali descobrem-se traços nunca antes vistos da pessoa de Jesus, ao olhá-lo agora a partir de uma situação inédita. Uma vez descoberta a fronteira, situar-se nela passa a significar colaboração respeitosa com o Deus presente e ativo em toda situação humana. Isso vai gerar uma maneira nova de viver, um estilo de vida, um compromisso diferente, uma ação carregada de ousadia...

Foi num contexto assim que surgiu a figura de S. Inácio, o “peregrino”  que ia buscando a pé e coxeando pelos caminhos da Europa, o futuro que Deus lhe oferecia. Este caminho não o conduzia somente à fronteira, mas ao futuro, ou seja, não se tratava somente de romper com a ordem presente, mas de distanciar-se dela para experimentar a novidade de Deus no meio deste mundo.
A experiência de Inácio começa em Loyola (1522), num momento histórico caracterizado, de um lado, pelo desmoronamento de fronteiras seculares (grandes descobrimentos) e, de outro, pelo surgimento de novas fronteiras ideológicas, políticas, religiosas... Inácio chega a Loyola, ferido e humilhado por defender fronteiras políticas, mas ambicioso por continuar conquistando outras.

Diante da leitura de “Vita Christi” desmoronou-se sua própria fronteira pessoal, aquela dos “grandes e vãos desejos de ganhar honra” (Aut. 1), que, de repente se vê rompida e invadida por Deus. Tudo começa a ser percebido como novo: “...lhe pareciam novas todas as coisas” (Aut. 30).

A partir de agora as velhas fronteiras geográficas e políticas pelas quais Inácio lutou apaixonadamente, serão substituídas por outras, aquelas do coração humano. A  conversão, para ele, passa a significar experiência de fronteira: rendição de uma fortaleza, troca de bandeira e de senhor no próprio coração; desalojamento dos falsos senhores de seu interior e oferecimento de sua pessoa ao “Senhor”, que se dá no seguimento, ou seja, vontade de situar-se com Ele nos “extremos”  humanos.

Quando S. Inácio vivia movido “por um grande e vão desejo de ganhar honra”, foi criador de fronteira. A partir do momento em que Deus invade as suas fronteiras e ele se descobre encastelado, seus olhos se abrem para contemplar “toda a grande extensão e a curvatura da terra cheia de homens” (EE. 103) fechados em infinidades de estreitas fronteiras (escravidões, necessidades, mortes...). A partir desse momento, brotam em seu interior “vivos desejos de ajudar o próximo”, isto é, de eliminar suas fronteiras.

Contemplar o olhar de Deus sobre a terra cheia de homens – isolados, entrincheirados sobre si mesmos nos minifúndios de seus egoísmos – é para Inácio experiência definitiva. A partir de então, situar-se nas fronteiras da humanidade e buscar a comunhão universal será sua nova visão, seu lugar teológico, sua nova missão...
“Ajudar as almas” passa a significar, desde então, descer com Deus às fronteiras que a humanidade levanta frente a si mesma e frente a Deus: fronteiras de morte, divisão, ódio...

Na realidade, da experiência de Inácio não brota diretamente uma estratégia de fronteiras, mas um homem internamente reconstruído, com vontade de situar-se ali onde algo limita, empobrece, degrada... ou simplesmente comporta alguma carência na condição própria do ser humano.

“Servir nas fronteiras” se traduzirá numa necessidade interior de contemplar o ser humano em  seus “extremos”  e de se comprometer com ele, para abri-lo à vida. A História, em sua densidade divina, será lida como “chamado” e será respondida na disponibilidade pessoal para o encontro, a presença e a entrega.

Além disso, o que brotou da própria experiência de Inácio foi a preocupação pessoal por formar pessoas capazes de mover-se por “vivos desejos da salvação do próximo” e, por isso, de arriscar-se nas múltiplas e variadas situações humanas de fronteiras. A importância que Inácio dá ao “desejo”, que alarga o ser humano para além de si mesmo, tem também aqui seu lugar. Descobrir os melhores desejos na pessoa, apoiá-los, alimentá-los, ajudá-los a crescer... é a melhor forma de libertá-la de suas limitadas fronteiras.

Pe. Adroaldo Palaoro sj
Diretor do Centro de Espiritualidade Inaciana - CEI

quarta-feira, 22 de julho de 2015

10 Igrejas mais fascinantes do mundo

 Muitas não se sabe com foram construídas.


Sedlec Ossuary, República Checa: abaixo de um cemitério em Kutná, na República Checa, encontra-se uma pequena capela católica com decoração assustadora. Todos os santos são expostos em esqueletos, organizados para decorar a igreja.


Temppeliaukio, Finlândia: inaugurada em 1969, a igreja foi projetada pelos arquitetos Timo e Tuomo Suomalainem. O diferencial da Temppeliaukio é que ela é construída dentro de uma rocha sólida e iluminada por luz solar, que entre através do telhado de vidro


Gellért Hill Cave, Hungria: a igreja também é conhecida como Szent Iván-Barlang (Caverna São Ivan), após um eremita que viveu lá e usou águas termais de um lago próximo para curar doentes. Gellért Hill Cave também serviu como hospital de campanha durante a Segunda Guerra Mundial. Hoje, o local virou uma atração turística popular.


Igreja Saint George, Etiópia: esculpida no século 12, em rocha vulcânica vermelha, a igreja é conhecida como a oitava maravilha do mundo, e é parte do patrimônio mundial da UNESCO

Saiba mais sobre essa igreja no link abaixo:




Borgund Stave, Noruega: a arquitetura lembra os livros de Harry Potter. Construida entre 1180 e 1250, a igreja é feita de madeira e tem quatro cabeças de dragão esculpidas no telhado


Capela Holy Cross, Estados Unidos: construída em 1956 por Marguerite Brunswig Staude, a capela tem uma vista impressionante em meio a rochas e é um marco no Arizona


Saint Michel dAiguilhe, França: a igreja tem tudo para fazer parte de um conto de fadas, desde uma vista perfeita a uma localização imponente. Em uma rocha de 85 metros de altura, a igreja foi construída em 962 e, para visita-la, é preciso encarar uma escadaria de 268 degraus



Capela Thorncrown Eureka Springs, Estados Unidos: para os visitantes que querem se sentir em meio a natureza, a igreja localizada em Arkansas é o lugar ideal para agradecer e fazer orações. A capela é feita de madeira e rodeada de verde


Hallgrimskirkja, Islândia: com 74 m do topo ao chão, essa é a maior igreja da Islândia e a sexta mais alta do mundo. Inaugurada em 1986, a obra demorou 38 anos para ser construída e é ponto de referência no local



Salt Cathedral of Zipaquirá, Colombia: o templo é dividido em três partes, que representam o nascimento, vida e morte de Jesus, com ícones, enfeites e detalhes esculpidos a mão.


Fonte: http://www.blogdolucas.com/2013/04/10-igrejas-mais-fascinantes-do-mundo.html


terça-feira, 21 de julho de 2015

Permita que a Palavra de Deus produza frutos em sua vida

Permita que a Palavra de Deus produza frutos em sua vida, pois o que torna alguém próximo de Jesus é colocar a Sua Palavra em prática.
“Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Mateus 12, 50).
Jesus deseja que eu e você sejamos Seus parentes e que façamos parte da Sua família. E família, aqui nesta passagém bíblica, quer dizer família mesmo; o Senhor quer que nós sejamos Seus irmãos e que façamos parte da vida d’Ele.
E talvez nós, que nos prendemos tanto aos laços sanguíneos, não entendamos que a dinâmica do Reino de Deus é outra. Os laços do espírito são maiores que os laços da carne. O que torna alguém próximo de Jesus e considerável para Ele não é o fato de ter tido este ou aquele nascimento, nem de ter nascido nesta ou naquela família, tampouco de ter vindo desta ou daquela ascendência. O que torna alguém próximo de Jesus é colocar a Sua Palavra em prática!
Os membros da família de Jesus ouvem a Sua Palavra com atenção, com respeito, com a reverência que esta merece e procuram colocá-la em prática na sua vida. Jesus teve muitos parentes que nem sequer deram ouvidos à Sua Palavra; assim como houve outros que a desprezaram e aqueles que quiseram expulsá-Lo do meio deles. Isso porque a Palavra de Deus, independente para quem ela seja proclamada, é um convite à conversão e à mudança de vida; e a Palavra de Jesus incomoda.
Por isso, se quisermos ser parentes de Jesus, a primeira coisa a fazer é nos deixarmos incomodar pela Sua Palavra! E, quando somos incomodados, saímos da acomodação em que a nossa vida, muitas vezes, se encontra. E, ao sairmos da acomodação da vida, permitamos que essa Palavra realize uma obra de conversão em nós.
Todos os dias precisamos nos converter a Deus e ter a humildade de dizer: “Jesus, misericórdia de mim! Eu sou pecador!”, ao fazermos isso Ele se torna tão mais próximo de nós do que daquela pessoa que se acha a mais santa do mundo e já acha que está no céu.
Jesus, hoje e sempre, nos visita nos infernos em que, muitas vezes, vivemos para nos tirar dos abismos, para nos tirar da região da morte e para conduzir a nossa vida pelo caminho da salvação. Para isso, é preciso apenas dar atenção e ouvidos à Sua Palavra e deixar que ela produza frutos em nós.
Não sejamos indiferentes à Palavra de Deus nem permitamos que a nossa vida negligencie a presença amorosa de Jesus no meio de nós!
Deus abençoe você!
http://homilia.cancaonova.com/

sábado, 18 de julho de 2015

Oração a Nossa Senhora do Carmo

Ó Bendita e Imaculada Virgem Maria, honra e esplendor do Carmelo!
Vós que olhais com especial bondade para quem traz o vosso bendito escapulário,
Olhai para mim benignamente e cobri-me com o manto de vossa maternal proteção.
Fortificai minha fraqueza com vosso poder,  iluminai as trevas do meu espírito com a vossa sabedoria, aumentai em mim a fé, a esperança e a caridade.
Ornai minha alma com as graças e as virtudes que a tornem agradável ao vosso divino Filho. Assisti-me durante a vida, consolai-me na hora da morte com a vossa amável presença e apresentai-me á Santíssima Trindade como vosso filho e servo dedicado.
E, lá no céu, eu quero louvar-vos e bendizer-vos por toda a eternidade.
Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós.
Amém.
Elam de Almeida Pimentel

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Ir adiante...

Para poder ir adiante é preciso aceitar a possibilidade de errar.
Não só no outro, mas também em si mesmo.
Os que não aceitam errar têm que viver iludidos.
Os que não aceitam a parte negativa dos outros,
É porque não os tinham acolhido como pessoas.
Frei José Carlos, OFMCap