segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Aqueles Por Quem Devemos Orar

Por quem devemos orar? A resposta parece óbvia demais. Devemos orar por nós mesmos e pelos outros. Mas por quê?

A motivação para orar por nós mesmos não é, normalmente, um problema. As dificuldades de motivação ocorrem, às vezes, enquanto oramos por outros. A oração, quando feita apropriadamente, exige um esforço. Em Colossenses 4:12, foi dito que Epafras "se esforça sobremaneira" pelos colossenses em suas orações. A oração é um esforço. Ana servia noite e dia com jejuns e orações (Lucas 2:36-37). Se você duvidar que a oração seja esforço, pegue (ou faça) uma lista dos membros da igreja onde você está e ore sinceramente para cada um dos nomes anotados ali. Isto, a propósito, é um exercício muito bom. Se você o fez adequadamente, terá passado bastante tempo se esforçando sobre as muitas situações e circunstâncias únicas daqueles que estão na sua lista. Por que alguém haveria de querer gastar tanto tempo e energia em favor de outros? Novamente, qual é a motivação e que tipo de atitude reflete uma tal motivação?

Antes de responder à pergunta: "Por que oramos por nós mesmos e por outros?", por favor, perceba que o desejo de orar demonstra uma aceitação de Deus Todo-Poderoso, seu poder, o fato que ele está vivo e que cremos que a oração dá certo. Em outras palavras, a oração é um ato de fé.

A fé requer obediência e Jesus exige claramente que nós oremos por nós mesmos e pelos outros. Ele nos diz para orar por aqueles que nos perseguem (Mateus 5:44). Ele insiste conosco para que oremos pedindo trabalhadores para as colheitas (Mateus 9:38). Ele nos ensina a orar pelos amigos que enfrentam a tentação (Lucas 22:32), bem como por nós mesmos para que não entremos em tentação (Lucas 22:40). Através de Paulo, ele nos exorta a fazer "súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade..." (1 Timóteo 2:1-2). Em vista destas instruções, a oração é um dever, um mandamento a ser obedecido. Isto, por si só, é bastante motivação para aquele que tem fé para obedecer.

Quando amadurecemos, contudo, nossa atitude muda e se desenvolve. Tornamo-nos mais o que deveríamos ser, um reflexo de Jesus. Desenvolvemos a capacidade para pôr de lado os interesses egoístas e para nos submetermos a Deus enquanto sujeitamo-nos a outros (Efésios 5:21). O amor se torna nossa motivação para orar por outros, porque ele nos dá forças para amar nosso próximo como a nós mesmos; a amar os irmãos no Senhor colocando seus interesses acima dos nossos; a amar e ser cuidadoso com as coisas de Deus, antes que com nossos interesses pessoais. Quando atingimos o ponto em que ficamos tão preocupados com os outros como conosco, então a oração pelos outros se torna tão natural como a oração por nós mesmos. Que força este poder de motivação, chamado amor, mostra ter; e para a maioria de nós, que mudança faz em nossas vidas!

Quando continuamos a desenvolver e amadurecer nossa capacidade de orar, começamos a ver os muitos benefícios que advêm da oração. O mais óbvio é que estamos fazendo algo que Deus pede de nós. Isto representa, no mínimo, uma mudança de atitude e em nosso caráter. Além disso, quando demonstramos fidelidade, que emoção em reconhecer que a mão de Deus está tomando parte ativa na direção de nossas vidas, que Deus está respondendo a nossas orações.

Quando oramos por outros, isso apazigua as contendas. Simplesmente, não é deixado lugar dentro de nós para o egoísmo, o ódio, a vingança ou a amargura. Que bênção ter estes itens removidos! Reconhecemos que Deus tratará com todos os homens, em todas as situações. Talvez a maior bênção que advém da oração é que o próprio ato demonstra a Deus nossa fé nele. Nossas orações mostram que agimos pela nossa fé e que nós, orando por outros, desejamos mudar nosso caráter e personalidade, para nos conformarmos à imagem de seu bendito Filho.

Você se sente limitado no reino? Você está procurando alguma coisa significativa que possa fazer? Por que não passar mais tempo em oração sincera, por você e por outros. Que emoção deve ter sido para os colossenses do primeiro século ouvir que Epafras estava orando por eles, para que eles estivessem "perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus" (Colossenses 4:12).
-por Steve Schlosser

http://www.estudosdabiblia.net/200123.htm

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

PARA QUE EXAGERAR?


O modo de proceder de Jesus e seus discípulos contrastava com o de outros grupos. Os discípulos de João Batista, mesmo após a morte do mestre, continuaram a seguir seus ensinamentos rigorosos, preparando-se para a chegada do Messias. Os fariseus e seus seguidores faziam um jejum suplementar, duas vezes por semana. Igualmente o faziam os mestres da Lei.

Estes exageros e rigorismos pouca importância tinham para Jesus. Seus discípulos foram instruídos para seguir por uma outra estrada. As práticas de piedade estão subordinadas à presença do Messias, comparado com um esposo. Alegria ou tristeza, penitência ou regozijo dependerão do momento: se o Messias está presente, é tempo de alegria pela salvação; se está ausente, é tempo de espera paciente, com a respectiva exigência de vida austera.
Em todo caso, é preciso manter-se longe do velho esquema judaico. Seria pernicioso deixar-se contaminar por ele. Aliás, trata-se de uma mentalidade ultrapassada, que deve ser deixada de lado.
Para entender o modo de pensar de Jesus, é preciso abrir-se para a novidade por ele anunciada. Seria inconveniente querer unir seu modo de pensar e agir àqueles já superados. A sabedoria do Reino exigia, pois, moderação no jejum e nas orações.

Oração
Espírito de comedimento, livra-me de praticar uma religião feita de piedade exagerada, que prescinde da alegre presença do Senhor na nossa História.


 
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)

http://domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O mal no mundo...

O mal no mundo...
O mal está no coração da pessoa.
O mal fornece à vontade e a energia para odiar, destruir e matar!
Ele dá aos músculos a força de usar armas, atirar bombas e lançar foguetes.
O bem no mundo...
O bem é como uma pequena semente no coração humano.
Cresce silenciosamente. Não chega intempestivamente.
Amadurece devagar, quando recebe um pouquinho de calor humano.
Há muita semente boa que em um mundo frio não consegue vingar,
Florescer e dar fruto".

(Phil Bosmans) 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A RUÍNA DO ESPÍRITO MAU


A desarticulação dos esquemas do espírito mau fazia parte do ministério de Jesus. Vítima das forças demoníacas, o ser humano via-se privado de sua dignidade e reduzido à condição de inimigo de Deus. A libertação tornava-se uma exigência premente. Em todas as circunstâncias em que se defrontou com alguém subjugado pelo espírito mau, Jesus não se furtou em socorrê-lo.
Assim aconteceu com o homem possuído por um espírito impuro, encontrado na sinagoga de Cafarnaum.
Não deixa de ser contraditória a presença de um possesso na assembléia litúrgica sinagogal, em dia de sábado. Tem-se a impressão de que ele foi lá só para se defrontar com o "Santo de Deus". Foi é a maneira como se dirigiu a Jesus.
O demônio constatou a inexistência de pontos em comum entre ele e Jesus. Aliás, pensou que este nada teria a ver com ele. Enganou-se! Ele está na mira do "Santo de Deus" para ser arruinado e ser obrigado a pôr fim à opressão imposta aos seres humanos. Estava chegando ao fim sua liberdade de ação. Doravante, iria defrontar-se com o Messias, o qual se colocaria sempre na defesa da pessoa que estivesse fragilizada por sua ação maligna.
O Mestre agiu com severidade, servindo-se da autoridade e do poder recebidos do Pai. E o homem, livre da opressão demoníaca, pode finalmente associar-se à assembléia cultual.

http://domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php

sábado, 29 de agosto de 2015

10 hábitos das pessoas resilientes

Soluções para quem quer aprender a lidar melhor com as adversidades da vida

Young woman climbing. Rock climber.
Juanan Barros Moreno

É comum pensar que a resiliência nasce espontaneamente em algumas pessoas que precisam enfrentar situações adversas, mas ela não é uma característica que nasce com a pessoa e nem uma parte do temperamento dela. Resiliência é um processo em que o indivíduo entra numa dinâmica de interações com os outros e com o ambiente de modo a ser capaz de superar uma adversidade.

Em outras palavras, não se nasce com resiliência psicológica, mas se desenvolve e se aprende a manter.

É por isso que um dos pilares da pessoa resiliente está diretamente ligado aos seus hábitos. Estes hábitos característicos de pessoas treinadas em resiliência podem ser bastante variados e flexíveis.

Nomeamos 10 que são aplicáveis à maioria dos casos. Pessoas treinadas em resiliência:

1. Tomam medidas para melhorar a sua autoestima

São capazes de reconhecer que o que fazem hoje muda a maneira de como percebem a si mesmos amanhã; por isso, orientam parte das suas ações para melhorar a autoestima e a autoconfiança, fazendo isso de maneira mais ou menos consciente para garantir a eficácia destas tarefas constantemente.

2. Caem de cabeça em tarefas criativas

A criatividade é uma maneira de fazer com que todo o nosso pensamento se concentre em resolver um novo desafio. A percepção de criar algo original faz com que esse hábito seja altamente estimulante, e a sensação de ter concluído um trabalho que é único no mundo é altamente prazerosa. Pessoas resilientes gostam de trocar alguns costumes do dia por novidades que exigem um pouco mais de si mesmos.

3. Aceitam a realidade…

As pessoas que desenvolvem uma boa resiliência são capazes de detectar situações nas quais fica praticamente impossível fazer uma mudança de contexto, seja a curto ou médio prazo. Isso possibilita que não sejam iludidas, mas focam e se esforçam para se adaptar a esta nova situação vendo-a como uma nova experiência.

4. … mas não perdem de vista os objetivos!

Aceitam as situações que, inicialmente, parecem ser esmagadoramente ruins, como por exemplo, o término de um longo namoro ou uma doença inesperada. Isso não significa que a partir daquele momento todos os aspectos da vida da pessoa estarão em torno do contexto negativo. Pessoas resilientes mostram tendência para tirar proveito da atenção seletiva: em vez de ficar o dia todo pensando nas coisas ruins que acontecem, focam nos objetivos. Afinal de contas, definir metas com um significado pessoal, por mais insignificante que possa parecer, nos permite gerir bem os nossos hábitos e assumir o controle de nossas ações. A resiliência é, em parte, direcionada para o horizonte do possível.

5. Cercam-se de pessoas com atitudes positivas…

Pessoas resilientes são, entre outras coisas, pessoas que passaram por uma situação difícil e que, ao lidar com tal situação, aprenderam a treinar sua própria gestão emocional. Elas assumem a existência de uma fonte de tensão e não tentam ignorar ou suprimir a memória, simplesmente desviam a atenção procurando sempre ter uma atitude positiva em relação a pessoas. Envolver-se com uma comunidade receptiva e apoiar seus membros é uma boa maneira de facilitar a gestão das emoções. Fazer com que haja um fluxo de otimismo e desejo de superação pessoal vai desde o ambiente em que vive até dentro de si mesmo; dessa forma, tudo se torna mais fácil.

6. …mas sabem conviver com todo mundo!

Viver a vida normalmente não inclui se limitar a uma bolha de amigos e conhecidos com características específicas. Pessoas com um bom domínio de estratégias de enfrentamento não terão problemas em interagir com todos os tipos de pessoas de vez em quando.

7. Fazem coisas o dia todo
Menos quando dormem, é claro! Manter uma atitude ativa os ajuda a se concentrar em alcançar os objetivos desejados e isso tem um efeito positivo sobre a sua auto-estima e sobre a autoconfiança.

8. Praticam esportes e/ou algum tipo de meditação

Meditar traz vários benefícios como facilitar o desenvolvimento de pensamentos positivos e reduzir o estresse. Praticar um esporte também serve para relaxar e ganhar confiança. Ambos os hábitos são uma rotina de pequenas metas diárias.

9. Usam o bom humor para se capacitar

O humor é um recurso valioso para minimizar as coisas. Fazer piadas sobre algo relacionado a problemas pessoais é perfeitamente saudável, é uma resposta emocional excelente para aliviar o estresse. É claro que, como se trata de resiliência, devem ser piadas espontâneas e genuinamente engraçadas. Se fazer humor for uma tarefa autoimposta, talvez se trate de um mecanismo de defesa usado para mascarar os sentimentos.

10. Reservam momentos para pensar sobre o que podem fazer a longo prazo

Enfrentar a adversidade significa olhar para além do estresse ou da tristeza, o que pode ser sentido por um longo tempo. Portanto, pessoas que começam uma resiliência dinâmica, planejam seus objetivos e tornam alguns deles projetos permanentes em longo prazo. Isso os ajuda a manter os pensamentos fixos sobre as coisas que podem ser mudadas e também sobre o fato de poder alterar o contexto, tornando mais fácil enfrentar situações negativas.

http://www.aleteia.org/pt/educacao/conteudo-agregado/10-habitos-das-pessoas-resilientes-5900350326308864?page=2

7 passos simples e práticos para ser humilde

De todas as virtudes, a humildade parece ser uma das mais difíceis de se alcançar, mas estas dicas são absolutamente eficazes

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De todas as virtudes, a humildade parece ser uma das mais difíceis de se alcançar. Todo cristão de verdade deseja crescer em humildade. Mas como fazer isso?
 
Estas linhas não pretendem ser um manual do tipo “consiga sem esforço”. Não existem rosas sem espinhos. Mas talvez a leitura deste artigo possa ajudar você a crescer nesta virtude, como um GPS que pede uma reorientação da rota.
 
1. Procure descobrir o melhor de cada um
 
Todas as pessoas ao seu redor certamente tiveram experiências que você não teve e têm algo a compartilhar. Einstein, um dos grandes cérebros da humanidade, disse: “Nunca conheci uma pessoa que fosse tão ignorante a ponto de não ter nada para me ensinar”.
 
2. Elogie sinceramente as pessoas
 
Como se sentirá uma pessoa ao ouvir você contando o que admira dela? Quanto mais você mencionar as qualidades das pessoas que estão ao seu redor, mais virtudes descobrirá nelas, e será mais difícil cair nas armadilhas do egocentrismo.
 
3. Não demore para reconhecer seus erros
 
Dizem que a frase mais difícil de pronunciar, em qualquer idioma, é: “Eu errei”. Os que se recusam a dizer isso por orgulho costumam voltar a cair nos mesmos erros e, além disso, acabam se afastando dos outros.
 
4. Seja o primeiro a pedir perdão após uma discussão
 
Se a frase mais difícil de se dizer é “Eu errei”, a seguinte mais difícil deve ser: “Me perdoa”... Esta frase tão simples é capaz de matar o orgulho e acabar com a discussão, e assim você mata dois coelhos com uma só cajadada. Mas, para isso, é necessário reconhecer que, assim como os outros, você também comete erros.
 
5. Reconheça suas limitações e necessidades
 
É parte da natureza humana querer dar a impressão de ser forte e autossuficiente; isso normalmente só serve para dificultar as coisas. Se você expressa humildade, pedindo ajuda aos outros e aceitando-a, sempre sai ganhando.
 
6. Sirva os outros
 
Ofereça-se para ajudar idosos, doentes, crianças ou para prestar algum outro serviço comunitário. Você sairá beneficiado, pois, além de adquirir humildade, ganhará a gratidão e o carinho de muitas pessoas.
 
7. Reconheça a mão de Deus em suas qualidades
 
É importante abrir os olhos da alma e considerar que não temos nada totalmente nosso para vangloriar-nos. Deus nos criou e nos deu qualidades e capacidades individuais, por amor. Nunca se esqueça de agradecer ao seu Criador.
sources: pildorasdefe.net

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Qual é o pecado favorito do demônio? Responde um exorcista...

Imagem Referencial. Foto: Flickr Todd Page (CC-BY-NC-2.0)

MADRI, 25 Ago. 15 / 02:50 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um exorcista tem medo? Qual é o pecado predileto do demônio? Estes foram alguns dos temas de uma recente entrevista do sacerdote dominicano Juan José Gallego, exorcista da arquidiocese de Barcelona a um diário espanhol.
Há nove anos o Pe. Gallego foi designado exorcista, e afirmou que, na sua opinião, o demônio é um ser “totalmente amargurado”.
Através de uma entrevista, realizada pelo jornal espanhol ‘El Mundo’, o sacerdote assegurou que “a soberba” é o pecado que o demônio mais gosta.
“Sentiu medo alguma vez? ”, perguntou o entrevistador ao sacerdote. “Este é um ofício bastante desagradável”, respondeu o Pe. Gallego. “No começo tinha muito medo. Olhava muito para atrás e via demônios em todo lugar... Veja só, no outro dia estava fazendo um exorcismo. ‘Te mando! ’, ‘Te ordeno! ’... E o Maligno, com uma voz tremenda, gritou: ‘Galleeeego, estás exageraaaaando!’. Então tremi”.
Entretanto, o padre sabe que o demônio não é mais poderoso que Deus. O exorcista recordou que “quando me nomearam, um parente me disse: ‘Ai, Juan José, estou toda assustada, porque no filme ‘O exorcista’ um morreu e o outro pulou pela janela’. Eu ri e lhe respondi: ‘Mulher, não se esqueça que o demônio é criatura de Deus’”.
Quando as pessoas estão possuídas, relatou, “perdem o conhecimento, falam línguas estranhas, têm uma força exagerada, mal-estar profundo, vemos senhoras educadíssimas vomitando, blasfemando”.
“Um jovem durante a noite era tentado pelo demônio, queimava sua camisa, entre outras coisas, e me disse que os demônios lhe propuseram: ‘Se fizer um pacto conosco, isso nunca mais acontecerá com você’”.
O Pe. Gallego também advertiu que práticas da “nova era” como por exemplo, o reiki e a ioga, podem ser portas de entrada para o demônio. “Ele pode meter-se um pouco por aí”, assinalou.
O sacerdote espanhol lamentou que a crise econômica que açoita a Espanha há alguns anos “nos traz os demônios. Os vícios: a droga, o álcool... No fundo eles são uma possessão”.
“Com a crise as pessoas sofrem mais. Estão desesperadas. Há pessoas convencidas de que o demônio está dentro delas”, concluiu o Pe. Gallego.

http://www.acidigital.com/noticias/qual-e-o-pecado-favorito-do-demonio-responde-um-exorcista-99421/