terça-feira, 19 de abril de 2016

Papa: doutores da lei estão fechados à profecia e à vida

“O coração fechado à verdade de Deus – observou o Papa – fica preso somente à verdade da lei”

Pope Francis Sitting - Chiar - Thinking

O Papa Francisco começou a semana celebrando a Missa na Casa Santa Marta, nesta segunda-feira (11/04). A sua homilia foi centralizada na primeira leitura dos Atos dos Apóstolos, em que os doutores da lei acusam Estêvão com calúnias porque não conseguem “resistir à sabedoria e ao Espírito” com que ele falava. Instigam falsos testemunhos para dizer que o ouviram “pronunciar blasfêmias contra Moisés, contra Deus”.
“O coração fechado à verdade de Deus – observou o Papa – fica preso somente à verdade da lei”, ou melhor – precisou o Pontífice – “mais do que pela lei, pela letra”, e “não encontra outra saída a não ser a mentira, o falso testemunho e a morte”. Jesus já os havia repreendido por esta atitude, porque “seus pais tinham matado os profetas” e eles, agora, construíam monumentos a esses profetas.
E a resposta dos “doutores da letra” é  mais “cínica” do que “hipócrita”: “Se nós estivéssemos na situação dos nossos pais, não teríamos feito o mesmo”. E “assim – explicou o Papa – se lavam as mãos e se julgam puros diante de si mesmos. Mas o coração está fechado à Palavra de Deus, está fechado à verdade, está fechado ao mensageiro de Deus que traz a profecia para levar avante o povo de Deus”:
Coração fechado
“Faz-me mal quando leio aquele pequeno trecho do Evangelho de Mateus, quando Judas arrependido vai aos sacerdotes e diz ‘pequei’ e quer dar … e dá as moedas. ‘Que nos importa! – dizem eles – o problema é seu!” Um coração fechado diante deste pobre homem arrependido que não sabia o que fazer. “O problema é seu’ e foi se enforcar. E o que eles fazem quando Judas vai se enforcar? Falam e dizem ‘mas, pobre homem? Eh, sim…’ Não! As moedas, rápido! “Essas moedas são a preço de sangue, não podem entrar no templo …” e a regra é esta, esta e esta… Os doutores da letra”.
E o Papa Francisco prosseguiu:
“A eles não importa a vida de uma pessoa, a eles não importa o arrependimento de Judas: O Evangelho diz que ele voltou arrependido. A eles importa somente o seu esquema de leis e muitas palavras e coisas que construíram. Esta é a dureza de seu coração. Esta é a dureza do coração, da tolice do coração dessa gente que, como não podia resistir à verdade de Estêvão, vai procurar testemunhos, testemunhas falsas para julgá-lo.”
História
Estêvão, afirmou o Papa, termina como todos os profetas, termina como Jesus. Isso se repete na história da Igreja:
“A história nos fala de muita gente que foi morta e julgada não obstante fosse inocente. Julgada com a Palavra de Deus, contra a Palavra de Deus. Pensemos na caça às bruxas ou em Santa Joana D’Arc, em muitos outros que foram queimados e condenados porque não se ajustaram, segundo os juízes, à Palavra de Deus. É o modelo de Jesus que, por ter sido fiel e obedecido à Palavra do Pai, termina na cruz. Com muita ternura Jesus diz aos discípulos de Emaús: ‘Ó tolos e tardos de coração’! Peçamos hoje ao Senhor para que com a sua ternura olhe as pequenas e grandes tolices de nosso coração, nos acaricie e nos diga ‘Ó tolos e tardos de coração’ e comece a nos explicar as coisas.”

sábado, 16 de abril de 2016

Quem?



Quem transpassou o coração de Santa Teresa D'Avila, quem converteu Santo Agostinho, quem encantou Santa Teresinha do Menino Jesus, o que extasiou São João da Cruz, quem inflamou São Francisco?

Quem é Aquele que fez o rico São Francisco se tornar pobre, a linda Santa Clara se enclausurar, São João da Cruz suportar a mais densa das noites escuras? Quem é que roubou o coração de Santa Teresinha do Menino Jesus, ainda quando criança? Quem fez com que Juan Sanches aos 14 anos de idade se entregasse ao martírio? E quem fez com que outro Juan, esse espanhol, aos 24 anos de idade, tivesse os órgãos genitais cortados, com um machado cortado o seu estômago e com gasolina atearam fogo, ainda vivo? Quem inspirou todos eles? Quem seduziu Maria Goreth, de forma que preferisse morrer do que se submeter a outro homem? Quem seduziu Santa Ágata de tal forma que não submeteu as riquezas do rei, e depois de ter os seios cortados e sofrido torturas sem fim, dizia 'Não – não poderá haver tortura, por mais cruel que seja, que me faça separar-me Dele.' Quem é Ele? 
.
Esse homem.. Eu encontrei também. Me deparei com esse ladrão de coração, Ele me fitou. E eu compreendi, o porque todos O amaram dessa forma. Porque Ele estava chagado. Ele amou primeiro.

Fonte: WhatsApp

Deixemo-nos guiar pela graça do Espírito Santo

A Igreja vivia em paz em toda a Judeia, Galileia e Samaria. Ela consolidava-se e progredia no temor do Senhor e crescia em número com a ajuda do Espírito Santo” (At 2,31).
Estamos acompanhando como a Igreja do Senhor está se expandindo, a Igreja Apostólica, Primitiva, que nasce do lado aberto de Jesus e é dirigida, guiada e iluminada pelo Espírito Santo de Deus.
A forma com que a Igreja se consolida, vai até os confins da Terra, porque, em primeiro lugar, coloca no temor do Senhor a sua confiança. Uma Igreja temente a Deus não tem medo d’Ele, mas é submissa e referente a Ele. É uma Igreja que se abaixa aos pés do Senhor.
A sabedoria está no temor a Deus! A sabedoria de que precisamos para guardar nossa casa, nossa família, para sermos firmes em nossa fé está no temor ao Senhor!
Corremos um sério risco de caminhar um tempo na fé e cairmos na vaidade e no orgulho. Quantas pessoas, porque já são da Igreja, acham que sabem e podem tudo, quando, na verdade, não somos nada, apenas pobres servidores de Nosso Senhor e Salvador Jesus. Dependemos d’Ele para tudo, porque Ele é a luz, a graça, a porta, o Senhor e Pastor que conduz Sua Igreja.
A Igreja do Senhor se coloca aos pés d’Ele. Homem, mulher, casal, família, filhos: é importante abaixarmos nossa cabeça e nos colocarmos sobre o domínio e senhorio de Nosso Senhor. Porque é no temor do Senhor que vem a inspiração, a força, a luz, a graça e a consolidação de nossa fé.
É no temor do Senhor que nos levantamos quando nos derrubam, que nos erguemos quando não temos mais forças para seguir adiante. É o temor do Senhor que garante a nossa fé. Vamos crescer na fé enquanto Igreja do Senhor. E quem nos ajuda, auxilia-nos, coloca-nos para frente é o Espírito Santo de Deus; ele é a ajuda, a mão necessária para nos conduzir nas estradas dessa vida!
Amados irmãos e irmãs, que possamos ser submissos a Deus e a Sua vontade, que nos deixemos guiar pela graça do Espírito Santo!

Deus abençoe você!

http://www.catolicoorante.com.br/comentario.php

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A IMAGEM DO FERMENTO

O fermento na massa 
O Reino dos céus é comparável ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha e que faz fermentar toda a massa (Mat 13, 33).
Esta imagem é importante, sobretudo nos tempos atuais. Lembra-nos que o mundo é uma “massa” quase inteiramente carente da qualidade do bom pão das virtudes cristãs, e do sabor – do sentido − da Verdade divina e da Lei de Deus. Por isso, o exemplo dos cristãos responsáveis (pais, mestres, padres) neste ambiente atual, é decisivo. Para transformar a massa em pão de Deus, o fermento precisa de ter uma força e uma eficácia que sejam capazes de mudá-la: uma força que só Cristo pode dar.
Não podemos deixar de constatar que vivemos, de fato, numa sociedade cada vez mais massificada, em que o ambiente materialista, hedonista e incrédulo que nos cerca  despersonaliza jovens e velhos: massifica as cabeças, impõe os mesmos gostos e vícios; nivela por baixo os costumes, e chega a abafar a fé cristã dos que ainda a conservavam. Basta abrir os olhos para perceber que a “cultura global” robotiza grande parte dos adolescentes e  jovens.
Por isso, se não houver educadores-fermento, cheios da vitalidade da fé cristã, da graça de Deus e das virtudes, muitos adolescentes e jovens vão naufragar, sem se darem conta disso, na forte correnteza do materialismo pagão.
Sob a influência crescente dos impérios midiáticos, do markenting internacional, da propaganda dominada pela ditadura do lucro – de empresas, de interesses econômicos e políticos escusos, do tráficico das drogas e da pornografia… –, a força dessa “correnteza” torna-se global. E vai sendo também cada vez mais forte a ditadura imposta pelas ideologias: laicismo antirreligioso militante, neomarxismo , “ideologia de gênero”, New Age, etc.
Nada mais fácil, nesse clima envolvente, que se identificar− antes de as pessoas terem ter tido tempo de se abrir à verdadeira Luz e à verdadeira Vida − com a  grande “massa” corrompida; nada mais fácil que aceitar, por falta de “anticorpos” positivos (por falta de exemplos e de formação) , os contravalores e os vícios de uma cultura que exclui Deus. Você não se assusta ao constatar a rápida propagação  de vícios como o álcool, as drogas, a dependência doentia dos aparelhos eletrônicos, a pornografia ao alcance da mão, quando mal os filhos estão saindo da infância…? Pense, então, que fugindo do vazio espiritual deixado pelos pais, mestres e guias espirituais que não souberam ser “fermento”, os adolescentes e jovens se jogam na teia de aranha dessas falsas alegrias que os escravizam.
«A pós-modernidade – afirma o pedagogo Víctor García Hoz – é um grande vácuo. A profusão de idéias contraditórias, o relativismo predominante em muitas ideologias e o pragmatismo superficial da sociedade atual, dão razão ao ditado de que o mundo de hoje, especialmente a juventude, sabe o que não quer, mas não sabe o que quer [...]. Os valores que apoiavam a vida humana foram rejeitados e não foram substituídos por outros. O pensamento da pós-modernidade vacila entre a melancolia e o vazio» [1].
Não feche os olhos! É em meio a essa massa desnorteada que se encontram os seus filhos, os seus alunos, os membros do seu rebanho de pastor. Muita boa gente, ao constatar isso, sofre, sofre muito. Mas, o que fazemos? Lutamos, porventura,  cada um de nós para ser o fermento de que precisa urgentemente essa massa manipulada e cada vez mais destruída? Por que os nossos critérios e o nosso comportamento não têm a potência do fermento, capaz de levedar a massa e transformá-la em bom pão?
Pense que é Deus quem lhe dirige, silenciosamente, estas interrogações. O que lhe vai responder?

Adaptação de um trecho do livro de F. Faus: A força do exemplo


[1] Pedagogia visível. Educação invisível. Ed. Nerman, São Paulo 1988, pág. 112

Sobre ir ou não a missa

Vejam que pergunta boa e resposta melhor ainda!

Fernanda - Joinville/SC

Fernanda Pergunta: Olá  Pe. sua benção! Estou com uma dúvida e penso que você poderá me ajudar. É preciso ir todo domingo ou final de semana à missa?
Eu não tenho conseguido ir e minha mãe fala que é errado, porém eu penso que não adianta eu ir todos os finais de semana se não estiver bem para receber o corpo de Jesus. Gostaria de uma resposta, pois isso tem me intrigado muito! Um abraço, que Deus o abençoe.

Pe. Cido Responde: Fernanda, se você entende que ir à missa todos os domingos é uma obrigação, não vá. Se você entende que ir à missa todos os domingos é bobagem, não vá. Se você entende que ir à missa todos o domingos é muito chato, não vá. Se você entende que ir à missa aos domingos é perda de tempo não vá. Se você entende que não ir à missa aos domingos não é pecado, não vá. 
Vá à missa todos os domingos, Fernanda, somente nas circunstâncias abaixo: quando você entender que ir à missa é uma resposta de amor a Deus por todo o amor que você recebe dele constantemente; 
quando você entender que é preciso alimentar a sua fé com a palavra de Deus e com o Pão da vida que é Jesus; quando você entender que você participa de uma grande família e que, quando você não vai seu lugar fica vazio na mesa; quando você entender que não basta ter fé, mas sim que é preciso viver a sua fé;
quando você entender que o domingo é dia de curtir a família, os amigos, a vida, mas também é dia de curtir o Deus maravilhoso que a ama de todo coração. Sabe, Fernanda, certamente você já deve ter experimentado aquela sensação de que a missa não muda. É tudo igual, tudo repetitivo, etc. Lembre-se, porém, que sua família não muda e você a ama; sua escola é a mesma, e você a frequenta; seus amigos são os mesmos e você não se enjoa deles. Você vai ouvir também, de muita gente, que ir à missa só vale quando a gente tem vontade. Eu também acho. Mas também acho, querida, que devemos educar a nossa vontade para querer coisas boas, que nos fazem crescer, que nos fazem felizes.

Fonte: WhatsApp

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Tudo tem seu tempo

Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz do Sul (RS)

O capítulo terceiro do Livro do Eclesiastes começa por dizer que “há um momento oportuno para cada coisa debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de colher; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de lamentar e tempo de dançar”. Mais adiante, o autor afirma: “compreendi que nada de bom existe senão alegrar-se e fazer o bem durante a vida. Pois todo aquele que come e bebe, e vê o fruto do seu trabalho, isso é dom de Deus” (3,12-13).
O mês de janeiro, para muitos brasileiros, é tempo de curtir férias e fazer festa. Tempo de recarregar as baterias para os próximos 11 meses, que costumam ser de mais intenso trabalho. Por isso, não devemos ter escrúpulos em gozar as férias, fazer festa e aproveitar as coisas boas que Deus nos dá. Tudo isto, evidentemente, sem prejudicar a nossa saúde ou colocar em risco a vida das outras pessoas. Nada daquilo que fazemos deverá causar prejuízo ao próximo e nem ao meio ambiente.
Junto com as férias, tem as festas. No início do ano são poucas as pessoas que não fazem festa. Mesmo quem quer ficar afastado sente-se envolvido pelo ribombar dos foguetes e fogos de artifício. Além disso, existem algumas festas que envolvem toda a comunidade.  Lembro as festas dos Santos Reis em Arroio do Meio e Coqueiro Baixo e a Festa de São Paulo Apóstolo, em Ilópolis. Mas lembro, sobretudo, a Festa de São Sebastião Mártir em Venâncio Aires. 
Popularmente conhecida como a “Festa do Bastião”, a Festa de São Sebastião Mártir é a maior festa religiosa que acontece na nossa região. Com os seus 140 anos, penso que também é a festa religiosa mais antiga que temos. 
A programação da festa de São Sebastião começa no mês de outubro, com missa nas 13 quintas-feiras que antecedem ao vinte de janeiro. Depois existe a peregrinação com a imagem do santo padroeiro pelas comunidades da Paróquia e a visita da bandeira de São Sebastião nas casas. Para os dias de festa são centenas de pessoas voluntárias cuidando das celebrações, da alimentação, do parque de diversões e da acolhida ao povo. O auge da festa acontece no dia 20 de janeiro, que é feriado no município, com a missa campal, benção da saúde e procissão pelas ruas centrais da cidade.
Faço votos de que todas as pessoas possam aproveitar bem este tempo de graça que o Senhor nos concede. Que as pessoas que estão em férias consigam descansar e recarregar as energias para o ano em curso. E que o povo de Venâncio Aires e os devotos de São Sebastião Mártir possam se sentir fortalecidos pelo exemplo do mártir São Sebastião que enfrentou o martírio por causa da sua fé. Deus a todos abençoe!

http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17969:tudo-tem-seu-tempo&catid=303&Itemid=204

sábado, 9 de abril de 2016

Papa: santos e mártires de hoje levam a Igreja adiante

“A coerência entre a vida e aquilo que vimos e ouvimos é justamente o início do testemunho"

Pope Francis General Audience April 06, 2016

São os santos da vida ordinária e os mártires de hoje que levam a Igreja adiante com a coerência e o corajoso testemunho de Jesus ressuscitado, graças à obra do Espírito Santo: foi o que disse, em síntese, o Papa Francisco na homilia da Missa celebrada na manhã desta quinta-feira (07/04) na Casa Santa Marta.
A primeira leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos, fala da coragem de Pedro que, depois da cura do paralítico, anuncia a Ressurreição de Jesus diante dos chefes do Sinédrio que, furiosos, queriam matá-lo.
Ele foi proibido de pregar em nome de Jesus, mas continuou a proclamar o Evangelho porque – afirma – “é preciso obedecer a Deus e não aos homens”. Este Pedro “corajoso” – disse o Papa Francisco – não tem nada a ver com o “Pedro covarde” da noite da Quinta-feira Santa, “quando, repleto de medo, renega o Senhor três vezes”. Agora, Pedro se tornou forte no testemunho. “O testemunho cristão – observou o Papa – tem o mesmo caminho de Jesus: dar a vida”. Num modo ou no outro, o cristão “coloca a vida em jogo no verdadeiro testemunho”:
Coerência cristã
“A coerência entre a vida e aquilo que vimos e ouvimos é justamente o início do testemunho. Mas o testemunho cristão tem outro aspecto, não é somente de quem o dá: o testemunho cristão, sempre, é feito por duas pessoas. ‘E desses fatos somos testemunhas nós e o Espírito Santo’. Sem o Espírito Santo não há testemunho cristão. Porque o testemunho cristão, a vida cristã é uma graça, é uma graça que o Senhor nos dá com o Espírito Santo”.
“Sem o Espírito”, ressalta o Papa, “não conseguimos ser testemunhas”. A testemunha é aquele que é “coerente com aquilo que diz, com o que faz e com o que recebeu, ou seja, o Espírito Santo”. “Esta é a coragem cristã, este é o testemunho”:
Mártires
“É o testemunho de nossos mártires hoje. Muitos, expulsos de suas terras, deslocados, decapitados e perseguidos, têm a coragem de confessar Jesus até o momento da morte. É o testemunho daqueles cristãos que vivem sua vida seriamente e dizem: ‘Eu não posso fazer isto, eu não posso fazer o mal ao outro; eu não posso trapacear; eu não posso conduzir uma vida pela metade, eu devo dar o meu testemunho’. E o testemunho é dizer o que viu e ouviu na fé, ou seja, Jesus Ressuscitado, com o Espírito Santo que recebeu como dom.”
“Nos momentos difíceis da história”, sublinha o Papa, se ouve dizer que “a pátria precisa de heróis. Isso é verdade. É justo”. Mas do que a Igreja precisa hoje? De testemunhas, de mártires”:
“São as testemunhas, ou seja, os santos, os santos de todos os dias, os da vida cotidiana, mas com coerência, e também as testemunhas até o fim, até a morte. Estes são o sangue vivo da Igreja; estes são aqueles que levam a Igreja adiante, as testemunhas; aqueles que atestam que Jesus ressuscitou, que Jesus está vivo, e o testemunham com a coerência de vida e com o Espírito Santo que receberam como dom.”

http://pt.aleteia.org/2016/04/07/papa-santos-e-martires-de-hoje-levam-a-igreja-adiante/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt-Apr%2008,%202016%2008:00%20am