segunda-feira, 27 de junho de 2016

Novo testemunho sobre o dom da bilocação do Padre Pio

Outro milagre do santo: atendeu o cardeal Midszenty na prisão e esteve em San Giovanni Rotondo ao mesmo tempo
santidade do sacerdote capuchinho Francesco Forgione – nascido em Pietrelcina (Itália), em 1885 – era uma devota certeza para muitos fiéis, antes dos “dons” que a história e testemunhas constatam: estigmas, bilocações (estar em dois lugares ao mesmo tempo), capacidade de ler as consciências ao confessar, mediar em oração para que Deus curasse as pessoas… A devoção é anterior inclusive à sua canonização, em 2002.
Padre Pio foi ordenado sacerdote em 10 de agosto de 1910 e, em 1916, estabeleceu-se em San Giovanni Rotondo, onde permaneceu até a sua morte, em 1968.
Centenas de livros, filmes e sites contam sua vida e a ação da graça de Deus nela – que dá seus frutos até hoje nas almas. Por isso, muitos dos seus devotos se alegrarão com as revelações do livro “Padre Pio. La sua chiesa, i suoi luoghi, tra devozione storia e opere d’arte“, como indica em um recente artigo o conhecido vaticanista Andrea Tornielli.
A testemunha que entrevistou o próprio Padre Pio
Na obra, segundo Tornielli, está o relato de Angelo Battisti, diretor da Casa Alívio do Sofrimento e datilógrafo da Secretaria de Estado do Vaticano. Battisti foi uma das testemunhas no processo de beatificação do santo.
O cardeal József Mindszenty, arcebispo de Esztergom, foi preso pelas autoridades comunistas em dezembro de 1948 e condenado à prisão perpétua no ano seguinte. Ele foi falsamente acusado de conspirar contra o governo socialista.
Passou 8 anos na cadeia e em prisão domiciliar, até ser libertado na revolta popular de 1956, quando se refugiou na delegação comercial dos Estados Unidos, em Budapeste, até 1973, ano em que Paulo VI impôs sua saída e sua renúncia à arquidiocese.
Naqueles anos de prisão foi quando aconteceu o fato da bilocação, que levou o Padre Pio até a cela do cardeal.
Battisti descreve no livro a cena milagrosa:
“O capuchinho estigmatizado, enquanto se encontrava em San Giovanni Rotondo, foi levar ao cardeal o pão e o vinho destinados a transformar-se no Corpo e Sangue de Cristo.”
E acrescenta: “É simbólico o número de registro do detento impresso no seu pijama de presidiário: 1956 – ano da libertação do cardeal”.
“Como se sabe – conta Battisti –, o cardeal foi preso, colocado na cadeia e era vigiado permanentemente. Com o passar do tempo, crescia seu desejo de poder celebrar a Santa Missa.”

“Uma manhã, o Padre Pio se apresentou na frente dele, com tudo o que precisava para a Missa. O cardeal celebrou a Missa e o Padre Pio foi acólito. Depois, conversaram e, no final, o Padre Pio desapareceu, com tudo o que tinha levado.”
O autor também comenta: “Um padre vindo de Budapeste me falou confidencialmente sobre o fato, perguntando se eu poderia obter uma confirmação do Padre Pio. Eu lhe disse que, se tivesse perguntado uma coisa dessas, ele teria me expulsado, resmungando.”
Mas, em uma noite de março de 1965, no final de uma conversa, Battisti perguntou ao capuchinho estigmatizado:
– Padre, o cardeal Mindszenty o reconheceu?
Depois de uma primeira reação de irritação, o santo respondeu:
– Nós nos encontramos e conversamos. Você acha que ele não teria me reconhecido?
Isso confirma a bilocação à cadeia, que teria ocorrido alguns anos antes.
“Então – acrescenta Battisti –, o Padre Pio se entristeceu e disse: ‘Odiabo é feio, mas deixaram o cardeal mais feio que o diabo‘, referindo-se aos maus tratos que o prelado sofria.”
Isso demonstra que o Padre Pio o teria assistido desde o início da prisão, porque não se pode conceber, humanamente falando, como o cardeal foi capaz de resistir a todo o sofrimento a que foi submetido e que ele descreve em suas memórias.
Padre Pio concluiu a conversa dizendo: “Lembre-se de rezar por esse grande confessor da fé, que tanto sofreu pela Igreja”.
Fonte: Aleteia

domingo, 26 de junho de 2016

Frutos da confiança: Exemplos dos Santos

Os Santos rezavam com essa confiança, e por isso Deus Se mostrava a respeito deles de uma liberalidade infinita.
O Abade Sisois, segundo narra a Vida dos Padres, rezava um dia por um dos seus discípulos que a violência da tentação tinha abatido. “Queirais ou não, dizia a Deus não Vos deixarei antes de o terdes curado”. E a alma do pobre irmão recobrou a graça e a serenidade (Vita patrum lib.VI).
Nosso Senhor dignou-Se revelar a Santa Gertrudes que a sua confiança fazia tal violência ao Divino Coração, que Ele era forçado a favorecê-la em tudo. E acrescentou que, assim agindo, satisfazia às exigências da sua bondade e do seu amor por ela. Uma amiga da Santa orava desde algum tempo sem nada obter. O Salvador lhe disse: “Diferi a concessão do que Me pedes, porque não confias na minha bondade como a minha fiel Gertrudes. A ela nunca recusarei nada do que Me pedir” (Saint-Jure: De la connaissance et de l’amour de J. C., t.III, p.27).
Enfim, eis, segundo o testemunho do Bem-aventurado Raimundo de Capua, seu confessor, como rezava Santa Catarina de Siena.
“Senhor, dizia, não me afastarei de junto dos vossos pés, da vossa presença, enquanto a vossa bondade não me tiver concedido o que desejo, enquanto não Vos aprouver fazer o que Vos peço”.
“Senhor, continuava, eu quero que me prometais a vida eterna para todos aqueles que amo”.
Depois, com uma audácia admirável, estendia a mão para o Tabernáculo: “Senhor, acrescentava, ponde a vossa mão na minha! Sim! Dai-me uma prova de que me dareis o que Vos peço!”
Que esses exemplos nos incitem a nos recolhermos no fundo da alma; examinemos um pouco a consciência. Com um piedoso autor dirijamos a nós mesmos a pergunta seguinte: “Teremos posto em nossas preces uma confiança total, um pouco desse absolutismo da criança que solicita da mãe o objeto que deseja? O absolutismo dos pobres mendigos que nos perseguem, e que, à força de importunação, conseguem ser atendidos? Sobretudo, o absolutismo, ao mesmo tempo tão respeitosos e tão confiante, dos Santos em suas súplicas?” (Sauvé, Jesus intime, t.II, p.428).
* Padre Thomas de Saint Laurent. O livro da confiança.

https://nafendadorochedo.wordpress.com/2016/06/25/frutos-da-confianca-exemplos-dos-santos/

terça-feira, 21 de junho de 2016

Vivendo a oração de Jesus


Vivendo a Oração de Jesus

A Oração de Jesus, também chamada a "Oração Incessante", "Oração do Coração", ou "Oração do Silêncio", é uma forma antiga de oração, de estar "atento" a Deus, praticada desde os primórdios da Igreja até os dias atuais por uma tradição irrompível. Até recentemente, ela havia sido usada principalmente pela Igreja do Oriente, mas agora ela está ficando também conhecida por um número crescente de cristãos no Ocidente. Começou nos primeiros séculos da cristandade, como uma oração de monges e freiras, padres e madres do deserto, mas rapidamente foi ensinada para todos aqueles que foram atraídos por ela, e é agora praticada por milhares de homens e mulheres, tanto leigos quanto religiosos, em todo o mundo.

Sua forma é muito simples. Consiste na repetição constante de apenas algumas palavras: "Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tem piedade de mim, um pecador", ou "Senhor Jesus Cristo, tem piedade de mim", ou "Jesus Cristo, tem piedade de mim", ou até mesmo na repetição da única palavra "Jesus". A fórmula exata não importa, contanto que o Nome Santo de Jesus seja o seu centro.

Mas, a partir do momento em que descobrimos a exata expressão que mais nos toca, devemos permanecer com ela. O nosso praticar a oração torna-se mais fácil e se fortalece mais cedo, se nós não ficarmos "experimentando-a". Nós a praticamos sentados e quietos, com nossos olhos fechados e, repetindo as palavras lenta e suavemente, com atenção e silêncio, inúmeras vezes, não só com nossos lábios como com nossas mentes.

Alguns mestres da oração recomendavam que as palavras deveriam estar sincronizadas com o ritmo da nossa respiração (p. ex., "Jesus Cristo", inspirar, "tem piedade de mim", expirar).

Isso ajuda a acalmar a mente e permite que as palavras da oração venham a fluir interna e externamente, de um modo muito natural.

Ir. Zaleski - "Vivendo a Oração de Jesus"




http://oracaodejesus.com/textos-vivendo-a-oracao-de-jesus.html#d7efdfec50fa812c0551f1206f9761fa

domingo, 19 de junho de 2016

Copo sujo


Religiosidade e legalismo aparentemente aproximam as pessoas de Deus e de seus padrões morais, mas na verdade, aproximam de padrões meramente humanos, que são moralmente aceitos. São esforços humanos para agradar outros humanos.

Onde entra Deus nessa dinâmica?
Quer dizer que se eu for bom (aos meus olhos e aos olhos dos homens) Deus me aceitará? Essa linha de pensamento não faz sentido, é como seuma pessoa cometesse um delito e fosse se justificar ao juiz com outras boas obras que ele praticou, mas a condenação pode vir a partir de 1 delito apenas, independente de outras boas obras... tudo o que praticamos de bom não nos purifica de nossos pecados.

E a Bíblia fala que até a nossa justiça é comparada a trapos de imundícia (Isaías 64:6). Ou seja, quando o ser humano tenta justificar seus pecados com boas obras é como se ele quisesse pegar um copo sujo para encher de água limpa. A água continuará limpa?

Fonte: Facebook

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Como sair das trevas interiores?

comosairdastrevasinteriores?
As trevas não estão somente no mundo, mas, antes de tudo, dentro de nós
Jesus quer nos instruir a partir de Sua Palavra no Evangelho de São João: “Eu sou a luz do mundo. Aquele que vem em meu seguimento não andará nas trevas; ele terá a luz que conduz à vida” (Jo 8,12b). A frase seguinte vem explicitar que tipo de luz é essa: “Aquele que vem em meu seguimento não andará nas trevas; ele terá a luz que conduz à vida”.
Preste atenção: o pecado nos trouxe uma escuridão interior. As trevas não estão somente no mundo, mas, antes de tudo, dentro de nós. Quando Jesus se faz luz em nós, tudo começa a clarear. Na luz de Cristo somos iluminado, e acontece aquilo que o próprio Jesus disse: “Conhecereis a verdade e a verdade fará de vós homens livres”.
Veja o que nos conta São João:
Ao falar assim, muitos creram n’Ele. Jesus disse, pois, aos judeus que haviam acreditado n’Ele: “Se permaneceis na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade fará de vós homens livres” (Jo 8, 30-32).
É nesse sentido que Cristo diz: “Eu sou a luz”. Nós precisamos dessa luz, porque o pecado original nos leva a não querer ver nossa realidade. O que aconteceu com Adão e Eva, nossos primeiros pais, logo depois que pecaram? Foram buscar folhas e se cobriram com elas, porque não queriam ser vistos por Deus nem ver a si mesmos. O pecado também coloca em nós essas “folhas”. Ele procura ocultar a verdade.

Mas não adianta querer se esconder: Jesus é perdão. Onde Ele entra, o perdão entra. Onde o Senhor penetra, ali penetra a salvação. Mas se nos escondermos, o Senhor não nos atingirá. O pecado original é uma força infeliz que procura nos imunizar e esconder nossa própria verdade. Muitas vezes, sentimos remorsos por causa de nossos erros, mas não nos abrimos ao perdão. No fundo, não queremos admitir a verdade dolorosa que está em nós, pois ela mostra nossos pecados e nossas fragilidades.
No entanto, essa abertura é necessária, pois é pela verdade que somos libertos. Jesus é perdão, é luz. Quando nos abrimos à luz e aceitamos a verdade sobre nós mesmos, aceitamos nosso pecado, fraqueza e necessidade de salvação.
Então, o que fazer? Temos de nos abrir ao Senhor, acolhê-Lo. Aceitarmos a verdade como ela é e nela encontrarmos Jesus, nossa salvação.
Jesus quer que compreendamos o início de nossa transformação, pois esta não acontece de uma vez por todas, é um caminho. Por isso, sempre teremos de admitir a verdade sobre nós mesmos, o quanto ainda nos falta para sermos transformados, o quanto ainda precisamos ser salvos, perdoados e mudados.
Quando aceitamos a verdade tal qual ela é, a salvação acontece. Quanto mais caminhamos na luz, tanto mais nos transformamos e se santificamos.
Jesus é a luz da vida e nós precisamos nos deixar ser iluminados por ela.

(Trecho do livro “O pão da Palavra – Vol III” de monsenhor Jonas Abib)

http://padrejonas.cancaonova.com/informativos/artigos/como-sair-das-trevas-interiores/

domingo, 12 de junho de 2016

7 erros sobre morte, inferno e demônio que não devemos cometer

A lista a seguir, com base nas Sagradas Escrituras e no Magistério da Igreja, contém respostas para 7 erros recorrentes que os católicos devem evitar

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Dada a complexidade da teologia católica sobre a natureza da morte, o inferno e o demônio, a lista a seguir, com base nas Sagradas Escrituras e no Magistério da Igreja, contém respostas para 7 erros recorrentes que os católicos devem evitar.
1. O demônio é um mero símbolo
Se isso fosse verdade, então Jesus deve ter se equivocado cada vez que falou do demônio em diferentes partes das Sagradas Escrituras. O diabo é real e anda ao redor, como leão que ruge procurando almas para devorar (1Pd 5,8). E, francamente, se é possível para um ser humano rejeitar Deus, por que é tão inconcebível que um anjo possa fazer o mesmo? Nessa existência, como na outra, os anjos e os seres humanos podem se alienar com Deus ou não (Dt 30,19).
2. Ao morrer, tornamo-nos anjos
Não, absolutamente não. O ser humano é diferente de um anjo e não pode se tornar um ser que não é.
O Catecismo da Igreja Católica assinala no parágrafo 328 que existem anjos. No parágrafo 330, afirma que são seres puramente espirituais com inteligência e vontade. Também indica que são servidores e mensageiros de Deus.
Ao contrário de anjos, os seres humanos têm um corpo. O Catecismo assinala, no parágrafo 366, que a alma espiritual do homem foi criada por Deus e “não morre quando, na morte, se separa do corpo; e que se unirá de novo ao corpo na ressurreição final”.
3. É fácil determinar quem irá para o inferno
A competência da Igreja está em determinar quem está no céu, entretanto, ninguém sabe quem se encontra no inferno. Aqueles que morrem em estado de pecado mortal tem muito poucas opções disponíveis, no entanto, esta não é uma razão pela qual devemos ser ultrajantes ou triunfalistas em relação a eles. Pelo contrário, é importante orar por todos os pecadores, até mesmo os nossos piores inimigos para que se arrependam e voltem (Sab 1,13-15). Perdoem e serão perdoados (Mt 6,14, Lc 6,37). O juízo só pertence a Deus e a ninguém mais. Simplesmente não podemos conhecer o interior de outra alma e a verdadeira natureza de seu relacionamento com Deus.
4. Todos vão para o céu
O inferno existe e Jesus assegura várias vezes ao longo dos Evangelhos (Mt 7,13-14, Mt 8,12, Mc 9,43, Mt 13,41-42, 49-50, 48-49, Mt 22,13, Mt 25,46, Lc 12, 5, Jo 3,18). João também dedica uma longa passagem em Apocalipse (Ap 14,19-11; 19,3). Se todos vão para o céu, isso significa que Jesus estava errado ou era ignorante, o que é inaceitável.
5. Quem morre em estado de graça vai direto para o céu
Deixemos nas mãos de Deus, que tudo pode. É possível que alguns duvidem do Purgatório, mas as Sagradas Escrituras são muito claras acerca disso (2Mac 12,39-46, Mt 5,24-25., Hab 1,13, 1Co 3,11-15, Ap 21,27). O Purgatório existe como parte da economia salvífica. Além da Virgem Maria, há alguém entre nós puro o suficiente para estar diante de Deus? (Rom 3,10, 14,4, Dt 7,24, Js 23,9: 1Sam 6,20 Esd 10,13, Pr 27,4, Sl 76,7, 130,3, Na 1,6). Até mesmo os santos têm pecados que precisam ser expiados e o Purgatório é parte da infinita misericórdia de Deus, porque Ele não quer que qualquer um de nós morra, mas viva e se arrependa (2Pd 3,9).
6. As coisas ruins só acontecem com pessoas más
Cristo nos assegura pessoalmente que isso não faz sentido (Lc 13,1-5). Aos que chegaram com a notícia dos galileus que foram assassinados por Pilatos quando ofereciam sacrifícios a Deus, Ele respondeu: “Pensais vós que estes galileus foram maiores pecadores do que todos os outros galileus, por terem sido tratados desse modo? Não, digo-vos. Mas se não vos arrependerdes, perecereis todos do mesmo modo”.
Jesus também nos recorda que as melhores pessoas sofrem muito, no entanto, dá-nos ânimo ante as tribulações (Jo 16,33). Ele mesmo sofreu uma morte ignóbil depois de ser torturado. Sua Mãe, Maria, mulher concebida sem pecado, teve provações ao longo de sua vida que lhe causaram grande dor. Por que o resto de nós, pecadores, seremos poupados do sofrimento que Paulo nos diz em Colossenses 1,24?”. “Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja”.
7. Podemos escolher que regras queremos obedecer
Temos o direito de questionar tudo, mas devemos aceitar o ensinamento da Igreja por completo. Se não, colocamo-nos acima da Igreja e da vontade de Deus. Jesus estabeleceu a Igreja, São Pedro como seu Vigário na terra e seus sucessores. Quem somos nós para acreditar que Deus se equivocou em suas decisões? (Jó 15,8) Como se pode contar com incrível autoridade para julgar a lei de Deus?
BÔNUS: O Concílio Vaticano II pode se desfazer ou ser ignorado
Impossível. Os 21 concílios ecumênico no transcorrer de 1700 anos são importantes, irrevogáveis e irrefutáveis porque o Espírito Santo dirigiu todos eles. Cabe assinalar que a doutrina pode ter gerado divergências, mas isso significa menos do que nada. Do mesmo modo que um católico não pode escolher quais as regras deseja seguir, também não estão autorizados a escolher o seu concílio favorito e excluir os demais.

(via ACIdigial)