sábado, 22 de julho de 2017

ACREDITE SEMPRE QUE DEUS ESTÁ NO CONTROLE.


O navio não afunda pela água que está ao seu redor. O que pode afundar um navio é a água que invade o seu interior. 
Portanto, não importam as coisas que estão acontecendo ao seu redor, em torno da sua vida. O que importa é você não permitir que, o que está acontecendo invada o seu interior e te coloque pra baixo e faça com que sua vida naufrague. 
Conduza o "Barco" da sua vida com Coragem, Determinação e Fé em Deus.

ACREDITE SEMPRE QUE DEUS ESTÁ NO CONTROLE.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Sua família briga muito? Leia isto


Talvez você não possa evitar as discussões dos seus parentes. Mas Cristo pode!

Já tinha tempo que dona Estela insistia que eu fosse comer na casa dela. Prometeu-me um delicioso mole (um prato mexicano espetacular), mas, devido a várias razões, ainda não tinha podido aceitar o convite. Enfim, surgiu uma oportunidade e combinamos que eu iria no domingo seguinte.
Quando entrei na casa, várias crianças foram me dar as boas-vindas. Aí me dei conta de que não estava somente a dona Estela e a família dela, mas também as famílias de seus genros. Então éramos um monte de gente: pais, sogros, filhos, netos e até bisnetos.
Já com as tortilhas quentes, provamos o mole, o arroz, o torresmo, o feijão, os molhos… e as sobremesas: arroz com leite, sorvete de chocolate e bolo de milho. Tudo estava muito bom!
Mas houve algo melhor do que aquele banquete. Fiquei assombrado com a convivência familiar. Eram quatro famílias reunidas e todos se esforçavam para ter um momento agradável. Os rostos estavam alegres, até as sogras e as noras estavam bem felizes…
Foi uma tarde fantástica. Nada de confusão, as brincadeiras iam e vinham e não faltava quem ajudasse a servir ou recolher os pratos. Todos – homens e mulheres, crianças e adultos – contribuíam para que a convivência fosse tranquila e alegre. Ficamos mais de seis horas no almoço e não vi nenhuma cara chateada ou triste, muito menos um grito ou uma conversa atravessada.
Mas, no meio desta festa tão bonita, vinham à mina mente as centenas de pessoa que chegam a mim chorando, porque suas festas familiares se transformam em grandes pesadelos. Irmãos que não toleram uma brincadeira, pais nervosos, que não sabem passar um minuto sem brigar, sogras ou noras que procuram qualquer momento para jogarem indiretas, aqueles que não sabem beber e acabam com a festa, aqueles que não conseguem esquecer o que passou e se enchem de coragem para desabafar no meio de todos…
Conheço famílias que simplesmente não conseguem estar juntas. Filhos que não visitam os pais para não discutir, noras e genros que não se arriscam a ficar com a família, irmãos que passam anos sem se falar…
Enquanto eu desejava que todos os membros dessas famílias com conflitos estivessem próximos uns dos outros para verem que é possível se relacionar e ser feliz com os parentes, orei em silêncio:
Meu Bom Pai, te peço por esta família, que nunca lhe falte a alegria e o desejo de estar bem, nunca lhes falte esta vontade de ser família.
Tu, que foste filho de Maria e José, peço-te por todas as famílias que sofrem violência, em especial pelas que chegaram com lágrimas diante de mim. Tu, que mudaste a vida de Zaqueu, mostra-lhes teu rosto e ensina-os a sorrir, a desejar a paz e a ser família.
Santa Trindade, modelo de irmandade, ensina-nos a ser família e, com teu poder detém o que querem ofender, discutir ou brigar; cura os corações feridos de tristeza, solidão, ódio ou vingança, e guia nossa vida para que descubramos que seremos mais felizes, mais fortes e mais abundantes se promovermos a paz em nossas famílias.
Terminei essa oração e me despedi. Nisso, escutei: “padre, poderia fazer uma oração conosco?” Maravilhoso! Acabo de descobrir por que eles são tão felizes! Novamente comprovo: uma família que reza unida, Deus mantém unida.
E, enquanto rezávamos, pude ouvir Jesus dizendo-me: “Anuncia meu Evangelho, não te canses. Com todas as famílias que entrarem em tua vida deverá fazer isso.”
Escrevo este testemunho para dizer: “Não perca a esperança! Deus tem o poder de unir e dar a paz para sua família. Não se canse de rezar. Talvez você não possa evitar as discussões dos seus parentes. Mas Cristo pode!
Oremos por nossas famílias!
Padre Sérgio

Facebook explica por que bloqueou dezenas de páginas católicas


Depois do bloqueio de mais de vinte páginas católicas em português, inglês e espanhol, o Facebook lamentou o “incidente” ocasionado por um “mecanismo de detecção de spam na plataforma”.
“As páginas foram restabelecidas. O incidente foi ocasionado acidentalmente por um mecanismo de detecção de spam na plataforma. Pedimos sinceras desculpas pelos inconvenientes que isso possa ter gerado”, manifestou um porta-voz do Facebook ao Grupo ACI.
Entre a noite de 17 de julho e a madrugada de 18 de julho, ao menos 21 páginas católicas em português, 4 em inglês e várias outras em espanhol foram bloqueadas pela rede social, que somou recentemente 2 bilhões de usuários.
Os administradores das páginas afetadas, que somavam entre centenas de milhares e 6 milhões de seguidores, não receberam uma explicação clara do motivo do bloqueio e suas apelações não foram respondidas pelo Facebook.
Na noite de 18 de julho, ainda sem explicação, as páginas afetadas foram restabelecidas.

http://www.acidigital.com/noticias/facebook-explica-por-que-bloqueou-dezenas-de-paginas-catolicas-66064/

Papa telefona para catador de lixo que perdeu as pernas em acidente


O Papa Francisco telefonou inesperadamente para Maximiliano Acuña, um catador de lixo em Buenos Aires, Argentina, que sofreu um grave acidente no qual perdeu ambas as pernas.
Durante o telefonema, o Santo Padre o encorajou a seguir “sempre em frente, você é um exemplo”.
Em 22 de março Acuña, de 33 anos e pai de 5 filhos, estava coletando o lixo em um bairro de Buenos Aires, quando foi atropelado por um carro estava a 130 quilômetros por hora.
Devido a este acidente, tiveram que amputar as suas duas pernas.
O legislador portenho, Gustavo Vera, decidiu contar o que havia acontecido ao Papa Francisco por e-mail, no qual explicou que “o prognóstico dos médicos era o pior”.
“No melhor dos casos, ficaria em estado vegetativo ou com sérios danos neurológicos e, no pior dos casos, era o seu fim”, contou Vera ao Santo Padre.
Entretanto, “no terceiro dia, Maximiliano saiu do estado de coma e no quinto dia já estava em um quarto normal. Depois de algumas semanas, já estava em casa junto com seus cinco filhos”, contou.
Na terça-feira, 18 de julho, Acuña estava se preparando para receber uma homenagem em uma cerimônia na Assembleia Legislativa de Buenos Aires, quando recebeu um telefonema especial.
“Sou o Papa Francisco, um amigo (Gustavo Vera) me enviou uma mensagem e me emocionou a força que você tem. Sempre em frente, você é um exemplo”, disse o Papa Francisco a Acuña, que foi homenageado na Assembleia Legislativa de Buenos Aires em uma cerimônia que contou com a presença de centenas de catadores.
Acuña perguntou ao Papa se ele estava na Argentina, para convidá-lo para o seu aniversário, “e então, o Papa me disse que não, que estava em Roma, na Itália, e que eu não tinha que ir lá. Ele ia vir para nos conhecermos e conversarmos pessoalmente”.
Na terça-feira, o legislador da Unidade Portenha Gustavo Vera e o Secretário-geral do Sindicato dos Caminhoneiros, Pablo Moyano, propuseram declarar o dia 22 de março como o “Dia do Catador de Lixo”, em homenagem a este jovem catador.
“Deus me devolveu a minha vida, porque tiraram as minhas duas pernas, mas tudo o que está acontecendo comigo é muito bonito”, disse Acuña ao programa de televisão argentino Morfi.
“Sempre acreditei em Deus, eu sempre fui à Igreja, rezando todos os dias e pedindo-lhe trabalho, que cuidasse de mim todos os dias”, acrescentou.
“Deus existe”, afirmou Acuña. “Quero deixar esta mensagem a todos, que Deus existe e que Ele me deu uma nova oportunidade”.

http://www.acidigital.com/noticias/papa-telefona-para-catador-de-lixo-que-perdeu-as-pernas-em-acidente-10394/

sexta-feira, 14 de julho de 2017

O que alcançou um menino de 8 anos que rezava de madrugada ao Santíssimo te surpreenderá

Padre Patrício Hileman, responsável por formar capelas de Adoração Perpétua na América Latina, compartilhou o comovente testemunho de Diego, um menino mexicano de 8 anos cuja fé em Jesus Sacramentado transformou a realidade de sua família marcada por problemas de maus tratos, alcoolismo e pobreza.
A história ocorreu em Mérida, capital do Estado de Yucatán, México, na primeira capela de Adoração Perpétua que os Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento estabeleceram nessa cidade.
O Pe. Hileman contou ao Grupo ACI que o pequeno escutou em uma de suas pregações “que, aos que se dispõem a estar em vigília na madrugada, Jesus os abençoará cem vezes mais”.
“Eu dizia que Jesus convidava seus amigos à Hora Santa. Jesus lhes disse ‘não podem velar uma hora comigo?’, três vezes os disse e os disse na madrugada”, recordou o sacerdote argentino.
As palavras do sacerdote fizeram com que o menino decidisse fazer a sua vigília às 3h, algo que chamou a atenção de sua mãe, a quem lhe explicou que o faria porque “quero que meu pai pare de beber, pare de te bater e para que deixemos de ser pobres”.
Durante a primeira semana, a mãe o acompanhou e, na segunda semana, convidou o seu pai.
“Um mês após começarem a participar da Adoração Perpétua. O pai deu o testemunho de que experimentou o amor de Jesus e foi curado” e depois “se apaixonou novamente pela mãe nessas horas santas”, assinalou o Pe. Hileman.
“O pai parou de beber, parou de brigar com a mãe e deixaram de ser pobres. Pela fé de um pequeno de apenas 8 anos, a família toda foi curada”, afirmou.
Este é um dos diversos testemunhos de conversão que, segundo o Pe. Hileman, ocorrem nas capelas de Adoração Perpétua, uma iniciativa dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, comunidade da qual é fundador.
“O primeiro mandamento da Adoração Perpétua é deixar-se ‘abraçar’ por Jesus”, afirmou o Pe. Hileman em sua visita ao Chile. “É o lugar onde aprendemos a descansar no coração de Jesus. Somente Jesus pode te dar esse abraço da alma”.
O sacerdote explicou que a história desta iniciativa começou no ano de 1993 em Sevilha (Espanha), São João Paulo II manifestou seu desejo de que “cada paróquia do mundo pudesse ter sua capela de adoração perpétua, onde Jesus estivesse exposto no Santíssimo Sacramento, em uma custódia, solenemente adorado dia e noite sem interrupção”.
Recordou também que “São João Paulo II fazia 6 horas de adoração por dia, escrevia seus documentos com o Santíssimo exposto e uma vez por semana passava a noite toda em adoração. Esse é o segredo dos santos, esse é o segredo da Igreja: estar centrados e unidos a Cristo”.
O Pe. Hileman está encarregado a mais de 13 anos da missão na América Latina, onde já existem 950 capelas de Adoração Perpétua.
O México lidera esta missão com mais de 650 capelas.
Também estão presentes no Paraguai, na Argentina, no Chile, no Peru, na Bolívia, no Equador e na Colômbia.
“O mesmo Jesus que continuamos adorando, amando, é quem nos dá a força para poder apreciar cada vez mais o sacramento da Eucaristia”, sustentou o sacerdote.
Segundo Maria Eugenia Verderau, que durante 7 anos reza em uma hora fixa na semana em uma capela de Adoração Perpétua no Chile, “isto me ajuda a crescer muito na fé. Ajudando-me a entender meu lugar frente a Deus, como filha de um Pai que apenas quer o melhor para mim, minha verdadeira felicidade”.
“Nós vivemos dias muito agitados, da manhã até a noite. Separar um tempo para fazer adoração é um presente, dá tranquilidade, é um espaço para pensar, para agradecer, para colocar as coisas em sua justa medida e entregá-las a Deus”, disse a adoradora e também porta-voz de Vozes Católicas Chile ao Grupo ACI.

fonte: http://www.acidigital.com 

7 fatos sobre a vida dos leigos nos primeiros séculos do cristianismo


Nos primeiros passos da Igreja, estava claríssimo que a sua missão era responsabilidade tanto dos ministros ordenados quanto dos leigos

Apesar de costumeiramente não receber uma descrição melhor do que “o leigo é aquele que não é padre nem religioso”, é da vida leiga que a Igreja é principalmente composta. O ministério ordenado, como sabemos, não é um fim em si mesmo. Bispos, padres e diáconos estão a serviço do crescimento na fé, na esperança e no amor daquela multidão de homens e mulheres que fecundam com o Espírito de Deus a vida do mundo.
O protagonismo do leigo na vida da Igreja é um tema que foi retomado com mais força em tempos recentes pelo Concílio Vaticano II, sobretudo nas constituições Lumen Gentium e Gaudium et Spes e no decreto Apostolicam Actuositatem. Por “vida da Igreja”, entenda-se tanto a sua participação na sociedade realizada a partir do Evangelho e, assim, como presença de Cristo no mundo, quanto a sua colaboração, ao lado de clérigos e religiosos, na missão evangelizadora da Igreja, assumindo serviços pastorais.
Desde o Concílio, leigos têm lentamente assumido postos na Cúria Romana e nas dioceses. São mais numerosas – mas ainda tímidas – as beatificações e canonizações de leigos. Os leigos passaram a poder estudar teologia e lecionar nessa área. Mas como vivia o laicato nos primórdios da Igreja? Confira aqui sete fatos sobre como era a vida dos leigos nos primeiros séculos do cristianismo.
  1. Laikós
A palavra “leigo” – do grego λαϊκός (“laikós”), que vem de λαός (“laós”), “povo” – não aparece no Novo Testamento. Seu primeiro registro em contexto cristão está na carta de Clemente aos coríntios, no final do século I.
  1. Eles anunciam, ensinam e participam
Mas é claro que leigos e leigas estão presentes na Igreja nascente: eles participam da eleição de Matias para a vaga que surgiu entre os doze apóstolos com a morte de Judas (cf. At 1, 23), bem como da escolha dos sete primeiros diáconos (cf. At 6, 1-6). Anunciam o Evangelho, até aproveitando as dispersões que as perseguições ocasionam (cf. At 8,4; 11,19), e assumem ministérios como o de didáscalos (mestre, doutor), como o casal Áquila e Priscila, que dá uma formação mais aprofundada da fé a Apolo (cf. At 18,26).
  1. “Já enchemos tudo”
Estava claríssimo que a missão evangelizadora da Igreja era responsabilidade tanto dos ministros ordenados quanto dos leigos. Era nas conversas do dia-a-dia, nas cidades e nos campos, que o nome de Jesus era anunciado. Tertuliano, no final do século II, louvava diante dos pagãos os frutos do testemunho cristão no meio do mundo: “Nós somos de ontem e já enchemos tudo que é vosso: cidades, ilhas, fortalezas, prefeituras, aldeias, os próprios campos, tribos, decúrias, palácio, senado, fórum; deixamo-vos apenas os templos…”
  1. Trindade
O teólogo africano Tertuliano (+220), aliás, era um dos grandes escritores da Igreja dos primeiros séculos – foi ele quem registrou pela primeira vez o termo “Trindade” e quem fez a mais antiga exposição formal sobre a teologia trinitária. E era um leigo.
  1. Apologetas
O filósofo e mártir Justino (+165) também era leigo, bem como Minúcio Félix, Lactâncio e outros escritores cristãos. Outro personagem fundamental da Igreja dos primeiros séculos, Orígenes (+ 254), já era um teólogo renomado e estava na ativa há mais de vinte anos quando foi ordenado presbítero.
  1. Pregação
Até o século III, não era raro ver leigos pregando em público nas assembleias, de forma oficial. “Onde se encontram homens em condição de ajudar os irmãos, eles são convidados pelos santos bispos a pregar para o povo”, escrevem Teoctisto de Cesareia e Alexandre de Jerusalém, bispos, em uma carta defendendo o ministério de Orígenes como pregador, na qual citam outros diversos casos. A epístola é reproduzida por Eusébio em sua História eclesiástica.
  1. A eleição dos bispos
É só no decorrer dos séculos III e IV que começam a aparecer escritos que criam um abismo entre ministros ordenados e leigos, como a Didascália e as Constituições Apostólicas. Há uma função da qual os leigos participam que, porém, é mantida religiosamente ainda por muito tempo: a eleição dos bispos. A praxe é considerar a participação de todo o povo cristão na escolha do seu bispo como uma regra indispensável. Tanto é assim que Santo Agostinho – uma exceção, pois foi apontado como bispo pelo seu antecessor, Valério –, bem como o primaz da Numídia, Megalio de Calama, que presidiu sua ordenação, se desculparam posteriormente pela eleição episcopal realizada sem a participação do povo.
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Por Felipe Koller (teólogo, com mestrado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. É catequista há 12 anos e prega em retiros de jovens. Pela Editora Apostolado da Divina Misericórdia, lançou uma série de livros infantis),

“ESTAMOS COMUNGANDO JESUS OU COMENDO HÓSTIAS ?


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Parece uma brincadeira, mas o questionamento é sério. Eu fiquei pensando… meu Deus! Já comunguei tantas vezes, já participei de MILHARES de Missas, mas… o que mudou? Em que mudei?

Comungar é estar unido, intimamente ligado ao Cristo. É viver como Ele viveu, pensar como Ele pensa, agir como Ele age! Da sua primeira comunhão pra cá, em que você melhorou? Quais foram os passos significativos no processo de conversão? Em suma: quais os frutos de santidade que a Eucaristia realizou em nós?

Santa Teresa de Ávila dizia que bastava uma comunhão em estado de graça para se santificar. A Beata Imelda morreu no dia da sua Primeira Comunhão. Morreu de amor. Tantos santos que entravam em êxtase na hora da Missa, como Luís de Monfort, Inácio de Loyola e José de Cupertino…

Irmã Dulce e Madre Teresa que saíam da Missa para dar socorro aos necessitados, Santa Gema Galgani que tinha o seio queimado por causa de um fogo misterioso que lhe incendiava, Santo Antônio de Lisboa que fez um jumento se ajoelhar diante da Hóstia para converter um ateu, Maria Milza que nunca aceitou ser ministra da comunhão por se sentir indigna de tocar o Corpo de Deus, a Beata Alexandrina que viveu 13 anos apenas com uma Eucaristia diária, etc… etc… etc…

Santo Agostinho dizia que nós metabolizamos os alimentos que comemos, mas quanto a Eucaristia, é ela que nos metaboliza.

E eu? E você? E nós? Estamos comungando Jesus ou comendo hóstias? Aquela partícula branca transforma o nosso interior ou é como uma vela acesa mergulhada na água? Pense… repense… medite…


(Seminarista Gabriel Vila Verde)