sexta-feira, 26 de julho de 2019

Como uma esposa, mãe e santa sueca nos ensina a lidar com as decepções da vida

SAINT BRIDGET OF SWEDEN

Quando a vida não acaba como planejada ou você se sente um fracasso, inspire-se em Brígida da Suécia

Há momentos na vida em que tudo parece dar errado. Então é preciso discernir cuidadosamente sobre nossas escolhas e decisões.
Uma esposa, mãe e religiosa de centenas de anos atrás nos dá pistas de como discernir a vontade de Deus em meio às dificuldades. Seu nome é Brígida, da Suécia, e ela é recordada pela Igreja no dia 23 de julho. Sua vida teve algumas reviravoltas surpreendentes. Mas ela conseguiu superar seus fracassos com a graça de Deus, até se tornar santa.
Brígida era esposa e mãe em 1300. Quando adolescente, ela se casou com um homem chamado Ulf, a quem ela amou muito. Eles tiveram oito filhos e muitas das crianças viveram até a idade adulta, o que não era comum na época.
Depois de embarcar em uma peregrinação juntos, Brígida viu seu marido ficar muito doente e quase morrer. Ela rezou fervorosamente por ele, e ele se recuperou. Mas então, pouco tempo depois, ele morreu.
Após sua morte, ela não sabia o que fazer. Ela rezava muitas horas em seu túmulo e tentava tocar a vida. Até que percebeu que Deus queria que ela fundasse uma ordem religiosa. Ela tinha 41 anos, e uma de suas tarefas foi tentar fazer com que o Papa voltasse para Roma (ele estava morando na França na época), mas não adiantou.
Ela mudou-se para Roma para tentar ajudar a reformar a Igreja, mas suas súplicas não foram bem sucedidas. Todos os seus planos falharam, e ela morreu em Roma, longe de sua casa e de sua família, aparentemente derrotada em seus esforços.
Mas o que aconteceu como resultado de sua vida? Ela e seu marido tinham vivido virtuosamente e criaram seus filhos para conhecer a Deus. Uma de suas filhas é uma santa canonizada – Santa Catarina da Suécia.
Depois, a ordem religiosa fundada por Brígida se espalhou e promoveu o bem em toda a Europa. Durante seu tempo em Roma, ela influenciou na Igreja apenas como testemunho de bondade e caridade.
Mas as pessoas não esqueceram o seu exemplo, e passaram a buscar nela a inspiração para a Deus da maneira que ela fizera. Embora as grandes coisas que ela queria realizar não se realizaram, o modo como ela vivia influenciou muitas pessoas para melhor.
O que a vida de Santa Brígida nos mostra é que, mesmo que nos sintamos derrotados, e mesmo que nossos planos não funcionem, nossas vidas são importantes, e Deus nunca deixa de agir.
Podemos nunca saber exatamente porque as coisas não funcionaram como esperávamos, mas isso não importa. Uma vida “bem sucedida” significa viver com humildade e amor enquanto se tenta seguir a Deus em tudo o que fazemos. A derrota é uma possibilidade, mas também a santidade.

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Hábitos do bom católico: a leitura espiritual

MEDITATION

Um modo efetivo de alcançar o objetivo de crescer em santidade mediante a leitura espiritual é ir além da leitura propriamente dita

A conquista dos bons hábitos requer tempo e perseverança: eles vão sendo adquiridos e assimilados de forma gradual – e correm o risco de enfraquecer se não forem praticados regularmente.
Isto vale também para o nosso relacionamento com Deus: para que ele cresça, temos que dedicar tempo todos os dias a conversar com Ele.

Outro é o hábito da leitura espiritual.
Mesmo alguns minutos de leitura do Novo Testamento, todos os dias, nos permitem identificar-nos com as palavras e com as obras de nosso Salvador.
É altamente recomendado, ainda, dedicar um tempo diário a ler algum dos muitos livros clássicos da espiritualidade católica – de preferência, se você tiver um diretor espiritual, com a recomendação personalizada dele para você.
Um modo efetivo de alcançar o objetivo de crescer em santidade mediante a leitura espiritual é ir além da leitura propriamente dita: comece com uma meditação sobre o Evangelho do dia e, em seguida, faça a sua leitura do livro espiritual escolhido, a fim de fortalecer o seu relacionamento com Deus.
Um dos maiores clássicos da literatura espiritual católica é a Imitação de Cristo, de Tomás de Kempis. 
Também são imperdíveis os livros do pe. Afonso de Santa Cruz sobre a vida de vários santos, beatos e mártires da fé. Em estilo romanceado, ele dá vida e dinamismo aos relatos. 
Seria fácil listar uma infinidade de outros exemplos do tesouro da literatura católica, mas queremos que você participe da conversa com as suas sugestões: que livros você recomenda para a leitura espiritual católica?

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A “soberba disfarçada” dos que não têm tempo para Deus

Rezamos, então? Ah, sim, rezamos! Mas o fazemos do nosso modo e em nosso tempo. As regras, somos nós que as ditamos; os termos, nós que os estabelecemos. Rezamos, sim, mas os deuses, no fundo, somos nós.

No calendário litúrgico anterior à reforma litúrgica de Paulo VI, o Tempo depois de Pentecostes (correspondente ao “Tempo Comum” de agora) era inaugurado com a parábola do grande banquete (cf. Lc 14, 16-24). O texto, proclamado no domingo seguinte à grande solenidade de Corpus Christi (o 2.º depois de Pentecostes), servia de “complemento” para os ensinamentos desta grande celebração [1], lançando uma luz sobre toda a nossa vida espiritual.
Em primeiro lugar, o banquete a que faz referência Nosso Senhor nesta parábola pode significar várias coisas. Numa outra versão da mesma história, presente no Evangelho de S. Mateus (22, 1-14), Jesus fala mais propriamente de um banquete “nupcial”, ou seja, de um casamento. Com essa analogia, Ele quer fazer referência à união entre Deus e o homem que já aconteceu em Jesus Cristo (e à qual chamamos “união hipostática”), à que está acontecendo hoje em nossa vida de oração e em cada comunhão eucarística (pois incorporamos ao nosso o Corpo de Cristo) e, por fim, à que acontecerá no fim dos tempos, quando nos unirmos a Ele de modo total e definitivo.
Concentremo-nos no segundo sentido da comparação: nossa comunhão com Deus através da vida espiritual. À luz disso, as desculpas que os convidados apresentam ao longo da parábola nada mais são do que as desculpas que nós mesmos apresentamos para não procurarmos a Deus e nos unirmos a Ele através da oração e dos sacramentos. No Evangelho, é um homem que comprou uma fazenda e precisa governá-la; é outro que comprou umas juntas de bois e precisa vê-las; é outro que se casou e precisa cumprir seus deveres conjugais… Ou seja, ninguém desocupado; são justamente os “ocupados demais” que Nosso Senhor procura repreender. 
O problema não está, evidentemente, em ter ocupações, posses ou uma família a cuidar. A grande questão, aqui, é que esses homens não compreendem (ou não querem compreender) que toda a sua vida deveria girar em torno desse banqueteque é a oração íntima com Deus. O fato mesmo de eles apresentarem desculpas para não comparecerem ao festim já constitui um absurdo. Seria como alguém dizer que está “ocupado demais” para comer, por exemplo; que tem muito o que fazer e, justamente por isso, deixará de se alimentar… Ora, mas não é justamente o alimento que dará forças a essa pessoa para desempenhar bem suas atividades? 
É com esses olhos que devemos enxergar as desculpas que tantos de nós arrumamos para não rezar: “não tenho tempo”, “estou muito ocupado”, “minha vida é uma correria” são o tipo de frase que só se deve usar para coisas dispensáveis ou insignificantes. Se achamos que a oração seja isso, então a verdade é que nós ainda não entendemos nada de cristianismo. Pior do que isso: não entendemos nada da realidade do nosso ser, que tem uma necessidade profunda de Deus, uma inquietude que não cessará jamais, enquanto não repousarmos nele. Se é essa a nossa postura, somos como o homem orgulhoso descrito pelo livro do Apocalipse: 
Dizes: Sou rico, faço bons negócios, de nada necessito — e não sabes que és infeliz, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que compres de mim ouro provado ao fogo, para ficares rico; roupas alvas para te vestires, a fim de que não apareça a vergonha de tua nudez; e um colírio para ungir os olhos, de modo que possas ver claro (3, 17-18). 
O homem que vive sem oração e, além disso, não se dá conta do quanto precisa de Deus, é exatamente isto: um “infeliz, miserável, pobre, cego e nu”, que se acha “rico”, homem de “bons negócios” e “de nada” necessitado. Ou seja, é um soberbo
Mas essa soberba… quantas vezes pode vir disfarçada de humildade! São Gregório Magno, comentando a frase com que os primeiros convidados pretendiam desculpar-se — “Peço-te que me dês por dispensado” (em latim: Rogo te, habe me excusatum) —, ensina que “aquele que se escusa de ir à ceia de quem o convida, seja por causa da fazenda, seja para experimentar as juntas de bois, simula palavras de humildade: com efeito, enquanto diz ‘rogo-te’, mas se recusa a ir, soa-lhe na voz humildade, mas soberba na ação (humilitas sona in voce, superbia in actione)” [2].
O verbo usado pelo autor sagrado é mesmo providencial: Rogo. Ora, rogar é uma espécie de oração. Logo, também os soberbos “rezam”. Não são pagãos os homens da parábola. Não se trata de descrentes, ateus ou incrédulos. Primeiro porque Nosso Senhor contou essa história aos judeus simbolizando nos primeiros convidados justamente o povo eleito que não O quis receber; mas depois, numa interpretação mais ampla, esses convidados “ocupados demais” somos nós mesmos, os religiosos que acreditamos em Deus, mas vivemos como se Ele não existisse.
Rezamos, então? Ah, sim, rezamos! Mas o fazemos do nosso modo, em nosso tempo; as regras, somos nós que as ditamos; os termos, nós que os estabelecemos; a data, nós que a definimos. Rezamos, sim, mas os deuses, no fundo, somos nós.
Mas poderia o verdadeiro Deus se contentar com um culto prestado deste modo, com uma oração assim soberba? Não, não poderia ser. Nosso Senhor diz que os seus O adorariam “em espírito e em verdade” (Jo 4, 23), e não exteriormente, de modo fingido e dissimulado. Por isso, o texto da parábola diz expressamente que o Senhor se irou com esses homens “ocupados demais”, e que não provariam jamais do seu banquete. Seus lugares seriam ocupados por outros: “os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos” (et pauperes, ac debiles, et caecos, et claudos). 
E por que eles? Porque é essa a disposição interior que Deus espera de nós; Ele quer que nos reconheçamos necessitados dele, que nos demos conta de nossa pobreza, de nossa debilidade, de nossa cegueira e de nossa inconstância; e não que nos consideremos “plenos” e “autossuficientes” a ponto de O abandonarmos e pensarmos que temos tudo aquilo de que precisamos. Porque essa postura, no fim das contas, não passa de uma ilusão. Pauperes, debiles, caeci et claudi somos todos. A diferença é que uns andam na verdade do que são (e, por isso, são humildes), enquanto outros escolheram deliberadamente viver numa mentira: a de que se bastam a si mesmos.
E quem se basta... infelizmente deixa de participar do admirabile commerciumque aconteceu no momento da Encarnação: 
Deus veio a esta nossa pobre terra para realizar uma troca; para dizer-nos, como só um bom Deus poderia fazer: “Tu me dás a tua humanidade e eu te darei a minha divindade; tu me dás o teu tempo e eu te darei a minha eternidade; tu me dás o teu corpo frágil e eu te darei a redenção; tu me dás o teu coração partido e eu te darei amor; tu me dás o teu nada e eu te darei o meu Tudo.” [3]
Quem se basta continua “humano demais”; continua aprisionado no tempo tão passageiro desta existência; continua preso às necessidades tão corriqueiras deste corpo mortal; continua vivendo no mundo limitado dos próprios sentimentos; continua fechado em seu “nada” e, no fim, não ganha o Tudo que o Preciosíssimo Sangue de Cristo nos veio comprar.
Não nos esqueçamos, pois, que o Céu é um dom, que a vida sobrenatural é um presente de Deus, e não algo a que possamos ter “direito” com um simples crachá que nos identifique como católicos ou cristãos. Disponhamo-nos às transformações verdadeiras, profundas e radicais que Deus realmente deseja operar em nós. Mas sem desculpas, sem artifícios, sem subterfúgios. Podemos até enganar os outros, ou tentar enganar a nós mesmos; mas Deus non irridetur, “de Deus não se zomba” (Gl 6, 7): Ele conhece o mais íntimo de nosso coração.

Referências

  1. Dom Prósper Guéranger explica que, “quando ainda não se havia estabelecido a festa do Corpus Christi, este evangelho já estava assinalado para este Domingo. O Espírito divino que assiste a Igreja na ordenação de sua liturgia preparava deste modo, antecipadamente, o complemento dos ensinamentos desta grande solenidade.” (El Año Litúrgico, t. IV: El Tiempo despues de Pentecostes (I). Burgos: Editorial Aldecoa, 1955, p. 113)
  2. S. Gregório Magno, apud Santo Tomás de Aquino, Catena Aurea in Lucam, c. XIV, l. 4.
  3. Fulton Sheen, “The Infinity of Littleness” (de 24 dez. 1933), in: The Eternal Galilean, Washington: National Council of Catholic Men, 1934, p. 12.

    https://padrepauloricardo.org/blog/a-soberba-disfarcada-dos-que-nao-tem-tempo-para-deus

O jejum e a oração que dão frutos

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Ouçamos a sabedoria de São Pedro Crisólogo e aprendamos com ele as três coisas “que mantêm a fé, dão firmeza à devoção e perseverança à virtude": oração, misericórdia e jejum.

Embora haja na Igreja tempos mais fortes para os fiéis fazerem penitência, como são os tempos litúrgicos da Quaresma e do Advento, ao longo de todo o ano somos chamados a fazer mortificações, colocando em prática aquilo que Nosso Senhor ensinava nos Evangelhos: "Se alguém quer vir após mim, renegue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me" ( Lc 9, 23). É atendendo a essa vontade do Salvador, por exemplo, que os católicos de antes jejuavam durante as Quatro Têmporas; que nós, hoje, fazemos abstinência de carne todas as sextas-feiras do ano; e que muitas pessoas vivem a piedosa devoção, durante esses dias, de oferecer uma Quaresma em honra de São Miguel Arcanjo.
A fim, porém, de que as orações e penitências obtenham frutos, requerem-se de quem reza e jejua boas disposições. Nesta breve meditação, extraída da Liturgia das Horas, São Pedro Crisólogo fala justamente disso. "Muito mal suplica", ele diz, "quem nega aos outros aquilo que pede para si". "O jejum só dá frutos", ele continua, "se for regado pela misericórdia". Ouçamos a sabedoria deste Padre da Igreja e aprendamos com ele as três coisas "que mantêm a fé, dão firmeza à devoção e perseverança à virtude": oração, misericórdia e jejum.
Dos Sermões de São Pedro Crisólogo, bispo 
(Sermo 43: PL 52, 320.322) 


O que a oração pede, o jejum o alcança
e a misericórdia o recebe 



Há três coisas, meus irmãos, três coisas que mantêm a fé, dão firmeza à devoção e perseverança à virtude. São elas a oração, o jejum e a misericórdia.O que a oração pede, o jejum alcança e a misericórdia recebe. Oração, misericórdia, jejum: três coisas que são uma só e se vivificam reciprocamente. 



O jejum é a alma da oração e a misericórdia dá vida ao jejum. Ninguém queira separar estas três coisas, pois são inseparáveis. Quem pratica somente uma delas ou não pratica todas simultaneamente, é como se nada fizesse. Por conseguinte, quem ora também jejue; e quem jejua, pratique a misericórdia. Quem deseja ser atendido nas suas orações, atenda as súplicas de quem lhe pede; pois aquele que não fecha seus ouvidos às súplicas alheias, abre os ouvidos de Deus às suas próprias súplicas



Quem jejua, pense no sentido do jejum; seja sensível à fome dos outros quem deseja que Deus seja sensível à sua; seja misericordioso quem espera alcançar misericórdia; quem pede compaixão, também se compadeça; quem quer ser ajudado, ajude os outros. Muito mal suplica quem nega aos outros aquilo que pede para si



Homem, sê para ti mesmo a medida da misericórdia; deste modo alcançarás misericórdia como quiseres, quanto quiseres e com a rapidez que quiseres; basta que te compadeças dos outros com generosidade e presteza. 



Peçamos, portanto, destas três virtudes — oração, jejum, misericórdia — uma única força mediadora junto de Deus em nosso favor; sejam para nós uma única defesa, uma única oração sob três formas distintas. 



Reconquistemos pelo jejum o que perdemos por não saber apreciá-lo; imolemos nossas almas pelo jejum, pois nada melhor podemos oferecer a Deus, como ensina o Profeta: "Sacrifício agradável a Deus é um espírito penitente; Deus não despreza um coração arrependido e humilhado" (cf. Sl 50, 19). 



Homem, oferece a Deus a tua alma, oferece a oblação do jejum, para que seja uma oferenda pura, um sacrifício santo, uma vítima viva que ao mesmo tempo permanece em ti e é oferecida a Deus. Quem não dá isto a Deus não tem desculpa, porque todos podem se oferecer a si mesmos



Mas, para que esta oferta seja aceita por Deus, a misericórdia deve acompanhá-la; o jejum só dá frutos se for regado pela misericórdia, pois a aridez da misericórdia faz secar o jejum. O que a chuva é para a terra, é a misericórdia para o jejum. Por mais que cultive o coração, purifique o corpo, extirpe os maus costumes e semeie as virtudes, o que jejua não colherá frutos se não abrir as torrentes da misericórdia. 



Tu que jejuas, não esqueças que fica em jejum o teu campo se jejua a tua misericórdia; pelo contrário, a liberalidade da tua misericórdia encherá de bens os teus celeiros. Portanto, ó homem, para que não venhas a perder por ter guardado para ti, distribui aos outros para que venhas a recolher; dá a ti mesmo, dando aos pobres, porque o que deixares de dar aos outros, também tu não o possuirás.
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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Oração a São Miguel para que ele proteja você e sua família durante a noite

Saint Michael

Nós somos ainda mais vulneráveis ao mal quando dormimos

Nós também somos vulneráveis ​​quando estamos dormindo. Durante o sono, somos incapazes de nos proteger ou proteger nossa família. No entanto, embora nos sintamos sós, estamos rodeados pela presença de Deus e de uma multidão de anjos celestes. A presença deles é invisível, mas isso não significa que eles não possam fazer nada por nós.
De forma especial, o guerreiro mais poderoso de Deus, São Miguel Arcanjo, pode ficar de prontidão à nossa cabeceira, protegendo-nos e guardando a nossa família.
Abaixo está uma oração retirada do Manual de Oração de São Vicente, que invoca o protetor celestial, juntamente com todos os outros santos, para que eles nos guardem de qualquer mal que possa ocorrer durante a noite. Desta forma, podemos descansar em paz, sabendo que não estamos sozinhos, mas na proteção de um Deus amoroso. Reze todas as noites:
Amado Jesus, recebei nossas almas! Que a Santíssima Virgem Maria, São José e todos os santos e anjos glorifiquem e amem o Sagrado Coração de Jesus por nós esta noite, e orem por nós a Nosso Senhor, para que possamos ser preservados de todo o pecado e do mal.
Abençoado São Miguel, defendei-nos no dia da batalha, para que não nos percamos no terrível julgamento. Ó Anjo de Deus, a cujo cuidado estamos comprometidos pela Suprema Majestade, iluminai-nos, governai-nos e e defendei-nos, esta noite, de todo pecado e perigo.
Salvai-nos, ó Senhor, quando estamos acordados ou dormindo, para que possamos vigiar com Cristo e descansar em paz. Amém.

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Fuja do padrão, acredite nos seus sonhos!

MAN

Investir em grandes sonhos não é algo errado; sair do convencional e dos padrões fazem bem para nós

Sonho parece coisa de gente que vive de fantasia, fora da realidade! Já ouvi e já usei muitas vezes a expressão “cai na real”! E sempre que a ouvi ou utilizei, ela era dirigida a alguém que parecia sonhar acordado, alguém que sonhava com o impossível, com o improvável.
Na verdade, os sonhos nos tiram, muitas vezes, do previsível, do convencional. Isso incomoda, às vezes, desinstala-nos, obriga-nos a fugir dos padrões. Mas quem disse que temos de estar dentro dos padrões?
Conheci muita gente diferente, inusitada, pessoas fantásticas pela sua capacidade de elaboração e criatividade. Algumas pareciam nem viver neste mundo, tamanha capacidade de viverem longe da realidade. Aqui me explico: longe da realidade convencional, porque foram capazes de quebrar padrões. Pessoas que, corajosamente, quiseram sonhar e viver a aventura de perseguir seus sonhos, ainda que para muitos esses sonhos fossem utopia, coisa de “gente doida”. No entanto, levaram não só os sonhos adiante, mas fizeram com que outras pessoas também se envolvessem em seus sonhos, o que os tornou uma realidade.
Conheci tantas outras pessoas que também sonhavam, mas não tiveram a mesma coragem de lutar pelo que acreditavam, e foram deixando que seus sonhos se esvaziassem, foram sonhando sozinhas e desanimaram. Sonharam o sonho dos outros, não foram protagonistas, mas figurantes.
Para essas pessoas, os sonhos duram apenas as horas de uma noite mal dormida, daquelas que a gente acorda cansado como se não tivesse dormido, e podem até se tornar pesadelos.

Sonhar faz parte da nossa essência

Tenho a impressão, no entanto, de que os nossos sonhos são todos cheios de realismo. Faz parte da nossa essência sonhar. Não sonhamos com coisas ruins para nós e para outros, sonhamos coisas boas, sonhamos com um mundo melhor, com a felicidade e a paz. Sonhamos fazer coisas que nos darão a possibilidade de continuar sonhando.
Um amigo me disse um dia desses: “Cansei de sonhar, não acredito mais em nada!”. Vi, em suas palavras, que ele estava frustrado, decepcionado, estava incapacitado de lutar pelos seus sonhos. Perdera o entusiasmo, não existia mais o sonho, somente a realidade de alguém que preferiu a mesmice dos padrões a viver do determinismo, deixando de ser um autêntico sonhador.
Quando me vejo em situação semelhante, peço a Deus que me devolva a graça de sonhar. Quero sonhar muito, sonhar alto, sonhar com ousadia, creio que este é o caminho da vida!
Por Simoni Cavazanni, via Canção Nova 

Tendo problemas no computador? Reze estas orações por uma rápida resolução



COMPUTER

Seja qual for a questão relacionada ao computador que você está tendo, entregue-se a Deus com estas orações

A tecnologia, por mais que avance, nunca será perfeita. Sempre haverá problemas, e muitas vezes esses problemas podem causar estragos em nossas vidas.
É difícil suportar vários tipos de problemas no computador, especialmente quando parece que nada mais pode ser feito. No entanto, com uma firme confiança em Deus, nossa alma pode se acalmar.
Abaixo estão algumas orações que podem ser úteis durante um período difícil. A primeira é de Santa Teresa d’Ávila, e se concentra em acalmar os nervos que podem estar esgotados pelos enfrentamentos e provas da vida.
Nada te perturbe,
nada te amedronte.
Tudo passa,
a paciência tudo alcança.
A quem tem Deus nada falta.
Só Deus basta!
Esta segunda oração foi escrita pelo bispo emérito Richard Sklba, da Arquidiocese de Milwaukee. Ele a compôs especificamente para tal situação.
Abençoe novamente neste dia o meu trabalho no computador,
uma ferramenta que aguarda Seu poder e meu esforço humano.
Conceda sabedoria, conhecimento e uma memória clara à minha mente,
enquanto me sento diante desta nova criação.
Abençoe meu coração com infinita paciência sempre que necessário.
Guie minhas mãos para que eu seja Seu servo fiel em todas as teclas que pressionar.
Habilite meus esforços limitados para trazer glória ao Seu nome
e bênçãos para o Seu povo em todos os lugares.
Não me apague do Seu Reino
e me salve de todo o medo e de todo erro do pecado e da ignorância.

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