sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Antes da Missa: peça ao Espírito Santo incendiar o seu coração


Se quisermos nos oferecer a Deus na Missa, precisamos da orientação do Espírito Santo

OConcílio Vaticano II incentivou os leigos a abraçar uma “participação plenamente consciente e ativa” na Missa. A ideia é que os que estão nos bancos estejam totalmente presentes ao que acontece no altar, oferecendo, juntamente com o sacerdote, suas vidas a Deus.
No entanto, é tentador para muitos de nós assistir à Missa e apenas aquecer o banco – não o coração.
Uma maneira de despertar nossa alma para a Eucaristia é pedir ao Espírito Santo que inflame nosso coração com o profundo amor de Deus e a capacidade compreensão da Missa. Se quisermos nos oferecer a Deus na Missa, precisamos da orientação do Espírito Santo; é ele que vai preparar nosso coração para receber Jesus na Santíssima Eucaristia.
Aqui está uma breve oração de um livro de oração de 1876 que resume perfeitamente esse desejo e é uma ótima maneira de entrar no clima certo antes da Missa:
“Espírito Santo, enchei de amor o meu coração frio, para que eu possa participar desta Missa com muita reverência e devoção.
Maria, minha mãe, rogai por mim. Meu anjo da guarda, me protegei de todos os pensamentos vãos e errantes. Amém.”

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Os 4 Jesuses que nós inventamos e o Jesus que nós encontramos

Jesus Christ; King;

Como evitar os mal-entendidos sobre Ele?

Sem a Igreja, Jesus ficaria à mercê da nossa imaginação, das nossas interpretações, do nosso humor“, disse o Papa Francisco no dia 1º de janeiro de 2015.
Isto, sem dúvida alguma, é verdade. Nós reescrevemos Jesus, como em “O Código Da Vinci”; nós o repensamos sem a fé, como nas obras do cético Bart Ehrman; ou reimaginamos a fé sem a religião, como tentaram fazer, em seus livros recentes, os autores James Carroll e Bill O’Reilly.
Existem vários Jesuses em nossa cabeça e é importante fazer o esforço de separá-los. Eu não pretendo listar aqui todas as respostas erradas para a pergunta “Quem é Jesus?”. A verdade é que eu mesmo caio com frequência em cada uma das respostas erradas – e suspeito que mais gente também…

O primeiro Jesus: um vívido e amoroso amigo imaginário

Minha esposa e eu damos aulas para os crismandos em nossa paróquia de Atchison, no Estado do Kansas, EUA, e eu sempre abro a primeira aula dizendo: “Levante a mão quem acha que a seguinte afirmação é verdadeira: Jesus é um amigo imaginário que vai nos dar um abraço toda vez que precisarmos dele”.
Normalmente, pelo menos a metade das mãos se joga para cima. Às vezes, quase todas. Mas eu estou orgulhoso dos meus alunos deste ano: eles não só não levantaram mão nenhuma como ainda protestaram: “Ele não é imaginário!”.
De qualquer maneira, mesmo a turma deste ano teve dificuldades para entender que nem sempre Jesus nos abraça: algumas vezes, Ele retém o seu amor para nos fazer desejá-lo com mais intensidade.
A verdade é que todos nós, de vez em quando, fazemos de Jesus uma espécie de consolação emocional. Mas isso é perigoso. Jesus mesmo nos disse: “Quem me ama, guardará os meus mandamentos”. Ora, se o nosso Jesus é só um amigo imaginário abraçável, guardar os mandamentos dele é uma coisa que não fará sentido nenhum nem terá impacto algum sobre nós. E o mundo vai descartar rapidamente esse Jesus por vê-lo apenas como uma fraqueza psicológica nossa, da qual é melhor não participar.

O segundo Jesus: um embasamento moral para a nossa ideologia

Vivemos em uma sociedade onde as perguntas sobre nós não priorizam mais “Qual é a sua religião?” ou “De que família você é?”, mas sim “Qual é o seu partido ou orientação política?”.
Numa sociedade assim, corremos o constante perigo de politizar Jesus Cristo. Um lado se convence de que Jesus vota na direita porque os direitistas são pró-vida (ou, pelo menos, são contra o aborto) e avessos à redefinição do casamento. O outro lado tem certeza de que Jesus vota na esquerda porque os esquerdistas se opõem às guerras (exceto quando eles próprios começam as guerras) e se mostram a favor dos pequenos (desde que os pequenos já tenham nascido, não sejam muito velhos e não trabalhem numa fábrica na China).
Como quer que seja, podemos reduzir Jesus, no meio desses mal-entendidos, a um fator entre muitos outros fatores que compõem algo de grande importância para nós: as nossas opiniões políticas (ou aquilo que achamos que são “opiniões políticas”). Este Jesus não tem a nossa permissão para desafiar essas opiniões; nós é que procuramos garantir que esse “nosso” Jesus as reforce sempre.

O terceiro Jesus: um talismã mágico

Este erro na visão que temos de Jesus pode ser cometido tanto por quem o evoca quanto por aqueles que o temem.
Para os religiosos, Jesus pode se tornar um tipo de “gênio da lâmpada” capaz de realizar os seus desejos, bastando repetir esses desejos com insistência e com “sentimento”. Já para os temerosos, Jesus pode virar uma espécie de “bicho-papão”: Ele não é levado muito a sério, mas também é bom não “desrespeitá-lo”, por que vai que isso dá azar ou atrai represálias do além…
Trate-se de religião superficial ou de mera superstição, esta atitude presta a Jesus um terrível desserviço e acaba destruindo a fé nele. Se Deus, para nós, serve apenas para satisfazer os nossos desejos errantes, não vamos demorar a descobrir que Ele não “funciona” do jeito que gostaríamos. E se Jesus é só uma “força do karma” que nos exige tomar cuidado, logo descobriremos que Ele é uma força bem fraquinha…

O quarto Jesus: o da apologética

Outra armadilha em que os católicos ativos, leitores de blogs e defensores da Igreja podem cair facilmente é a de reduzir Jesus a um item-chave para as suas discussões: aquela figura que serve para “dar sentido” aos seus argumentos.
Quando descobrimos a apologética, percebemos que a nossa fé não é um absurdo; que ela dá forças para a nossa vida e melhora o nosso relacionamento com Deus durante algum tempo. O problema é quando tudo acaba por aí mesmo. O fato é que o nosso relacionamento com Deus tem que progredir sempre. Não basta concluir que “Jesus demonstra que a Igreja está certa e que o mundo está errado”; é preciso descobrir que “Jesus é a Verdade, a Beleza, a Bondade e o Mistério, e que o mundo e eu temos que lutar para compreendê-lo melhor”.
Esse Jesus da apologética, no fim das contas, não é tão diferente do “Jesus histórico” sobre o qual os céticos gostam de especular: Ele é um mero objeto de erudição humana, uma figura fascinante, mas remota.

O quinto Jesus: o Deus Filho e o filho de Maria

Eu não vou conseguir resumir o verdadeiro Jesus em poucas frases, mas, na primeira homilia que fez em janeiro, o papa Francisco nos deu uma pista: “A nossa fé não é uma doutrina abstrata ou uma filosofia, e sim uma relação vital e completa com uma pessoa: Jesus Cristo”. Jesus é o verdadeiro Deus que realmente compartilhou da nossa humanidade e que realmente está conosco nos sacramentos.
Os mal-entendidos em que caímos quando o assunto é Jesus não são muito diferentes dos enganos que cometemos no tocante a outras pessoas que fazem parte da nossa vida. Tendemos a diminuir, romantizar ou desdenhar a nossa esposa ou o nosso marido em vários aspectos da nossa relação, antes de nos lembrarmos de que ela ou ele é de carne e osso. A melhor maneira de melhorar a nossa compreensão da nossa esposa ou esposo é passando mais tempo com ela ou ele, falando e também ouvindo. A mesma coisa acontece com Jesus.
Em todos estes equívocos, o maior problema é que eles fazem de Jesus um meio para um fim, e não um fim em si mesmo. Nós nunca vamos entender o Jesus real até nos encontrarmos com Ele nos contextos em que Ele pode ser encontrado: nas sagradas escrituras, no tabernáculo, no confessionário, na comunidade dos crentes e nos ensinamentos da Igreja.

https://pt.aleteia.org/2019/12/10/os-4-jesuses-que-nos-inventamos-e-o-jesus-que-nos-encontramos/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=weekly_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

Pe. Gabriel Vila Verde: “Quem não ajuda a Igreja não deve criticar”


“Chega de tanta crítica de quem não faz nada. Quer ver a Igreja de Deus crescendo? Fecha um pouquinho a boca e mãos à obra!”

Em sua página pessoal no Facebook, o pe. Gabriel Vila Verde propôs aos católicos um exame de consciência rápido e direto ao ponto no tocante à vivência da própria fé católica:
O que você está fazendo pela Igreja?
Chegou o advento. Em quantas casas você vai rezar a novena do Natal?
E as famílias carentes? Como irá ajudar?
E o grupo de canto? Quando vai se dispor para os ensaios?
E na limpeza do templo? Quando vai pegar numa vassoura?
E os grupos de jovens? Quando vai aparecer lá para dar uma força?
E a Pastoral do Dízimo? Quando vai fazer uma visita?
E na adoração ao Santíssimo, quando vai aparecer?
E o padre de sua paróquia? Já perguntou a ele se tem alguma missão a ser feita?
Chega de tanta crítica de quem não faz nada. Quer ver a Igreja de Deus crescendo? Fecha um pouquinho a boca e mãos à obra!!! São Paulo diz nas Escrituras: quem não trabalha não deve comer. Eu aproveito a carona e digo: quem não ajuda a Igreja, não deve criticar.
https://pt.aleteia.org/2019/12/05/pe-gabriel-vila-verde-quem-nao-ajuda-a-igreja-nao-deve-criticar/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt 

Quer entender melhor o ano litúrgico? Este e-book gratuito pode ajudar!

o tempo de uma presença

Texto disponibilizado pelo Opus Dei apresenta a riqueza da liturgia católica, na qual celebramos o mistério de Cristo ao longo do tempo

Osite do Opus Dei em português oferece gratuitamente, no formato ePub, o livro digital “O tempo de uma presença: o ano litúrgico na vida dos cristãos“, de Juan José Silvestre.
A apresentação do texto, feita pelo site, nos diz:
“A história não é um simples suceder-se de séculos, anos e dias, mas é o tempo de uma presença que lhe confere pleno significado, abrindo-a a uma esperança sólida”. Estas palavras de Bento XVI, que inspiraram o título deste livro, descrevem a essência do ano litúrgico, “celebração do mistério de Cristo no tempo”.
Este livro, com textos publicados no site do Opus Dei, convida a aprofundar nas tonalidades que a oração da Igreja adquire no tempo. Com palavras do Papa Francisco, “tempo e espaço de Deus”, Ele nos convida a “entrar ali, no tempo de Deus, no espaço de Deus, e não ficar olhando o relógio. A liturgia é, precisamente, entrar no mistério de Deus, deixar-se levar ao mistério e estar imerso no mistério”.

Índice do e-book

Apresentação
1. Tempo do Advento: Preparar a Vinda do Senhor
2. Tempo de Natal: a luz de Belém
3. Quaresma: O caminho para a Páscoa
4. Semana Santa: Amou-nos até o fim
5. Páscoa: Ressuscitei e sempre estou contigo
6. Tempo Comum: o domingo, dia do Senhor e alegria dos cristãos
7. As Festas do Senhor durante o Tempo Comum (I)
8. As Festas do Senhor durante o Tempo Comum (II)
9. “Chamar-me-ão bem-aventurada”: Santa Maria, no ano litúrgico
10. A música que vem de Deus: canto e música na liturgia
11. Como uma grande sinfonia: os santos no ano litúrgico

Como baixar a sua cópia grátis

ATENÇÃO: Lembre-se de que o formato deste e-book é o “ePub”. Este formato exige que você tenha instalado (em seu celular ou computador) algum aplicativo específico habilitado para lê-lo. Existem diversos aplicativos gratuitos para esta finalidade, geralmente chamados de “e-readers“.
Uma vez que você tenha o aplicativo adequado para a leitura do formato ePub, poderá descarregar o e-book no seu celular ou computador acessando aqui o arquivo digital. O link é fornecido pelo site do Opus Dei.

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Conselhos para lidar com as críticas de forma serena

PSYCHOLOG


3 dicas de um santo que foi constantemente criticado

Como padre, eu ouço muitas críticas. Os temas são muito abrangentes – o volume do sistema de som, o choro dos bebês durante a missa, a posição das velas no altar, uma palavra usada durante a homilia, o modo como eu me visto. E as críticas não são apenas direcionadas a mim. As pessoas vêm me dizer o que está errado com as outras pessoas e com o mundo. De certo modo, é um sinal de respeito que as pessoas estejam tão dispostas a ser honestas comigo.
Mas nem sempre eu lidei bem com isso. Ainda me lembro de quando comecei a escrever seriamente e publicar artigos. Na internet, os comentários podem ser brutais. Haverá inevitavelmente um ataque pessoal ou uma reação negativa totalmente sem sentido. Isso já me incomodou muito, mas depois notei outra coisa. Todo mundo é criticado. Como padre e escritor, não sou único. Todos, em todas as esferas da vida, são questionados e atacados.
Amanhã é a festividade de São Bernardino, franciscano do século 14 que viveu no norte da Itália. Quando conheci sua história, fiquei impressionado com a forma como esse humilde homem foi constantemente criticado. Quando virou monge, sua primeira tarefa foi pedir esmolas em Siena, motivo pelo qual ele foi frequentemente criticado pelos habitantes da cidade. Entre seus familiares, ele foi criticado por ter se tornado monge ao invés de um homem de negócios. Diz-se que Bernardino absorvia com calma os insultos e as críticas.
Mais tarde em sua vida, Bernardino tornou-se um pregador famoso, multidões de 30.000 pessoas acorriam para ouvi-lo falar. E quanto mais famoso, maiores foram as críticas. Um nobre local se ofendeu e ameaçou-o com prisão e morte se Bernardino não mudasse os temas de seus sermões. Ele foi denunciado como herege e forçado a ir a julgamento perante o Papa para se defender. Ele por fim conseguiu limpar seu nome, mas enquanto esteve em meio às críticas, permaneceu, como sempre, perfeitamente calmo. Tudo o que ele dizia era: “Deus cuida dessas coisas”.
Bernardino fala sobre como lidar com as críticas de forma serena, contando uma história sobre um abade e um de seus jovens monges. O abade diz ao monge para buscar um burro. O abade monta no burro e inicia a viagem, enquanto o jovem monge segue a pé. Quando eles passam pela cidade, um homem reclama que o abade está sendo egoísta, pois o jovem monge caminha na lama. Então o abade desce do burro e pede para o jovem monge ir montado. Mais adiante, um homem os vê e comenta que é muito estranho que um homem velho ande enquanto um jovem segue montado, quando, na verdade, ambos podiam montar no animal. Então o abade também sobe no burro. Mais à frente, um homem os vê e comenta que o abade e o monge estão maltratando o animal. Então eles descem do burro. Vem outro homem e diz que os dois são insensatos de caminhar e não montar no burro.
A partir dessa fábula, Bernardino explica que alguém, em algum lugar, vai criticá-lo por qualquer coisa que você faça, então não se preocupe com as opiniões de outras pessoas.

Em primeiro lugar, leve as críticas a sério, mas não de forma pessoal

Isso não significa mudar ao primeiro indício de uma opinião diferente, mas também significa não mergulhar numa reação defensiva. Bernardino prosseguiu com serenidade em seu caminho.

Segundo, se você refletiu sobre suas ações, não se preocupe com o que as outras pessoas pensam

Busque bons conselhos, ouça sua consciência, tome sua decisão e não dê atenção à negatividade e às críticas.

Em terceiro lugar, nenhuma discussão é necessária

Nem Bernardino – nem seu abade fictício – pararam para discutir com seus detratores. Nem todo mundo precisa concordar ou nem mesmo entender tudo o que você faz. E discutir com os críticos muitas vezes é simplesmente uma energia desperdiçada.
No final, Bernardino lidou com as críticas tão bem porque sabia que estava indo agindo da melhor maneira que podia. Suas ações eram genuínas em favor das outras pessoas, e não por causa de sua reputação. A única coisa que importa é viver generosa e humildemente, sempre procurando fazer o bem em todas as situações – não importa o que nossos críticos digam.

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Grandes coisas

Prometemos grandes coisas, maiores
são as que nos foram prometidas.

Observemos as primeiras e suspiremos
pelas outras. O prazer é breve, o castigo

perpétuo, o sofrimento pequeno e a glória
não tem fim.

Tomas De Celano

sábado, 7 de dezembro de 2019

Breve “Guia das 4 Atitudes Pessoais no Advento”, semana por semana

SUNSET

Sugestões para viver melhor este período litúrgico de espera confiante na vinda de Jesus

Apalavra advento significa “chegada” e, no caso do presente tempo litúrgico, é um convite da Igreja a vivermos a espera da vinda de Jesus em atitude de vigilância, diligência, penitência, oração, esperança e gratidão Àquele que, sendo Deus, se fez homem e nasceu por amor a nós!
Há preciosas tradições que nos ajudam a aproveitar com intensidade espiritual este precioso tempo de preparação para o Natal. Uma delas é a Coroa do Advento:


E há também, é claro, o chamado do Espírito Santo a prepararmos a nossa alma, em recolhimento pessoal diante de Deus e da nossa própria consciência. É para essa preparação que sugerimos o seguinte “guia” – que não é nada formal, nem constitui nenhuma tradição específica da Igreja. São meras sugestões para vivermos de modo mais intenso o Advento em nosso cotidiano!

Primeira Semana: Limpeza

Viva a virtude da pureza, do perdão, da retidão das intenções. Asseie o seu interior com espírito vigilante e varra de si mesmo tudo aquilo que não deixa você olhar com clareza para a Magnificência de Deus!
Limpe a sua alma com um exame de consciência profundo, pensando nas coisas que separam você de Deus. Depois faça uma boa confissão, pedindo-Lhe perdão.
Ah, e você também precisa perdoar. Tire do seu coração aquilo que impede você de experimentar em profundidade o amor de Deus, o mesmo amor que você deseja viver e transmitir plenamente aos seus semelhantes. Você pode fazer, por exemplo, alguma oração parecida com esta:
Pai, eu Te suplico humildemente: dá-me tudo o que eu não soube Te pedir e tira de mim tudo aquilo que eu não soube Te entregar. Tira de mim tudo aquilo que me afasta de Ti e nunca permitas que nenhum amor humano, nenhum bem material, nenhuma circunstância da vida me separe de Ti, do Teu coração, pois eu desejo ser só Teu, meu Senhor! Completamente Teu!

Segunda Semana: Reorganização

Depois da limpeza, vem a recolocação de tudo em ordem. A verdadeira paz está relacionada com a ordem da alma, que nos ajuda a viver a vida com as prioridades certas. A máxima prioridade é Deus, que é a plenitude do Ser, a plenitude do Amor, a plenitude do Bem, a plenitude da Beleza, a plenitude da Verdade, a plenitude da Felicidade.
Organize os seus afetos recolocando Deus no primeiro lugar. Siga o que Ele pede. Assim, você experimentará a ordem interior e, portanto, a verdadeira paz – a mesma paz que você vai retransmitir ao mundo, já que os outros vão dizer: “Eu também quero viver como você!”.
Mas lembre-se: paz não significa ausência de problemas; ela é fruto da certeza de que, por trás de todo acontecimento, por mais doloroso que seja, Deus tem um plano perfeito que poderá levar você à sua plenitude – se você deixar.

Terceira semana: Caridade

Nesta semana, foque na caridade e na misericórdia para com os seus irmãos em Cristo. Com todos. O serviço ao próximo, que é fruto do sacrifício e do amor autêntico, se torna alimento para a alma, motor para a vida e veículo do amor de Deus para os demais.
Lembre-se: é dando que se recebe. Amar e servir a quem você ama é fácil; amar e servir a quem mais custa é prática real de misericórdia e caridade.

Quarta semana: Alegria!

O Natal já está às portas! Esta é a grande semana! Desfrute-a com a felicidade de uma alma cheia de esperança, alegria, certeza do Amor de Deus! Reconheça realmente quem você é e viva com dignidade, honrando a sua verdadeira natureza: você é ninguém menos que FILHO DE DEUS, redimido por Cristo!

https://pt.aleteia.org/2018/12/04/breve-guia-das-4-atitudes-pessoais-no-advento-semana-por-semana/