domingo, 19 de janeiro de 2020

Não havia comunhão na mão na Igreja dos primeiros séculos

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D. Athanasius Schneider é bispo auxiliar da diocese de Karaganda (Casaquistão), uma ex-república soviética com 26% de cristãos, maioritariamente ortodoxa mas com uma pujante comunidade católica.
Segundo D. Athanasius Schneider, o costume de comungar na mão é “completamente novo”, posterior ao Concílio Vaticano II, e não tem raízes nos tempos dos primeiros cristãos, ao contrário do que se alega com frequência.
Na Igreja primitiva era necessário purificar as mãos antes e depois do rito, e a mão estava coberta com um corporal, de onde se tomava a forma directamente com a língua: “Era mais uma comunhão na boca do que na mão”, afirmou Schneider. De facto, depois de comungar a Sagrada Hóstia o fiel devia recolher da mão, com a língua, qualquer pequena partícula consagrada. Um diácono supervisionava esta operação. Nunca se tocava com os dedos: “O gesto da comunhão na mão tal como o conhecemos hoje era totalmente desconhecido” entre os primeiros cristãos.
Aquele gesto foi substituído pela administração directa do sacerdote na boca, uma mudança que teve lugar “instintiva e pacificamente” em toda a Igreja. A partir do século V, no Oriente, e no Ocidente um pouco mais tarde. O Papa S. Gregório Magno no século VII já o fazia assim, e os sínodos franceses e espanhóis dos séculos VIII e IX sancionavam quem tocasse na Sagrada Forma.
Afirma ainda D. Athanasius Schneider que a prática que hoje conhecemos da comunhão na mão nasceu no século XVII em meios calvinistas, onde não se acreditava na presença real de Jesus Cristo na eucaristia. “Nem Lutero”, que acreditava nessa presença, embora não na transubstanciação, “o teria feito”, disse o prelado. “De facto, até há relativamente pouco tempo os luteranos comungavam de joelhos e na boca, e ainda hoje alguns o fazem assim nos países escandinavos”.


in religionenliberdad.com

*PRECISAMOS TER UMA VIDA DE ORAÇÃO*

Efesios,palavra
No Evangelho segundo Mateus, Jesus nos ensina a ter uma vida de oração. Mais que isso, nos ensina a orar. Não como os pagãos faziam, porque eles faziam discursos, clamores sem fim e derramavam lágrimas para implorar a seus deuses aquilo de que eles 
precisavam. Jesus nos diz para não sermos assim. Aliás, sabemos que este Evangelho está ligado ao Evangelho de São Lucas, no qual aparece a passagem em que os apóstolos pedem a Jesus para ensinar-lhes a orar como João Batista ensinou os seus discípulos. 
Isso porque os discípulos de João Batista o viam rezar e admiravam o modo como ele elevava as suas preces. A mesma coisa fizeram os apóstolos a Jesus: “Jesus, ensina-nos a rezar”. Então, Jesus ensinou a oração do pai-nosso. Quero dizer a você que o pai-nosso está acima de 
qualquer modelo de oração e que, com simplicidade, nos dirigimos ao Pai, em primeiro lugar, falando das coisas Dele, das coisas do Reino: “Pai Nosso que estais no céu, 
santificado seja o vosso nome e venha o vosso Reino”. Depois, nos dirigimos ao Pai pedindo as nossas necessidades: “O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as 
nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”. 
É uma oração simples, na qual dirigimos ao Pai as Suas coisas, as coisas do Reino e as coisas de que necessitamos, com confiança de filhos. Nós devemos ser homens e 
mulheres de oração! A base da nossa comunidade é sermos uma comunidade de amor e de adoração. 
Adoração e oração estão no mesmo “pé”. Temos na Canção Nova, diariamente, a graça de termos a grande oração que é justamente a celebração da Eucaristia, onde o grande orante é Jesus, e nós nos unimos a Ele em Sua oração. Ele está se oferecendo ao Pai como Ele se ofereceu no calvário. No altar, acontece o mesmo e o único sacrifício do calvário. Não é outro! É o mesmo, é o único sacrifício. Jesus, também no Céu, está nesta atitude mostrando ao Pai as Suas chagas e pedindo 
por nós! Portanto, na missa acontece a grande oração. Daí é preciso que nós façamos da celebração da Eucaristia a nossa grande oração. Que possamos realmente buscar ter toda 
a atenção e acompanhar tudo na Santa Missa. Principalmente quando o sacerdote impõe as mãos pedindo que venha sobre aquelas oferendas o Espírito Santo. Quando ele profere as palavras da consagração, a grande “oração” acontece – o pão e o vinho são transubstanciados no corpo e no sangue, na alma e divindade de Jesus. Ele ali se oferece ao Pai pela remissão dos pecados de todo o mundo, em todo tempo e em todo lugar. Depois, o grande momento é quando recebemos este Jesus na Eucaristia.

*ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DAS MISERICÓRDIAS* 

Ó, Maria Rainha e Mãe de Misericórdia, 
perfeito lírio de Deus, 
hoje desejo me consagrar inteiramente 
ao vosso coração materno, 
prometendo defender, com a arma do rosário, a Santa Igreja, o Papa, os bispos e todo o clero. 
E vos pedimos que a vossa misericórdia, unida com o sangue de Jesus, possa fazer com que amemos 
e perdoemos os nossos irmãos. 
Mãe de misericórdia: dai-nos a vossa misericórdia. Ó, Jesus, pelo Teu precioso Sangue, salva-nos do mal do inferno. 
Amém!

Sofrer os defeitos dos outros




Aquilo que o homem não pode emendar em si mesmo ou nos demais, deve-o tolerar com paciência, até que Deus disponha de outro modo. Considera que talvez seja melhor assim, para provar tua paciência, sem a qual não têm grande valor nossos méritos. Todavia, convém, nesses embaraços, pedir a Deus que te auxilie, para que os possas levar com seriedade. 

Se alguém, com uma ou duas advertências, não se emendar, não contendas com ele; mas encomenda tudo a Deus para que seja feita a sua vontade, e seja ele honrado em todos os seus servos, pois sabe tirar bem do mal. Procura sofrer com paciência os defeitos e quaisquer imperfeições dos outros, pois tens também muitas que os outros têm de aturar. Se não te podes modificar como desejas, como pretendes ajeitar os outros à medida de teus desejos? Muito desejamos que os outros sejam perfeitos, e nem por isso emendamos as nossas faltas. 

Queremos que os outros sejam corrigidos com rigor, e nós não queremos ser repreendidos. Estranhamos a larga liberdade dos outros, e não queremos sofrer recusa alguma. Queremos que os outros sejam apertados por estatutos e não toleramos nenhum constrangimento que nos coíba. Donde claramente se vê quão raras vezes tratamos o próximo como a nós mesmos. Se todos fossem perfeitos, que teríamos então de sofrer nós mesmos por amor de Deus? 

Ora, Deus assim o dispôs para que aprendamos a carregar uns o fardo dos outros; porque ninguém há sem defeito; ninguém sem carga; ninguém com força e juízo bastante para si; mas cumpre que uns aos outros nos suportemos, consolemos, auxiliemos, instruamos e aconselhemos. Quanta virtude cada um possui, melhor se manifesta na ocasião da adversidade; pois as ocasiões não fazem o homem fraco, mas revelam o que ele é.

(Imitação de Cristo, cap.16)

O caminho do céu para o pobre é o sofrimento; para o rico é a esmola



O GRANDE PRECEITO DA ESMOLA

1 – Porque razão Deus, que é o Pai comum e Benfeitor de todos os homens, faz nascer uns na pobreza e outros na opulência? Porque, diz Santo Agostinho, uma vez estabelecida a ordem atual das coisas, esta desigualdade é necessária para a sua conservação. Efetivamente, se não houvesse pobres, não haveria nem trabalho, nem indústria, nem obediência, nem mando; de onde se conclui que a opulência e a pobreza são dois laços que unem o gênero humano.

2 – Mas o Pai celeste não esqueceu por isso seus filhos pobres, que são objeto das suas mais caras complacências, pois que ele mesmo quis que seu filho nascesse, vivesse e morresse pobre.

3- No mesmo modo que Deus remedia a secura da terra com o orvalho e abundantes chuvas, também quer que o supérfluo dos ricos remedie a indigência dos pobres. Aquele que reparte com os pobres o supérfluo, não lhe faz um dom ou favor, mais cumpre um dever imposto por esse Deus, que é o pai previdente e o senhor absoluto do pobres.

4 – Há duas qualidades de supérfluo: uma diz respeito ao que nos é necessário para viver, outra diz respeito às exigências do nosso estado; a primeira devemos empregá-la nas necessidades extremas do próximo, a segunda nas suas ordinárias necessidades e com maior razão nas suas graves precisões.

5 – Cada qual tem o direito de viver com a decência correspondente ao seu estado; mas esta conveniente decência não forma um todo indivisível, pois ainda que a este estado se acrescentem muitas coisas, dele não se sai, assim como ainda que dali se tiverem muitas outras, não nos aviltamos.

6 – Daqui resulta que não se pode estabelecer uma regra uniforme e invariável para determinar na prática o que é supérfluo; por isso depende de muitas circunstâncias reunidas, e é por esta razão que, segundo São Tomás, em tais matérias devemos seguir a opinião de uma pessoa sábia e prudente.

7 – É certo, algumas vezes, que o que não é necessário ao sustento da vida e às exigências do nosso estado, deve ser considerado como supérfluo: porém devemos fazer isto, quando tenhamos examinado o nosso estado segundo as regras da moderação cristã, da qual a nenhum fiel é lícito apartar-se.

8 – Muitos ricos há que não conhecem nada de supérfluo no seu estado, porque se entregam a um luxo, que devora todas as suas riquezas. Aquele que quiser viver como o rico avarento de que fala o Evangelho, não achará nunca nem pão nem ao menos uma migalha para dar a Lázaro.

9 – Estes ricos tornam inútil o grande preceito da esmola, e são culpados de um grave roubo, sacrificando a sua cega e sórdida ambição o patrimônio destinado por Deus a sustentar os pobres. Tertuliano chama-lhes ricos predestinados ao inferno, para diferença dos ricos caritativos, que são predestinados à glória. O caminho do céu para o pobre é o sofrimento; o caminho do céu para o rico é a esmola.

10 – O deixar uma quantia razoável para as necessidades ordinárias e extraordinárias da vida não é amontoar supérfluo; mas sim proceder conforme manda a prudência. Assim como toda a comida é temperada com sal, assim toda a virtude deve ser temperada com a prudência e precaução.

11 – O que acabamos de dizer aplica-se sobre tudo aos pais, que devem poupar tudo que é necessário para bem educar seus filhos, e dar às suas filhas um dote segundo o seu estado e meios. Fazer isto, não é amontoar supérfluo; mas sim prover ao necessário; pois aos pais ou aqueles que os substituem são obrigados, por dever de justiça, a dar a seus filhos essa educação e dote.

12 – Mas para ser previdente para com seus filhos não é necessário ser cruel para com os pobres. De todas as heranças que podeis deixar a vossos filhos, a mais bela é o exercício da caridade. A família do homem caritativo será sempre abençoada por aquele Deus, que manda dar esmola.

13 – O dever da esmola não obriga a renunciar aquilo que o nosso estado ou condição exige. A virtude como já dissemos no princípio deste livro com Santo Agostinho, não é outra coisa senão a ordem: logo, aquilo que não é bem ordenado não é virtude.

14 – Há certas pessoas que para darem mais abundantes esmolas faltam ao reconhecimento e à generosidade para com aqueles de quem receberam serviços ou favores: isto é um erro. As virtudes respeitam-se mutuamente e dão-se as mãos; nenhum exige o que é devido a outra.

15 – Não cuides que tendes obrigação de socorrer todos os necessitados; isso não é possível. Quando tiverdes distribuído um numero de esmolas, que segundo o juízo de uma pessoa prudente, é proporcionado aos vossos meios, tereis satisfeito ao vosso dever para com Deus e para com o próximo, e deveis viver sossegados.

16 – É necessário usar de prudência na repartição das esmolas. É impossível imaginar quantas pessoas fingem necessidade ou exageram, para serem socorridas. Cumpre pois evitar a demasiada credulidade e ser prudente no exercício desta obra de misericórdia, para que a esmola caia na mão do que é verdadeiramente necessitado, e não na daquele que se finge pobre, como acontece muitas vezes. Se todas as esmolas fossem bem repartidas, não haveria tantos verdadeiramente necessitados. Muitos pessoas para não errarem em matéria tão difícil, confiam a distribuição das esmolas, em todo ou em parte, ao seu pároco ou diretor, porque estes em razão do seu ministério são ordinariamente os que estão mais no caso de saber onde está a verdadeira miséria.

17 – Lembrai-vos do grande conselho que dão os santos: É mister que aquele que tem muito dê muito; que o que tem pouco dê pouco; e que aquele que nada tem possua ao menos o desejo de dar: pois diante de Deus a boa vontade daquele que dá ou deseja dar tem mais merecimento que a mesma dadiva. O pequeno donativo da viúva, de que nos fala o Evangelho, foi mais agradável a Deus que as pomposas ofertas feias pelos ricos faustosos.

18 – Amai também a esmola espiritual. Um prudente conselho, uma virtuosa exortação, uma consolação salutar, uma visita a um enfermo, a proteção dada a uma viúva ou a um órfão, a uma pessoa abandonada ou perseguida, são esmolas tanto mais meritórias diante de Deus, quanto ordinariamente são menos brilhantes aos olhos dos homens.

do Almanaque Tradição Católica

https://capelasantoagostinho.com/2020/01/18/o-caminho-do-ceu-para-o-pobre-e-o-sofrimento-para-o-rico-e-a-esmola/

sábado, 11 de janeiro de 2020

Como reconhecer a voz de Deus, segundo Santo Inácio de Loyola

GRASS IN THE BREEZE

Ouça com atenção! Deus pode estar tentando falar com você

Em seus escritos sobre o discernimento de espíritos, Santo Inácio de Loyola fornece instruções específicas sobre como identificar as vozes que ouvimos em nossa alma, seja quando estamos em oração ou durante nossos deveres diários. Em particular, Loyola detalha os atributos da voz de Deus: 
“É próprio de Deus oferecer a verdadeira alegria espiritual e a felicidade, tirando toda a tristeza e perturbação que o inimigo traz.” 
Ele também diz que
“é próprio de Deus, Nosso Senhor, dar consolo à alma sem causa precedente”. 
Loyola ainda acrescenta: 
“Devemos notar bem o curso dos pensamentos. Se o começo, meio e fim forem inclinados a tudo que é do bem, é um sinal do Anjo Bom.”
Entretanto, antes de identificarmos adequadamente as vozes que tentam falar conosco, é necessário discernirmos o estado de nossa alma. Loyola escreve que, se a alma estiver se movendo de “bom para melhor”, o Anjo Bom ajuda “docemente”. Mas, se a alma estiver indo de “mal a pior”, o Anjo Bom pode parecer afiado e nos mandar de volta para a direção correta.
Em geral, se estamos nos esforçando para nos aproximar de Deus, ele nos falará no silêncio de nossos corações com paz e alegria. Provavelmente, não será na forma de um terremoto, raio ou chamas de fogo.
Então, na próxima vez que você estiver tentando descobrir quem está falando diretamente à sua alma, pare e reveja os ensinamentos de Santo Inácio. Pode ser que Deus esteja batendo à porta do seu coração, querendo lhe dar a paz, a alegria e a felicidade que satisfarão a sua sede espiritual.

https://pt.aleteia.org/2018/07/13/como-reconhecer-a-voz-de-deus-segundo-santo-inacio-de-loyola/

Lugares onde você pode se sentir no céu (e como encontrá-los)

Jeune fille pensive

A voz de Deus sussurra para nós nesses momentos e lugares especiais

Há lugares onde o limite entre o céu e a terra é sutil. Estes lugares são onde nós construímos santuários e igrejas. Fazemos peregrinações para chegar até eles, subimos montanhas e enfrentamos obstáculos para encontrá-los. Também os encontramos em raros momentos em que a beleza transcendente se espreme em um único instante que parece durar para sempre. Eles ecoam de volta para nós na música e através da arte. Eles podem nos surpreender, aparecendo no arrulho de um bebê, no momento em que uma criança segura a sua mão ou em uma xícara de café no início da manhã na varanda dos fundos. A voz de Deus sussurra para nós nesses momentos e lugares especiais.
Para mim, o lugar onde o véu que separa o céu e a terra é quase translúcido é em uma igreja durante a Missa. De lá, um número infinito de lugares desse tipo se espalha na selvageria do mundo, onde nos deparamos com eles ao rodearmos cantos aleatórios. Eles descem sobre nós como um pôr do sol e se espalham pelo horizonte. Eles são o tipo de lugar em que queremos tirar uma foto para salvar para sempre, mas a foto nunca pode fazer justiça. Talvez o fato de serem impossíveis de guardar para mais tarde seja o que os torna tão preciosos.
A experiência de estar em um lugar como esse é difícil de descrever. O que você sentiu durante a Missa? O que fez você aplaudir espontaneamente quando viu o sol se por no lago Michigan? Por que seu coração pulou quando sua caminhada matutina vagou pela névoa que pairava como incenso sobre a paisagem? Essas experiências são difíceis de descrever não porque não somos bons com palavras, mas porque são mistérios que tocam o infinito e as palavras não podem expressá-los.
Entretanto, os lugares em si não são mágicos; eles são mais como uma janela que oferece um vislumbre melhor do céu.

Como encontrar esses lugares? 

A dificuldade que sinto é que, muitas vezes, eu me distraio demais para olhar por uma janela. Eu não consigo enxergar a beleza dos lugares por causa da minha ansiedade, porque estou olhando para o meu telefone ou simplesmente sendo descuidado com a forma como uso o meu tempo.
A maneira de encontrar esses lugares é fácil de explicar, mas difícil de realizar na vida real. É fácil porque tudo o que você precisa é estar disposto e pronto para olhar. Isso significa cultivar pacientemente o silêncio interior e esperar que o mistério se desdobre. Se eu sei que a Missa é um desses lugares, não posso permitir que minha participação fique irregular ou que eu me distraia enquanto estou lá. Se eu sei que uma vez por ano eu preciso de pelo menos alguns dias em um lugar isolado no meio da natureza para ficar sozinho, eu tenho que reservar esses poucos dias na minha agenda. Uma vez que você sabe qual é esse lugar que te faz tão bem, esteja lá de coração aberto. 

Os benefícios 

O esforço vale a pena, porque, como seres humanos, precisamos de momentos na presença do divino. Somos mais do que nossos corpos e precisamos alimentar nossas almas também. Nossas vidas não são puramente materiais e precisamos nos renovar espiritualmente.Passar um tempo em um lugar que nos faz bem redefine nossa perspectiva sobre o que é importante na vida. É onde nos redescobrimos, renovando nossa conexão com Deus. Quanto mais focarmos em nós mesmos, mais nossas ansiedades e distrações se desvanecem.
Nesses lugares, encontramos o amor. E quando nosso amor alcança e toca o amor de Deus, é quando a faísca acontece – uma faísca que pode iluminar sua alma.
O esforço vale a pena, porque, como seres humanos, precisamos de momentos na presença do divino. Isso é porque somos mais do que nossos corpos e precisamos alimentar nossas almas também. Nossas vidas não são puramente materiais e precisamos nos renovar espiritualmente regularmente.
Passar um tempo em um lugar desses redefine nossa perspectiva sobre o que é importante na vida. O que realmente importa é o lugar calmo e imóvel em torno do qual circulam as ocupações da vida cotidiana. É onde nos redescobrimos renovando nossa conexão com Deus. Quanto mais nos colocarmos no centro, mais nossas ansiedades e distrações se desvanecem.
Esses locais são, acima de tudo, criados por amor. Quando nosso amor alcança e toca o amor de Deus, é quando a faísca acontece, e é uma faísca que pode iluminar sua alma em chamas.

https://pt.aleteia.org/2019/06/13/lugares-onde-voce-pode-se-sentir-no-ceu-e-como-encontra-los/

ORAÇÃO - Maria Valei-me

ORAÇÃO DE MARIA VALEI-ME

Maria, valei-me
Aos vossos devotos,
Vinde, socorrei-nos!
Vosso amor se empenha,
Ó Virgem da Penha,
Penha donde emana
A Fonte vital!

Salve, Mãe de Deus!
Rainha Suprema
Sobre os Anjos seus!
Sois Mãe de concórdia,
De misericórdia;
Vida e doçura,
Esperança sois!

Ó Mãe do Senhor,
Excelsa Maria!
Ó Trono de amor,
Salve! Ouvi os brados
Que nós, degredados,
Da triste Eva filhos
Vimos suspirar!

Gemendo de dor,
Chorando de mágoa,
Pedindo a Deus favor:
Neste vale triste,
Onde a pena existe,
De lágrimas cheias,
De miséria e ais.

Ouvi, eia pois,
Nossa Advogada!
Mostrai quanto sois
Olhos piedosos,
Misericordiosos!
A nós, desgradados,
Terna Mãe, volvei!

Depois de acabar
O cruel desterro,
Dignai-vos mostrar
Jesus infinito,
Que é Fruto bendito
Desse feliz ventre,
Ó Mãe de Jesus!


Ó Clemente, ouvi!
Ó Pia, valei-nos!
Ó Doce, acudi!
Ó Virgem Maria,
Que a Deus, que nos cria
Criastes nos peitos,
Por todos rogai!


Para que por vós
As promessas suas
Mereçamos nós.
Assim suplicamos,
Porque nos vejamos
Nessa Eterna Glória

Para sempre. Amém.

Humildes oferecemos,
A vós Virgem Senhora,
E ao vosso Bento Filho!
Do céu e da terra,
Rainha da glória,
Louvores vos damos,

Aceitai Senhora!

NOSSA SENHORA DE CARAVAGGIO