quarta-feira, 12 de setembro de 2018

FATOS HISTÓRICOS QUE COMPROVAM A INTERVENÇÃO DE NOSSA SENHORA EM FAVOR DA IGREJA, QUANDO INVOCADA ATRAVÉS DO SANTO ROSÁRIO DURANTE ÉPOCA DE GRANDE TRIBULAÇÃO

Fatos históricos que comprovam a intervenção de Nossa Senhora em favor da Igreja, quando invocada através do Santo Rosário durante época de grande tribulação

Intervenções de Maria na história da Igreja
Trecho da encíclica Supremi Apostolatus Officio, de Leão XIII
“Mas esta ardente e confiante piedade para com a augusta Rainha do Céu foi posta em mais clara luz quando a violência dos erros largamente difundidos, ou a transbordante corrupção dos costumes, ou o assalto de inimigos poderosos, pareceram pôr em perigo a Igreja militante de Deus.
As memórias antigas e modernas e os sagrados fastos da Igreja relembram, de uma parte, as súplicas públicas e particulares e os votos elevados à divina Mãe, e, de outra parte, os auxílios por meio dela obtidos, e a tranquilidade e a paz pelo Céu concedidas. Daí tiveram origem esses títulos insignes com que os povos católicos a saudaram: Auxiliadora dos cristãos, Socorredora e Consoladora, Dominadora das guerras, Senhora das vitórias, Pacificadora. Entre os quais é principalmente digno de menção o titulo, tão solene, do Rosário, que consagra à imortalidade os seus assinalados benefícios em favor da inteira Família cristã.
Nenhum de vós, ó Veneráveis Irmãos, ignora quantas dores e quantas lágrimas, no fim do século XII, proporcionaram à santa Igreja de Deus os hereges Albigenses, que, nascidos da seita dos últimos Maniqueus, haviam infectado de perniciosos erros a França meridional e outras regiões do mundo latino. Espalhando em torno de si o terror das armas, eles tramavam estender o seu domínio pelos morticínios e pelas ruínas. Contra esses péssimos inimigos Deus misericordioso suscitou, como vos é bem conhecido, um homem virtuosíssimo: o ínclito padre fundador da Ordem dominicana. Insigne pela integridade da doutrina, por exemplos de virtude e pelos seus labores apostólicos, ele se preparou com intrépida coragem para travar as batalhas da Igreja Católica, confiando não na força das armas, mas sobretudo na daquela oração que ele, por primeiro, introduziu sob o nome do santo Rosário, e que, ou diretamente ou por meio dos seus discípulos, depois divulgou por toda parte.
Visto como, por inspiração ou por impulso divino, ele bem sabia que, com o auxílio desta oração, poderoso instrumento de guerra, os fiéis poderiam vencer e desbaratar os inimigos, e forçá-los a cessar a sua ímpia e estulta audácia. E é sabido que os acontecimentos deram razão à previsão. De feito, desde quando tal forma de oração ensinada por S. Domingos, foi abraçada e devidamente praticada pelo povo cristão, de um lado começaram a revigorar-se a piedade, a fé e a concórdia, e, de outro, foram por toda parte quebradas as manobras e as insídias dos hereges. Além disto, muitíssimos errantes foram reconduzidos à trilha da salvação, e a loucura dos ímpios foi esmagada por aquelas armas que os católicos haviam empunhado para reprimir a violência.
A eficácia e o poder da mesma oração foi, depois experimentada também no século XVI, quando as imponentes forças dos Turcos ameaçavam impor a quase toda a Europa o jugo da superstição da barbárie. Nessa circunstância, o Pontífice S. Pio V, depois de estimular os soberanos cristãos à defesa de uma causa que era a causa de todos, dirigiu todo o seu zelo a obter que a poderosíssima Mãe de Deus, invocada por meio do santo Rosário, viesse em auxílio do povo cristão. E a resposta foi o maravilhoso espetáculo então oferecido ao Céu e à terra; espetáculo que empolgou as mentes e os corações de todos!
Com efeito, de um lado os fiéis, prontos a dar a vida e a derramar o sangue pela incolumidade da religião e da pátria, junto ao golfo de Corinto esperavam impávidos o inimigo; de outro lado, homens inermes, com piedosa e suplicante falange, invocavam Maria, e com a fórmula do santo Rosário repetidamente a saudavam, a fim de que assistisse os combatentes até à vitória. E Nossa Senhora, movida por aquelas preces, os assistiu: porquanto, havendo a frota dos cristãos travado batalha perto de Lepanto, sem graves perdas dos seus desbaratou e matou os inimigos, e alcançou uma esplêndida vitória. Por este motivo o santo Pontífice, para perpetuar a lembrança da graça obtida, decretou que o dia aniversário daquela grande batalha fosse considerado festivo com honra da Virgem das Vitórias; festa que depois Gregório XIII consagrou sob o título do Rosário.
Igualmente são conhecidas as vitórias alcançadas sobre as forças dos Turcos, durante o século passado, primeiramente perto de Timisoara, na Rumania, depois perto da ilha de Corfu: com dois dias dedicados à grande Virgem, e após muitas preces a ela elevadas sob a forma do Rosário. Esta foi a razão que levou o Nosso Predecessor Clemente XI a estabelecer que, com prova de gratidão, a Igreja toda celebrasse cada ano a solenidade do santo Rosário.”
Leão XIII

OS HOMENS SÃO GUARDADOS POR ANJOS? – SÃO TOMÁS DE AQUINO, NA SUMA TEOLÓGICA

Os homens são guardados por anjos? – São Tomás de Aquino, na Suma Teológica
Parece que os homens não são guardados por anjos:
  1. Com efeito, delegam-se guardas àqueles que não sabem ou não podem guardar a si mesmos, como às crianças e doentes. Ora, o homem, tendo o livre-arbítrio, pode guardar a si mesmo, e sabe, graças ao conhecimento natural da lei natural. Logo, o homem não é guardado pelo anjo.
  2. Além disso, parece inútil uma guarda mais fraca onde existe uma mais forte. Ora, os homens são guardados por Deus, conforme o Salmo 121: “Ele não cochilará nem dormirá, o que guarda Israel”. Logo, não é necessário que o homem seja guardado pelo anjo.
  3. Ademais, a perda do que é guardado redunda em negligência do guarda. Por isso se diz no livro dos Reis: “Guarda este homem! Se ele vier a faltar, tua alma responderá pela dele” (20, 39). Ora, muitos homens perecem todos os dias caindo em pecado, sem que os anjos possam socorrê-los por meio de aparições, milagres ou coisas semelhantes. Logo, os anjos seriam negligentes, se de fato os homens fossem confiados à sua guarda. Logo, os anjos não são guardas dos homens.
EM SENTIDO CONTRÁRIO, diz o Salmo 91: “Ele ordenou a seus anjos guardar-te em todos os teus caminhos” (v. 11).
RESPONDO. Conforme a razão da divina providência, isso se encontra em todas as coisas, a saber, que as coisas móveis e variáveis são movidas e regidas pelas imóveis e invariáveis. Assim, todos os seres corporais o são pelas substâncias espirituais imóveis; e os corpos inferiores pelos superiores, substancialmente invariáveis. Nós mesmos nos regulamos por princípios que julgamos invariáveis a respeito de conclusões nas quais podemos opinar diversamente. Quando se trata do agir é claro que o conhecimento e o sentimento do homem podem variar de muitos modos e assim se afastar do bem. Daí a necessidade de se delegarem anjos para a guarda dos homens, para dirigi-los e movê-los ao bem.
Quanto às objeções iniciais, portanto:
  1. Deve-se dizer que graças ao livre-arbítrio, o homem pode de algum modo evitar o mal, mas não suficientemente, pois sua afeição para o bem é enfraquecida por causa das muitas paixões da alma. Assim também o conhecimento universal da lei natural que o homem tem naturalmente, de certo modo o orienta para o bem, mas não suficientemente. De fato, ao aplicar os princípios universais do direito aos casos particulares, engana-se de muitas maneiras. Por isso diz o livro da Sabedoria: “Os pensamentos dos mortais são tímidos, incertas nossas providências” (9, 14). Portanto, o homem necessita da guarda dos anjos.
  2. Deve-se dizer que duas são as condições para se agir bem: primeiro, que o afeto se incline ao fim; isso faz em nós o hábito da virtude moral. Segundo, que a razão encontre os caminhos convenientes para realizar o bem da virtude; e isso o Filósofo atribui à prudência. Ora, quanto à primeira, Deus guarda imediatamente o homem infundindo a graça e as virtudes. Mas, quanto à segunda, Deus guarda o homem como mestre universal, cuja instrução chega ao homem pelo serviço dos anjos, como acima foi dito (Questão 111, a. 1).
3. Assim como os homens se desviam da natural inclinação para o bem por causa da paixão do pecado, assim também se desviam das sugestões dos anjos bons, dadas invisivelmente ao iluminá-los para agir bem. Se, pois, os homens se perdem, isso não deve ser imputado à negligência dos anjos, mas à maldade humana. Que alguma vez apareçam visivelmente aos homens fora da lei comum, isso é por especial graça de Deus; como também que se façam milagres fora da lei da natureza.

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A virtude da vingança

A virtude da vingança

Existe uma virtude que desapareceu completamente da vida moderna. É o zelo pela vingança. Em que consiste? Em punir os erros dos que estão subordinados a nós, dando-lhes um castigo correspondente à gravidade do erro. Com este castigo, a pessoa que errou torna-se capaz de reparar o mal que fez. Por isso, a vingança é uma ótima virtude, pois ajuda aos outros a se corrigirem. Quando um pai não corrige seu filho, ele está alimentando o vício na alma do filho. Quando a polícia não castiga o bandido, ela está dando a impressão, ao bandido, que o crime compensa. etc.
Mas atenção! Trata-se de atos próprios à autoridade. É claro que se vingar de alguém que nos fez mal sem ter autoridade e sem ter a intenção de ajudar é próprio do orgulho e pode ser um pecado muito grave.

sábado, 8 de setembro de 2018

Oração para sempre darmos o melhor de nós em tudo o que fazemos

PERFECTIONIST

Sábios conselhos de Madre Teresa de Calcutá...

Tem dias em que a gente sente que tenta fazer o melhor, com sacrifício e sem descanso, mas nota que ninguém reconhece o nosso esforço. Há dias também em que a gente pensa que, ao nosso redor, só reinam o egoísmo, a falsidade, a inveja. 
Nestes dias, não desanime; siga estes conselhos de Madre Teresa de Calcutá: 
Muitas vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas. Perdoe-as assim mesmo! 
Se você é gentil, podem acusá-lo de egoísta, interesseiro. Seja gentil assim mesmo! 
Se você é um vencedor terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros. Vença assim mesmo! 
Se você é bondoso e franco poderão enganá-lo. Seja bondoso e franco assim mesmo! 
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para a outra. Construa assim mesmo! 
Se você tem paz e é feliz, poderão sentir inveja. Seja feliz assim mesmo! 
O bem que você faz hoje, poderão esquecê-lo amanhã. Faça o bem assim mesmo! 
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo! 
Veja você que, no final das contas é entre você e Deus. Nunca foi entre você e os outros!
Madre Teresa de Calcutá

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O ponto fraco do diabo

FALLEN ANGEL,SATAN

Sim, existe um jeito de combatermos o maligno

Muitas vezes, quando vemos um grande mal no mundo, sentimos um desejo de “combater o fogo com fogo” e usar as mesmas táticas do inimigo. Começamos a nos convencer de que se fôssemos “poderosos” o suficiente, poderíamos derrubar Satanás e todos os seus seguidores.
No entanto, essa estratégia só vai nos machucar. Se realmente quisermos ter o poder de Satanás em nossas vidas, precisamos ir atrás de sua maior fraqueza.
Satanás ama o poder e usa nossa sede pelo poder contra nós.   Mas há uma coisa que ele odeia e isso pode acabar com a sua suposta força: a humildade. 
O maior exemplo de humildade que superou o mal foi a crucificação de Jesus Cristo. O Rei dos Reis estava despido na madeira da cruz em suprema agonia. Suas mãos e pés estavam pregados, deixando-o inteiramente vulnerável. Seus captores podiam fazer o que quisessem,  e ele não podia fazer nada para se defender.
Porém, esse ato de fraqueza e humildade foi, na realidade, um ato de amor e sacrifício extraordinários. Era o real poder do amor, que continha os laços da morte e abriu as portas do céu.
Incontáveis homens e mulheres ao longo da história seriam inspirados a seguir os passos de Jesus e, como resultado, os impérios do mal foram destruídos e os sistemas políticos corruptos demolidos. 
O filósofo Peter Kreeft aponta em seu livro The Philosophy of Tolkien [“A Filosofia de Tolkien] como até mesmo no Apocalipse, a “última batalha entre o bem e o mal é uma batalha entre dois animais míticos: o pequeno cordeiro manso e a terrível besta do dragão. E o cordeiro vence a besta por uma arma secreta: o seu próprio sangue”. 
Kreeft prossegue explicando: “O ponto fraco do mal é que ele não consegue vencer a humildade. Não importa quanto poder o mal tenha, é sempre derrotado pela renúncia amorosa e livre do poder”. 
Satanás despreza a humildade enquanto prospera na busca pelo poder terrestre. Quanto mais tentamos ser “fortes” e “influentes” no mundo, mais Satanás trabalha sobre nós. Pense em Madre Teresa. Ela trabalhava com os mais pobres dos pobres e, aos olhos do mundo, era uma mulher idosa baixa, fraca e frágil. Porém, na verdade, ela era uma das mulheres mais fortes que já viveu; era um espinho para Satanás. Ele nunca poderia conquistá-la nem destruir o bom trabalho que ela fez.
Portanto, se quisermos vencer o mal, o caminho para a vitória passa pela humildade e pelo sacrifício pessoal. Somente quando entregarmos tudo a Deus poderemos derrotar o mal.

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Recomeçar


Experimentamos continuamente a nossa ineficácia pessoal. Mas, às vezes, é como se todas essas coisas se juntassem, como se se manifestassem aos nossos olhos com maior relevo, para que tomemos consciência do pouco que somos. Que fazer?
Expecta Dominum, espera no Senhor; vive de esperança - sugere-nos a Igreja - com amor e com fé. Viriliter age, porta-te varonilmente. Que importa que sejamos criaturas de lodo, se temos a esperança posta em Deus? E se nalgum momento uma alma sofre uma queda, um retrocesso - não é necessário que aconteça -, aplica-se-lhe o remédio, como se faz normalmente na vida corrente com a saúde do corpo. E toca a recomeçar!
[...] À vista das nossas misérias e dos nossos pecados, dos nossos erros - ainda que, pela graça divina, sejam de pouca monta -, corramos à oração e digamos ao nosso Pai: Senhor, na minha pobreza, na minha fragilidade, neste meu barro de vaso quebrado, Senhor, coloca-me uns grampos e - com a minha dor e com o teu perdão - serei mais forte e agradável à vista do que antes! Uma oração consoladora, para que a repitamos quando este nosso pobre barro se quebrar.

Sobre estar longe de Deus


Não importa o formato, tamanho ou cor da pedra que te fez tropeçar e logo depois cair. O Senhor te quer de volta porque Ele sente a sua falta. Você pode estar na Igreja ou ter se afastado dela. Pode estar no ministério trabalhando para o Senhor ou não estar mais na missão que Ele te deu. Pode orar todas as noites somente para agradecer ou pode não falar nenhuma palavra sequer a Deus. Ele olha para você e diz: “Eu sinto sua falta”. Ele sente falta da forma que você cantava que transmitia uma unção sobrenatural a quem te ouvia. Ele sente falta de quando chegava em casa depois de um dia cansativo e logo ia falar com Ele, pois estava morrendo de saudades do lugar secreto. Ele sente falta de quando você abria o coração e chorava sem medo, pois se sentia profundamente amado (a) e aonde há amor não há medo, pois o amor lança fora o amor como diz a Palavra de Deus. Ele sente falta de quando pegava a Bíblia e pedia para o Espírito Santo lhe ensinar e revelar o que você não conseguiria ver sem Ele. Portanto, não há nada que você tenha feito ou deixado de fazer que vai diminuir a falta que Deus sente de você. Hoje pode ser o dia que você vai voltar. É só levar até Ele o seu coração arrependido e que deseja voltar aos braços do Pai. Ele te chama pelo nome. Ele conhece cada pensamento seu. Ele te perdoa e não julga jamais. Quer voltar? Ele te oferece um recomeço e joga todo pecado no mar do esquecimento. Não se importe com o que as pessoas podem dizer ou pensar sobre você se reconciliar com Deus, mas se importe em agradar somente o coração do Pai que sente saudades suas imensamente porque Ele te criou para viver em comunhão com Ele. Volta. Ele te espera

Fonte: diario-empoeirado