domingo, 2 de setembro de 2012

"MÊS DA BÍBLIA"


No Mês da Bíblia deste ano será estudado o evangelho de Marcos
Fonte: CNBB
A Bíblia, desde sempre, faz parte da caminhada do povo de Deus. “É nela que penduramos todo o nosso trabalho”, conforme nos ensina frei Carlos Mesters. A partir do Concílio Vaticano II, marco fundamental para o florescimento de uma Pastoral Bíblica da Igreja no Brasil, a Bíblia foi conquistando espaço e recuperando sua condição de valor fundamental na vida e na missão da Igreja.

No Brasil, o desejo de conhecimento e de vivência da Palavra fez surgir, com muito sucesso, a prática da leitura e reflexão da Bíblia nas famílias, nos quarteirões, nos círculos bíblicos, em grupos de reflexão, grupos de rua.

O Mês da Bíblia, criado em 1971 com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus e a difusão da Bíblia, também foi fundamental para aproximar a Bíblia do povo de Deus. Propondo um livro – ou parte dele  – para ser estudado e refletido a cada ano, o Mês da Bíblia tem contribuído eficazmente para o crescimento
da animação bíblica de toda pastoral.

Em continuidade a esta história, a Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-catequética da CNBB definiu que, no Mês da Bíblia dos próximos quatro anos (2012-2105), serão estudados os evangelhos de Marcos (2012), Lucas (2013) e Mateus (2014), conforme a sequência do Ano Litúrgico, completando com o estudo de João em 2015.

Esta sequência repete a experiência feita entre 1997-2000, por ocasião da celebração do Jubileu 2000. O enfoque, agora, é outro. Visa reforçar a formação e a espiritualidade dos agentes e dos féis através do seguimento de Jesus, proposto nos quatro evangelhos. Está tanto na perspectiva de discípulos missionários e da Missão Continental, conforme nos pede a Conferência de Aparecida, quanto no esforço da Nova Evangelização proposta pelo papa Bento XVI.

Cada evangelho será relido na perspectiva da formação e do seguimento, destacando o que é específico de cada evangelista, bem como da comunidade que está por trás de cada evangelho.

No Mês da Bíblia deste ano de 2012, será estudado o evangelho de Marcos a partir do tema “Discípulos Missionários a partir do evangelho de Marcos” e do Lema “Coragem! Levanta-te, ele te chama!”  (Mc 10,49).

O material – livro para aprofundamento e círculos bíblicos- já está pronto e poderá ser adquirido nas Edições CNBB: vendas@edicoes.cnbb.com.br .

sábado, 1 de setembro de 2012

"CONSAGRAÇÃO AOS SANTOS ANJOS"


Conhecendo, por uma doce experiência, quanto é eficaz o culto dos Santos Anjos e poderosa a sua proteção, eu..... venho, religiosamente e solícito, para me consagrar ao seu santo serviço. Na presença de Deus, prometo solenemente honrá-los com culto especial e imitar suas virtudes, de que eles me dão o exemplo, perincipalmente sua pureza, sua caridade e sua obediência perfeita. Apraza a todos os espíritos celeste e ainda mais à Maria Santíssima, sua augusta Rainha, abençoar essa minha resolução, que ofereço-lhes do fundo do coração. e alcançar-me da bondade de Deus a graça de perseverar nela enquanto ei viver, para assim merecer o favor de me associar à sua glória, durante toda a eternidade. Amém

Rainha dos Anjos, rogai por nós. 

Todos os Santos Anjos e Arcanjos, rogai por nós...




segunda-feira, 27 de agosto de 2012

"Sobre a vida de Santo Agostinho"


Agostinho nasceu no ano de 354, em Tagaste, África do Norte, filho de Patrício, pagão, batizado na hora da morte, e Mônica, de quem recebeu educação cristã.
Agostinho muda-se para Madaura, cidade vizinha a Tagaste, onde inicia seus estudos de Retórica, quando tem seus primeiros contatos com os clássicos latinos. O jovem estudante vê-se obrigado a retornar à terra natal, no ano de 369, onde por um ano entrega-se à ociosidade. Com a ajuda financeira de um amigo, Agostinho vai, então para Cartago e retoma seus estudos. Aos dezenove anos de idade, lê a obra Hortênsio de Cícero e sente-se atraído pela verdade eterna de que trata o livro. Também por esse período, Agostinho faz uma breve leitura das Sagradas Escrituras, mas estava persuadido “de que devia crer mais naqueles que ensinam do que nos emissores de ordens para crer”. Aos vinte anos, Agostinho, racionalista, inicia seu convívio de nove anos com os maniqueus. Também nesse período estuda um pouco de astrologia. Por volta de 384, Agostinho assume uma cátedra em Milão e passa por uma crise cética. Já não vê encanto algum no maniqueísmo. Interessa-se, então, pelo neoplatonismo, particularmente por Plotino e Porfírio, onde encontra o que buscava naquela fase de sua vida: o desprezo pelas paixões e pelos sentidos. Mas Agostinho ainda não estava satisfeito. A filosofia platônica e neoplatônica, sob muitos aspectos, deixavam muito a desejar. Após ouvir a pregação de Ambrósio, bispo de Milão, Agostinho começa a compreender as Sagradas Escrituras e em 387, juntamente com o filho Adeodato e o amigo Alípio, é o batizado pelo bispo “responsável” por sua conversão. Pouco depois, Agostinho volta para Tagaste desejoso de fundar uma comunidade religiosa. A caminho, porém, Mônica, sua mãe, vem a falecer, em Óstia. Somente em 388 é que Agostinho segue de Roma para Tagaste e realiza seu desejo, fundando uma comunidade dedicada à oração e contemplação. No ano seguinte, morre seu filho Adeodato.
Agostinho, aclamado pelo povo, é ordenado sacerdote em 391, com o propósito de auxiliar o bispo de Hipona, Valério, que já era avançado em idade e cinco anos mais tarde é sagrado bispo de Hipona.
Agostinho morreria trinta e quatro anos depois, deixando-nos um legado de duzentos e trinta e dois livros, contidos em noventa e três obras, onde se pode beber da sabedoria e santidade deste santo filósofo.


ITEP – Instituto Teológico-Pastoral do Ceará
TIP – TRABALHO INDIVIDUAL DE PESQUISA
ORIENTADOR: Prof. Dr. Jan Gerard Joseph Ter Reegen

"SANTO AGOSTINHO" - Vida

"Sobre Santa Mônica"