quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
"SOBRE A PACIÊNCIA"
Senhor Jesus, desde que passaste por este mundo tendo a paciência
como vestimenta e distintivo, ela é a rainha das virtudes e a pérola
mais preciosa de tua coroa.
Dá-me a graça de aceitar com paz a essencial gratuidade de Deus, o caminho desconcertante da Graça e as emergências imprevisíveis da Natureza.
Aceito com paz a marcha lenta e ziguezagueante da oração, e o fato de que o caminho para a santidade seja tão longo e difícil.
Aceito com paz as contrariedades da vida e as incompreensões de meus irmãos, as enfermidades, a própria morte e a lei da
insignificância humana; quer dizer, que após a minha morte tudo seguirá igual como se nada tivesse acontecido.
Aceito com paz o fato de querer tanto e poder tão pouco e que, com grandes esforços, hei de conseguir pequenos resultados.
Aceito com paz a lei do pecado, isto é: faço o que não quero e deixo de fazer aquilo que eu gostaria de fazer.
Deixo em paz, em tuas mãos, o que deveria ser e não fui, o que
deveria ter feito e não fiz.
Aceito com paz toda a impotência humana que me envolve e me
limita.
Aceito com paz as leis de precariedade e da transitoriedade, a lei da mediocridade e do fracasso, a lei da solidão e da morte.
Em troca de toda esta entrega, dá-me a Tua Paz, Senhor.
Texto de Ignacio Larrañga
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
"São Roque e Companheiros"
Com alegria celebramos a santidade destes Jesuítas que deram a vida pela fé, amor e esperança em Jesus Cristo, são eles: Roque González e seus companheiros Afonso Rodríguez e João del Castillo.
Roque González nasceu em Assunção do Paraguai, em 1576, e estudou com os Padres Jesuítas, que muito ajudaram-no a desenvolver seus dotes humanos e espirituais.
O coração de Roque González sempre se compadeceu com a realidade dos indígenas oprimidos, por isso ao se formar e ser ordenado Sacerdote do Senhor, aos 22 anos de idade, foi logo trabalhar como padre diocesano numa aldeia carente. São Roque, sempre obediente à vontade do Pai do Céu, entrou no noviciado da Companhia de Jesus, com 33 anos, e acompanhado com outros ousados missionários, aceitou a missão de pacificar terríveis indígenas.
São Roque González fez de tudo para ganhar a todos para Cristo, portanto aprendeu além das línguas indígenas, aprofundou-se em técnicas agrícolas, manejo dos bois e vários outros costumes da terra. Os Jesuítas - bem ao contrário do que muitos contam de forma injusta - tinham como meta a salvação das almas, mas também a promoção humana, a qual era e é a consequência lógica de toda completa evangelização.
Certa vez numa dessas reduções que levavam os indígenas para a vida em aldeias bem estruturadas e protegidas dos
colonizadores, Roque González com seus companheiros foram atacados, dilacerados e martirizados por índios ferozes fechados ao Evangelho e submissos a um feiticeiro, que matou o corpo mas não a alma destes que, desde 1628, estão na Glória Celeste.
Em 1988, o Papa João Paulo II canonizou os três primeiros mártires sul-americanos: São Roque González, Santo Afonso Rodríguez e São João del Castillo.
São Roque González e companheiros mártires, rogai por nós!
domingo, 18 de novembro de 2012
"ANÚNCIO DE ESPERANÇA"
Final de ano litúrgico. Podemos perceber sinais de coisas novas e de mudanças promissoras. É a conclusão de uma velha estação e o início de uma nova , carregada de promessas. É o perfume de um mundo novo que vai brotar: perfime de esperança e alegria.
Não, não chegou a hora de as estrelas, o sol e a lua despencarem do céu. Contudo, algo precisa cair ou ser indireitado, a fim de que se cumpra a profecia do Senhor não apenas no final dos tempos, como também aqui e agora. Pois a catástrofe, a destruição e a transformação não são tão somente acontecimentos conclusivos da história. São processos contínuos, que vão ocorrendo todos os dias.
E não se trata de "desgraças", e sim de conquistas, vitórias e novas etapas da caminhada humana.
Se por enquanto não vão cair estrelas do céu, precisam cair nosso orgulho e nossa falsa segurança de que a salvação está garantida para nós só porque, aos domingos, fazemos nossa profissão de fé da boca para fora.
Se ainda não cairá o sol, precisam cair os tronos abusivos, erguidos pelos mais fortes sobre as costas dos mais fracos. Nem deve sobrar pedra sobre pedra de tudo aquilo que construímos à revelia da justiça e do amor.
Se ainda não cairá a lua, precisa cair o egoísmo, que nos torna incensíveis aos problemas do faminto, do desempregado, daquele que luta por um pedaço de chão e pelos seus direitos mais elementares.
Então, o jeto não é lamentarmos a "queda das estrelas" ou o fim de nosso egoísmo. O jeito é aliar-nos com nossos irmãos e com o próprio Deus das promessas, a fim de darmos conta de todos os nossos compromissos de cristãos.
Pe. Virgílio, ssp - Comentário sobre o Evangelho deste Domingo 18/11/2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
"SANTO ALBERTO MAGNO"
Santo Alberto Magno - 15 de Novembro
Santo Alberto Magno Celebramos neste dia a santidade de um grande santo da nossa Igreja, o qual foi digno de ser intitulado de Magno (Grande). Nascido na Alemanha em 1206, numa família militar que desejava para Alberto a carreira militar ou administrativa.
Soldado do Senhor e administrador do Reino de Deus, devotíssimo da Virgem Maria, Santo Alberto optou pelos desejos do coração de Deus, por isso depois de estudar ciências naturais em Pádua e Paris entrou na família Dominicana em 1223, a fim de mergulhar nos estudos, santidade e apostolado. Como consequência da sua crescente adesão ao Reino, foram aumentando os trabalhos na "vinha do Senhor", por isso na Ordem Religiosa foi superior provincial e mais tarde, nomeado pelo Papa, Bispo de Ratisbona, num tempo em que somente um santo e sábio poderia estabelecer a paz entre os povos e cidades, como de fato aconteceu.
Santo Alberto Magno era um apaixonado e vocacionado ao magistério (teve como discípulo São Tomás de Aquino); foi dispensado do Episcopado, para na humildade e pobreza continuar lecionando, pregando e pesquisando e dominando com tranquilidade os assuntos sobre mecânica, zoologia, botânica, metereologia, agricultura, física, tecelagem, navegação e outras áreas do conhecimento, os quais inseriu no seu caminho de santidade: "Minha intenção última, escrevia, está na ciência de Deus". Suas obras escritas encheram 38 grossos volumes e com o testemunho impregnou toda a Igreja de santidade e exemplo de quem soube viver com equilíbrio e graça a fé que não contradiz a razão.
Entrou no Céu em 1280, proclamado Doutor da Igreja e Patrono dos cultores das ciências naturais.
Santo Alberto Magno, rogai por nós!
http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?&dia=15&...
terça-feira, 13 de novembro de 2012
"A RAÇA DOS FILHOS DE DEUS"
Filhos de Deus. - Portadores da única chama capaz de iluminar os caminhos terrenos das almas, do único fulgor em que nunca se poderão dar escuridões, penumbras ou sombras. - O Senhor serve-se de nós como tochas, para que essa luz ilumine... De nós depende que muitos não permaneçam em trevas, mas andem por caminhos que levam até à vida eterna. (Ignacio Loyola)
Iesus Christus, Deus Homo, Jesus Cristo, Deus-Homem! Eis uma das magnalia Dei, uma das maravilhas de Deus em que temos de meditar e que precisamos agradecer a este Senhor que veio trazer a paz na terra aos homens de boa vontade, a todos os homens que querem unir a sua vontade à Vontade boa de Deus. Não só aos ricos, nem só aos pobres! A todos os homens, a todos os irmãos! Pois irmãos somos todos em Jesus: filhos de Deus, irmãos de Cristo. E sua Mãe é nossa Mãe.
Na terra, há apenas uma raça: a raça dos filhos de Deus. Todos devemos falar a mesma língua: a que nosso Pai que está nos Céus nos ensina, a língua dos diálogos de Jesus com seu Pai, a língua que se fala com o coração e com a cabeça, aquela que estamos usando agora na nossa oração. É a língua das almas contemplativas, dos homens que são espirituais por se terem apercebido da sua filiação divina; uma língua que se manifesta em mil moções da vontade, em luzes vivas do entendimento, em afetos do coração, em decisões de retidão de vida, de bem-fazer, de alegria, de paz.
FILHOS ESPIRITUAIS DE PE. PIO
domingo, 11 de novembro de 2012
"A OFERTA DA VIDA"
Jesus está no tempo de Jerusalém, o centro do poder político e religioso de seu tempo. Aí se torna ainda mais evidente o contraste entre as lideranças do povo (os doutores da Lei) e as viúvas, que representavam as pessoas mais pobres e desprotegidas da sociedade.
Jesus vê os corações das pessoas, indo além das aparências. Ele vê o que está no mais profundo das decisões que tomamos e das ações que praticamos. Vê a vaidade, o vazio de quem faz as coisas apenas para aparecer. Vê a maldade de quem, usando a religião, explora a fé do povo, tal como os doutores da Lei. Estes, de fato, deviam proteger as viúvas, mas acabavam cobrando pelo serviço uma quantia tal, que as viúvas muitas vezes tinham de lhes entregar até a própria casa.
Jesus vê o coração dos ricos e sua esmola, e vê o coração da pobre viúva e sua fé. Pois o que para os ricos era esmola, algo de supérfluo, para a viúva era tudo que ela possuía para viver, uma aposta de vida de um abandono total nas mãos de Deus. Depositando aquelas duas moedinhas, a viúva na verdade estava depositando em Deus toda a sua vida e demonstrando, enfim, o que é, de fato, entregar-se totalmente a Deus, em vez de simplesmente confiar no próprio poder e riqueza. Somos hoje questionados sobre as intenções que trazemos no nosso coração. Se podemos enganar os outros e a nós mesmos, com Deus nosso encontro só pode ser franco e sincero, sem máscaras e tapeações. Senão nunca será um encontro.
Somos igualmente questionados sobre a crueldade de prática que revestidas de religiosidade, não fazem mais que explorar a fé das pessoas simples e sinceras. É fundamental que cada cristão colabore na manutenção de sua comunidade de fé e sobretudo na promoção de seus membros mais necessitados. Mas o elogio de Jesus ao gesto da viúva nos leva a perguntar: é justo uma religião tirar de uma pessoa pobre tudo o que ela tem para sobreviver? Não bastam boas intenções. Mas as boas intenções são a primeira condição para viver autenticamente a religião.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp - Comentário sobre o Evangelho deste Domingo 11/11/2012
Assinar:
Postagens (Atom)
-
Deus Todo Poderoso, que sofrestes a morte sobre a madeira sagrada, por todos os nossos pecados sede comigo. Santa Cruz de Jesus...
-
ORAÇÃO DE MARIA VALEI-ME Maria, valei-me Aos vossos devotos, Vinde, socorrei-nos! Vosso amor se empenha, Ó Virgem da Penha, ...
-
O pe. Amorth é mundialmente conhecido e respeitado em seu ministério de combate ao diabo ORAÇÃO CONTRA TODO MAL Espírito do S...


