quinta-feira, 11 de julho de 2013
Oração I
Oração I
Ah! Meu Jesus, meu Redentor e meu Deus, donde me vem este favor?
Porque razão, de preferência a tantas almas que deixastes no século, me escolheu a mim pecadora para vossa esposa, e me admitistes a viver aqui na terra, na vossa casa, a espera da coroa eterna que me haveis de dar no paraíso?
Senhor! Visto que me favorecestes com tão insigne graça, fazei que eu saiba estimá-la, a fim de que o meu reconhecimento e o meu amor correspondam ao amor que me testemunhastes. Vós me preferistes a tantas outras, é justo que vos prefira a todos.
Vós vos destes inteiramente a mim; é justo que eu me dê toda a vós e que sejais o meu único bem amado, meu único amor.
Sim, meu Jesus, eu vos amo sobre todas as coisas e não quero amar senão a vós. Vós vos destes a mim sem reserva; e me dou toda a vós sem reserva. Aceitai, eu vo-lo peço, e não desprezeis o amor de meu coração, ainda que antigamente ele tenha amado as criaturas a ponto de preferi-las a vós, que sois o sumo bem. Aceitai-me e conservai-me; sem o vosso socorro, não posso deixar de vos trair.
Visto que me escolhestes para vossa esposa, fazei que vos seja fiel e reconhecida. Ó belas chamas que jorrais do Coração de Jesus, abrasai-me e destruí no meu coração todos os afetos que não são para Jesus. Não me deixeis viver senão para amar este amabilíssimo Esposo, que quis dar sua vida para ser amado por mim.
Ó Maria, Mãe de Deus, se eu sou esposa de vosso Filho, vós sois não somente minha rainha, mas também minha Mãe. E se é por vossa intercessão que me desapeguei do mundo, fui trazida a esta santa casa, e fui elevada à dignidade de esposa de vosso divino Filho, socorrei-me agora, e nunca me abandoneis. Fazei que minha vida e minha morte sejam dignas de uma esposa de Jesus Cristo.
FONTE: A verdadeira esposa de Jesus Cristo - Santo Afonso Maria de Ligório
domingo, 7 de julho de 2013
JMJ: Um sonho do coração de Deus
Tudo começou com um encontro promovido pelo Papa João Paulo II em 1984. Foi um encontro de amor, sonhado por Deus e abraçado pelos jovens. Vozes que precisavam ser ouvidas e um coração pronto para acolhê-las.
A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), como foi denominada a partir de 1985, continua a mostrar ao mundo o testemunho de uma fé viva, transformadora e a mostrar o rosto de Cristo em cada jovem.
São eles, os jovens, os protagonistas desse grande encontro de fé, esperança e unidade. A JMJ tem como objetivo principal dar a conhecer a todos os jovens do mundo a mensagem de Cristo, mas é verdade também que, através deles, o ‘rosto’ jovem de Cristo se mostra ao mundo.
A Jornada Mundial da Juventude, que se realiza anualmente nas dioceses de todo o mundo, prevê a cada 2 ou 3 anos um encontro internacional dos jovens com o Papa, que dura aproximadamente uma semana. A última edição internacional da JMJ foi realizada em agosto de 2011, na cidade de Madri, na Espanha, e reuniu mais de 190 países.
A XXVIII Jornada Mundial da Juventude será realizada de 23 a 28 de julho de 2013 na cidade do Rio de Janeiro e tem como lema “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19).
Um sonho do coração de Deus
As JMJs tem sua origem em grandes encontros com os jovens celebrados pelo Papa João Paulo II em Roma. O Encontro Internacional da Juventude, por ocasião do Ano Santo da Redenção aconteceu em 1984, na Praça São Pedro, no Vaticano. Foi lá que o Papa entregou aos jovens a Cruz que se tornaria um dos principais símbolos da JMJ, conhecida como a Cruz da Jornada.
O ano seguinte, 1985, foi declarado Ano Internacional da Juventude pelas Nações Unidas. Em março houve outro encontro internacional de jovens no Vaticano e no mesmo ano o Papa anunciou a instituição da Jornada Mundial da Juventude.
A primeira JMJ foi diocesana, em Roma, no ano de 1986. Seguiram-se os encontros mundiais: em Buenos Aires (Argentina – 1987) - com a participação de 1 milhão de jovens; em Santiago de Compostela (Espanha – 1989) - 600 mil; em Czestochowa (Polônia – 1991) - 1,5 milhão; em Denver (Estados Unidos – 1993) - 500 mil; em Manila (Filipinas – 1995) – 4 milhões; em Paris (França -1997) – 1 milhão; em Roma (Itália – 2000) – 2 milhões, em Toronto (Canadá – 2002) – 800 mil; em Colônia (Alemanha – 2005) – 1 milhão; em Sidney (Austrália – 2008) – 500 mil; e em Madri (Espanha – 2011) – 2 milhões.
Além do fato de estar em outro país, com seus encantos turísticos, a participação na Jornada requer um corpo preparado para a peregrinação e um coração aberto para as maravilhas que Deus tem reservado para cada um. São catequeses, testemunhos, partilhas, exemplos de amor ao próximo e à Igreja, festivais de música e atividades culturais. Enfim, um encontro de corações que creem, movidos pela mesma esperança de que a fraternidade na diversidade é possível.
Fonte: Comunicação da catequese
O lema da Jornada Mundial da Juventude
O lema da JMJ 2013, que vai acontecer de 23 a 28 de julho, é
Ide e fazei discípulos entre todas as nações! (cf. Mt 28, 19)
“A Jornada Mundial da Juventude em Madrid renovou nos jovens o chamado a serem o fermento que faz a massa crescer, levando ao mundo a esperança que nasce da fé. Sede generosos ao dar um testemunho de vida cristã, especialmente em vista da próxima Jornada no Rio de Janeiro”.
Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI no anúncio do lema da Jornada Mundial da Juventude Rio2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto.
Na ocasião a catequese foi dedicada a JMJ 2011, que havia terminado no dia 21 do mesmo mês. Bento XVI recordou com carinho a participação e a alegria dos cerca de dois milhões de jovens em Madrid, ao que ele chamou de “uma formidável experiência de fraternidade, de encontro com o Senhor, de partilha e de crescimento na fé: uma verdadeira cascata de luz.”
Por isso é tão importante que os jovens do Brasil e do mundo assumam desde agora esse chamado à missão e participem da Jornada como testemunhas vivas do Cristo.
Para o padre Geraldo Dondici Vieira, diretor do Departamento de Teologia da PUC-Rio, esse é um lema para ser guardado no coração, refletido e meditado. “Esse tema, de fazer discípulos, de chamar outros discípulos para a comunhão e o convívio com o Senhor, é o tema mais querido do Evangelho de Mateus. Esse mandato, essa missão já está anunciada em todo o Evangelho. E, na verdade, só faz discípulo quem já é discípulo, quem convive com o Senhor”, afirmou o sacerdote.
Padre Dondici ressalta que esse testemunho e o próprio anúncio do Cristo, são grandes desafios pra juventude, que vive em um mundo plural, com milhares de informações, seja através das escolas, lazer, internet, especialmente no contato com as redes sociais, como o facebook, twitter: “Com essas mil participações, ele, jovem discípulo, é chamado a plantar no coração de quem ele encontrar, com quem ele se comunicar, o desejo de ser discípulo de Jesus”.
“O que ganha o discípulo de Jesus? Ganha a pertença ao reino, ganha a certeza do amor de Deus, ganha a certeza de ser para os outros sinal de misericórdia e de amor. Ganha o levar e doar a paz do Senhor. São esses frutos e dons que o mundo muito precisa. O perdão, a misericórdia, a paz é que irão diminuir na sociedade, no mundo de hoje, a violência, a guerra, a corrupção, a maldade, tudo aquilo que tira a possibilidade do jovem crescer e colocar toda a sua riqueza e vitalidade a serviço da humanidade”, afirmou.”
No mandato final do texto de Mateus – “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” –, explicou o padre, está um grande sonho antropológico de todos, de que o contato com o Senhor, a amizade com Ele, desperte o que cada um tem de melhor em si mesmo.
“Vivemos em um mundo onde há muitos desperdícios, perdas humanas, por falta de chance. O convívio com o Senhor desperta o que temos de melhor. O anúncio ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’ é um anúncio para a vida toda. Em nenhum momento podemos fazer um intervalo dele, porque ele supõe que aquele que é amigo do Senhor, pela sua vida, pelo seu estar no mundo, comunique aos outros a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor. Essa é a missão que a nossa Igreja precisa.
Fonte: Comunicação na catequese
Entronização a Cruz de São Bento
São Bento, estamos todos aqui reunidos para, em nome de Cristo Nosso Senhor, entronizar sua Cruz Sagrada.
Rezemos, então, a oração que Jesus nos ensinou:
Pai nosso que estais nos céus,...
Rezemos também com São Bernardo:
“lembrai-vos, ó puríssima Viagem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que a vós têm recorrido, implorando vossa assistência e invocando vosso socorro, fosse por vós desamparado. Animando eu, pois, com confiança, a vós recorro e, gemendo debaixo dos peso dos meus pecados, me prostro a vossos pés, ó Virgem das virgens. Não desprezeis as minhas súplicas, ó do Verbo encarnado, mas ouvias favoravelmente e dignai-vos atender-me, ó doce Virgem Maria. Amém.
São Bento, pela Sagrada Família de Nazaré e sua fuga para o Egito, livra os habitantes desta casa da desunião, protegendo-os das drogas e vícios; livra-os do desemprego, do terrorismo, das perseguições e seqüestros, e protege-os da violência. Amém.
Pai-Nosso
Nos quartos
São Bento, pela anunciação do anjo à Virgem Maria, protege esta família, permitindo sempre que Jesus seja anunciado, e, pela ressurreição de Jesus, livra-os da morte sem o sacramento da Igreja. Amém.
Pai-Nosso
Na cozinha
São Bento, pela Ceia do Senhor Jesus, livra da fome os habitantes desta casa, e sacia-os com o alimento da Eucaristia. Amém.
Pai-Nosso
Colocando a cruz no local escolhido pela família:
Cruz do Santo Pai Bento,
Cruz Sagrada, seja a nossa luz!
Não seja o dragão o nosso guia!
Afasta-te desta casa, Satanás, e nunca nos aconselhes coisa vãs.
É mau o que oferece, bebe tu mesmo os teus venenos. Amém.
Em nome de São Bento, com a força de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santíssima Virgem Maria,que esta cruz seja a barreira contra o mal que porventura possa se aproximar desta casa. Amém.
Que mesmo fora daqui,seus habitantes sejam privilegiados com a graça de Deus Pai, de Jesus Cristo e do Espírito Santo. Amém.
Que a hora da morte, de quaisquer dos seus habitantes, sejam livres das ciladas e embustes dos inimigos, pela presenças daquele cuja memória celebramos e entronizamos esta cruz. Amém.
Que, a São Bento recorrendo, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, e que aqui reine a paz e a tranqüilidade. Amém.
Que, a São Bento recorrendo, afastem daqui as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Amém.
Tudo isso, senhor Deus, vos pedimos. A vós que sois o dispensador de todos os bens, suplicamos que,por intercessão de São Bento se de Nossa Senhora, abençoai esta casa, e que seus habitantes possam praticar boas obras e mereçam obter a saúde da alma e do corpo e, com auxílios de vossa misericórdia, apresentem-se um dia santo e imaculado diante de vossa face. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Pai-Nosso e Ave-Maria
Senhor Jesus, que fique entre nós a vossa luz!
Senhor Jesus, que fique entre nós a vossa luz!
sábado, 6 de julho de 2013
Que a graça de Deus não se comunica aos que gostam das coisas terrenas
1. Jesus: Filho, preciosa é a minha graça; não sofre mistura de coisas estranhas,
nem de consolações terrenas. Cumpre, pois, remover todos os
impedimentos da graça, se desejas que te seja infundida. Busca lugar retirado,
gosta de viver só contigo, e não procures conversa com os outros, mas
a Deus dirige tua oração fervorosa, para que te conserve na compunção de
espírito e pureza da consciência. Avalia em nada o mundo todo; antepõe o
serviço de Deus a todas as coisas exteriores. Pois não podes há um tempo
tratar comigo e deleitar-te nas coisas transitórias. Cumpre apartares-te
dos conhecidos e amigos, e desprenderes teu coração de toda consolação
temporal. Assim exorta também instantemente o apóstolo São Pedro que
os éis cristãos vivam neste mundo como estrangeiros e peregrinos (1 Pdr 2,11).
2. Oh! Quanta conança terá aquele moribundo que não tem afeição a coisa
alguma do mundo. Mas desprender assim o coração de tudo, não o compreende
o espírito ainda enfermo, bem como o homem carnal não conhece
a liberdade do homem interior. Entretanto, se quiser ser verdadeiramente
espiritual, cumpre-lhe renunciar aos estranhos como aos parentes e de ningu
ém mais se guardar do que de si mesmo. Se te venceres perfeitamente
a ti mesmo, tudo o mais sujeitarás com facilidade. Pois a perfeita vitória
é triunfar de si mesmo. Porque aquele que se domina a tal ponto, que os
sentidos obedeçam à razão e a razão lhe obedeça em todas as coisas, este
é realmente vencedor de si mesmo e senhor do mundo.
3. Se aspiras a galgar estas alturas, cumpre-te começar varonilmente e pôr
o machado à raiz, para que arranque e cortes o secreto e desordenado
apego que tens a ti mesmo, e a todo bem particular e sensível. Deste vício
do amor excessivo e desordenado que o homem tem a si mesmo provém
quase tudo que radicalmente se há de vencer; vencido este e subjugado,
logo haverá grande paz e tranqüilidade estável. Mas já que poucos tratam
de morrer a si mesmos e desapegar-se de si, por isso cam presos em si
mesmos e não se podem erguer em espírito acima de si. A quem, todavia,
deseja livremente seguir-me, cumpre-lhe morticar todos os seus maus e
desordenados afetos, e não se prender, com amor apaixonado, a criatura
alguma.
FONTE: Imitação de Cristo
A descida de Jesus Cristo aos Infernos
A Descida de Cristo aos Infernos
(atribuído a Nicodemos)
I
[1] Convite de José. Disse José: "E por que vos admirais de que
Jesus tenha ressuscitado? Isso não é nenhuma maravilha; a maravilha está no
fato de que não foi só ele que ressuscitou, porque muitos outros mortos
ressuscitaram e apareceram, em Jerusalém, a muitas pessoas. E, se até agora não
conheceis outros, conheceis ao menos Simeão, que recebeu Jesus, e seus dois
filhos, que ele ressuscitou; ao menos esses conheceis. Nós os sepultamos
recentemente, e agora seus sepulcros foram vistos abertos, e eles estão vivos e
habitam em Arimatéia". Mandaram então alguns homens, os quais viram seus
sepulcros abertos e vazios. José exclamou: "Vamos encontrá-los em
Arimatéia".
[2] Dois ressuscitados.* Levantaram-se, então, os sumos sacerdotes Anás
e Caifás, José, Nicodemos, Gamaliel e outros com eles e foram a Arimatéia e
encontraram aqueles dos quais tinha falado José. Fizeram uma oração,
saudaram-se mutuamente, voltaram com eles para Jerusalém, conduziram-nos para a
sinagoga e trancaram as portas; depois puseram no meio o Antigo (Testamento)
dos judeus, e os sumos sacerdotes lhes disseram: "Queremos que jureis pelo
Deus de Israel e por Adonai e digais assim a verdade sobre o modo pelo qual
fostes ressuscitados e sobre quem vos fez ressurgir dos mortos".
[3] Ouvindo isso, os homens que tinham ressuscitado fizeram o sinal da
cruz no rosto e disseram aos sumos sacerdotes: "Dai-nos papel, tinta e
pena!" Depois que lhes foram dados, sentaram-se e escreveram assim:
II
[1] 'Senhor Jesus Cristo, ressurreição e vida do mundo, dá-nos a graça
de falar de tua ressurreição e das obras maravilhosas que fizeste no Hades.
Abraão, Isaías, João Batista. *Habitávamos então no Hades com todos os mortos
da eternidade. E na hora de meia-noite naqueles lugares escuros surgiu e
resplandeceu uma luz como a do Sol, ficamos todos iluminados e nos vimos um ao
outro. Subitamente nosso pai Abraão e com ele os patriarcas e os profetas
ficaram cheios de alegria e disseram um ao outro: "Esta luz vem de grande
luzeiro". O profeta Isaías, que estava presente, disse: "Esta luz vem
do Pai, do Filho e do Espírito Santo, como profetizei quando estava entre os
vivos, dizendo: A terra de Zabulon e a terra de Neftali, o povo sentado nas
trevas, viu uma grande luz"'.
[2] Depois, do deserto para lá, para o meio deles, veio um asceta, e os
patriarcas lhe perguntaram: "Quem és tu?" Ele respondeu: "Eu sou
João, o último dos profetas, aquele que aplanou os caminhos do Filho de Deus e
anunciou ao povo a penitência para a remissão dos pecados. Veio a mim o Filho
de Deus e, vendo-o, de longe, eu disse ao povo: 'Eis o Cordeiro de Deus, que
tira o pecado do mundo'. Com minhas mãos eu o batizei no rio Jordão e vi, como
pomba, o Espírito Santo descer sobre ele e ouvi a voz de Deus Pai dizer a ele:
'Este é meu Filho dileto, no qual me comprazi'. Por isso ele me mandou também a
vós, para anunciar-vos que o unigênito Filho de Deus vem aqui embaixo, a fim de
que quem crê nele seja salvo, e quem não crê seja condenado. Digo, pois, a
todos vós que o venereis, logo que o virdes, já que a vós só agora é concedido
um tempo de penitência por vós, pelos ídolos que venerastes no mundo vão e
pelos pecados que cometestes; e é impossível que isso aconteça em outro tempo.
Fonte: OBRAS INTEGRAIS
terça-feira, 2 de julho de 2013
Testemunho de uma ex-satanista sobre a presença de Jesus na Eucaristia
A Bíblia diz que a Igreja, não a Bíblia, é a “coluna e sustentáculo da verdade” (l Tim 3: l5)! A ex-satanista Betty Brennan, palestrando para um grupo de oração pentecostal, falou sobre a Bíblia e sobre a Igreja que nos dá a Eucaristia:
“Durante anos, durante anos, eu tenho perseguido a Igreja de Cristo. Quando eu saí e voltei para a igreja, eu escolhi a Igreja Católica Romana, pois todo ritual satânico é um take-off (uma cópia reversa) dos Sacramentos na Igreja Católica Romana. Eles [os satanistas] sabem o que é a Eucaristia! Se todo mundo aqui, e todos que entraram na renovação, compreendessem o Sacramento da Eucaristia, que é o Verbo encarnado, ninguém iria acabar numa igreja Pentecostal e ter uma relação apenas com um livro [a Bíblia] ao invés de uma relação com o Cristo Sacramentado. Como alguém pode deixar uma Igreja Sacramental para frequentar outra denominação protestante baseando-se somente [na interpretação pessoal] da palavra na Bíblia? A palavra de Jesus Cristo conduz ao Verbo Encarnado, a Eucaristia!
“Sabe se tivesse uma bruxa ‘bona-fide’ aqui, e você colocasse para fora trinta hóstias, ou mil hóstias, e apenas uma delas fosse consagrada, ela saberia imediatamente qual é a consagrada, porque a hóstia consagrada é a Presença Real de Cristo! Ainda assim, nós Cristãos vamos à inúmeras reuniões e grupos de oração, passamos um tempo incontável com nossos parceiros de oração, mas não temos esse desejo de estar na presença e receber o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo!”
Betty Brennan retornou à Igreja Católica após anos de prática de satanismo. Após ter aprendido não somente rituais satânicos, mas magia negra envolvendo a invocação de todo tipo e espírito impuro e pestilento para executar obras e magia em nome de Satanás.
Enquanto bruxa satanista Brennan relata que sequer podia suportar estar fisicamente na Igreja no momento da consagração da Hóstia. Segundo seu depoimento, ela teria que se retirar imediatamente de qualquer ambiente onde fosse executado o milagre da Transubstanciação, a Consagração. Brennan vivia uma vida dupla e fingia ser Cristã, e por isso, ás vezes tinha que frequentar a Igreja, pois até mesmo seu marido desconhecia seu envolvimento com o oculto.
Após sua conversão, que ocorreu com a ajuda de um sacerdote Católico, que desconfiado dos eventos estranhos que sucediam na Santa Missa ( Betty, algumas vezes usando suas habilidades satânicas e ajudada pelo inimigo de Cristo, tentava impedir que a Missa fosse celebrada ) quando ela estava presente, ajudou-a a se libertar do mal que a dominara.
Depois de um longo período de conversão, arrependimento e expiação, Betty Brennan hoje atua como auxiliar do Sacerdote exorcista oficial da Santa Igreja nos EUA. Ela ajuda nos rituais de exorcismo executados pela Igreja Católica Americana, devido ao seu profundo conhecimento dos mais diversos espíritos malignos que possuem almas humanas. Além disso, ela viaja pelo mundo contanto sobre sua terrível experiência como serva do Diabo e seu retorno à Cristo!
A Sagrada Eucaristia, Jesus conosco há 2.000 anos
Século l: São Paulo deu testemunho a estas palavras de Cristo: “Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha” (l Cor 11,26).
Ao longo dos séculos, sempre que a presença real de Jesus foi questionada, a Igreja continuou a afirmar a verdade de que no Sacramento da Santíssima Eucaristia “o Corpo e o Sangue, juntamente com a alma e divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, portanto, todo o Cristo está verdadeira, real e substancialmente contido.” (Catecismo da Igreja Católica, 1374; Concílio de Trento 1551: DS 1651).
Século 20: “O Concílio Vaticano II justamente afirmou que o sacrifício Eucarístico é “fonte e ápice da vida cristã. ‘Pois a Santíssima Eucaristia contém a riqueza espiritual da Igreja inteira: o pão o próprio Cristo, nossa páscoa e pão vivente. Através de sua própria carne, agora feita de vida e vivificante pelo Espírito Santo, ele oferece aos homens a vida. “Consequentemente, o olhar da Igreja volta-se continuamente ao seu Senhor, presente no Sacramento do Altar, onde descobre a plena manifestação do seu imenso amor “(Papa João Paulo II, Ecclesia de Eucharistia, 1).
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