Sacerdotes, especialmente, devem ser aterrorizados por essas advertências. As oportunidades para a glória espetacular (não as do mundo) ou o perigo espetacular (também não o do mundo) confrontar, a cada dia, a cada homem ordenado único da Igreja Católica. Um bom sinal de que um sacerdote agarra a realidade de sua responsabilidade e o preço do fracasso é que ele faz uma hora santa diante do Santíssimo Sacramento todos os dias.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
O demônio odeia os padres
São Narcisio
O santo de hoje, São Narciso, foi Bispo de Jerusalém e, quando se deu tal fato, devia ter quase cem anos de idade. Narciso não era judeu e teria nascido no ano 96. Homem austero, penitente, humilde, simples e puro, sabe-se que presidiu com Teófilo de Cesareia a um concílio onde foi aprovada a determinação de se celebrar sempre a Páscoa num Domingo.
Eusébio narra que em certo dia de festa, em que faltou o óleo necessário para as unções litúrgicas, Narciso mandou vir água de um poço vizinho, e com sua bênção a transformou em óleo. Conta também as circunstâncias que levaram Narciso a demitir-se das suas funções.
Para se justificarem de um crime, três homens acusaram o Bispo Narciso de certo ato infame. "Que me queimem vivo - disse o primeiro - se eu minto". "E a mim, que me devore a lepra", disse o segundo. "E que eu fique cego", acrescentou o terceiro. O desgosto de ser assim caluniado despertou em Narciso o seu antigo desejo pelo recolhimento e, por isso, sem dizer para onde ia, perdoou os caluniadores e saiu de Jerusalém em direção ao deserto. Considerando-o definitivamente desaparecido, deram-lhe por sucessor a Dio, ao qual por sua vez sucederam Germânio e Górdio. Todavia, os três caluniadores não tardaram a sofrer os castigos que em má hora tinham invocado, pois o primeiro pereceu num incêndio com todos os seus, o segundo morreu de lepra e o terceiro cegou à força de tanto chorar o seu pecado.
Alguns anos depois, Narciso reapareceu na cidade episcopal. Nunca tinha sido posta em dúvida a santidade do seu procedimento.; por isso, foi com imensa alegria que Jerusalém recebeu seu antigo pastor. Segundo diz Eusébio, continuou Narciso a governar a diocese até a idade de 119 anos, auxiliado por um coadjutor chamado Alexandre.
Faleceu cerca do ano de 212.
São Narciso, rogai por nós!
http://www.cancaonova.com/portal/cana...
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Fariseus e Publicanos
É muito provável que todos tenhamos, em alguma medida, as características tanto do fariseu quanto do publicano do evangelho de hoje. Esses dosi personagens sobem ao templo para suas práticas religiosas. Eles representam duas atitudes contrapostas. Cada um tem seu jeito de rezar e carrega no coração a imagem particular que Deus e do modo de relacionar-se com ele.
O fariseu não se sente "como os outros"; julga-se muito melhor, pois é fiel cumpridor de seus deveres religiosos. obedece em tudo ao que a lei determina. Com isso, pensa ter crédito com Deus. Nada, porém, diz de suas obras de caridade e de compaixão.
O publicano (cobrador de impostos: por isso, odiado pelos judeus) "bate no peito" e reconhece a necessidade do amor e da misericórdia divina. Não é autosuficiente e sabe que não tem méritos diante de Deus. Tem consciência de ser pecador e malvisot por todos, em que pese o fato de garantir o próprio sustento com sua profissão.
E perigo está em nso considerarmos melhores que os outros. Quando isso acontece, acabamos desprezando as pessoas e as destruímos com nossas criticas; tornamo-nos insensíveis aos apelos e necessidades dos irmãos. Nossas belas práticas de piedade podem não ser o bastante: precisamos ir além do simples. cumprimento dos deveres religiosos.
Sermos cristãos e praticantes assíduos da religião nada nos garante. No mundo atual, frequentemente deparamos com novos publicanos - mendingos, dependentes químicos, prostitutas, sem teto, sem terra... -, e ai de nós se nos consideramos melhores do que eles! Diante de Deus, ninguém é mais nem melhor do que ninguém. Se em nós se misturam o fariseu e o publicano, qual o fundamento de nos julgarmos mais que os outros por este ou aqule motivo?
Infelizmente ainda estão vivos o farisaísmo e a arrogância que nos impedem de ver-nos como somos e falsificam nossa relação com Deus e com os irmãos e irmãs. Reconhecer isso é o primeiro passo para a mudança!
Pe. Nilo Luza, ssp sobre o evangelho do dia 27/10/2013
O fariseu não se sente "como os outros"; julga-se muito melhor, pois é fiel cumpridor de seus deveres religiosos. obedece em tudo ao que a lei determina. Com isso, pensa ter crédito com Deus. Nada, porém, diz de suas obras de caridade e de compaixão.
O publicano (cobrador de impostos: por isso, odiado pelos judeus) "bate no peito" e reconhece a necessidade do amor e da misericórdia divina. Não é autosuficiente e sabe que não tem méritos diante de Deus. Tem consciência de ser pecador e malvisot por todos, em que pese o fato de garantir o próprio sustento com sua profissão.
E perigo está em nso considerarmos melhores que os outros. Quando isso acontece, acabamos desprezando as pessoas e as destruímos com nossas criticas; tornamo-nos insensíveis aos apelos e necessidades dos irmãos. Nossas belas práticas de piedade podem não ser o bastante: precisamos ir além do simples. cumprimento dos deveres religiosos.
Sermos cristãos e praticantes assíduos da religião nada nos garante. No mundo atual, frequentemente deparamos com novos publicanos - mendingos, dependentes químicos, prostitutas, sem teto, sem terra... -, e ai de nós se nos consideramos melhores do que eles! Diante de Deus, ninguém é mais nem melhor do que ninguém. Se em nós se misturam o fariseu e o publicano, qual o fundamento de nos julgarmos mais que os outros por este ou aqule motivo?
Infelizmente ainda estão vivos o farisaísmo e a arrogância que nos impedem de ver-nos como somos e falsificam nossa relação com Deus e com os irmãos e irmãs. Reconhecer isso é o primeiro passo para a mudança!
Pe. Nilo Luza, ssp sobre o evangelho do dia 27/10/2013
Sim, existe um inferno
Certa vez um amigo que se diz católico me disse: "eu não acredito em inferno." O
senhor pode dar uma resposta a esta afirmação?
A Escritura sagrada claramente atesta a um lugar de condenação
eterna chamado inferno ou às vezes referido a como Gehenna. Os exemplos
são os seguintes: Jesus disse que o homem que desprezar seu irmão "incorrerá os
fogos da Gehenna" (Mt 5,22). Nosso Senhor advertiu, "não temais os que
matam o corpo mas não podem matar a alma. Antes, temei quem pode destruir tanto
corpo como alma na Gehenna" (Mt 10,28). Jesus disse, "Se tua mão te faz
cair, corta-a. Melhor você entrar na vida com uma só mãos que manter ambas as
mãos e ir para a Gehenna com seu fogo inextinguível" (Mc 9,43). Usando
a parábola do joio e do trigo para descrever o julgamento final, Jesus disse,
"os anjos lançarão [os malfeitores] na fornalha inflamável onde prantearão e
moerão os seus dentes (Mt 13,42). Semelhantemente, quando Jesus falou do
julgamento final onde a ovelha será separada dos lobos, Ele dirá ao mau,
"afastai-vos de mim, malditos, para o fogo perpétuo preparado para o demônio e
seus anjos (Mt 25,41). Finalmente, no Livro da Revelação, cada pessoa é julgada
individualmente e os malfeitores são lançados em uma "fosso de fogo, a segunda
morte" (20,13-14).
Apenas para clarificação, Gehenna era um vale ao sul
de Jerusalém que era utilizado para sacrifícios pagãos de crianças pelo fogo. O
profeta Jeremias amaldiçoou o lugar e predisse que seriam um lugar de morte e
corrupção. Na literatura rabínica tardia, o termo identificava o lugar de
castigo eterno com torturas e fogo inextinguível para os maus.
Dessa forma, a Igreja consistentemente ensinou que de fato o
inferno existe. Que as almas que morrem num estado de pecado mortal
imediatamente vão para o castigo eterno no inferno. O castigo do inferno é
principalmente a separação eterna de Deus. Lá se sofre o sentido de perda?a
perda do amor de Deus, a perda da vida com Deus, e a perda da felicidade. Amor
verdadeiro, vida, e felicidade são relacionadas a Deus, e cada pessoa as deseja.
Entretanto, só Nele o homem achará sua realização (cf. CCE 1035).
A pessoa condenada também sofre dor. As descrições dadas sobre
esse "fogo" pela Constituição Apostólica Benedictus Deus (1336) do Papa
Benedito XII disseram que as almas "sofreriam a dor do inferno," e o Concílio de
Florença (1439) decretou que as almas "seriam punidas com castigos
diferentes".
Alguns santos tiveram visões de inferno. Irmã Faustina
descreveu o inferno como segue: "Hoje fui dirigida por um Anjo aos abismos
do inferno. É um lugar de grande tortura; como terrivelmente grande e extenso é!
As espécies de torturas eu vi: A primeira tortura que constitui o inferno é a
perda de Deus; a segunda é o remorso perpétuo da consciência; a terceira é que
aquela condição nunca mudará; a quarta é o fogo que penetrará na alma sem
destruí-la?um sofrimento terrível, como é um fogo puramente espiritual, aceso
pela ira de Deus; a quinta tortura é a escuridão ininterrupta e um terrível e
sufocante odor. Apesar da escuridão, os demônios e as almas dos condenados vêem
todos os males, os próprios e dos outros; a sexta tortura é a companhia
constante de Satanás; a tortura sétima é o desespero horrível, aversão de Deus,
palavras vis, maldições e blasfêmias. Estas são as torturas sofridas por todos
os condenados, mas isto não é o fim dos sofrimentos. Há torturas especiais dos
sentidos. Cada alma sofre sofrimentos indescritíveis, terríveis, relacionados à
maneira com que se pecou. Há cavernas e fossas de tortura onde uma forma de
agonia difere da outra. Teria morrido na mesma visão destas torturas se a
onipotência de Deus não tivesse me apoiado. Escrevo isto no comando de Deus, de
modo que nenhuma alma pode achar uma desculpa por dizer não há inferno, nem que
ninguém jamais esteve lá e por isso não se pode dizer como ele é".
Devemos lembrar que Deus não predestina ninguém ao inferno nem
deseja que alguém seja condenado. Deus nos confere a graça atual que ilumina o
intelecto e fortalece a vontade de modo que podemos fazer o bem e desviar do
mal. Entretanto, uma pessoa, com o consentimento do seu intelecto, pode escolher
praticar o mal e com essa escolha, cometer pecado mortal, e assim rejeitar Deus.
Se uma pessoa não se arrepende do pecado mortal, não tem qualquer remorso e
persiste neste estado, então esta rejeição de Deus continuará para a eternidade.
Em resumo: as pessoas se condenam ao inferno.
O papa João Paulo II, em Cruzando o Limiar da
Esperança (pp. 185-6) endereçou a pergunta, "Pode Deus, que amou tanto
o homem, permitir que o homem que O rejeita seja condenado a tormento
eterno?" Citando a Escritura Sagrada, o Santo Padre na sua resposta repete
o ensino inequívoco de nosso Senhor. Ele também nos lembra que a Igreja nunca
condenou uma pessoa particular ao inferno, nem mesmo Judas; antes, a Igreja
deixa todo julgamento nas mãos de Deus. Entretanto, o Papa, por uma série de
perguntas, afirma que o Deus de Amor é também o Deus de Justiça, que nos faz
responsáveis por nossos pecados e assim nos pune.
Devemos orar pela graça de resistir à tentação e seguir o
caminho do Senhor e ao mesmo tempo procurando o perdão para qualquer queda que
venhamos a cometer. Falando sobre a jornada da Igreja Peregrina, o Vaticano II
na Constituição Dogmática sobre a Igreja (n. 48) escreve, "desde que
não se sabe nem o dia nem a hora, devemos seguir o conselho do Senhor e vigiar
constantemente de modo que, quando o único curso de nossa vida terrena for
completada, possamos merecer entrar com Ele na festa das bodas e sermos
numerados entre os abençoados e não como os serventes maus e preguiçosos, sermos
enviados ao fogo eterno, na escuridão exterior onde 'haverá prantos e ranger de
dentes.'" Por esta mesma razão, nós oramos na primeira Oração Eucarística da
Missa, "Pai aceita esta oferenda de toda sua família. Conceda-nos sua paz nesta
vida, poupa-nos da condenação final, e conta-nos entre os escolhidos".
Traduzido para o Veritatis Splendor por Rondinelly Ribeiro
Rosa.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
A hipótese de consórcio sexual de anjos maus com seres humanos
Em conseqüência, compreende-se que é totalmente insustentável a sentença dos que atribuem aos espíritos maus consórcio com mulheres.
É certo, porém, que desde a época pré-cristã há pensadores que falam de relações sexuais de demônios com seres humanos. Assim os judeus de Alexandria, entre 250 e 100 a.C, ao traduzirem a Bíblia do hebraico para o grego (tradução alexandrina ou dos LXX), verteram o hebraico bene-eiohim (filhos de Deus) de Gn 6, 2 por ángeloi tou Theou (anjos de Deus) e atribuíram a estes relações sexuais com as filhas dos homens; de tal consórcio teriam nascido homens gigantescos (cf. Gn 6, 1-4). Os escritores judeus Filon de Alexandria (t 44 d.C.) e Flávio José (| 100 d.C.) repetiram a mesma concepção (cf. Filon, De Gigantibus 6ss; De somniis 133ss: Flávio José, Antiquitates 131 § 73), que se tornou freqüente nos apócrifos judeus.
Vários escritores cristãos dos quatro primeiros séculos, por sua vez, professaram a mesma teoria; assim S. Justino (f 165), Taciano (t após 172), Atenágoras (f 177), S. Ireneu (f 202), Clemente de Alexandria (f antes de 215), S. Metódio de Olimpo (f 311), S. Cipriano de Cartago (t 258), S. Basílio de Cesaréia (f 379), S. Ambrósio (f 397). Esta tese era devida à falsa tradução apresentada pelos LXX e aceita pelos antigos. Favorecia-a o inadequado conceito de espírito que muitos escritores dos primeiros séculos professavam: influenciados pelos estóicos, admitiam, sim, que os espíritos tivessem uma corporeidade sutil, a qual explicaria o pretenso relacionamento com mulheres.
Com o tempo, porém, foi-se implantando entre os cristãos a tradução da Vulgata de S. Jerônimo (f 421), que em Gn 6, 2 não falava de anjos, mas simplesmente de filhos de Deus, como o texto hebraico. Além disto, o conceito de espírito foi-se depurando, de modo a não se lhe atribuir corporeidade.
Muito típico da evolução de pensamento é, por exemplo, o livro dos Diálogos, atribuído a S. Gregório de Nazianzo. Este se pergunta como os anjos, sendo incorpóreos, puderam ter consórcio carnal com mulheres e gerar gigantes. Acaba julgando absurda e blasfema tal tese. O mesmo se lê nas obras de S. Cirilo de Alexandria (f 444): afirma que os anjos não têm corpo nem procuram as volúpias da carne; além do quê, observa que as Escrituras em Gn 6, 2 falam de filhos de Deus e não de anjos de Deus. Muitos outros testemunhos da transição do pensamento dos doutores da Igreja nos séculos IV/V se encontram no artigo "Démon d'après les Pères", de E. Mangenot, em "Dictionnaire de Théologie Catholique" IV/1, col. 339-384.
Isto explica que na Idade Média os grandes teólogos como S. Boaventura (f 1274), S. Tomás de Aquino (t 1274), Duns Scoto (t 1308), S. Alberto Magno (f 1280) tenham abandonado por completo a teoria de relações carnais dos anjos com mulheres. Todavia ficou na crença popular a concepção de que os demônios podiam unir-se sexualmente a seres humanos; por isto algumas publicações da Idade Média (e ainda de épocas posteriores) falavam de demônios ácubos (os que se deitavam por cima) e de súcubos (os que se deitavam por baixo)... Alguns pronunciamentos de Concílios e de Papas atribuíram largas partes ao demônio na vida dos homens, admitindo mesmo a possibilidade de relações carnais dos mesmos com mulheres. Ampla documentação a propósito acha-se coletada no artigo "Documentos Eclesiásticos sobre Práticas Supersticiosas e Demoníacas" de Frei Constantino Coser O.F.M., publicado em REB, vol. XVII, março de 1957, pp. 54-88. É certo, porém, que nenhum desses documentos tem a força de definição dogmática; trata-se de orientações dadas para atender à problemática de séculos passados muito propensos a admitir o demônio em todo fenômeno física ou moralmente hediondo.
Em nossos dias, está totalmente fora de cogitação a hipótese de consórcio sexual de anjos maus com seres humanos; a teologia só pode classificar tal crença como falha em suas próprias premissas, visto que supõe corporeidade nos demônios; trata-se, pois, de um produto da fantasia, que a piedade popular pôde alimentar, mas que há de ser estritamente dissipado.
http://www.veritatis.com.br/doutrina/demonios/956-hipotese-de-relacao-com-seres-humanos
Santo Antonio Maria Claret
Vídeo Santo do Dia do dia 24 de Outubro, Santo Antônio Maria Claret
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O santo lembrado hoje foi de muita importância para a Igreja que guarda o testemunho de sua santidade, que mereceu a frase do Papa Pio XI que disse: "Antônio Maria Claret é uma figura verdadeiramente grande, como apóstolo infatigável". Nasceu em 1807 em Sallent (Província de Barcelona -- Espanha), ao ser batizado recebeu o nome de Antônio João, ao qual ele veio depois acrescentar o de Maria como sinal de sua especial devoção à Santíssima Virgem: "Nossa Senhora é minha Mãe, minha Madrinha, minha Mestra, meu tudo, depois de Cristo".
Antônio Maria ajudou o pai numa fábrica de tecidos até os 22 anos, quando entrou para o seminário de vida, pois almejava um sacerdócio santo e como padre desejou consagrar-se nas difíceis missões da Espanha. Ao ver a pobreza dos missionários e as portas se abrindo, Antônio Maria, com amigos, tratou de fundar a "Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria", conhecidos como Claretianos.
O Carisma era evangelizar todos os setores, por meio da caridade de Cristo que constrangia, por isso dizia: "Não posso resistir aos impulsos interiores que me chamam para salvar almas. Tenho sede de derramar o meu sangue por Cristo!" Mal tinha fundado a Congregação, o Espírito o nomeou para Arcebispo de Santiago de Cuba, onde fez de tudo, até arriscar a própria vida, para defender os oprimidos da ilha e converter a todos, conta-se que ao chegar às terras cubanas foi logo visitar e consagrar o apostolado à Nossa Senhora do Cobre.
Com os amigos o Arcebispo Santo Antônio Maria Claret, evangelizou milhares de almas, isto através de missões populares e escritos, que chegaram a 144 obras. Fundador das Religiosas de Maria Imaculada, voltou a Espanha, também tornou-se confessor e conselheiro particular da rainha Isabel II; participou do Concílio Vaticano I, e ao desviar-se de calúnias retirou-se na França onde continuou o apostolado até passar pela morte e chegar na glória em 24 de outubro de 1870.
Foi beatificado em 1934 pelo Papa Pio XI e canonizado por Pio XII em 1950. Pelo seu amor ao Imaculado Coração de Maria e pelo seu apostolado do Rosário, tem uma estátua de mármore no interior da Basílica de Fátima.
Santo Antônio Maria Claret, rogai por nós!
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COMUNIDADE EL SHADDAI:
http://elshaddaimarilia.com
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O santo lembrado hoje foi de muita importância para a Igreja que guarda o testemunho de sua santidade, que mereceu a frase do Papa Pio XI que disse: "Antônio Maria Claret é uma figura verdadeiramente grande, como apóstolo infatigável". Nasceu em 1807 em Sallent (Província de Barcelona -- Espanha), ao ser batizado recebeu o nome de Antônio João, ao qual ele veio depois acrescentar o de Maria como sinal de sua especial devoção à Santíssima Virgem: "Nossa Senhora é minha Mãe, minha Madrinha, minha Mestra, meu tudo, depois de Cristo".
Antônio Maria ajudou o pai numa fábrica de tecidos até os 22 anos, quando entrou para o seminário de vida, pois almejava um sacerdócio santo e como padre desejou consagrar-se nas difíceis missões da Espanha. Ao ver a pobreza dos missionários e as portas se abrindo, Antônio Maria, com amigos, tratou de fundar a "Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria", conhecidos como Claretianos.
O Carisma era evangelizar todos os setores, por meio da caridade de Cristo que constrangia, por isso dizia: "Não posso resistir aos impulsos interiores que me chamam para salvar almas. Tenho sede de derramar o meu sangue por Cristo!" Mal tinha fundado a Congregação, o Espírito o nomeou para Arcebispo de Santiago de Cuba, onde fez de tudo, até arriscar a própria vida, para defender os oprimidos da ilha e converter a todos, conta-se que ao chegar às terras cubanas foi logo visitar e consagrar o apostolado à Nossa Senhora do Cobre.
Com os amigos o Arcebispo Santo Antônio Maria Claret, evangelizou milhares de almas, isto através de missões populares e escritos, que chegaram a 144 obras. Fundador das Religiosas de Maria Imaculada, voltou a Espanha, também tornou-se confessor e conselheiro particular da rainha Isabel II; participou do Concílio Vaticano I, e ao desviar-se de calúnias retirou-se na França onde continuou o apostolado até passar pela morte e chegar na glória em 24 de outubro de 1870.
Foi beatificado em 1934 pelo Papa Pio XI e canonizado por Pio XII em 1950. Pelo seu amor ao Imaculado Coração de Maria e pelo seu apostolado do Rosário, tem uma estátua de mármore no interior da Basílica de Fátima.
Santo Antônio Maria Claret, rogai por nós!
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COMUNIDADE EL SHADDAI:
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segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Oração de Cura e Perdão - Pe. Robert DeGrandis, ssp
Senhor Jesus Cristo, hoje quero perdoar a mim mesmo por todos os meus pecados, faltas e tudo que há de mau em mim por tudo que acho que é mau.
Senhor, perdoa-me por qualquer especulação no ocultismo, por ter recorrido à prancheta ouija, horóscopos, práticas espíritas, por ter procurado cartomantes, por ter acreditado em amuletos, por ter usado o Teu nome em vão, por não Te adorar, por ter ofendido meus pais, por ter-me embriagado, usado drogas, cometido pecados contra a castidade, adultério, abortos, roubos, mentiras. Eu me perdôo verdadeiramente.
Senhor, quero ser curado por qualquer rancor, mágoa e ressentimento para contigo nas ocasiões em que achei que Tu enviavas mortes, doenças, desgostos e dificuldades financeiras à minha família e eu imaginava que fossem castigos. Perdoa-me, Jesus. Cura-me!
Senhor, eu perdôo minha mãe pelas vezes que ela me magoou, me deixou ressentido, zangou-se comigo, castigou-me, deu-me preferência a meus irmãos e irmãs em meu prejuízo , chamou-me de pasmado, feio, estúpido ou acusou-me de dar muitas despesas à família, ou quando me disse que eu não havia sido desejado, que nasci por acaso, por engano ou não correspondera ao que ela esperava.
Perdôo meu pai por todas as vezes em que não me deu apoio, pela sua falta de amor, falta de afeto, falta de atenção, falta de tempo, falta de companheirismo; pelas suas bebedeiras, pelas suas brigas, especialmente com minha mãe ou com os outros filhos, pela severidade de seus castigos, pelo abandono em que nos deixou, saindo de casa, divorciando-se de minha mãe, por suas ausências.
Senhor, perdôo meus irmãos e minhas irmãs por me rejeitarem, por mentirem a meu respeito, por terem raiva de mim, por me magoarem, por disputarem comigo o amor meus pais, por me agredirem fisicamente ou fazerem minha vida desagradável de qualquer maneira. Eu os perdôo, querido Senhor.
Senhor, perdôo meu marido (ou minha mulher) por sua falta de amor, falta de afeto, falta de consideração, falta de apoio, falta de comunicacao, pelas tensões, pelas falhas, desgostos ou quaisquer outros atos ou palavras que me ofendem ou perturbam.
Senhor, perdôo meus filhos por sua falta de respeito, de obediência, de amor, de atenção, de apoio, de compreensão, pelos seus maus hábitos, por quaisquer más ações que possam perturbar-me.
Senhor, perdôo minha avó, meu avô, tios, tias, primos e primas que interferiram em nossa família e causaram confusão, voltando um pai contra o outro.
Senhor, perdôo meus parentes por parte de meu casamento, especialmente minha sogra. Perdôo também meu sogro, cunhados e cunhadas.
Senhor, oro, hoje, especialmente pela graça de perdoar meus genros e noras e outros parentes por afinidade que tratam meus filhos com falta de amor.
Jesus, ajuda-me perdoar meus companheiros de trabalho que são agradáveis ou infelicitam minha vida. Aqueles que me empurram serviço, que falam mal de mim, que não querem cooperar comigo ou tentam tirar o meu emprego. Eu os perdôo hoje.
Meus vizinhos precisam ser perdoados, Senhor. Por todo o barulho que fazem, por não cuidarem de sua propriedade, não prenderem seus cães e deixarem-nos passar para o meu quintal, por não recolherem suas latas de lixo, por nos prejudicarem e abusarem de nós, eu os perdôo.
E agora perdôo meu pároco, a minha congregação e a minha Igreja por toda a falta de apoio, mesquinharia, falta de amizade, seus sermões, por não me afirmarem como deveriam, por não me proporcionarem inspiração, por não me usarem numa posição chave, por não me convidarem para servir em setores que exigem maior capacidade e por quaisquer outras ofensas que me tenham feito. Eu os perdôo hoje.
Senhor, eu perdôo todos os profissionais que de alguma forma me tenham prejudicado - médicos, enfermeiras, advogados, policiais, funcionários de hospitais. Por qualquer coisa que me tenham feito, eu realmente os perdôo hoje.
Senhor, perdôo o meu patrão por não me pagar um salário suficiente, por não valorizar o meu trabalho, por ser indelicado e injusto comigo, por irritar-se e por não se mostrar meu amigo, por não me promover e não fazer nenhum elogio ao meu trabalho.
Senhor, perdôo meus professores e instrutores de meus tempos de estudante bem como os de agora. Perdôo aqueles que me castigaram, me humilharam, em insultaram, me trataram injustamente, caçoaram de mim, chamaram-me de bobo ou de estúpido ou me retiveram na escola depois das aulas.
Senhor, perdôo meus amigos que me abandonaram, que perderam contato comigo, que não me apóiam, que não se mostram disponíveis quando preciso de ajuda, que me pediram dinheiro emprestado e não me pagaram, que falaram mal de mim.
Senhor, Jesus, peço especialmente a graça do perdão para aquela determinada pessoa, em minha vida, que mais me ofendeu. Peço-Te que me ajudes a perdoar qualquer pessoa a quem eu considere como meu maior inimigo, aquela que me seja mais difícil perdoar ou aquela outra que eu jurei que jamais perdoaria.
Obrigado, Jesus, por me estares libertando do mal da falta de perdão e eu Te suplico que me perdoes por todas as pessoas que foram ofendidas por mim.Obrigado, Senhor, pelo amor que através de mim veio para elas.
Amém
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