terça-feira, 3 de dezembro de 2013
São Francisco Xavier
A Igreja que na sua essência é missionária, teve no século XV e XVI um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou a ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como “São Paulo do Oriente”. Francisco nasceu no castelo de Xavier, na Espanha, a 7 de abril de 1506, sofreu com a guerra, onde aprendeu a nobreza e a valentia; com dezoito anos foi para Paris estudar, tornando-se doutor e professor.
Vaidoso e ambicioso, buscava a glória de si até conhecer Inácio de Loyola, com quem fez amizade; e que sempre repetia ao novo amigo: “Francisco, que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?” Com o tempo, e intercessão de Inácio, o coração de Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, até que entrou no verdadeiro processo de conversão; o resultado se vê no fato de ter se tornado cofundador da Companhia de Jesus. Já como Padre, e empenhado no caminho da santidade, São Francisco Xavier foi designado por Inácio a ir em missão para o Oriente. Na Índia, fez frutuoso trabalho de evangelização que abrangeu todas as classes e idades, ao avançar para o Japão, submeteu-se em aprender a língua e os seus costumes, a fim de anunciar um Cristo encarnado. Ambicionando a China para Cristo, pôs-se a caminho, mas em uma ilha frente a sua nova missão, veio a falecer por causa da forte febre e cansaço.
Esse grande santo missionário entrou no Céu com quarenta e seis anos, e percorreu grandes distâncias para anunciar o Evangelho, tanto assim que se colocássemos em uma linha suas viagens, daríamos três vezes a volta na Terra. São Francisco Xavier, com dez anos de apostolado, tornou-se merecidamente o Patrono Universal das Missões ao lado de Santa Teresinha do Menino Jesus.
São Francisco Xavier, rogai por nós!
domingo, 1 de dezembro de 2013
Pequenas coragens
"Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto, esse eterno levantar-se depois de cada queda, essa busca de equilíbrio no fio da navalha, essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo infantil de ter pequenas coragens."
(Vinicius de Moraes)
O Pilar Teórico da Apostasia
Para o senso comum pode ser dito que a apostasia tem sua causa principal no fato de que a nova igreja acreditou e ensinou que o Magistério infalível vem dos homens e não de Deus e, o pior, voltando atrás ao seguir Bulthman e outros, decretou que as Escrituras, e principalmente o Evangelho, não foram literal e totalmente inspirados pelo Espírito Santo, mas foram construção de homens segundo as vicissitudes de sua época. Isso importou em dizer que o Magistério em nada era infalível, pois infalível importa em ser perene ou infinito, mas que apenas poderia valer para sua época em determinada vivência humana. É que o papa Bento XVI disse literalmente ao ensinar o magistério vivo como apenas sendo o do atual papa com consequente desprezo até ao magistério do papa anterior, o que faz da doutrina católica tão protestante quanto volúvel e, em boa dose para os costumes ligados à moral, dispensada mesma da Palavra, o que até mesmo alguns protestantes rejeitam com um maior rigor. Cientifica ou teologicamente, isso, por eles chamado com o nome pretensioso e pomposo de historicismo-criticista, nada mais é do que o materialismo histórico de Marx. Mas para a Fé é a dispensa da Guia do Espírito Santo e o pecado imperdoável contra o Espírito Santo por rejeitar a Santa Doutrina ou a Sua obra nos séculos futuros, agora, já passados, nos quais mostrou a magnificência de Sua Graça, como já previa São Paulo. Foi um artifício para anular o Papado. E um artifício tão insano e insensato quanto infantil, que somente uma infiltração na Igreja poderia almejar e projetar, porque o homem chega a dizer que Deus se manteve de braços cruzados e depois de Se revelar à custa de Seu Sangue teria entregado Sua obra de bandeja para a humanidade manipular ao sabor de suas fraquezas ou de suas paixões carnais com toda soberba. É o que assistimos hoje e somente em condições para piorar enquanto não for interceptado. A humildade, novamente, como sempre, é interpretada como ingenuidade, mas Deus castiga a esperteza dos insensatos com a sua própria insensatez. Vejamos que Jesus disse bem claro aos apóstolos que enviaria o Espírito Santo tanto para dar memória e entendimento do que já havia ensinado quanto para dar a luz divina sobre os acontecimentos futuros. Aqui já caem todos os pilares do historicismo-criticista porque, para os seus defensores, a geração que escreveu o Evangelho nem teria ouvido diretamente dos apóstolos como não teria ouvido diretamente do Espírito Santo, mas teria adequado as palavras ao que vivia em sua época, a qual procuraram afastar o máximo possível, manipulando as datas, como hoje já se tem provado. Para nós, trata-se de acreditar em Jesus ou neles. Em Deus que é o próprio saber em puro ato e não em potência e que dá todo o saber por infusão aos seres espirituais como aos anjos, ao que um só anjo poderia se contrapor a toda humanidade, ou nos pobres homens que somente podem saber por difusão, dispersos que estão nos limites da mente. Pois, Deus pode até fazer o homem escrever a Verdade que este não consegue ver nem compreender, quanto mais guardar na memória humana palavras que exigem a mais grave fidelidade acima da certeza de nossa morte. E não foi sem o trauma de um Deus morto na Cruz que partiram os apóstolos depois de terem visto Deus subir ao céu. Insanos os historicistas. O que quiseram foi anular a intervenção divina na história. Um serviço a Satanás, certamente. E Jesus não escreveu por humildade e para vencer o homem no próprio homem. Pode parecer que ingênuo foi o historicismo, mas ele é a base de todas as formas de apostasia e recebe de volta os motivos de todas as heresias passadas como o arianismo, pois que nada lhe custa adentrar na natureza de Cristo para afirmar que ali também está uma mera obra humana ou que como Ele seremos nós, voltando ao panteísmo. E várias outras sugestões na direção ao homem e na contraposição de Deus, até se chegar à óbvia dedução de que Deus não passa de um produto da mente humana.
SALVE MARIA ! BEM VINDOS ao blog do APOSTOLADO NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE LEPANTO
JUNTE SE A NÓS NOSSO OBJETIVO É A DIVULGAÇÃO DA STA MISSA TRADICIONAL, E FORMAÇÃO CATÓLICA DA TRADIÇÃO, VAMOS ABRAÇAR JUNTOS A FÉ CATÓLICA , E A STA MADRE IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!
Caminho errado
"Como um viajante que erra o caminho e, assim que se apercebe, rapidamente retorna à estrada correta, assim também você continue a meditar na Palavra de Deus sem se fixar nas distrações."
(Santo Padre Pio de Pietrelcina)
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Alguns tipos de de cegueira
Primeira espécie de cegueira, causada pela desatenção: a dos cegos que vêem e não vêem juntamente, contradição já anunciada por Cristo. O profeta Eliseu e a cegueira dos cavaleiros do rei da Síria. Os anjos de Deus e a cegueira dos habitantes de Sodoma. Os discípulos de Emaús e a inadvertência do olhar. Admoestação dos profetas Jeremias e Isaías.
Segunda espécie de cegueira, causada pela paixão: a dos cegos que vêem uma coisa por outra. O cego do Evangelho que via os homens como árvores. A cegueira de nossos primeiros pais e dos falsos profetas da República dos Hebreus. Enganos dos moabitas, do rei Assuero e dos apóstolos perturbados por paixões diversas.
Terceira espécie de cegueira, causada pela presunção: a dos cegos que vendo o demais, só a sua cegueira não vêem. A parábola do cego que guiava a outro cego.
Repreensão de S. João ao bispo de Laodicéia. Harpastes, a criada de Sêneca. A queda do velho Tobias e a de nossos primeiros pais. A cega presunção dos escribas e fariseus. A cegueira de Longuinhos e a presunção de ofício.
SERMÕES
Padre Antônio Vieira
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Oração em espírito sincero
Senhor, Deus da minha fé, eis-me aqui diante de tua presença para reconhecer que tu és o Grande, o Infinito, o Misericordioso! Quero, agora, diante de ti, mergulhar dentro de mim e elevar meu coração e pedir perdão de todas as minhas fraquezas, por teu amor. Tu conheces meus pensamentos, sentimentos e comportamentos. A tua inteligência infinita penetra todo o meu ser, o meu eu profundo, para me tornar consciente da verdade de mim mesmo. Neste momento, meu Deus, me deparo com a verdade do meu ser, minha fragilidade, meu pecado. Mas vejo também coisas belas que me deste por teu amor. Com simplicidade te peço um coração humilde, compreensivo e bom, para que eu possa te servir, amorosamente, no meu próximo. Eu conto contigo, Senhor, agora e sempre. Amém.
Frei Anízio Freire, OFM
Frei Anízio Freire, OFM
Dificuldade em amar
"De modo geral, as pessoas que mais encontram dificuldades em se amar são aquelas que não se mostram dispostas a perdoar. O perdão, além de retirar um fardo pesado de seus ombros, é a chave que abre a porta para que possa entrar o amor."
(Louise L. Hay)
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