domingo, 18 de maio de 2014

O verdadeiro caminho para a vida

A liturgia deste domingo do tempo pascal nos recorda que jesus, ressuscitado, está presente em nosso meio como caminho, verdade e vida. A promessa de Jesus, de que vai nos preparar um lugar, vem junto com a afirmação de que na casa do Pai há muitas moradas.
Não há nenhum motivo para nos preocupar, portanto, questionando se na casa haverá um quarto desocupado para nós. Jesus nos mostra - lembremo-nos - que deus mora onde mora o amor de Deus não conhece limites.
O lugar que Jesus nos está preparando junto do Pai não será, pois, nosso próprio coração, já que somos morada do Espírito Santo?
Faz então todo o sentido o Mestre se apresentar como o caminho, a verdade e a vida. Jesus não é um mestre que ensina fórmulas. Ele se apresenta e ensina com um modo de ser e agir, acolhendo os necessitados e sendo misericordioso com os sofredores. Seu caminho é o caminho até a cruz da doação total, o caminho que chega à ressurreição e ao próprio Pai. Suas palavras e ações revelam sua fidelidade à missão que o Pai lhe confiara, e aí está a verdade, na sua fidelidade ao Pai. A vida que ele oferece pela vida do mundo nos alimenta na caminhada e traz de volta a dignidade de filhos e filhas de Deus.
Em outra palavras, Jesus ressuscitado é o verdadeiro caminho para a vida ou o caminho para a vida ou o caminho de fidelidade que leva à vida. Para chegar ao Pai, é preciso passar por Jesus, segui-lo no caminho que ele seguiu, assimilando sua vida e seu modo de ser, até que ele seja de fato o nosso caminho para a vida plena de Deus.
Ressuscitado, o Senhor continua conosco, preparando-nos um lugar. Somos morada de seu Espírito, e nos gestos concretos e decisões do dia a dia permitimos que ele transforme nosso coração. O amor que vivemos, as comunidades de fé que formamos são a antecipação da morada eterna, onde Deus será tudo em nós.


Pe. Paulo Bazaglia, ssp - Sobre o evangelho deste domingo 18/05/14


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Por que os cultos satânicos implicam tanto com o catolicismo?

Você já percebeu que os satanistas não costumam zombar de hindus, judeus, muçulmanos e nem mesmo dos protestantes?


O Harvard Extension Cultural Studies Club tentou realizar nesta semana uma missa negra, paródia satânica do santo sacrifício da missa. Eles chegaram até mesmo a anunciar que profanariam uma hóstia consagrada durante a sua “celebração”.

Agora, porém, o grupo responsável pela missa negra está afirmando que não tem hóstia nenhuma, porque eles “respeitam todas as religiões e não querem que ninguém se sinta ofendido”. Dizem eles: “Entendemos o poderoso papel da Eucaristia na religião cristã e de forma alguma queremos parecer desrespeitosos das suas tradições”.

A minha primeira impressão ao ler isso foi de que se trata da perfeita imagem da academia do século XXI: eles querem realizar nada menos que uma missa negra satânica, mas sem ofender ninguém!

Depois de uma reflexão mais aprofundada, no entanto, ocorreu-me que este é um poderoso argumento em favor do catolicismo. Vamos pensar da seguinte maneira:

A Eucaristia ou é Jesus ou é o mal.

Como eu recordei em outro texto, no mês passado, a Eucaristia ou é Jesus ou é mero pão e vinho. Se a Eucaristia é Jesus, então todos deveriam ir à missa para adorar o Senhor. Se a Eucaristia é Jesus, não deveria haver protestantismo, mormonismo, islamismo, ateísmo, etc. Mas se a Eucaristia não é Jesus, então, durante dois mil anos, os pretensos seguidores de Jesus Cristo foram idólatras. E, se este fosse o caso, ninguém deveria ser católico.

Estas são, portanto, as duas apostas. Todo mundo, diante de Jesus de Nazaré, se confronta com uma questão crucial: Ele é Deus, de alguma forma misteriosa, ou não é? Os primeiros cristãos formularam esse dilema como “aut Deus aut malus homo” (ou Deus ou um homem mau). Todo mundo, diante da Eucaristia, se confronta com a mesma disjuntiva: ou é Deus ou é idolatria.

E, é claro, se a Eucaristia é idolatria pagã, então ela é demoníaca! Lembremo-nos de I Coríntios 10,20: “O que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios, não a Deus”. A Eucaristia é Jesus ou é um ídolo? O sacrifício da missa é oferecido a Deus ou aos demônios?

Satanás odeia a Eucaristia

A missa negra satânica é uma inversão ritual (e uma zombaria) do santo sacrifício da missa, realizada por satanistas. Existem dois tipos de satanistas: os “satanistas de LaVey” e os “satanistas teológicos”. O Tempo Satânico, entidade por trás da missa negra anunciada (e cancelada) nesta semana, é formado por satanistas da corrente de LaVey. Em outras palavras, são ateus que não acreditam em Satanás e que usam o “satanismo” como simples ferramenta para provocar e assediar os cristãos (ao contrário dos “satanistas teológicos”, que de fato acreditam em Satanás e o adoram). Essa história da missa negra nas dependências da Universidade de Harvard, assim como o monumento satânico em Oklahoma, é uma provocação deliberada. Agora: estejam os praticantes desse culto brincando com o ocultismo ou agindo a sério, não há dúvida de que eles estão lidando com forças espirituais perigosamente obscuras. Satanás está agindo nessa história.

E é importante ressaltar que, quando os satanistas (de ambos os tipos) querem zombar de um ritual religioso, podemos apostar que o alvo vai ser o santo sacrifício da missa. Quantas vezes você já ouviu falar que rituais muçulmanos, hindus, judeus ou mesmo protestantes foram submetidos a algum escárnio satânico tão intenso quanto a missa católica?

E esse direcionamento satânico contra a missa não tem nada de novo. Já no século IV, Santo Epifânio de Salamina descreveu uma seita gnóstica que parodiava pervertidamente a santa missa. Sem entrar em detalhes, basta dizer que os membros daquela seita ficaram conhecidos como “os imundos”.

Satanás não expulsa Satanás

A Eucaristia, portanto, ou é Jesus ou é o mal, já que, se não é Jesus, é idolatria. Uma vez que o diabo odeia a Eucaristia, podemos riscar a alternativa “mal”. Vamos considerar, além disso, o evangelho de Mateus 12,22-28:

“Apresentaram-lhe, depois, um possesso cego e mudo. Jesus o curou de tal modo que este falava e via. A multidão, admirada, dizia: Não será este o filho de Davi? Mas, ouvindo isto, os fariseus responderam: É por Beelzebul, chefe dos demônios, que ele os expulsa. Jesus, porém, penetrando nos seus pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo será destruído. Toda cidade, toda casa dividida contra si mesma não pode subsistir. Se Satanás expele Satanás, está dividido contra si mesmo. Como, pois, subsistirá o seu reino? E se eu expulso os demônios por Beelzebul, por quem é que vossos filhos os expulsam? Por isso, eles mesmos serão vossos juízes. Mas, se é pelo Espírito de Deus que expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus”.

Esta passagem é importante: ela mostra, por exemplo, que os exorcistas católicos agem por obra do Espírito de Deus quando expulsam demônios. E isso também significa que, se Satanás odeia a missa, podemos ter certeza de que a missa não é do mal.

Se a missa não é demoníaca, se ela não é idolatria, só resta uma opção: a Eucaristia é Jesus Cristo e o sacrifício da missa apresenta Jesus ao Pai. Isto, e, creio eu, apenas isto, é o que explica a tentativa satânica tão teimosa de zombar da missa católica.

Se a única coisa que soubéssemos do catolicismo é que sua forma central de culto, a missa, é alvo da ira satânica, já teríamos uma boa razão para acreditar que o catolicismo é a religião verdadeira. Mas considerando todas as outras provas que a Eucaristia é Jesus, de que a missa é um sacrifício instituído por Deus e de que a Igreja católica é a Igreja fundada por Cristo, Satanás é apenas mais uma testemunha (involuntária) da verdade de Jesus Cristo e da Sua Igreja.

fonte: defensoresdaigrejade2000anos

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O MAIOR ERRO JUDICIÁRIO DA HISTÓRIA


De um jovem Magistrado, frequentador habitual deste blog, recebemos uma análise estritamente jurídica do julgamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. É uma análise serena, própria a ajudar avaliarmos a enormidade do crime monstruoso constituído pela Paixão e Morte de nosso Divino Redentor.
Transcrevemos a seguir:
O MAIOR ERRO JUDICIÁRIO DA HISTÓRIA
“A condenação de Nosso Senhor Jesus Cristo representa um tema inesgotável pela sua riqueza religiosa. Contudo, a Paixão de Jesus também merece ser refletida sob o seu aspecto jurídico, pois sua morte representa o maior erro judiciário da História.
O beijo de Judas – Giotto
A prisão, condenação e crucifixão de Nosso Senhor violaram as leis vigentes à época. O seu julgamento não encontra qualquer amparo jurídico a servir de fundamento para tamanha atrocidade, pois, em verdade, Jesus não foi submetido a um processo de condenação, mas sim à execução de uma vingança.
A prisão de Nosso Senhor é maculada por graves ilegalidades. A captura de Jesus foi realizada sem qualquer mandado judicial ou ordem formal, além de ter sido comprada por trinta moedas de prata, dadas a Judas como pagamento pela tarefa de conduzir os soldados até o Messias.
Prisão de Jesus
“Deixai ir a estes”
Não bastasse tamanha irregularidade, os soldados prenderam Jesus utilizando-se de espadas e varapaus e empregando contra Ele tratamento degradante, à época aplicado somente aos ladrões e assassinos. O princípio jurídico, válido em todos os tempos, de que o réu é inocente até prova em contrário, foi violado já na prisão.
O uso da força ou violência só se justificaria se Ele oferecesse resistência. Pelo contrário, Jesus não ofereceu qualquer resistência e caminhou em direção aos seus captores, com a serenidade e confiança próprias à sua divindade.
Deu ainda exemplo de lealdade para com seus Apóstolos, isentando-os, quando disse: “Se é a Mim que procurais, deixai ir a estes”.
Julgamento à noite
As ilegalidades, contudo, não cessaram aí. Pelo contrário, apenas começavam. Após ser preso, Jesus foi conduzido para o interrogatório. A audiência foi realizada à noite, sem qualquer publicidade, em flagrante violação à lei da época que proibia qualquer julgamento antes do nascer do sol. Para mascarar essa ilegalidade, a sentença só foi ditada no início da manhã seguinte, diante do Sinédrio — convocado às pressas —, criando um falso ambiente de solenidade.
Jesus ante Pilatos
A execução da sentença foi ato contínuo à condenação, quando a lei da época exigia o prazo mínimo de dez dias entre a sentença e a aplicação da pena. Este prazo era dado para eventual recurso em favor do condenado, ou a apresentação de fatos comprobatórios de erro na sentença.
Jesus foi executado na sexta-feira, o que era proibido pelas leis judaicas, pois a morte e posteriores providências violariam o sábado, dia santo para os judeus. Como é sabido, o sábado judaico começa ao por do sol da sexta-feira. É essa a razão pela qual mandaram quebrar as pernas aos supliciados, não quebrando as de Jesus por já estar morto.
É também a razão da pressa em sepultá-lO “antes do por do sol”.
Pilatos reconhece a inocência… e manda flagelá-lO
Pilatos lava as mãos
Anteriormente à sua saída para o Calvário, Jesus foi chicoteado por ordem de Pilatos. Atitude inteiramente contraditória, pois seguia-se às palavras de Pilatos: “Não encontro crime nenhum neste homem; vou mandar chicoteá-lo e soltar”. Absurdo para um juiz: reconhece a inocência, mas manda castigá-lO.
Embora a lei judaica só permitisse no máximo quarenta e nove chicotadas, Nosso Senhor suportou mais de duas mil, segundo abalizados estudos realizados no Santo Sudário de Turim.
Torturas físicas e morais
Jesus flagelado e coroado de espinhos
Seguiu-se outro tormento, este não ordenado por Pilatos: Vestiram Jesus com o manto que usavam os loucos, coroaram-nO com um capacete de espinhos, puseram-Lhe nas mãos uma cana, à guisa de cetro, vendaram-Lhe os olhos e o esbofeteavam, interpelando-O para que adivinhasse quem lhe batera. Às bofetadas, acrescentaram os escarros em seu rosto e pancadas com a cana sobre a coroa de espinhos.
Ou seja, um misto de tortura física e moral… feita a quem pouco antes Pilatos dissera “não ver crime neste homem”. E, injustiça sobre outra: os executores dessas torturas não tinham nenhuma ordem judicial de assim procederem.
Duplicidade de acusação
Nosso Senhor foi alvo de muitas acusações, todas elas não provadas.
Por se apresentar como Filho de Deus, Jesus foi acusado de blasfêmia, e usurpador dos títulos divinos, por ser chamado de Messias. Mas, para tentar convencer Pilatos, governador romano, pagão e cético, o Supremo Conselho, afrontando mais uma vez as leis da época, mudou a acusação que pesava contra Jesus, passando a apontá-Lo como agitador político, acusando-O de incitar ao descumprimento das leis de César.
Testemunhas foram preparadas para depor contra Jesus. Mas, mesmo pagas, as testemunhas falsas se contradisseram, não conseguindo disfarçar todo aquele teatro arquitetado contra Nosso Senhor.
Conjurado a autoincriminar-se
“Eu te conjuro…”
Ao inquirir Jesus, Caifás usou de um expediente duplamente ilegal, pois o queria obrigar sob juramento: “Em nome do Deus vivo eu te conjuro…” e assim se autoincriminar, o que é totalmente vedado em qualquer julgamento sério. Pretendia o sumo sacerdote ver Jesus se declarar publicamente como o Filho de Deus, o que, para os judeus, caracterizava o crime de blasfêmia.
Todavia, Jesus se mantinha sereno, pois nada do que dissesse mudaria a decisão previamente tomada pelo Sinédrio: afinal já estava condenado mesmo antes de ser preso. Esse arremedo de julgamento foi feito apenas para dar ares de legalidade a um crime. E que crime: o deicídio!
“Es então Filho de Deus?”
Cegos pela vingança, os judeus ignoravam todos os testemunhos dados por Jesus, seus milagres e grandes feitos. Fatos estes de conhecimento do geral do povo. Não teria Jesus dado prova bastante de que se tratava do Filho de Deus?
Pilatos declara-se incompetente para julgar… e entrega Jesus à morte
Depois de interrogado e condenado, Jesus foi levado até Pilatos, a quem cabia impor-Lhe a pena de morte. Vendo que em Jesus não existia culpa alguma, Pilatos reinquiriu o condenado, não se limitando a ratificar a sentença proferida por Caifás.
Sentindo o peso de condenar um justo, Pilatos declarou-se incompetente para julgar Nosso Senhor, transferindo para Herodes a responsabilidade, sob o argumento de ser Jesus galileu.
Mas Herodes, já manchado com o sangue de João Batista, não quis ser autor de um novo assassinato, e por isso devolveu o julgamento de Jesus à responsabilidade de Pilatos.
O que levou Pilatos a condenar
Receoso de parecer pouco zeloso dos direitos do Imperador, Pilatos rendeu-se aos clamores do populacho, e em um gesto de covardia condenou Nosso Senhor à crucifixão. Apesar de continuar a “não ver nele nenhum crime”!
Contraditoriamente, lavou as mãos, em sinal de protesto contra a sentença que lhe extorquiram. Preferiu garantir-se o posto, a cumprir seu dever de imparcialidade, manchando-se desse modo com o sangue do Justo. Desse modo tornou-se o juiz mais injusto em toda a história da humanidade”.
http://curitiba.blog.arautos.org/2014/04/o-maior-erro-judiciario-da-historia/

Só quem ama pode ser discípulo de Jesus!

O Evangelho de hoje aponta para nós qual é a missão do apóstolo  e do discípulo de Jesus: a missão do apóstolo de Cristo é amar!
“Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos ” (João 15, 12-13).

Nós, hoje, celebramos a festa do apóstolo São Matias; aquele apóstolo escolhido para suceder Judas Iscariotes, que se tornou traidor do Senhor no colégio apostólico. Eles clamaram a Deus, Pedro tomou a iniciativa de pedir ao Espírito Santo que mostrasse aquele que deveria suceder Judas no número dos apóstolos, naquele colégio das testemunhas da Ressurreição de Jesus, e a sorte, a bênção e a graça caíram sobre Matias. O Evangelho de hoje aponta para nós qual é a missão do apóstolo e do discípulo de Jesus: a missão do apóstolo de Cristo é amar.
Judas traiu o Senhor porque deixou de amar, porque amou mais o dinheiro, porque amou mais a si mesmo do que amou a Deus e a seus irmãos.
Todos nós podemos cair no infortúnio da traição quando esquecemos a nossa vocação, quando esquecemos o mandamento do amor, que Deus colocou em nosso coração. Eu não posso amar mais as minhas coisas, o dinheiro, o prestígio, o privilégio ou qualquer coisa neste mundo mais do que a Deus sobre todas as coisas, e do que os meus irmãos.
O amor é o vínculo da perfeição nos diz a Palavra, por isso essa luta para vivermos o Evangelho de Deus em nossa vida é a luta para vivermos o mandamento do amor. Amor que exige respeitar o outro, querer bem o outro, amor que exige se dar pelo outro mesmo não gostando dele nem se dando bem com ele, mesmo não tendo aquela simpatia ou empatia pelo outro.
O mandamento de amor é a proposta fundamental para nos tornarmos discípulos de Jesus Vivo e Ressuscitado. Movidos por este amor, amando nossos irmãos de caminhada, de fé, ainda que estejam em meio a atropelos e dificuldades, é que levamos adiante a Palavra do Mestre, é que levamos adiante a mensagem do Evangelho. É o mandamento do amor que nos faz apóstolos de Jesus Cristo!
Tanto ódio no mundo, tantas brigas, disputas, competições e pensamentos negativos que movem o coração das pessoas. Que nós não sejamos contaminados por esse fermento da maldade, do ódio, do rancor, do preconceito e da maldade humana que nos impede de amarmos uns aos outros.
O que nós precisamos é fermentar o mundo com o bom fermento de Cristo, o fermento do Seu amor! Como o nosso mundo carece desse amor! E como, muitas vezes, nossas palavras, nossos gestos e nossas atitudes são inflamados por sentimentos que não são os sentimentos de Deus, que não são os sentimentos do amor que Ele tem por nós.
Que o bom Deus e que o bom e o amado Jesus nos ensinem a sermos Seus apóstolos, nos deem a graça de amarmos uns aos outros e, assim, o mundo conhecerá que somos discípulos de Jesus porque sabemos nos amar!
Deus abençoe você!
http://homilia.cancaonova.com/

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Os nove passos para uma oração de cura e libertação eficaz




Como fazer uma boa oração de cura e libertação?

Essa é uma pergunta que todo fiel deseja saber. O padre e missionário da Canção Nova Vagner Baia ensina os noves passos para você que deseja se libertar e se curar de algum mal. Confira:

Primeiro passo: Coloque a sua confiança em 
Jesus, Ele é o único libertador.[www.arcanjomiguel.net] 

Segundo passo: Diga ao 
Senhor: "Eu estou arrependido dos meus pecados e dos meus erros, não quero mais viver assim. Quero ter uma vida nova, quero renascer em seu amor e banhar-me em seu sangue redentor".[www.arcanjomiguel.net] 

Terceiro passo: Orar não é ficar de boca fechada e, sim, pronunciar a renúncia e a oração. O demônio precisa escutar que você está arrependido, isto é, falar em voz alta (não precisa gritar).

Quarto passo: Acredite, tenha confiança, não precisa ficar repetindo todos os dias as mesmas orações de renúncia ou de libertação. Basta uma só vez. Sempre busque coisas novas para renunciar.
(SMA)

Quinto passo: Você precisa saber que o único acusador entre nós e Deus é o demônio. Não é o 
Senhor quem está perseguindo você e causando-lhe mal.[www.arcanjomiguel.net] 

Sexto passo: Procure crescer no Espírito Santo, encha-se dos dons e dos frutos d'Ele. Assim que renunciar, peça ao 
Senhor o batismo no Espírito.

Sétimo passo: Consagre tudo a Deus, principalmente seus sentidos (tato, olfato, audição, paladar e visão).[www.arcanjomiguel.net] 
Depois, todo o seu corpo, assim também como os seus bens, seus estudos, seus filhos, seu trabalho, seu salário.
Peça para que Deus o abençoe e mande anjos para junto de você na sua casa. Peça para que eles combatam todo o mal ali presente.

Oitavo passo: Se possível, jogue água abençoada em seus bens, na sua casa e, na oração, consagre tudo ao 
Senhor 
, dizendo que tudo é d'Ele e que você é apenas um administrador desta graça.(SMA)

Nono passo: Se você tem uma família, faça as orações com ela, é ótimo. O pai e a mãe têm autoridade para renunciar às contaminações dos filhos e toda a herança de maldição da família.

— by Clevinho Maia
Fonte: http://www.arcanjomiguel.net
 

Ironi Spuldaro - Kairós de Cura e Libertação

Frei Elias Vellas - Oração por Cura e Libertação na presença do Santíssimo