sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
FAZER A VIDA AMÁVEL - O TESTE DA CRUZ
A pedra de toque
O sofrimento é o melhor teste da qualidade espiritual de uma pessoa. O modo de sofrer – se for corajoso, sereno, discreto – revela o nível de maturidade do amor a Deus e do amor ao próximo.
A pessoa egoísta, quando sofre, volta-se para si mesma; sente-se vítima, cai na autocompaixão, reclama e absorve – de modo desagradável e exigente – as atenções dos demais; pode tornar a vida insuportável aos que estão junto dela. Tem muita razão o autor da Imitação de Cristo, quando diz: «Logo nós sentimos e calculamos os sofrimentos que os outros nos causam, mas não nos damos conta dos sofrimentos que nós lhes causamos» (cf., Livro II, cap. 5).
Pelo contrário, quando a pessoa que sofre tem uma alma grande, cresce no amor e amadurece nas virtudes. Com seu exemplo edifica os outros e os ajuda-os a enfrentar, com fé e com paz, as contrariedades.
Entende-se, deste modo, a frase de São Josemaria: «Não esqueças que a Dor é a pedra de toque do Amor» (Caminho, n. 439). Assim como a “pedra de toque” serve para avaliar a pureza do ouro, a dor abraçada com fé revela a pureza do amor.
Uma longa história de amor e dor
A história do Cristianismo oferece uma corrente ininterrupta de milhares de almas – homens, mulheres, crianças –, que, sustentadas pela fé e o amor cristão, souberam abraçar a Cruz, a renúncia, o sacrifício, os tormentos e a morte, com a alma cheia de paz, felizes por da r a vida, unidos à Cruz de Cristo, pela salvação do mundo. São impressionantes os relatos de incontáveis mártires – antigos e atuais – que, com o exemplo, humanamente inexplicável, da sua paz de alma no meio das torturas, converteram muitos dos que os contemplavam e até alguns de seus próprios carrascos[1].
Fazendo isso, os mártires seguiam os passos de Jesus. Cumpriam ao pé da letra o que escrevia São Pedro: Cristo sofreu por vós, deixando-vos o exemplo, para que sigais os seus passos… Ele que suportou os nossos pecados no seu corpo, sobre o madeiro da Cruz… (1 Pd 2, 21). E o que São Paulo confidenciava: Alegro-me nos sofrimentos suportados por vossa causa e completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo pelo seu corpo, que é a Igreja (Cl 1,24).
São João Paulo II afirmava que, «no final do segundo milênio, a Igreja tornou-se novamente “Igreja dos mártires”. As perseguições contra os crentes –sacerdotes, religiosos e leigos – realizaram uma grande sementeira de mártires em várias partes do mundo. É um testemunho que não se pode esquecer» (Carta Ap. Tertio millennio adveniente, n. 37).
O martírio é um “selo de garantia” da autenticidade do amor cristão. Mas não esqueçamos que há outro “selo” desse amor, por vezes mais difícil: a generosidade com que são aceitas e oferecidas a Deus as contrariedades de cada dia: com saúde ou com doença, com cansaço e sem cansaço, em casa, no serviço, na vida social… «Quantos se deixariam cravar numa cruz perante o olhar atônito de milhares de espectadores, e não sabem sofrer cristãmente as alfinetadas de cada dia! – Pensa então no que será mais heroico» (Caminho, n. 204).
Pense, sim. Por exemplo: O que pode aproximar mais de Deus seus filhos ainda crianças ou adolescentes? Os sermões do pai e da mãe, azedados pela falta de paciência, eriçados de queixas e reprimendas? Ou o exemplo de um pai e de uma mãe que sofrem e sorriem sem perder a calma, que rezam e esperam no meio de padecimentos por vezes muito pesados, e não descarregam as suas dores nos demais?
Essas dificuldades cotidianas são a cruz de cada dia (Lc 9,23), e devem ser um «sacrifício escondido e silencioso», que faz com que um filho de Deus seja «mártir sem morrer» (Caminho, nn. 185 e 622); e o seja sem ter complexo de mártir, sem fazer “cara de vítima”, sem desfigurar o rosto para inspirar compaixão (Mt 6,16). O amor cristão à Cruz – por amor a Jesus Cristo – torna possível padecer sem se vergar sob o fardo da dor; passar mal e continuar assim mesmo a trabalhar e a fazer o bem a todos; e a dar, enfim, com naturalidade até a última gota. Isto é santidade. Esta é uma das melhores maneiras – se não a melhor – de “tornar a vida amável” aos que nos cercam.
«De onde vos vêm as forças?»
São Pedro dá testemunho de que os pagãos, surpreendidos por essa alegria na dor dos cristãos perseguidos, ficavam pasmados, sem entender nada; e, por isso, o apóstolo recomendava aos fiéis: Caríssimos,…alegrai-vos por participar dos sofrimentos de Cristo… E estai sempre prontos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que a pedir (1Pd 4,13 e 3,15).
Também hoje, comenta São Josemaria, muitos se sentem movidos a perguntar aos cristãos coerentes, quando veem que permanecem serenos no meio de muitas dificuldades: «Como se explica a vossa alegria? De onde vos vêm as forças para vencer o egoísmo e o comodismo?» (É Cristo que passa, n. 148).
A resposta está nestas breves palavras da carta que o Papa Francisco enviou ao Prelado do Opus Dei, com motivo da Beatificação do seu predecessor, o Bispo Álvaro del Portillo: «Este é o caminho da santidade que todo cristão deve percorrer: deixar-se amar pelo Senhor, abrir o coração ao seu amor e permitir que seja Ele quem guie a nossa vida» (A carta inteira foi lida aos participantes da Beatificação, em 27/09/2014, logo antes de se iniciar a cerimônia).
Quer dizer que tudo é uma questão de amor. Só o amor gera amor. Só o amor vivificado pela graça de Deus pode abraçar a dor e transformá-la em amor a Deus e ao próximo. Esse é um prodígio especificamente cristão, infinitamente superior ao fanatismo suicida e à insensibilidade estoica perante a dor.
Alguns testemunhos
Os testemunhos dos cristãos que passaram vitoriosos pelo “teste da Cruz” são inúmeros.
Gosto muito de lembrar São Tomás More, chanceler da Inglaterra, o homem de máxima autoridade no país depois do rei, Henrique VIII. Encarcerado na Torre de Londres por longo tempo, e depois decapitado em 1535 por recusar-se a trair a sua consciência e a sua fé católica, quando já previa a sua execução, dizia à filha predileta, Margareth: «Minha filha queridíssima, nunca se perturbe a tua alma por qualquer coisa que possa vir a acontecer comigo neste mundo. Nada pode acontecer senão o que Deus quer. E tenho plena certeza de que, aconteça o que acontecer, por muito mau que pareça, será na verdade o melhor»[2]. Thomas More deu um heroico testemunho de fé e se abandonou totalmente à vontade de Deus. Fazendo isso, levou ao extremo o “amor a Deus sobre todas as coisas” (cf. Mc 12,30 e Jn 14,23).
Gostaria de lembrar também dois exemplos dos nossos tempos, que pude conhecer bem de perto.
O primeiro, é o de São Josemaria Escrivá, com quem tive a graça de conviver em Roma por dois anos. Coincidi, em 1954, com a época em que o diabetes que padecia alcançou o maior pico de gravidade, tanto assim que esteve à beira da morte. Dou testemunho de que presenciei dia a dia exatamente o que descreve seu principal biógrafo: «Trabalhava e mexia-se como se estivesse bem de saúde… Custava-lhe sorrir; mas os seus filhos recordam-no sempre com o sorriso nos lábios». Nós, os estudantes que o víamos quase diariamente, «nada notávamos – escrevi há tempo –; de nada se queixava nem com a palavra nem com a expressão do rosto e, por isso, nada nos preocupava. Não sabíamos que, na verdade, durante todos aqueles meses felizes vividos junto de um Padre que irradiava dinamismo e felicidade, estivera atravessando uma das piores fases da sua doença»[3].
O segundo exemplo é de uma menina, Montserrat Grases – cujo processo de Beatificação está em curso –, que faleceu em 1959, aos 18 anos, de um câncer na perna. Da sua tocante biografia extraio só este testemunho de uma amiga dela, que a acompanhou em várias das trinta sessões de radioterapia: «Quando íamos a essas sessões, todas as enfermeiras perguntavam-lhe o que tinha; mas ela mudava logo de conversa e acabava perguntando pelas coisas delas. Fez-se muito amiga de uma enfermeira: soube que aquela moça gostava de desenhar, e ficaram falando dos desenhos e dos problemas da outra… Às vezes, quando terminávamos, a enfermeira dizia-me: – “Como é simpática, alegre e carinhosa esta menina! Mas nunca fico sabendo se a perna lhe dói ou não. Você sabe?” E eu lhe respondia: – “Eu também não sei”. Porém, com certeza no momento de lhe fazerem os curativos, sofria uma barbaridade. Sofria pelos outros. Ela sempre sofria pelos outros» (isto é, oferecia a dor a Deus pedindo pelos outros)[4].
São uns poucos exemplos do “teste da Cruz”. Mas ajudam-nos a perceber como é o bom roteiro do amor cristão testado pela dor. Um roteiro que, com a ajuda de Deus, todos nós podemos percorrer cada vez melhor, seguindo os passos de Cristo.
http://www.padrefaus.org/archives/1875?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+padrefaus+%28F%C3%A9%2C+Verdade+e+Caridade%29
sábado, 6 de dezembro de 2014
Deus quer cuidar do nosso cansaço e do nosso abatimento
Deus quer cuidar do nosso cansaço e do nosso abatimento expulsando os espíritos malignos, curando e cuidando de nossas enfermidades.
“Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor” (Mateus 9,36).
Jesus quer falar lá no fundo do nosso coração, Ele quer dizer a todos nós que Ele tem profunda compaixão de nós por nosso cansaço e abatimento. Sim, o Senhor sabe o quanto nós nos cansamos com tudo aquilo que fazemos, com os nossos trabalhos, as nossas lutas diárias, os nossos compromissos, aquele círculo, muitas vezes, vicioso que se torna a nossa vida. Tudo isso nos deixa cansados, um cansaço que, muitas vezes, se transforma em abatimento. Ficamos “abatidinhos”, enxutos, no canto e até perdemos o gosto pela vida; um cansaço que não nos permite nem descansar, porque até quando queremos descansar nos cansamos. É um cansaço maior que o nosso próprio cansaço físico.
O cansaço físico, nós, muitas vezes, suportamos, mas aquele cansaço da alma, o cansaço do espírito, isto é, o abatimento interior, causa desmotivação e vai causando dentro de nós a perda de gosto por muitas coisas da vida. Jesus, como o Bom Pastor que o é, quer cuidar de toda ovelha abatida. Primeiramente, expulsando os espíritos malignos, curando e cuidando de nossas enfermidades.
Jesus quer tirar todo o espírito de desânimo, todo o espírito de intriga, de fofoca, de desunião, porque esses espíritos malignos agindo no meio de nós são agentes para semear entre nós as sementes do cansaço e do abatimento.
Ninguém aguenta passar por uma vida brigando, ninguém aguenta viver discutindo, ninguém aguenta passar muito tempo só tendo dores de cabeça e aborrecimentos. Nós podemos lidar de outra forma com aquilo que nos causa irritação, sofrimento, dor de cabeça, preocupação, tensão, medo e intranquilidade.
Quando nós entregamos tudo isso ao Senhor e pedimos que Ele próprio nos ajude no combate diário – não é que o Senhor vá tirar os problemas de nossa vida –, Ele vai nos dar uma outra armadura para sabermos lidar com os problemas da nossa vida. Primeiramente, tirando o nosso coração das preocupações; Ele tira a preocupação e coloca no lugar a fé, a confiança e a certeza de que a luz de Deus ilumina e conduz todas as coisas.
No entanto, se confiamos e nos preocupamos e não deixamos o Senhor cuidar de nós, a preocupação puxa muitos outros espíritos negativos para dentro do nosso ser e, assim, vem de novo o desânimo e o cansaço e, por vezes, queremos entregar os pontos.
Não os entregue não! Reanime sua fé, sua confiança e a certeza de que há um Deus que quer cuidar do nosso cansaço e do nosso abatimento.
Deus abençoe você!
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Jesus ilumina toda a cegueira que envolve a nossa vida
Jesus ilumina toda a cegueira que envolve a nossa vida. Não deixe os olhos da sua fé apagados, não deixe que seu coração caminhe na escuridão da vida.
“Partindo Jesus, dois cegos o seguiram, gritando: “Tem piedade de nós, filho de Davi!” (Mateus 9,27).
Amados irmãos e irmãs, os dois cegos do Evangelho de hoje são exemplo de vida para nós, porque estes estavam com a vista apagada, não podiam ver a luz do sol, como nós a vemos, enxergar as pessoas como quem tem visão as pode enxergar. Deixe-me dizer uma coisa a você: apesar de estarem com a vista apagada, eles estavam com o coração iluminado.
Sim, o coração de cada um deles podia ver, tocar e seguir Jesus, porque eles foram atrás do Senhor gritando: “Jesus, tem piedade de nós!”. Quem está com o coração iluminado está aberto para a graça de Deus, está aberto para ser curado e conduzido por Ele e enxergar a própria cegueira.
Deixe-me dizer a você: não deixe os olhos da sua fé apagados, não deixe nem permita seu coração caminhar na escuridão e na penumbra da vida sem enxergar Jesus que está no meio de nós. Primeiro, Jesus é a luz do mundo e Ele deseja – como luz do mundo – iluminar toda a cegueira que envolve a nossa vida, toda a cegueira que envolve o nosso coração e nos deixa, muitas vezes, viver na penumbra da vida.
Sabe, muitas vezes, os problemas da nossa vida estão dentro de nós e nós buscamos soluções fora. Sim, basta uma mudança de comportamento, basta uma atitude nova para mudar isso, mas não conseguimos enxergar. Às vezes o problema de uma situação está tão mais perto de nós do que possamos imaginar, mas, porque a cegueira nos envolve, não conseguimos ver a solução dele. Muito pelo contrário, até permitimos que o problema cresça dentro de nós, porque vamos nos agitando e culpando uns aos outros. E quando as acusações começam, a cegueira cresce. Quando as acusações começam, tudo de mau vem junto; porque a acusação não nos permite ver as coisas com razão.
Os dois cegos do Evangelho de hoje são para nós exemplos de humildade. Só quem tem humildade clama: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de nós!”. E se nós temos essa humildade, vamos clamar do fundo do coração: “Tenha piedade e misericórdia da minha cegueira interior, porque eu não consigo enxergar a verdade, não consigo enxergar a minha própria verdade!”.
Se enxergamos mais os pecados, os erros, os problemas e os defeitos das pessoas do que os nossos próprios, é o grande sinal de que a cegueira dentro de nós é muito grande. Quando começamos a enxergar de verdade, nós não temos nem tempo para enxergar os problemas dos outros, nós vamos nos iluminando para cada vez mais irmos direcionando a nossa própria vida.
Que Jesus abra os nossos olhos da fé para enxergamos a verdade do jeito que ela é!
Deus abençoe você!
http://homilia.cancaonova.com/
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Sobre um outro irmão ...
32. Um irmão que era o ecônomo do mosteiro, confidenciou-me isto: "Quando eu era jovem " , dizia ele, "e estava cuidando de gado, tive certa vez uma séria queda espiritual'. Mas como nunca tive o costume de esconder uma cobra em uma cova no meu coração, peguei-a pelo rabo (pela cauda eu quis dizer, dei cabo da questão) e ao mesmo tempo dirigi-me ao médico . Mas, com um sorriso no rosto, ele me socou levemente a mandíbula, e disse-me: "Vai, criança, e continuar seu trabalho como antes, sem medo do resto." "E aceitando isto com flamejante fé, no decorrer de alguns dias, tive a certeza da minha cura, e continuei meu caminho com alegria e temor".
33 . Todo tipo de criatura, como alguns dizem, têm suas diferenças que os distinguem dos outros. Assim, também, em companhia dos irmãos, havia diferenças tanto no sucesso, quanto na disposição. Quando o seu médico notou que alguns gostavam de se exibir perante as pessoas do mundo que estavam visitando o mosteiro, em seguida, na presença de tais visitantes, sujeitou-os a insultos extremos e lhes deu a tarefa mais humilhante, de modo que eles começavam a bater em retirada , e com a chegada de visitantes seculares conseguiu sua vitória. Em seguida, um espetáculo extraordinário apresentou-se : a vaidade afastando e afugentando as pessoas.
http://escadadivina.blogspot.com/2014/03/quarto-degrausobre-um-outro-irmao-32-e.html
Nossos atos devem testemunhar a nossa fé
Nossos atos devem testemunhar a nossa fé. Que a nossa fé seja uma “fé compromisso” com Jesus, com Suas Palavras e com Seus ensinamentos.
“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mateus 7, 31).
Não basta dizer: “Eu creio em Deus!”; não basta dizer: “Eu creio em Jesus!” se não transformamos a nossa fé em vida ou se a fé não transforma a nossa vida, ou se não nos permitimos ser transformados pela fé que cremos.
A fé não pode ser só uma atitude de “boca”, de fala. Não posso ser só um homem que prega bonito, que fala bonito; não posso ser uma pessoa que apenas louva e que canta para Deus. O que caracteriza um discípulo de Jesus não é aquilo que este fala de Jesus, mas é aquilo que a vida do Senhor se manifesta por intermédio de sua própria vida; quando ele encarna em si os gestos e as atitudes de uma pessoa que é transformada pelo Evangelho.
Nosso compromisso é testemunhar aquilo que cremos, é manifestar para o mundo não o que Jesus pode fazer por ele [mundo], mas o que Ele fez e faz na nossa própria vida! Sabem, meus irmãos, as pessoas estão cansadas de ouvir falar que Jesus transforma vidas, que transforma pessoas; o que o mundo quer ver é onde é que estão as pessoas que foram transformadas por Ele! Quem convive com você, quem trabalha com você, quem está com você naquilo que você faz na sua casa, na sua família, ou seja, as pessoas em geral – mais do que suas pregações e seus sermões – querem ouvir o que a sua vida tem de diferente, o que sua vida representa de transformação a partir da Palavra de Deus.
Que a nossa fé seja uma “fé compromisso” com Jesus, com Suas Palavras e com Seus ensinamentos; compromisso de viver de acordo com o que Ele nos ensinou. É verdade que isso não é fácil para ninguém, mas seria uma tremenda hipocrisia nos conformarmos com a dificuldade e não termos a convicção de que Cristo e a Sua Palavra podem transformar aquilo que nos parece impossível.
Quando nos submetemos a Jesus, mesmo que nosso temperamento seja o mais difícil do mundo, Ele vai modificando e conduzindo o nosso temperamento. Podemos ter comportamentos que não são adequados, mas se os submetermos a Jesus Ele os vai transformando.
Dentro de nós pode haver vontades que não são de Deus, mas se permitimos que a Palavra de Deus vá transformando aquela vontade ruim, aquela vontade de fazer coisas erradas, de nos vingar, de falar palavrões, coisas feias e erradas, perdemos o gosto por tudo isso e a nossa vida tome outro rumo e outra direção.
Não basta dizer: “Senhor, Senhor”, é preciso deixar que Jesus seja o Senhor da nossa vida por intermédio dos nossos atos e nossas atitudes!
Deus abençoe você!
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