quinta-feira, 18 de junho de 2015

Ação de graças pós comunhão




Ó meu Jesus, eu creio em vós presente no meu coração, porque vos recebi no mistério da comunhão. Vós mesmo dissestes: "Tomai e comei, isto é o meu corpo". E assim nos ensina a Santa Igreja. Eu vos adoro no meu coração e vos reconheço como meu soberano Senhor, meu Deus, meu Redentor e sobretudo meu Pai.
Abençoa-me, abençoai meus pais, os meus irmãos, os meus filhos e todos os meus parentes; abençoai o Santo Padre o Papa, o nosso Bispo diocesano e todo o Clero; abençoai os meus amigos e os meus inimigos e todas as pessoas que me são caras. Aquelas que estão afastadas de Vós, que voltem o quanto antes à vossa graça e ao vosso amor, aquelas que sofrem, contemplem a vossa imagem na cruz. Ó meu Jesus, dai-me a graça de meditar os mistérios de vossa redenção, o perdão de nossos pecados e o direito à salvação eterna.
Jesus ficai comigo bem no meu coração, santificai-me e fazei que eu seja sempre vosso durante a minha vida e, sobretudo, Senhor, na hora da minha morte. Amém

Pe, Simões - Capela da Vila Pinto - Varginha - MG
* Com aprovação eclesiática

terça-feira, 16 de junho de 2015

7 hábitos das pessoas que confiam radicalmente em Deus

The man in front of infinity_
© djgis/SHUTTERSTOCK

Já li muitas biografias e memórias sobre pessoas inspiradoras que depositaram sua confiança radicalmente em Deus. Quando me falo de ser “radical”, não quero dizer de maneira alguma “imprudente”; refiro-me à dificuldade, muito contracorrente na atualidade, de reconhecer Deus absolutamente sobre todas as áreas da nossa vida.

Achei fascinantes os pontos em comum nas vidas de pessoas incríveis, que se entregaram com absoluta confiança ao Senhor, e decidi compartilhar isso com vocês, para que sirvam de inspiração a outros.


1. Aceitaram o sofrimento

Um dos exemplos mais poderosos que li foi a história do Irmão Yun, no livro “The Heavenly Man”. Ele foi perseguido na China por ser pregador, foi torturado durante semanas, incluindo choques elétricos, fome, golpes, agulhas debaixo das unhas; foi também colocado em uma caixa de cerca de um metro quadrado, onde ficaria indefinidamente.

Ele rezou a Deus pedindo uma Bíblia – uma ideia ridícula, já que muita gente era presa justamente por tal “contrabando”. Mas, milagrosamente, no dia seguinte, os guardas jogaram uma Bíblia dentro da sua mini cela. Ele então agradeceu fervorosamente a Deus, reconhecendo que o Senhor estava no comando da sua vida.

Sinceramente, se fosse eu em tais condições de tortura, talvez reagisse dizendo a Deus algo do tipo: “Obrigada pela Bíblia, Senhor, mas será que dá pra fazer alguma coisa pra me tirar desta caixa primeiro?”. Acho que eu nem teria considerado a Bíblia como uma resposta às minhas orações.

No entanto, o que vejo em pessoas como o Irmão Yun é que têm muito claro que sofrer não é o pior mal de todos. O pior mal é o pecado. É claro que prefeririam não sofrer, mas isso não está no topo da sua lista de prioridades. Eles se focam mais em não pecar do que em não sofrer. Dedicam-se a levar a si mesmos e os outros ao céu.

2. Aceitam inevitavelmente a morte

As pessoas que confiam totalmente em Deus só conseguem isso porque têm uma visão do mundo centrada no céu. Pensam sempre em termos de eternidade, não em termos dos anos do calendário. Seu objetivo não é maximizar seus anos na terra, mas conseguir chegar ao céu – e levar muita gente junto. E se Deus requer reduzir seu tempo de vida para isso, essas pessoas aceitam.

3. Têm encontros diários com Deus

Nunca ouvi de uma pessoa com uma profunda e calma confiança no Senhor que não dedicasse um tempo para concentrar-se na oração diária. Tanto nos livros que li como na vida real, percebi que esse tipo de gente sempre passa pelo menos alguns momentos – até uma ou duas horas, se as circunstâncias o permitem – centrados somente em orar, todos os dias. A oração também costuma ser a primeira atividade do seu dia.

4. Durante a oração, escutam mais do que falam

As pessoas que confiam absolutamente em Deus até parecem receber mais resposta às suas súplicas do que a maioria de nós. Na verdade, elas não pedem qualquer coisa, mas seguem as inspirações do Espírito Santo em suas petições. Passam muito tempo buscando a vontade de Deus em suas vidas.

5. Limitam as distrações

No livro “God’s Smuggler”, o autor comenta que a tecnologia, segundo o Irmão Andrew, nos torna muito acessíveis às demandas do momento, mas “nossa prioridade número um deveria ser escutar com paciência e silêncio a voz de Deus”. De fato, a tecnologia carrega a grande tentação de sentir um aumento na urgência da nossa vida: responder e-mails, mensagens no Facebook etc. Precisamos de períodos de silêncio para estar atentos aos sussurros do Espírito Santo.

6. Submetem seu discernimento espiritual a outros

As pessoas que têm experiência observando a maneira como Deus trabalha em suas vidas notam que Ele frequentemente fala através de amigos de fé, membros de sua família e do clero. Se eles discernem que Deus os está chamando a algo, especialmente quando se trata de algo grande, pedem a outros cristãos de sua confiança que orem com relação ao assunto para ver se eles também discernem o mesmo chamado do Senhor. E quando os outros os advertem sobre não seguir certos caminhos, levam esses conselhos muito a sério.



7. Oferecem completa e incondicional obediência ao Senhor

Uma das minhas partes favoritas do livro “God’s Smuggler” é quando o Irmão Andrew recebe a visita de um homem chamado Karl, que fazia parte de um grupo de oração.

- Olá, Andy, Você sabe dirigir?
- Não.
- Ontem, durante a oração, recebemos uma palavra do Senhor sobre você, e é importante que você aprenda a dirigir.
- Mas por quê? Certamente nunca terei carro próprio.
- Andrew, não estou argumentando sobre a lógica do caso, estou apenas lhe transmitindo a mensagem.

Apesar da hesitação inicial, o Irmão Andrew conseguiu discernir o chamado do Senhor e aprendeu a dirigir. Parecia uma perda de tempo, mas ele foi obediente ao Senhor. Depois, saber dirigir acabou sendo crucial em sua missão, pois ele levou a Palavra do Evangelho a milhares de pessoas no Leste Europeu.

Obviamente, não vamos crescer em confiança apenas imitando as ações de outras pessoas, mas podemos encontrar exemplos como estes, que nos ajudam a refletir sobre nosso progresso espiritual. Espero que isso seja útil para você, assim como é para mim.


http://www.aleteia.org/pt/estilo-de-vida/artigo/7-habitos-das-pessoas-que-confiam-radicalmente-em-deus-5851154495832064?page=2

O AMOR AOS INIMIGOS


        Jesus apelou para o modo de proceder do Pai para ensinar o amor aos inimigos. O Pai não faz distinção das pessoas entre boas e más, quando concede seus benefícios à humanidade. O sol e a chuva derramam-se abundantes sobre todos e lhes são benéficos, independentemente, de sua conduta.

            O discípulo do Reino, do mesmo modo, não divide as pessoas em boas e más, santas e pecadoras, amigas e inimigas, sendo atencioso e serviçal para umas e repelindo as outras. Porém, a atitude do discípulo pode não encontrar correspondência por parte de outras pessoas e, eventualmente, ser hostilizado por elas. Pois bem, embora tenha que sofrer, o discípulo não retribui com a mesma moeda. Ele bendiz, quando lhe maldizem. Dispõe-se a fazer o bem a quem lhe nutre ódio. Intercede por seus perseguidores e caluniadores. Esta é a marca registrada do discípulo.
            Se agisse de outra forma, o discípulo não se distinguiria de um não-discípulo. Revidar ódio com ódio e maldição com maldição não é novidade. O discípulo, inspirado no agir do Pai, vai na contramão da cultura reinante. Aí, sim, ele mostra ser o Pai o modelo e o motivo de sua ação. Aliás, o Pai se torna para ele modelo de perfeição. Quando mais o discípulo é capaz de agir sem fazer acepção de pessoas, tanto mais próximo da perfeição estará.
Senhor Jesus, livra-me de dividir a humanidade em bons e maus e aproxima-me sempre mais da perfeição do Pai que não faz acepção de pessoas.


(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)

http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php

quinta-feira, 11 de junho de 2015

A Sabedoria, esposa ideal para Salomão



Eu a quis, e a busquei desde a minha juventude, pretendi tomá-la como esposa, enamorado de sua formosura. Ela faz brilhar sua nobre origem vivendo na intimidade de Deus, pois o Senhor de tudo a amou. Ela é iniciada na ciência de Deus, ela é que decide o que faz.
Se, na vida, a riqueza é um bem apetecível, quem mais rico que a Sabedoria, que tudo opera?
E se é a inteligência quem opera, quem mais do que ela é artífice do que existe?
Ama alguém a justiça?
As virtudes são seus frutos; ela ensina a temperança e a prudência, a justiça e a fortaleza, que são, na vida, os bens mais úteis aos homens.
E se alguém ambiciona uma rica experiência?
Ela conhece o passado e adivinha o futuro, conhece o torneio das máximas, a solução dos enigmas, prevê sinais e prodígios e o desenrolar das épocas e dos tempos.
Decidi, pois, unir nossas vidas, sabendo que me seria conselheira para o bem e alívio nas agruras e tristeza.
Por causa dela me louvarão as assembleias; e, embora jovem, me honrarão os anciãos.
Nos julgamentos há de luzir minha agudeza, excitarei a admiração dos soberanos.
Se calo, ficarão em expectativa; se falo, prestarão atenção; se me alongo no discurso, colocarão a mão sobre a boca.
Por causa dela alcançarei a imortalidade, à posteridade legarei lembrança eterna.
Governarei povos, submeterei nações, terríveis tiranos se assustarão ao ouvirem falar de mim;
com o povo me mostrarei bom e, na guerra valoroso.
Ao entrar em casa repousarei ao seu lado, seu convívio não provoca amargura, sua intimidade não causa sofrimento, mas regozija e alegra.

Bíblia de Jerusalém - Sabedoria de Salomão 8, 2-16

terça-feira, 9 de junho de 2015

A RESPONSABILIDADE DOS DISCÍPULOS

O horizonte da responsabilidade dos discípulos deveria abarcar o mundo inteiro. E, assim, impedi-los de deixar-se mover por preconceitos, fazer acepção de pessoas ou optar pela reclusão, num círculo fechado e exclusivo.
            A responsabilidade diz respeito à missão de pregar ao mundo a Boa-Nova da salvação, testemunhando-a por meio de gestos concretos de caridade, de compromisso com a justiça e a igualdade, de empenho pela construção da paz e da reconciliação entre os povos. Esta seria a melhor forma de manifestar a presença de Deus na entranhas da história humana, de modo a preservá-la do erro e da corrupção.
            A orientação recebida pelos discípulos não aponta para o proselitismo nem para o absolutismo do projeto de Jesus. No primeiro caso, a orientação mal-entendida poderia levar os cristãos a se lançarem numa guerra santa, para constranger toda a humanidade a optar pelo caminho cristão. No segundo caso, cair-se-ia no erro de eliminar tudo quanto fosse diferente, desconhecendo que os caminhos de Deus são incontáveis.
            As metáforas do sal e da luz apontam para um serviço humilde e despojado, conformado com a dinâmica do Reino de Deus, que não se impõe pela força. Antes, apela para a liberdade humana, e dela depende. A ação do sal e da luz deve ser percebida por sua qualidade. Caso contrário, um e outra serão inúteis.
 
 

Pai, tenho diante de mim o mundo todo a ser evangelizado. Transforma cada circunstância e cada momento da minha vida em chance para dar testemunho do teu Reino.
 

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês) 

http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php

domingo, 7 de junho de 2015

As fraquezas do diabo


As armas contra Satanás: louvor, obediência e humildade 

O diabo não suporta o louvor e isso por algo muito simples: Lúcifer, ou "portador de luz", se transformou em satanás exatamente por não querer louvar a Deus. Isso é obvio! Portanto, o louvor para ele é muito forte e pesado. Se nós queremos lutar contra o diabo, não temos outra coisa a fazer senão começar a louvar a Deus. Existem fiéis leigos que dizem: "Mas, eu tenho medo!" Se você conhece uma pessoa que precisa de ajuda nem sempre é necessário que você faça orações de libertação por ela. Se existe um grupo de irmãos que rezam juntos, comecem a louvar a Deus ignorando o inimigo, e o louvor o incomodará de tal modo que ele fugirá. 

Uma pergunta que é muito feita nos dias de hoje é esta: "Por que o diabo se apresenta mais hoje do que nos tempos passados?" Houve um tempo em que o diabo trabalhava escondido, ignorado por todos. Até pouco tempo atrás existiam pouquíssimos ou quase nenhum exorcista, não porque não existissem pessoas que necessitassem, mas porque ninguém percebia essa necessidade. 

Hoje é diferente. E qual é a razão do diabo parecer mais ativo nesses últimos tempos? Começou-se a falar mais nele, primeiro, através dos pentecostais, depois pelos evangélicos seguidos pela Renovação Carismática Católica. 

Pelo grande louvor que está sendo feito, ele não suporta! Isso poderia ser exemplificado como um rato escondido em um buraco; você joga água quente lá e, não a podendo agüentar, ele é obrigado a sair do buraco. O louvor faz com que o inimigo saia! 

Toda essa luta que o diabo trava, hoje, não é porque ele está mais forte do que antes, mas, provavelmente, porque está mais fraco. Graças a todo o louvor que é feito – especialmente em grupos de oração –, por meio desses movimentos espirituais (em particular o movimento carismático), o maligno perde o controle e não sabe o que fazer. Por essa razão, nós temos de continuar a lutar através do louvor. 

A segunda coisa que o diabo teme é a obediência. Por que? Porque ele é desobediente. Desta forma, tudo o que ele sugere é a desobediência, sugere continuamente a desobediência! Nós, sacerdotes, em particular, devemos estar muito atentos a isso, pois é fácil cair nessa cilada do inimigo.

A terceira coisa também temida pelo diabo é a humildade. Ele sugere o “poder”. No final das contas, ele é aquilo que é: o satanás, porque queria ter o poder. Certa vez, um exorcista fez uma pergunta para ele: Por que você tem pavor de Maria? E ele disse: “Tenho pavor daquela mulher, da sua grande humildade”. A humildade é uma virtude que o inimigo de Deus teme mais do que a nós, propriamente, porque essa virtude vai contra a natureza dele, pois ele é soberbo, orgulhoso, poderoso e faz o que quer. A humildade vai contra tudo isso. 


Artigo extraído do livro "Cura do mal e libertação do maligno"
de Frei Elias Vella (OFM) 

Publicado: 
http://www.arcanjomiguel.net

50%

50% do mundo, 50% de Deus! Deus não trabalha com essa porcentagem, enquanto houver indecisão Ele não pode agir. Convido você a refletir sobre essa porcentagem que tem dedicado a Deus, a aumentar ela, já agora nesse instante, de maneira gradativa até que tua inclinação para as coisa do alto seja mais forte em você através da ação do Santo Espírito de Deus, tremendo domingo pra você meu irmão...


filhosespirituaisdepepio.blogspot.com.br