sábado, 6 de agosto de 2016

DIFICULDADES-4: AS FRONTEIRAS DO CORAÇÃO

A difícil mediocridade
Já meditamos sobre as almas que têm metas baixas na vida, um “limiar baixo”. E víamos como essa atitude morna gera muitas “dificuldades subjetivas”, que um coração generoso e um ideal alto não teriam.
São as “dificuldades da mediocridade” que, em maior ou menor medida, todos nós temos. Cada um de nós poderia abrir um livro-registro e cadastrá-las. Para tanto, bastaria identificar tudo aquilo que achamos “demais” e que nos move ao protesto…, e reconhecer, com justa vergonha, que o problema não é que seja de mais, mas que a nossa alma é de menos.
É “demais” assumir compromissos espirituais (Missa dominical mesmo que custe sacrifício, oração e leitura diárias do Evangelho, etc.) para quem é incapaz de prescindir dos “compromissos” assumidos com a preguiça, ou com o aperitivo diário (esse, sim, compromisso fiel e perseverante), ou com a horinha intocável de exercício físico (que, em si, é muito louvável).
É “demais” dedicar um tempo – renunciando a empregá-lo em gostos pessoais – a um amigo que esteja precisando de ajuda, a um doente ou até mesmo a um filho que exija uma atenção mais abnegada… É demais para aqueles que, pensando bem, não é que façam “de menos” pelo seu próximo, é que simplesmente não fazem nada ou quase nada…
É “demais” ter de suportar os defeitos e indelicadezas dos que convivem conosco; é tão “demais”, que muitos podem lembrar-se de autênticas “tragédias” provocadas por insignificâncias: uma resposta um pouco atravessada, um cumprimento frio, os cotovelos em cima da mesa… Esquecemos que, para um cristão, os dois limiares normais do amor ao próximo são: Amarás o próximo como a ti mesmo (Mt 22, 39) e amai-vos uns aos outros como eu [Jesus] vos amei (Jo 13, 34).
Quando são Paulo descreve os traços da caridade cristã, não está escrevendo para anjos, mas para seres humanos como nós. E eis as metas que indica como limiar normal da caridade: A caridade é paciente, a caridade é benigna; não é invejosa, não é jactanciosa, não se ensoberbece, não é descortês, não é interesseira, não se irrita, não guarda rancor; não se alegra com a injustiça, mas compraz-se na verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre (1 Cor 13, 4-7).
A pessoa que aceita como norma de vida este programa, dificilmente se queixará das dificuldades na família ou no ambiente profissional. O que para outros seriam dificuldades, para o cristão de limiar alto e sadio são ocasiões diárias de amar e de servir.
As fronteiras do coração
Tudo isso quer dizer, portanto, que o problema de grande parte das nossas dificuldades se reduz a um problema de ampliação das fronteiras do coração. É preciso que nos decidamos a elevar o nosso nível de normalidade, sem nos deixarmos dominar pelos níveis baixos que o ambiente pretende impor.
Neste ponto, o cristão deve ser especialmente firme e coerente. Caso contrário, facilmente se deixará arrastar pelo fluxo de um meio social onde cada vez se torna mais comum que até mesmo aquilo que é francamente “anormal” se normalize e se imponha como lei: “Hoje em dia, as coisas são assim, as coisas mudaram. O que causa estranheza – não faltará quem o diga – é que um homem, decorridos cinco ou dez anos, ainda esteja com a mesma mulher com quem se casou…”
O mundo parece mergulhar aceleradamente na idolatria do agradável, do fácil e do cômodo. Facilidades da técnica, que nasceram como meios de a pessoa se organizar e trabalhar melhor, de aproveitar melhor o tempo, de possuir maior informação, vão-se transformando em utensílios de amolecimento e vício. Tende-se a amar o fácil por ser fácil, o agradável por ser agradável, sem cuidar de discernir se é o certo e o bom.
A pessoa que se deixa dominar por esses critérios fica moralmente enfraquecida e chega a não ver sentido naquilo que dá sentido à vida, só porque o julga difícil: não vê sentido no amor-doação, na renúncia para servir, na abnegação para ser fiel, em suma, nos valores morais que forjam a grandeza do homem. Daí a necessidade, urgente necessidade, de os cristãos alargarem as fronteiras do seu coração, para assim trazerem um sopro de vida a este mundo que parece estar perdendo a alma.
O sopro renovador
Ora, esse sopro renovador só será dado ao mundo pelos que estiverem dispostos a rever os níveis dos seus ideais e a elevar o teto da sua normalidade. Isto há de chocar, sem dúvida, no ambiente4. Mas, no fim das contas, será um choque de revitalização, uma sacudidela capaz de despertar do letargo aqueles que ainda podem reerguer-se e caminhar.
Esses homens e mulheres de níveis morais sadios, acima da média doentia, talvez não sejam compreendidos. Talvez precisem da coragem de começar a lutar sozinhos, sem sentir apoio no ambiente, nem sequer no mais próximo. Terão de ser corajosos para serem autênticos e não dobrarem o joelho ante o que “todo o mundo faz”… Por isso, deverão amar muito a Verdade, e será também preciso que se decidam a apagar do seu dicionário a palavra dificuldade ou, pelo menos, a mudar-lhe o sentido.
No novo dicionário dos que aceitam os limiares de Cristo, o verbete dificuldade será, pois, explicado assim: “Dificuldade: a maior parte das vezes, é o mal-estar gerado pelos nossos defeitos ou pela nossa mediocridade; algumas vezes, é um obstáculo objetivo que se encontra na vida, e que – tendo sido enviado ou permitido por Deus – tem como finalidade firmar-nos no bem, fazer-nos crescer espiritual e humanamente, purificar-nos e elevar a nossa alegria até uma altura até então insuspeitada”.

Adaptação de um trecho do livro de F. Faus, O valor das dificuldades

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Sofrer e Perdoar

Sofrer e Perdoar

Por Monsenhor Ascânio Brandão
 
 
Como é doce a paciência dos santos! Sabem sofrer e sabem perdoar! Um homem perverso e cruel atirou com violência uma pedra que foi ferir gravemente o santo e pobrezinho São Bento Labre.

Inclinou-se humildemente o santo, tomou a pedra, beijou-a e colocou-a respeitosamente num muro do caminho.
Prosseguiu a viagem, a rezar todo o tempo pêlo seu agressor. Que doçura e paciência! Isto é ser cristão, é ser verdadeiro discípulo de Jesus Cristo! Quando muitas pedras de contradições, palavras duras e injúrias nos forem atiradas, fiquemos tranqüilos.

Oremos pelos que nos perseguirem. É um meio excelente para recuperar a calma e dominar esses instintos de cólera e orgulho que não nos deixam em paz.

Um dia Santa Isabel recebeu uma afronta. A injúria a foi ferir no âmago do coração.
Sentiu-se perturbada e correu aos pés de Nosso Senhor. Fez violência ao coração e começou penosamente a rezar pelos que a insultaram, dizendo:

— "Meu Jesus, dai aos que me insultaram um benefício, uma graça que corresponda a cada injúria".

Quando assim rezava, Nosso Senhor lhe disse:
— "Nunca, me fizeste orações mais agradáveis e belas do que estas. Penetraram tuas súplicas até o fundo de meu coração. Perdôo, minha filha, por isso, todos os pecados de toda tua vida".

Tenhamos a doce certeza de que assim nos falará Nosso Senhor, si soubermos, como Ele, sofrer e perdoar!

Fonte: Breviário da Confiança, 1948

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Por que precisamos de cura interior?

Precisamos nos deixar guiar por Deus, e não por nossos traumas, mágoas e feridas

broken heart

Todo ser humano, uns mais outros menos, tem necessidade de cura interior, isto porque todos temos feridas internas, muitas vezes ocultas, imperceptíveis, mas que podem influenciar de modo muito negativo nosso caráter, nosso comportamento, as nossas vidas, impedindo-nos de:
– Alcançarmos a integridade emocional, ou seja, de vivermos uma vida emocional equilibrada e relacionamentos sadios;
– Crescermos em santidade.
A nossa mente é como um iceberg. Um iceberg é uma enorme montanha de gelo no mar, que aparece muito grande, mas na realidade, grande é à parte que não vemos e que está submersa. Nossa mente tem três níveis, mas é no nível mais profundo, o do inconsciente, que estão armazenados esse acontecimento de nossa vida que nos traumatizaram. Por não sabermos lidar com eles nós os “empurramos” para lá como mecanismo de defesa; porém, mesmo; no inconsciente, eles podem influenciar nossas atitudes, nossas decisões e nossos relacionamentos (com Deus, com o mundo e conosco). Muitas vezes tentamos controlar essas lembranças dolorosas, mas nem sempre conseguimos e elas acabam tomando as rédeas da nossa vontade e as conseqüências são desastrosas. Por isso temos:
– Explosões de humor;
– Crises de depressões;
– Doenças psicossomáticas:
– Comportamentos destrutivos (alcoolismo, drogas, gula, ativismo, problemas na sexualidade, etc.)
Os efeitos são fáceis de reconhecer, porque são muitas as pessoas que vivem continuamente na tristeza e na angústia; outras se desesperam por qualquer coisa e até chegam a tentar o suicídio. Outras ainda são: pessimistas, tímidas, medrosas, inseguras, instáveis, inquietas, agitadas e insatisfeitas. Enfim, outras há que jamais se libertam dos remorsos de culpas passadas e já não acreditam que Deus as ama. Consideram antes a Deus como a um inimigo, pronto para puni-las. Tais pessoas também desconfiam das outras, mantendo-se afastadas de todos por arrogância e desprezo.
Verificamos essas realidades todos os dias, mesmo em pessoas que se consideram normais e equilibradas, mas que na verdade, são vítimas de desequilíbrios emocionais, causados por traumas que, talvez, já existam há anos.
Há as que tomam calmantes. Essas, porém, só afastam a tensão por um pouco de tempo, sem jamais erradicar a verdadeira causa. Outras afogam suas angústias no álcool, nas drogas ou nos prazeres da carne. Mas, passando o enlevo momentâneo, os problemas voltam com uma força maior e o que é pior, ficam dependentes das drogas, no vício. Outras buscam toda sorte de divertimentos, mas seus males os seguem para onde quer que se dirijam.
Estamos presos às cadeias do passado e sofremos:
– Pelas nossas imperfeições;
– Pelas imperfeições dos outros;
– E vamos ficando confusos, bloqueados, temos dificuldades de nos relacionar com Deus, com os outros e de acreditar e se lançar.
Mas o homem foi criado por Deus, para Deus e necessita de Deus para alcançar a felicidade eterna (seu fim último). Só que todos nós colocamos nossas expectativas nos outros, esperamos dos outros, confiamos nos outros, queremos ser amados pelos outros, os quais são tão imperfeitos e limitados quanto nós. Acabamos por nos sentir rejeitados, magoados, sozinhos e vazios.
Muitas vezes este processo acontece de modo sutil, que nem percebemos, mas nossos corações ficam escuros e vazios. Causa uma desordem nos nossos relacionamentos e os sentimentos de posse vão gerando ciúmes, egoísmo, inveja… E a raiz de tudo está lá nos primórdios de nossa vida, no berço.
Precisamos nos deixar guiar por Deus e não por nossos traumas, mágoas e feridas. Jesus é que é o nosso verdadeiro Senhor e Senhor de nossas vidas, nossa justificativa. Só Ele tem poder para penetrar nas nossas lembranças e transforma-las de trevas em luz(Is 53,4-5)
Mas para que Jesus venha a agir sobre as nossas feridas é preciso querermos. É necessário um ato de vontade de nossa parte para convidá-lo a purificá-las, libertá-las. Precisamos ser libertos para nos tornarmos homens novos e mulheres novas, como Jesus nos chama a ser.

Fonte: Escola de Formação Shalom

sábado, 30 de julho de 2016

Os 7 passos do perdão


Eu te perdoo”: estas podem ser as três palavras mais difíceis de serem ditas. Apesar de simples, carregam um peso enorme. Perdoar pode ser extremamente difícil, principalmente quando você está se sentindo triste, desapontado e ferido pelo que aconteceu. Mas o perdão é libertador, ele consegue te livrar da dor, do sofrimento e da culpa que podem te acompanhar durante uma vida inteira. Faz bem tanto para a “vítima” quanto para o “culpado”, é fruto de um trabalho pessoal e interno que sempre começa com o desejo de perdoar.
Mais do que tudo, perdoar é um ato de coragem. Para perdoar você vai ter que passar por várias etapas que, apesar de dolorosas, são necessárias para liberar o melhor presente que você pode dar ou receber de alguém: o perdão.

Por que é tão difícil perdoar?
O perdão é um fardo pesado. Você está ferido, está machucado, e isso não parece nem um pouco justo para você. Você quer descarregar a sua dor mas não sabe onde descontá-la, então continua carregando esse fardo com você.
Para você, perdoar não faz sentido. Você acha que é ilógico perdoar alguém que te causou tanto mal e lhe trouxe tanta dor. Você provavelmente diz para si mesmo: “Ele é quem deve me pedir perdão. Foi ele quem me machucou. Por que então eu deveria perdoá-lo?”.
É preciso ter muita coragem para perdoar alguém. Você precisa se tornar vulnerável quando tudo o que mais quer é se proteger. Perdoar é difícil porque você se expõe ao medo de ser ferido novamente.
A seguir estão os sete passos a serem seguidos para perdoar alguém:

1. Identifique a sua mágoa
Localize a verdadeira fonte de sua dor, se necessário vá até as profundezas do seu ser para achá-la. Às vezes, já estamos há tanto tempo machucados que já nem nos lembramos mais do real motivo do nosso ressentimento. É importante lembrar que às vezes também precisamos de perdão, nem sempre o outro foi a causa de nossa mágoa. Às vezes cometemos erros e nos culpamos demais, por isso é importante identificar a causa da sua mágoa. Então tente descobrir qual é a causa desse sentimento conflitante: você pode ter fracassado, perdido uma oportunidade por causa de alguém, ou alguém pode ter sido cruel com você, te ofendido ou até mesmo te agredido, etc.. Independentemente da razão, tente identificar a raiz de sua dor.

2. Reconheça que você tem emoções dolorosas
O que você está sentindo? Tristeza, culpa, raiva, solidão? Pode ser até mesmo algo mais profundo que isso, como ódio, aversão, ciúmes ou depressão? Isso tudo faz parte de um mecanismo de defesa que está bem enterrado em algum lugar do seu inconsciente, é necessário deixar que essas emoções fluam e que você reconheça e expresse o que estiver sentindo. Escreva em uma folha todas as emoções negativas que você está sentindo, se acha que não consegue fazer isso sozinho, procure um psicoterapeuta. Não julgue a si mesmo, lembre-se que isso tudo faz parte do processo e mesmo que seja doloroso, é necessário que sinta essas emoções para que se livre do fardo pesado que está carregando.

3. Perdoe a si mesmo
O perdão começa de dentro para fora. Lembre-se de que a culpa não é sua, não se sinta culpado por alguém ter te machucado. Só porque você estava envolvido não implica que você tenha sido o culpado por tudo o que aconteceu, perdoar a si mesmo é essencial para conseguir liberar o perdão. Apenas se perdoando você será capaz de se livrar das emoções negativas que estão associadas à dor causada pela outra pessoa.

4. Tenha empatia
Deixe o fluxo da empatia entrar em sua vida. Em primeiro lugar seja empático consigo mesmo, em seguida, tente aos poucos ter empatia pela pessoa que o magoou. Tente entender suas motivações, emoções, circunstâncias, tente entender o porquê dela ter agido de tal forma. Você precisa desafiar a si mesmo e se colocar no lugar dessa pessoa para conseguir ver a situação a partir da perspectiva dela.

5. Perdoe
Compaixão e empatia se materializam em ações quando você esquece o problema e parte para a solução. Sinta-se livre para perdoar essa pessoa. Você é capaz de perdoá-la agora que já se perdoou e viu as coisas por outra perspectiva. Não vale a pena continuar carregando esse peso. Lembre-se de que o perdão é a melhor coisa que alguém pode receber, então perdoe e se livre desse fardo!

6. Tenha gratidão
O perdão é uma das formas mais poderosas de crescimento pessoal, tanto para quem perdoa quanto para quem é perdoado. Muitas pessoas que foram perdoadas concordam que esse gesto as libertou e mudou as suas vidas de forma positiva. Quando você se livra do fardo da mágoa e de todos os sentimentos negativos que estão associadas a ela, você adquire a paz e a liberdade necessária para viver uma versão melhor de si mesmo. Você também passa a transmitir essa paz e liberdade às pessoas ao seu redor.

7. Permita-se amar novamente
O perdão permite que possamos amar novamente. Agora que você finalmente conseguiu liberar o perdão, seu coração poderá se encher de amor. Você está mais forte, porque sabe que é capaz de amar a si mesmo e aos outros, não importa qual foi a magnitude das transgressões sofridas no passado, agora você tem uma das melhores habilidades que um ser humano pode desenvolver: o perdão.

(Raquel Lopes, via Psiconlinews)

quinta-feira, 28 de julho de 2016

A maneira mais eficaz de evitar as fofocas


Quando você menos espera, um(a) amigo(a) chega com uma fofoca. O que fazer?

fofoca

Quando você menos espera, um(a) amigo(a) chega com uma fofoca. O que fazer?
A história a seguir pode servir como receita eficaz, confira:
Na Grécia antiga, Sócrates era um mestre reconhecido por sua sabedoria. Certo dia, o grande filósofo se encontrou com um conhecido que lhe disse:
– Sócrates, sabe o que acabo de ouvir sobre um de seus alunos?
– Um momento, respondeu Sócrates. Antes de me dizer, gostaria que você passasse por um pequeno teste. Chama-se “Teste dos 3 filtros”.
– Três filtros?
– Sim, continuou Sócrates. Antes de me contar o que quer que seja sobre meu aluno, é bom pensar um pouco e filtrar o que vais me dizer.
O primeiro filtro é o da Verdade. Estás completamente seguro de que o que me vai dizer é verdade?
– Bem… Acabo de saber…
– Então, sem saber se é verdade, ainda assim quer me contar?
Vamos ao segundo filtro, que é o da Bondade. Quer me contar algo de bom sobre meu aluno?
– Não, pelo contrário.
– Então, interrompeu Sócrates, queres me contar algo de ruim sobre ele, que não sabes se é verdade!
Ora veja! Ainda podes passar no teste, pois ainda resta o terceiro filtro, que é o da Utilidade. O que queres me contar vai ser útil para mim?
– Acho que não muito.
– Portanto, concluiu Sócrates, se o que você quer me contar pode não ser verdade, não ser bom e pode não ser útil, então para que contar?

(Autor desconhecido)

http://pt.aleteia.org/2016/07/26/a-maneira-mais-eficaz-de-evitar-as-fofocas/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Caminho para a Santidade


Sair do pecado é difícil, mas não é impossível. E se você já se libertou, continue, persevere, não se deixe levar de novo. Seja você quem for, seja qual for o seu problema, se Jesus entrar na sua vida, ela será transformada.

Talvez você não aguente sua vida, por estar no caminho errado; quer mudar, mas não consegue. Dessa forma, deixe Jesus entrar sua vida, em seu coração, assim como fez Zaqueu e Maria Madalena.

Possivelmente você dirá: "Eu não sou digno, já fui longe demais". Não! Deus não o está acusando nem jogando  na sua cara seus pecados, Ele o está chamando de volta. Não se desclassifique, porque para Jesus não existe caso sem solução. Entregue sua vida a Ele agora. Para Ele não existe "beco sem saída";"para Deus nada é impossível" (Lc 1,37), disse o Anjo a Virgem Maria. Leia Ef 2,1-6.

Monsenhor Jonas Abib ✍🏻 

Obrigado!

Nosso muito obrigado a todos que participaram da Novena do Perdão. Deus tem graças transbordantes para serem derramadas nas nossas vidas, mas ELE não vê ambiência, não vê condições para que isso aconteça. A falta de perdão paralisa nossas vidas, impede que bençãos sejam derramadas em nós. Somos como vasos ainda muito sujo que precisa ser limpado. Essa Novena não foi feita para obter mais “Likes”, mais compartilhamentos, mais sim para alertar a todos nós da necessidade da prática e do perdão em nossas vidas. Que o Espírito Santo o ajude a discernir e te de coragem para perdoar e avançar na graça e na plenitude de Deus. Graças de Deus transbordantes na sua vida. O perdão é com certeza uma porta de entrada de uma melhor aproximação, intimidade e comunhão em Deus. Que a força da fé te preencha de tal maneira que muda sua vida, história, seu caminho. ELE vive, ELE reina e ELE diz: Vem a mim como estás…


Até Breve…

filhosespirituaisdepepio.blogspot.com.br