quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Querer o perdão


Precisamos querer o perdão e buscá-lo; precisamos dessa graça divina para perdoar setenta vezes sete

“Jesus respondeu: ‘Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete’” (Mateus 18,22).

Jesus deu essa resposta quando Lhe foi perguntado quantas vezes devemos perdoar o nosso irmão, pois parece que todos nós temos um limite em nossa capacidade de lidar e suportar determinadas coisas e situações. O que Jesus está dizendo não é por causa do outro, é pelo nosso próprio coração, porque este não pode ter limites para o perdão, pois perdoar deve ser a característica fundamental da espiritualidade cristã, da nossa relação com Deus e com o próximo.

Quando o perdão é esquecido, quando ele se torna cansativo, as coisas vão se aglutinando, se amontoando, ajuntando-se dentro de nós; depois, isso cria um embaraço terrível. E lá na frente, quando quisermos resolver, as coisas estarão duras demais ou mal resolvidas.

Pode ser que, na hora, não tenhamos força, mas não seremos ingênuos em fingir que somos máquinas, onde apertamos um botão e logo perdoamos. Não é assim que funciona o coração humano, entretanto, a disposição e a vontade de perdoar precisam acontecer a todo momento, por mais ferida que a alma e o coração estejam; mesmo que seja preciso fazer um trabalho espiritual, um trabalho humano e psicológico, para que o perdão floresça.

O perdão nasce da vontade de perdoar, mesmo que não sintamos, que não consigamos perdoar de imediato nem tenhamos amadurecido. Precisamos querer e buscar o perdão; precisamos dessa graça divina para perdoar setenta vezes sete! Primeiro, para que tenhamos saúde espiritual, psíquica e física, porque o contrário gera muitas pessoas doentes. Segundo, porque é dessa forma que Deus nos perdoa, Ele não limita o Seu perdão a nós, não nos perdoa só até um determinado ponto: “Já pequei demais, agora Deus não me perdoa mais!”. Sabemos que não é assim, pois todas as vezes que vamos buscar o nosso Pai, implorando o Seu perdão e Sua misericórdia, Ele não nos nega.

Não seja como o homem do Evangelho de hoje, que foi “sem vergonha”. Ele foi perdoado de sua dívida, que era grande, mas quando encontrou seu companheiro na estrada, foi muito cruel e duro. O homem pediu apenas mais um tempo para pagar a dívida, mas ele disse ‘não’ e mandou lançá-lo na prisão.

Recebemos o perdão enorme, sem contas do coração de Deus, mas perdoamos pouco ou quase nada. Muitos podem pensar: “Mas nem sempre eu consigo perdoar!”. É verdade, mas então peçamos ao Senhor que nos dê um coração bom e misericordioso como o d’Ele, porque Ele perdoa tudo, menos o coração de quem não tem “vergonha na cara”, de quem foi muito perdoado por Ele, mas é incapaz de usar o perdão para com seu próximo.

“Pai, perdoa as nossas ofensas assim como perdoamos a quem nos ofendeu!”.

Deus abençoe você!


Padre Roger Araújo

Sacerdote da Comunidade Canção Nova,

domingo, 7 de agosto de 2016

Pokémon GO: Novidade? Vício? Ameaça? Alucinação? Absurdo?

Os famosos “monstros de bolso” (tradução das palavras inglesas que formam a palavra Pokémon) são criaturas fictícias, imaginárias, que se tornaram uma verdadeira febre no final dos anos noventa nos vídeo games e desenhos. Até aqui, acredito que não haja novidade para ninguém.
Alguns falam de outra possível tradução: “Demônio de Bolso”. Também já disseram que o criador desses personagens, um japonês, após ter terminado o projeto, começou a viver como bicho, até ser internado em um hospício onde logo morreria por suicídio. Precisamos pesquisar...
A questão agora é a chegada (último dia 3 de Agosto) no Brasil do aplicativo “Pokémon GO” criado para os Smartphones. As propagandas dizem: “Finalmente Pokémon GO está entre nós, e é chegada a hora de aprender o máximo para se tornar mestre Pokémon”. Os apaixonados pelos jogos querem apenas uma coisa: “Alcançar o maior dos objetivos: Capturar os mais poderosos Pokémon”.
E a febre começou! Disponíveis já nas lojas online da Apple e do Google, o jogo já começou espalhar monstrinhos (ou diabinhos) pelas cidades todas (preferia anjos!). E a ideia é que os jogadores (na maior parte, crianças) andem pelas ruas procurando o Pokémon! Ah...até encontrá-los! Atenção pais! Pensem no teor e na proposta do jogo! Nem tudo que parece inofensivo, o é na realidade! Essa é a diferença do jogo! Se nossos filhos estavam escravos dos celulares e tablets em casa, agora sairão para as ruas à caça dos pokémons! Creio que era melhor meu tempo de criança em São Gonçalo quando íamos atrás das tanajuras ou das pipas; ao menos eram reais!
Essa mistura de realidade com o mundo virtual (mais virtual que real. Real mesmo só o aparelho celular) pode se tornar uma epidemia, um vírus, uma febre esdruxula. Serão quase (que me desculpem os jogadores) como zumbis circulando pelos espaços vazios capturando Pokémons, que até então totalizam em 250 tipos diferentes. Temos que pensar!
Alienação? Distanciamento da realidade? Exclusão do mundo real? “Idiotização social” como alguns falaram? Infantilização dos adultos? Tentativa de transformar o mundo real em um vídeo game gigante? Invasão de espaço? Tem até Pokémon na nossa Igreja, e nem a Apple nem o Google me pediram!!!
Temos que pensar! No Rio, o jogo começou exatamente antes das Olímpiadas! O Prefeito que não gosta de Maricá quer copiar os EUA, onde já aconteceram inúmeros acidentes, também no trânsito. Soube, através de uma amiga, de crianças atropeladas e caindo de janelas e escadas na tentativa de capturarem os pequenos demônios de bolso! Fora os assaltos aos celulares que triplicaram neste segundo dia de uso em São Paulo, por exemplo. Fanatismo? Insensatez? Guerra espiritual? Brincadeira? Mais um aplicativo? O tempo e os frutos dirão! O problema é que no Brasil, tudo tem proporções gigantes. Se isso for um mal, nos preparemos. Imagine Pokémon nas escolas, igrejas, mercados, praças, ruas, na praça de alimentação do shopping? 
Capturar todos? Sair de casa? Podíamos aproveitar o ensejo para falar aos nossos filhos sobre a complexa realidade que a sociedade atravessa. Seria tão bom se eles voltassem a sair de casa para comprar o pão para os pais, os remédios para os avós. Se saíssem para recolher alimentos e agasalhos para os mais carentes. Se promovêssemos a “cultura do encontro” como pede o Papa Francisco!
Ah se eles saíssem com a mesma disposição para a Escola e a Igreja! Para o Culto e a Missa! Para a sala de aula! Imagina nossas crianças no recreio? O Fenômeno Pokémon ainda está no começo! Vamos, em contrapartida, ensinar nossos filhos a saírem de si, a procurarem Deus, e os amigos, os parentes, e a natureza real, os animais e as verdadeiras instituições que edificam e formam um ser humano para a batalha da vida!
Vamos à Caça do Avivamento do Bem, da necessidade do Próximo, do Real, do Evangelho e da Família, do trabalho justo e honesto, da Cultura da Vida e da Civilização do Amor! Vamos à busca de Deus, da Igreja e do estudo, do Perdão e da Paz! Deixemos que os monstros se ocupem e enterrem seus próprios monstros! Deixemos os demônios no inferno. Deixemo-nos no bolso do diabo. Nascemos de Deus e para Ele, nascemos para o Céu! Aplica-te ao Amor Real e sem fingimento! 
Não perca tempo! Saia e espalhe a bondade real que está em você para todos os que pelos caminhos da vida você encontrar! Vá! A vida é curta! O mundo precisa! Saia! Para isso não é preciso nem telefone, nem rede, nem aplicativo, nem dinheiro! Vai humaniza com amor e por amor o ser humano que se coisificou, desumanizando-se.
Nada de monstros, apenas homens e mulheres novos pelo Amor!


Padre Dudu

https://www.facebook.com/ironi.spuldaro.5/posts/986859871413188

O jeito inteligente de Pe. Pio ensinar um padre


Talvez você conheça São Padre Pio de Pietrelcina por seus estigmas e os milagres atribuídos a sua intercessão. Porém em vida ele também foi conhecido por ser um estupendo confessor e por dar lições realmente inteligentes a quem se aproximava dele. Esse é o caso de um sacerdote argentino que veio a ele, sem se quer imaginar que este santo lhe daria uma lição que o ajudaria a ser um padre melhor.
Contam que um sacerdote argentino havia ouvido falar tanto sobre os conselhos do Padre Pio, que decidiu viajar de seu país à Itália, com o único objetivo de que lhe desse alguma recomendação para sua vida espiritual. Chegou à Itália, se confessou com o Padre e teve que voltar sem que desse nenhum conselho. O Padre lhe deu a absolvição, o abençoou e isso foi tudo.
Chegou à Argentina tão desiludido que desabafava contando o episódio a todo mundo:
  • Não entendo por que o Padre não me disse nada…E eu viajei da Argentina até lá, só para isso! O Padre Pio lê as consciências e sabia que eu havia ido com a esperança de que me desse alguma recomendação…
Assim se queixava uma e outra vez , até que seus fiéis começaram a se perguntar:
– Padre, tem certeza de que Padre Pio não te disse nada? Será que não fez algum gesto, algo fora do comum?
Então o sacerdote se pois a pensar, e finalmente se lembrou que Padre Pio tinha feito algo um pouco estranho…e disse aos seus fiéis:
  • Me deu a benção final fazendo o sinal da cruz lentamente, tão lentamente que eu pensei: “Será que não vai acabar nunca?”
Lhe responderam:

  • Eis aí seu conselho! O senhor faz tão rápido o sinal da Cruz quando nos abençoa, que parece mais um rabisco.

O sacerdote caiu em si, muito feliz com esta forma tão original de aconselhar que tinha Padre Pio.
Que maneira inteligente de aconselhar um sacerdote!!!

http://pt.churchpop.com/o-jeito-inteligente-de-pe-pio-ensinar-um-padre/

ORAÇÃO VOCACIONAL FEITA PELO PAPA BENTO XVI

Ó Pai, fazei com que surjam, entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva a fé e conservem a grata memória do vosso Filho Jesus pela pregação da sua Palavra e pela administração dos sacramentos com os quais renovais continuamente os vossos fiéis. Dai-nos santos ministros do vosso altar, que sejam atentos e fervorosos guardiões da Eucaristia, o sacramento do supremo dom de Cristo para a redenção do mundo. Chamai ministros da vossa misericórdia, os quais, através do sacramento da Reconciliação, difundem a alegria do vosso perdão. Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas inspirações do Espírito do vosso Filho e, dócil aos seus ensinamentos, cuide das vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada. Ajudai os Bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e todos os batizados em Cristo para que cumpram fielmente a sua missão no serviço do Evangelho. Nós vos pedimos por Cristo, nosso Senhor. Amém. Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai por nós.

sábado, 6 de agosto de 2016

DIFICULDADES-4: AS FRONTEIRAS DO CORAÇÃO

A difícil mediocridade
Já meditamos sobre as almas que têm metas baixas na vida, um “limiar baixo”. E víamos como essa atitude morna gera muitas “dificuldades subjetivas”, que um coração generoso e um ideal alto não teriam.
São as “dificuldades da mediocridade” que, em maior ou menor medida, todos nós temos. Cada um de nós poderia abrir um livro-registro e cadastrá-las. Para tanto, bastaria identificar tudo aquilo que achamos “demais” e que nos move ao protesto…, e reconhecer, com justa vergonha, que o problema não é que seja de mais, mas que a nossa alma é de menos.
É “demais” assumir compromissos espirituais (Missa dominical mesmo que custe sacrifício, oração e leitura diárias do Evangelho, etc.) para quem é incapaz de prescindir dos “compromissos” assumidos com a preguiça, ou com o aperitivo diário (esse, sim, compromisso fiel e perseverante), ou com a horinha intocável de exercício físico (que, em si, é muito louvável).
É “demais” dedicar um tempo – renunciando a empregá-lo em gostos pessoais – a um amigo que esteja precisando de ajuda, a um doente ou até mesmo a um filho que exija uma atenção mais abnegada… É demais para aqueles que, pensando bem, não é que façam “de menos” pelo seu próximo, é que simplesmente não fazem nada ou quase nada…
É “demais” ter de suportar os defeitos e indelicadezas dos que convivem conosco; é tão “demais”, que muitos podem lembrar-se de autênticas “tragédias” provocadas por insignificâncias: uma resposta um pouco atravessada, um cumprimento frio, os cotovelos em cima da mesa… Esquecemos que, para um cristão, os dois limiares normais do amor ao próximo são: Amarás o próximo como a ti mesmo (Mt 22, 39) e amai-vos uns aos outros como eu [Jesus] vos amei (Jo 13, 34).
Quando são Paulo descreve os traços da caridade cristã, não está escrevendo para anjos, mas para seres humanos como nós. E eis as metas que indica como limiar normal da caridade: A caridade é paciente, a caridade é benigna; não é invejosa, não é jactanciosa, não se ensoberbece, não é descortês, não é interesseira, não se irrita, não guarda rancor; não se alegra com a injustiça, mas compraz-se na verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo sofre (1 Cor 13, 4-7).
A pessoa que aceita como norma de vida este programa, dificilmente se queixará das dificuldades na família ou no ambiente profissional. O que para outros seriam dificuldades, para o cristão de limiar alto e sadio são ocasiões diárias de amar e de servir.
As fronteiras do coração
Tudo isso quer dizer, portanto, que o problema de grande parte das nossas dificuldades se reduz a um problema de ampliação das fronteiras do coração. É preciso que nos decidamos a elevar o nosso nível de normalidade, sem nos deixarmos dominar pelos níveis baixos que o ambiente pretende impor.
Neste ponto, o cristão deve ser especialmente firme e coerente. Caso contrário, facilmente se deixará arrastar pelo fluxo de um meio social onde cada vez se torna mais comum que até mesmo aquilo que é francamente “anormal” se normalize e se imponha como lei: “Hoje em dia, as coisas são assim, as coisas mudaram. O que causa estranheza – não faltará quem o diga – é que um homem, decorridos cinco ou dez anos, ainda esteja com a mesma mulher com quem se casou…”
O mundo parece mergulhar aceleradamente na idolatria do agradável, do fácil e do cômodo. Facilidades da técnica, que nasceram como meios de a pessoa se organizar e trabalhar melhor, de aproveitar melhor o tempo, de possuir maior informação, vão-se transformando em utensílios de amolecimento e vício. Tende-se a amar o fácil por ser fácil, o agradável por ser agradável, sem cuidar de discernir se é o certo e o bom.
A pessoa que se deixa dominar por esses critérios fica moralmente enfraquecida e chega a não ver sentido naquilo que dá sentido à vida, só porque o julga difícil: não vê sentido no amor-doação, na renúncia para servir, na abnegação para ser fiel, em suma, nos valores morais que forjam a grandeza do homem. Daí a necessidade, urgente necessidade, de os cristãos alargarem as fronteiras do seu coração, para assim trazerem um sopro de vida a este mundo que parece estar perdendo a alma.
O sopro renovador
Ora, esse sopro renovador só será dado ao mundo pelos que estiverem dispostos a rever os níveis dos seus ideais e a elevar o teto da sua normalidade. Isto há de chocar, sem dúvida, no ambiente4. Mas, no fim das contas, será um choque de revitalização, uma sacudidela capaz de despertar do letargo aqueles que ainda podem reerguer-se e caminhar.
Esses homens e mulheres de níveis morais sadios, acima da média doentia, talvez não sejam compreendidos. Talvez precisem da coragem de começar a lutar sozinhos, sem sentir apoio no ambiente, nem sequer no mais próximo. Terão de ser corajosos para serem autênticos e não dobrarem o joelho ante o que “todo o mundo faz”… Por isso, deverão amar muito a Verdade, e será também preciso que se decidam a apagar do seu dicionário a palavra dificuldade ou, pelo menos, a mudar-lhe o sentido.
No novo dicionário dos que aceitam os limiares de Cristo, o verbete dificuldade será, pois, explicado assim: “Dificuldade: a maior parte das vezes, é o mal-estar gerado pelos nossos defeitos ou pela nossa mediocridade; algumas vezes, é um obstáculo objetivo que se encontra na vida, e que – tendo sido enviado ou permitido por Deus – tem como finalidade firmar-nos no bem, fazer-nos crescer espiritual e humanamente, purificar-nos e elevar a nossa alegria até uma altura até então insuspeitada”.

Adaptação de um trecho do livro de F. Faus, O valor das dificuldades

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Sofrer e Perdoar

Sofrer e Perdoar

Por Monsenhor Ascânio Brandão
 
 
Como é doce a paciência dos santos! Sabem sofrer e sabem perdoar! Um homem perverso e cruel atirou com violência uma pedra que foi ferir gravemente o santo e pobrezinho São Bento Labre.

Inclinou-se humildemente o santo, tomou a pedra, beijou-a e colocou-a respeitosamente num muro do caminho.
Prosseguiu a viagem, a rezar todo o tempo pêlo seu agressor. Que doçura e paciência! Isto é ser cristão, é ser verdadeiro discípulo de Jesus Cristo! Quando muitas pedras de contradições, palavras duras e injúrias nos forem atiradas, fiquemos tranqüilos.

Oremos pelos que nos perseguirem. É um meio excelente para recuperar a calma e dominar esses instintos de cólera e orgulho que não nos deixam em paz.

Um dia Santa Isabel recebeu uma afronta. A injúria a foi ferir no âmago do coração.
Sentiu-se perturbada e correu aos pés de Nosso Senhor. Fez violência ao coração e começou penosamente a rezar pelos que a insultaram, dizendo:

— "Meu Jesus, dai aos que me insultaram um benefício, uma graça que corresponda a cada injúria".

Quando assim rezava, Nosso Senhor lhe disse:
— "Nunca, me fizeste orações mais agradáveis e belas do que estas. Penetraram tuas súplicas até o fundo de meu coração. Perdôo, minha filha, por isso, todos os pecados de toda tua vida".

Tenhamos a doce certeza de que assim nos falará Nosso Senhor, si soubermos, como Ele, sofrer e perdoar!

Fonte: Breviário da Confiança, 1948