domingo, 20 de novembro de 2016

7º Dia da NOVENA DO TRABALHO

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Amadurecer nas virtudes através do trabalho


Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá Tudo aquilo em que intervimos os pobrezinhos dos homens – mesmo a santidade – é um tecido de pequenas insignificâncias que, conforme a intenção com que se fazem, podem formar uma tapeçaria esplêndida de heroísmo ou de baixeza, de virtudes ou de pecados (Caminho, n. 826). 

É toda uma trama de virtudes que se põe em jogo quando exercemos o nosso ofício com o propósito de santificá-lo: a fortaleza, para perseverarmos no trabalho, apesar das naturais dificuldades; a temperança, para superarmos o comodismo e o egoísmo; a justiça, para cumprirmos os nossos deveres para com Deus, para com a sociedade, para com a família, para com os colegas; a prudência, para sabermos em cada caso o que convém fazer e nos lançarmos à obra sem dilações... E tudo por Amor... (Amigos de Deus, n. 72).

Para encontrar trabalho - Para que, com a ajuda de Nossa Senhora, ache o trabalho que venho procurando. E que, ao meter-me em cheio nesse novo trabalho, Deus me ajude a desenvolver por meio dele as virtudes cristãs e a amadurecer espiritualmente. Que eu procure ser paciente e compreensivo, tanto com os chefes como com os colegas e subordinados, que seja simples e humilde, fugindo da vaidade e do exibicionismo, que faça tudo, em suma, com pureza de coração. 

Para fazer um bom trabalho - Para que Deus me ajude a desenvolver por meio do trabalho as virtudes cristãs e a amadurecer espiritualmente. Que eu procure ser paciente e compreensivo, tanto com os chefes como com os colegas e subordinados, que seja simples e humilde, fugindo da vaidade e do exibicionismo, que faça tudo, em suma, com pureza de coração. 

Rezar a oração a São Josemaria Escrivá 

ORAÇÃO – Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem concedestes inúmeras graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres quotidianos do cristão, fazei com que eu também saiba converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar e de servir, com alegria e simplicidade, a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com a luz da fé e do amor. Concedei-me por intercessão de São Josemaria o favor que Vos peço... (peça-se) Amém.






Pai nosso, Ave Maria, Glória




sábado, 19 de novembro de 2016

O QUERER E O OPERAR (Filipenses 2, 13)

Deus opera de forma extraordinária em nossa vida e o comodismo nos leva a permanecer parados
quietos até que algo de ruim de repente aconteça. O que fazer?
É preciso estar atento a direção de Deus. Ele pode querer fazer mudanças em nossa vida,
levar-nos a outros lugares a fim de proporcionar novas experiencias.

Em Sarepta, Elias foi usado na vida de uma viúva e seu filho para que pudessem sobreviver graças à comida providenciada por meio do profeta. 
Da próxima vez em que as coisas não forem como você esperava e estava acostumado, esteja atento. 
Deus pode estar querendo lhe dizer que chegou a hora de mudar alguma coisa. Talvez seja mudança em sentido geográfico, ou no seu caráter, 
ou ainda na sua forma de servir ao Senhor. Seja qual for a mudança, se Deus assim está dirigindo, aceite-a, mesmo que não entenda. 
Talvez Deus queira usar você para abençoar a vida de alguém que você nem imagina.
Lembre-se o querer e o operar é Dele.

By: Filhos Espirituais de Pe. Pio

PACIÊNCIA: AS DEMORAS DE DEUS


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No mundo em que vivemos, bêbado de acelerações, ultrassônico nas mudanças e doente de impaciências, a bela arte do amor paciente é muito necessária. A virtude da paciência é uma terapia de que o mundo atual precisa muito.

Mas o fato é que a impaciência faz a festa nesse ambiente em que o egoísmo pensa que “para mim tudo tem que ser antes e ao meu gosto” e o comodismo exige “tudo rápido, para já e com o menor trabalho possível”. É natural que, nesse ambiente, a impaciência se manifeste a toda hora em forma de cansaço insofrido, unido à irritação e à  revolta. Não é estranho que, nesse clima tenso, as impaciências acabem cedo ou tarde por arremessar-se contra Deus.
Tal é o caso, não infrequente, dos que chegam a duvidar da bondade de Deus e sentem que se lhes abala a fé quando julgam que “Deus não os escuta”, pois – segundo pensam – não atende aos seus pedidos como “deveria” nem os livra das suas aflições.
Falam então do “silêncio de Deus”, insinuando – ou afirmando claramente – que Deus não se interessa pelas suas criaturas, mas permanece na olímpica solidão dos céus, alheio às tribulações e anseios dos homens.
Um bom número de casos de agnosticismo, ou de ateísmo inconsistente (será que existe algum ateísmo consistente?), ou de ceticismo mais ou menos cínico, tomaram pé em alguma decepção. Esperava-se algo de Deus, e não aconteceu. Por essa razão, Fulano deixou de ir à Missa depois da morte do filho, pelo qual tanto tinha rezado; Sicrano perdeu a fé após a quinta tentativa frustrada de entrar na faculdade; e Beltrana bandeou-se para o esoterismo ao perder o último namorado.
Os “silêncios” e as “demoras” de Deus põem à prova a nossa paciência. Mas são precisamente essas dificuldades desconcertantes as que nos fazem compreender que uma boa paciência jamais poderá ser erguida sobre uma fé ruim. A fé que age pelo amor (Gl 5,6), de que fala São Paulo, é o fundamento necessário da paciência.
Uma das primeiras verdades – inesgotável e luminosa verdade! –, que Cristo nos revelou foi a da paternidade de Deus: O vosso Pai vê, o vosso Pai sabe, o vosso Pai cuida (cf. Mt 6, 25 e segs.). Não se vendem dois passarinhos por uma moedinha? No entanto, nenhum cai por terra sem a vontade do vosso Pai. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois! Valeis mais do que muitos pássaros (Mt 10, 20-31).
Deus é um Pai que sempre nos acompanha. E esse Pai está amorosamente ativo; talvez mais do que nunca, quando parece que se cala e não intervém. «Quando nada acontece – diz, com grande intuição, Guimarães Rosa –, há um milagre que não estamos vendo» (Primeiras Estórias, Rio de Janeiro, 1962, pág. 71).
O milagre que não estamos vendo
Quem vive realmente de fé caminha sereno e confiante na “mão” de Deus que, como já dizíamos, muitas vezes não coincide com a nossa. Ele, que é Bom Pastor de cada um de nós, sabe muito bem por onde nos leva e nos traz. Ainda que atravesse as sombras da morte, nada temerei, porque Tu estás comigo (Sl 23, 4). Ele nos dá − ou não nos dá, ou permite que nos aconteça −, aquilo que, embora não o entendamos, mais nos convém, sempre com vistas à nossa verdadeira realização, que é a que floresce e se completa na vida eterna: Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma (Mt 10, 28). Não temas, meu pequeno rebanho, porque foi do agrado do vosso Pai dar-vos o Reino (Lc 12, 32).
Quem vive de fé, entende muito bem, por isso, o belo conselho do Eclesiástico: Sofre as demoras de Deus. Dedica-te a Deus, espera com paciência […]. Aceita tudo o que te acontecer. Na dor, permanece firme; na humilhação, tem paciência. Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata, e os homens agradáveis a Deus pelo cadinho da tribulação (Ecli 2, 3-5).
O “milagre que não estamos vendo” consiste no que São Paulo enxergava com fé lúcida e expressava com esplêndida convicção: Nós sabemos que Deus faz concorrer todas as coisas para o bem daqueles que o amam (Rom 8, 28). Se tivermos amor a Deus, tudo, absolutamente tudo – o que chamamos sorte e o que chamamos infortúnio, o que é um sucesso no mundo e o que é um fracasso, a satisfação e o sofrimento, a saúde e a doença, a vida e a morte –, tudo acabará sendo conduzido por Deus, com a sua soberana e misteriosa “alquimia”, para algo que resultará num bem para todos os que nele confiam.
Mons. Escrivá costumava dizer que a nossa vida é uma preciosa tapeçaria, que Deus vai urdindo conosco – com a nossa liberdade – aos poucos, fio a fio. Habitualmente, nós só a vemos pelo avesso, enquanto é tecida na oficina dos dias. Por isso, tudo nos parece com frequência uma confusão de fiapos soltos e de figuras bizarras. Vez por outra, porém, Deus deixa-nos olhar por uns instantes a tapeçaria pela frente, e então ficamos pasmados ao dar-nos conta da sua harmonia e do seu esplendor.
A vida, quando já foi um pouco longa e procurou não se afastar de Deus, oferece-nos de quando em quando alguns desses lampejos de lucidez: entendemos que foi muito bom o que antes repudiávamos como muito mau, e captamos o porquê de certas coisas que, na altura, nos pareciam absurdas, monstruosas e sem sentido.
Alguns santos tiveram o privilégio de contemplar, felizes, a tapeçaria de uma vida inteira na sua harmonia total. Tal foi o caso de Santa Teresa de Ávila que, após concluir a sua autobiografia, escrita por obediência aos superiores, remeteu o manuscrito a Frei Garcia de Toledo, com uma carta na qual, a todas as tribulações, fadigas, dores, incompreensões e perseguições relatadas, chamava belamente “as grandes misericórdias com que Deus me cumulou” (Livro da Vida, 3ª. ed., Vozes, Petrópolis, 1961, pág. 360).
Também São Josemaría Escrivá, três meses antes de deixar esta terra, ponderava na sua oração as vicissitudes – muitas delas duríssimas – da sua longa vida, e dizia: “Um olhar para trás… Um panorama imenso: tantas dores, tantas alegrias. E agora tudo alegrias, tudo alegrias… Porque temos a experiência de que a dor é o martelar do Artista, que quer fazer, dessa massa informe que nós somos, um crucifixo, um Cristo… Senhor, obrigado por tudo, muito obrigado!” (S. Bernal, Perfil do Fundador do Opus Dei, pág. 416).
É bem verdade que – como dizíamos − um clarão de Deus pode nos mostrar alguma vez a tapeçaria inteira. Mas o normal é que, na penumbra desta terra, Deus nos peça fé, fé e amor confiante. Ele não deixará de nos dar a graça necessária para aceitarmos com paciência as suas “demoras”, os seus aparentes “silêncios”. A nós toca-nos dizer, amorosamente, com o salmista: Mantenho em calma e sossego a minha alma. Tal como a criança no regaço de sua mãe, assim está a minha alma no Senhor. […] Põe a tua esperança no Senhor, agora e para sempre (Sl 131, 2-3).

Adaptação de um trecho do livro de F. Faus, A paciência, 3ª ed., Quadrante 2015

PACIÊNCIA: PERSEVERAR E ESPERAR

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Saber persistir

Todos temos experiência de quanto custa persistir nos esforços ou atitudes que exigem sacrifícios continuados e não trazem compensações imediatas. Não é fácil lutar, manter-se firme no empenho, e ver que tudo demora a realizar-se, a chegar.
A nossa paciência é testada sempre que temos de aguardar, esperar, voltar, tentar uma e outra vez: desde a interminável espera num consultório médico até o desgosto do casal de namorados que precisa adiar de novo a data do casamento, porque não têm condições de financiar o apartamento.
Mas a verdade é que todo aquele que quiser conseguir alguma coisa de real valor na vida, não terá outro remédio senão armar-se de paciência e esperar. Demora-se, necessariamente, a ser um profissional experiente; demora-se a amadurecer interiormente até corrigir pelo menos alguns dos defeitos pessoais; demora-se a suavizar arestas no casamento e, aos poucos, ir-se ajustando à base de mútuos perdões e sorridentes renúncias; demora-se a criar um bom ambiente familiar; demora a vida inteira a autêntica formação dos filhos.
“Aprendi a esperar – dizia São Josemaria –; não é pouca ciência”. Mas é importante termos muito presente que esse “esperar” não significa “aguardar” passivamente. Consiste, como estamos vendo, em persistir fiel e confiadamente no cumprimento da nossa missão, do nosso dever – do dever religioso, moral, familiar, profissional… –, durante todo o tempo que for preciso, com aquela convicção que animava Santa Teresa: “A paciência tudo alcança”.
A essa paciente espera se refere o Apóstolo São Tiago, quando nos põe diante dos olhos a imagem do lavrador: Tende, pois, paciência, meus irmãos […]. Vede o lavrador: ele aguarda o precioso fruto da terra e tem paciência até receber a chuva do outono e a da primavera. Tende também vós paciência e fortalecei os vossos corações (Ti 5, 7-8).
Não é verdade que estas palavras nos lembram muitas coisas pessoais? Os frutos dourados da vida só se conseguem com uma luta constante, unida a uma paciência fiel. Mas quanto custa!
Saber esperar
Muitas vezes já fomos como aquela criança a quem a mãe tinha oferecido uma planta que, com o tempo, iria dar flores. «Mas, quando os botões surgiram, não sabíamos esperar que abrissem. Colaborávamos no seu desabrochar triturando-as, separando talvez as pétalas, para que a floração fosse mais rápida. Nódoas escuras apareciam então, e as flores estiolavam, murchavam…” (Romano Guardini, em O Deus vivo, Aster, Lisboa, s/d, pág. 71.]
Quantas coisas, na vida, não murcham por cansaços impacientes que nos levam a desistir! Na vida familiar, os exemplos são gritantes. Talvez hoje seja mais necessário do que nunca recordar aos casais que a felicidade que procuram, sem saber bem como achá-la, nunca a conseguirão como fruto do egoísmo defendido de qualquer incômodo, mas como fruto do amor fielmente paciente, do amor cristão.
E a mesma coisa deveriam lembrar todos os que começaram alguma vez, movidos por um alegre impulso da graça, a esforçar-se decididamente por viver o ideal e as virtudes cristãs. A maior ameaça contra esse bom propósito, mais do que nas fraquezas e nas reincidências no erro, encontra-se no cansaço, na sensação de que “não adianta continuar”, ou de que “custa demais conseguir”, ou seja, na falta da força da paciência, e de esperança, para ir avançando aos poucos, à base de começar e recomeçar.
Nós gostamos de que as coisas nos sejam dadas logo. Hoje esperamos a resposta imediata a um simples clique. Mas Deus sabe que as almas e as coisas precisam ter as suas estações. Temos que aprender, por isso, a ser bons semeadores, que esperam a colheita sem pressas inquietas e perseveram sem desânimos exaustos.
Semear é duro. É enterrar o grão e nada ver. Isso exige fé e desprendimento. Eu dou a semente do meu esforço, do meu empenho, do meu sacrifício, da minha oração, e espero, vigilante, até que dê o seu fruto, enquanto continuo, solícito, a zelar pelo campo: rego, limpo, podo, adubo, protejo… Só com essa paciência ativa é que um dia virá o fruto: o fruto da fé, amadurecida a partir da persistência na oração, nos Sacramentos, na formação; o fruto dos valores cristãos finalmente arraigados nos filhos; o fruto das virtudes pessoais que desabrocham e se firmam; os frutos do apostolado.
Todos nós já exclamamos mais de uma vez: “Que paciência!”, ao admirarmos obras humanas magníficas, que só se explicam por uma longa aplicação, por um trabalho meticuloso, prolongado e imensamente paciente. É assim que louvamos, por exemplo, os bordados delicadíssimos e artísticos de uma enorme toalha de mesa feita à mão. É assim também que admiramos o trabalho da vida inteira de um pesquisador, que foi coligindo um incrível acervo de dados sobre uma matéria até então ainda não estudada. – “Que paciência!”, dizemos. Pois bem, uma paciência igual, pelo menos, e um esmero e uma tenacidade análogos, são os que Deus nos pede para cultivarmos em nós e à nossa volta a vida e as virtudes cristãs.
A paciência produz a virtude comprovada, diz São Paulo (Rom 5, 4). E São Tiago repisa o mesmo ensinamento ao escrever: É preciso que a paciência efetue a sua obra, a fim de serdes perfeitos e íntegros, sem fraqueza alguma (Ti 1, 4). Pela vossa paciência possuireis as vossas almas, havia já dito Jesus (Lc 21, 19).
É muito sugestivo o fato de que, nesses três textos, como em tantos outros da Bíblia, a mesma palavra que significa paciência inclua também o sentido de perseverança, de persistência fiel..

Adaptação de um trecho do livro de F. Faus, A paciência, 3ª ed., Quadrante 2015

6º Dia da NOVENA DO TRABALHO

Trabalhar em companhia de Deus e com reta intenção


Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá Deves manter – ao longo do dia – uma constante conversa com o Senhor, que se alimente também das próprias incidências da tua tarefa profissional (Forja, n. 745).

Como cristão, deverias trazer sempre contigo o teu Crucifixo. E colocá-lo sobre a tua mesa de trabalho. E beijá-lo antes de te entregares ao descanso e ao acordar (Caminho, n. 302).

Coloca na tua mesa de trabalho, no teu quarto, na tua carteira..., uma imagem de Nossa Senhora, e dirige-lhe o olhar ao começares a tua tarefa, enquanto a realizas e ao terminá-la. Ela te alcançará – garanto! – a força necessária para fazeres, da tua ocupação, um diálogo amoroso com Deus (Sulco, n. 531).


Para encontrar trabalho - Para que Deus me conceda um emprego honesto e digno, e me abra os olhos da alma para compreender que Ele está sempre ao meu lado. Que, para não perder de vista esta maravilhosa realidade, eu me esforce em ter presença de Deus durante o trabalho, servindo-me discretamente – como de um “lembrete” – de um pequeno crucifixo, de uma estampa de Nossa Senhora, da efígie de outro santo da minha devoção...; “lembretes” colocados onde eu os possa ver com freqüência, sem exibicionismo nem alarde.


Para fazer um bom trabalho - Para que Deus me faça compreender que Ele está sempre ao meu lado, enquanto estou trabalhando. E que, para não perder de vista esta maravilhosa realidade, eu me esforce em ter presença de Deus durante o trabalho, servindo-me discretamente – como de um “lembrete” – de um pequeno crucifixo, de uma estampa de Nossa Senhora, da efígie de outro santo da minha devoção...; “lembretes” colocados onde eu os possa ver com freqüência, sem exibicionismo nem alarde.

Rezar a oração a São Josemaria Escrivá
ORAÇÃO – Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem concedestes inúmeras graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres quotidianos do cristão, fazei com que eu também saiba converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar e de servir, com alegria e simplicidade, a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com a luz da fé e do amor. Concedei-me por intercessão de São Josemaria o favor que Vos peço... (peça-se) Ámen.

Pai nosso, Ave Maria, Glória

opusdei.org.br/pt-br/article/novena-do-trabalho/

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

5º Dia da NOVENA DO TRABALHO



Todos os trabalhos honestos são dignos

Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá

É hora de que todos nós, cristãos, anunciemos bem alto que o trabalho é um dom de Deus, e que não faz nenhum sentido dividir os homens em diferentes categorias, conforme os tipos de trabalho, considerando umas ocupações mais nobres do que as outras. O trabalho, todo trabalho, é testemunho da dignidade do homem (É Cristo que passa, n. 47). 


Diante de Deus, nenhuma ocupação é em si grande ou pequena. Tudo adquire o valor do Amor com que se realiza (Sulco, n. 487).

Para encontrar trabalho - Para que Deus me conceda a alegria de conseguir trabalho, uma tarefa em que eu possa ser útil e desenvolver as minhas capacidades. E que se, no momento, esse trabalho estiver por baixo do meu preparo e das minhas legítimas aspirações, eu não o despreze, mas – enquanto não achar um trabalho mais apropriado – o realize com toda a responsabilidade, fazendo com que tenha a categoria do trabalho que Jesus realizou na oficina de Nazaré.

Para fazer um bom trabalho - Para que se, atualmente, o meu trabalho está por baixo do meu preparo e das minhas legítimas aspirações, Deus me ajude a não desprezá-lo, mas – enquanto não achar um trabalho mais apropriado – a realizá-lo com toda a responsabilidade, fazendo com que tenha a categoria do trabalho que Jesus realizou na oficina de Nazaré.

Rezar a oração a São Josemaria Escrivá 

ORAÇÃO – Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem concedestes inúmeras graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres quotidianos do cristão, fazei com que eu também saiba converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar e de servir, com alegria e simplicidade, a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com a luz da fé e do amor. Concedei-me por intercessão de São Josemaria o favor que Vos peço... (peça-se) Ámen.


Pai nosso, Ave Maria, Glória

opusdei.org.br/pt-br/article/novena-do-trabalho/

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

4º Dia da NOVENA DO TRABALHO


Trabalho bem acabado


Reflexão: Palavras de São Josemaria Escrivá Não podemos oferecer ao Senhor uma coisa que, dentro das pobres limitações humanas, não seja perfeita, sem mancha, realizada com atenção até nos mínimos detalhes: Deus não aceita trabalhos “marretados”. Por isso o trabalho de cada qual – essa atividade que ocupa as nossas jornadas e energias – há de ser uma oferenda digna aos olhos do Criador; numa palavra, uma tarefa acabada, impecável (Amigos de Deus, n. 55)
Antes de mais, devemos amar a Santa Missa, que tem que ser o centro do nosso dia. Se a vivermos bem, como não havemos de continuar depois com o pensamento no Senhor, para trabalhar como Ele trabalhava e amar como Ele amava? (É Cristo que passa, n. 154)

Para encontrar trabalho - Para que, com o auxílio de Nossa Senhora, não demore a resolver-se o problema do meu desemprego. E para que, ao iniciar o novo trabalho, Deus me ajude a colocar todo o empenho em realizá-lo com categoria, com a maior perfeição possível, sem fazer as tarefas de qualquer maneira – convencido de que um trabalho mal feito não pode ser santificado, porque lhe falta amor, que é a condição imprescindível para que qualquer atividade humana possa ser agradável a Deus.



Para fazer um bom trabalhoPara que Deus me ajude a colocar todo o empenho em realizar o meu trabalho com categoria, com a maior perfeição possível, sem fazer as tarefas de qualquer maneira – convencido de que um trabalho mal feito não pode ser santificado, porque lhe falta amor, que é a condição imprescindível para que qualquer atividade humana possa ser agradável a Deus.

Rezar a oração a São Josemaria Escrivá
ORAÇÃO – Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem concedestes inúmeras graças a São Josemaria, sacerdote, escolhendo-o como instrumento fidelíssimo para fundar o Opus Dei, caminho de santificação no trabalho profissional e no cumprimento dos deveres quotidianos do cristão, fazei com que eu também saiba converter todos os momentos e circunstâncias da minha vida em ocasião de Vos amar e de servir, com alegria e simplicidade, a Igreja, o Romano Pontífice e as almas, iluminando os caminhos da terra com a luz da fé e do amor. Concedei-me por intercessão de São Josemaria o favor que Vos peço... (peça-se) Ámen.


Pai nosso, Ave Maria, Glória