terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Jesus ordena ao demônio:

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"Vai com os porcos." 

Vede a que ponto a alma do homem é preciosa. O que contraria os que pensam que os homens e os animais têm uma alma idêntica e que somos animados pelo mesmo espírito. Noutra altura, o demônio foi expulso de um só homem e foi enviado para dois mil porcos [cf Mt 8,32]. 

Aquilo que era precioso foi salvo, e o que era vil, perdido: «Sai do homem, vai para os porcos. Vai para onde quiseres, vai para os abismos. Deixa o homem que é Minha propriedade. Não te vou deixar possuir o homem pois seria para Mim um ultraje instalares-te nele em Meu lugar. Assumi um corpo humano, vivo no homem: essa carne que possuis faz parte da Minha carne: sai deste homem!»

#SãoJerônimo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Conselhos de Padre Pio: devoções


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Quanto não há tempo para ambas, a meditação é preferível à oração vocal, porque é mais frutífera.

Não retroceda, ou pior ainda, não interrompa a subida ao Calvário da vida. Jesus estenderá Sua mão e o sustentará.

Se você deseja assistir a Missa com devoção e proveito, pense na Mãe Dolorosa, aos pés do Calvário.

Unamo-nos devidamente ao Coração Doloroso de nossa Mãe Celeste e reflitamos acerca de sua dor infinita e quão preciosa é nossa alma.

Seja firme em suas resoluções; permaneça na embarcação que Eu te coloquei e deixe vir a tormenta. Viva Jesus! Você não perecerá.

Navegue por entre ventos e ondas, mas com Jesus. Se o medo te dominar, exclame com São Pedro: “Oh Senhor, salve-me!” Ele lhe estenderá Sua mão. Segure-a firmemente e caminhe alegremente. 

DA SAGRADA COMUNHÃO

Resultado de imagem para comunhão joelhosConsideremos, finalmente, o grande desejo que tem Jesus Cristo de que o recebamos na Santa Comunhão… Sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora… (Jo 13,1), mas por que Jesus Cristo chamava a sua hora aquela noite em que devia começar sua dolorosa Paixão?… É porque naquela noite ia legar-nos este divino Sacramento, com o fim de unir-se ele mesmo às almas queridas de seus fiéis. Este sublime desígnio fê-lo exclamar então: “desejei ardentemente celebrar convosco esta Páscoa” (Lc 12,15), denotando com estas palavras o divino Redentor o veemente desejo que nutria de estabelecer conosco essa união na Eucaristia…
Desejei ardentemente… Assim o obriga a falar o amor imenso que nos tem — disse São Lourenço Justiniano.
Quis ocultar-se sob as espécies de pão, a fim de ser acessível a todos. Se houvesse escolhido para este portento algum alimento esquisito e caro, os pobres não poderiam recebê-lo frequentemente. Outra classe de alimento, mesmo que não fosse seleto e precioso, não se encontraria em toda parte. Por isso, o Senhor preferiu esconder-se sob as espécies do pão, porque o pão facilmente se encontra e todos os homens o podem procurar.
O vivo desejo que tem o Redentor de que com frequência o recebamos sacramentado, movia-o a exortar-nos muitas vezes: “Vinde, comei o pão; e bebei o vinho que vos preparei. Comei, amigos, e bebei; inebriai-vos, meus muito amados” (Pr 9,5; Ct 5,1); venho a vô-lo impor como preceito:
“Tomai e comei; este é meu corpo” (Mt 26,26)
E para nos atrair a recebê-lo, estimula-nos com a promessa da vida eterna.
“Quem come a minha carne, tem a vida eterna. Quem come este pão, viverá eternamente” (Jo 6,55.59)
E no caso contrário ameaça-nos com a exclusão do paraíso da glória:
“Se não comerdes a carne do Filho do Homem, não tereis a vida em vós” (Jo 6,54)
Tais convites, promessas e ameaças nascem do desejo de Cristo de unir-se a nós na Eucaristia; e este desejo procede do amor que Jesus nos tem, porque — segundo disse São Francisco de Sales, — a finalidade do amor não é outra do que unir-se ao objeto amado; ora, neste Sacramento Jesus mesmo se une a nossas almas (aquele que come minha carne e bebe meu sangue, fica em mim e eu nele (Jo 6,57). É este o motivo por que deseja tanto que o tomemos neste Sacramento.
“O amoroso ímpeto com que a abelha esvoaça sobre as flores para lhes extrair o mel — disse o Senhor a Santa Matilde — não pode ser comparado ao amor com que eu me uno às almas que me amam”
Compreendessem os fiéis o grande amor que a santa comunhão traz às almas!… Cristo é o senhor de toda riqueza, e o Pai Eterno depositou tudo em suas mãos (Jo 13,3). Quando Jesus toma posse da alma pela sagrada Eucaristia, traz consigo riquíssimo tesouro de graças. Vieram a mim todos os bens juntamente com ela (Sb 7,11), — disse Salomão, falando da eterna Sabedoria.
Segundo São Dionísio, o Santíssimo Sacramento possui virtude suprema para santificar as almas. E São Vicente Ferrer deixou escrito que mais aproveita aos fiéis uma comunhão do que jejuar a pão e água uma semana inteira. A comunhão, como ensina o Concílio de Trento, é o grande remédio que nos livra das culpas veniais e nos preserva das mortais. Por esse motivo, Santo Inácio Mártir chama a Eucaristia “medicina da imortalidade”. Inocêncio III disse que Jesus Cristo, por meio de sua Paixão e Morte, nos livrou das penas do pecado, mas que com a Eucaristia nos livra do pecado.
Este sacramento nos inflama no amor de Deus.
“Introduziu-me na adega do vinho; ordenou em mim o amor. Confortai-me com flores, fortalecei-me com frutas, porque desfaleço de amor” (Ct 2,4-5)
São Gregório Nisseno disse que esta adega é a santa comunhão, na qual a alma de tal modo se embriaga do amor divino, que esquece as coisas da terra e tudo o que é criado; desfalece, enfim, de amor vivíssimo.
Também o venerável Pe. Francisco de Olímpio, teatino, dizia que nada nos inflama tanto no amor de Deus como a sagrada Eucaristia. Deus é amor; é fogo consumidor (Jo 4,8; Dt 4,24). Foi esse fogo de amor que o Verbo Eterno veio acender na terra (Lc 12,49). E na verdade, que ardentíssimas chamas de amor divino acende Jesus Cristo na alma que o recebe sacramentado com vivo desejo! Santa Catarina de Sena viu um dia Jesus Sacramentado nas mãos de um sacerdote e a sagrada hóstia lhe parecia brilhantíssima fogueira de amor, ficando a Santa maravilhada como os corações dos homens não ardessem todos e se reduzissem a cinza por tamanho incêndio.
Santa Rosa de Lima assegurava que, ao comungar, parecia-lhe que recebia o sol. O rosto da Santa resplandecia de tanta luz, que deslumbrava aos que a viam, e da boca exalava tal calor, que a pessoa que lhe dava de beber depois da comunhão sentia a mão quente como se a tivesse junto a um forno. O Santo rei Venceslau, quando ia visitar o Santíssimo Sacramento, sentia-se inflamado de ardor tão intenso, mesmo exteriormente, que a um criado seu, que o acompanhava, ao caminhar certa noite pela neve atrás do rei, bastou pôr os pés nas pisadas do Santo para não sentir frio algum. São João Crisóstomo dizia, que, sendo o Santíssimo Sacramento fogo abrasador, deveríamos, ao retirar- nos do altar, sentir tais chamas de amor que o demônio não se atrevesse a tentar-nos.
Dizes, talvez, que não te atreves a comungar com frequência porque não sentes em ti esse fogo do amor divino. Mas essa escusa, como observa Gerson, seria a mesma que dizer que não te queres aproximar do fogo porque tens frio. Quanto maior for a tibieza que sentimos, tanto mais frequentemente devemos receber o Santo Sacramento, contanto que tenhamos desejo de amar a Deus.
“Se acaso te perguntarem os mundanos — escreve São Francisco de Sales em sua “Introdução à vida devota” — por que é que comungas tão a miúdo… dize-lhes que há duas classes de pessoas que devem comungar com frequência: os perfeitos, porque, estando bem dispostos, ficariam prejudicados em se não achegando ao manancial e fonte da perfeição; e os imperfeitos, para terem justo direito de aspirar a ela…”
E São Boaventura diz igualmente:
“Ainda que sejais tíbio, aproxima-te da Eucaristia, confiando na misericórdia de Deus. Quanto mais enfermos estivermos, tanto mais necessitamos do médico”
E, finalmente. Cristo mesmo disse a Santa Matilde:
“Quando houveres de comungar, deseja ter todo o amor que tenha tido o coração mais fervoroso, e eu aceitarei teu desejo como se tivesses realmente esse amor a que aspiras”
AFETOS E SÚPLICAS
Ó amantíssimo Senhor das almas! Já não podeis dar-nos maior prova do vosso amor. Que mais poderíeis inventar para que vos amássemos?…
Fazei, ó Bondade infinita, que doravante vos ame viva e eternamente! A quem é que o meu coração deve amar com afeto mais profundo do que a vós, meu Redentor, que, depois de terdes dado a vida por mim, vos dais neste Sacramento?… Ah! meu Senhor! recorde eu sempre vosso excelso amor e me esqueça a mim inteiramente, a fim de amar-vos sem intermissão e sem reserva!… Amo-vos, meu Deus, sobre todas as coisas, e só a vós desejo amar. Afastai do meu coração todo afeto que não seja para vós… Dou-vos graças por me terdes concedido tempo de amar-vos e de chorar as ofensas que vos fiz. Desejo, meu Jesus, que sejais o único objeto do meu amor. Socorrei-me, salvai-me e minha salvação seja amar-vos com toda a minha alma nesta e na vida futura…
Maria, minha Mãe, ajudai-me a amar a Cristo. Rogai por mim.
Preparação para a Morte – Santo Afonso


COMO DEVEMOS EXAMINAR E MODERAR OS DESEJOS DO CORAÇÃO

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Jesus: Filho, muitas coisas deves ainda aprender, que não sabes bem.
A alma: Que coisas são estas, Senhor?
Jesus: Que conformes completamente teu desejo a meu beneplácito e não sejas amante de ti mesmo, mas zeloso cumpridor de minha vontade. Muitas vezes se inflamam teus desejos, e com veemência te impelem; examina, porém, o que mais te move, se minha honra ou teu próprio interesse. Se for eu o motivo, ficarás bem contente, qualquer que seja o sucesso do empreendimento; mas, se lá se ocultar algum interesse próprio, eis que isto logo te embaraça e aflige.
Guarda-te, pois, de confiar demasiadamente em preconcebidos desejos que tens sem me consultar, para que não suceda que te arrependas e te desagrade o que primeiro te agradou e procuraste com zelo, por te haver parecido melhor. Porém nem todo desejo que pareça bom logo devemos seguir, nem tampouco a todo sentimento contrário logo havemos de fugir. Convém, às vezes, refrear mesmo os bons empenhos e desejos, para que as preocupações não te distraiam o espírito; para que não dês escândalo por falta de discrição; para que, enfim, não te perturbe a resistência dos outros e desfaleças.
Outras vezes, ao contrário, é preciso usar de violência e rebater varonilmente os apetites dos sentidos sem atender ao que a carne quer ou não quer, mas trabalhando por sujeitá-la ao espírito, ainda que se revolte. Cumpre castigá-la e curvá-la à sujeição, a tal ponto, que esteja disposta para tudo, sabendo contentar-se com pouco e deleitar-se com a simplicidade, sem resmungar por qualquer incômodo.
Imitação de Cristo – Tomás de Kempis

sábado, 12 de janeiro de 2019

Sacerdote hindu desafiou Jesus e acabou se convertendo.

Se milhões de deuses e deusas do hinduísmo não conseguiam responder às suas orações de maneira clara, o sacerdote Kosh Dahal duvidava que com Jesus podia ser diferente. Além disso, ele era membro da casta mais alta do Nepal, e não queria envolver-se com um sistema de crenças que acreditava ser “inferior”.


“Não havia nenhuma casta mais elevada que a minha”, explica. “Eu não queria me misturar com as pessoas das castas baixas.”

Quando um missionário cristão o abordou em sua clínica veterinária na capital Katmandu, o Dr. Kosh rejeitou a ideia de servir apenas ao deus Jesus. Ele era um sacerdote hindu, filho de um sacerdote hindu. Aquilo não fazia sentido para ele.

Pediu que o missionário parasse de falar. “Ele me incomodava. Eu não queria aceitar Jesus Cristo. Ele continuava voltando todos os dias e falando do evangelho. Eu pedia que ele não viesse”, lembra Dahal.

Depois de alguns dias, resolveu fazer um desafio. “Queria provar que o cristianismo é uma religião falsa e que Jesus não podia fazer nada”, testemunha.

Disse ao missionário que, ao fazer suas orações, iria falar com esse Jesus. Seriam 10 minutos de manhã e 10 minutos à noite. “Se Ele é o verdadeiro Deus, irá me tocar e me mudar dentro de 30 dias. Então eu o seguirei”, desafiou.

Mas se Jesus não respondesse de forma inegável, o Dr Kosh iria fazer uma queixa junto às autoridades e mandaria prender aquele evangelista irritante. O missionário aceitou o desafio, mesmo sabendo que poderia ter sérios problemas, pois a lei do Nepal proíbe o proselitismo.

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Nota Espacojames: Proselitismo é atividade ou esforço de fazer prosélitos; catequese, apostolado.
"trabalho de p. dos partidos políticos"
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Durante dias ele conta que fazia suas orações e não havia resposta. Mesmo falando com toda a sinceridade, só lhe restava o silêncio. No início da terceira semana, advertiu Jesus que seu tempo estava se esgotando.

Até que o dia decisivo chegou. Após o final da terceira semana, o poder do Deus único e verdadeiro o visitou.

“Era como se uma corrente elétrica entrasse em mim e começasse a correr muito rápido”, lembra Dahal. “Fiquei chocado. Eu abria e fechava meus olhos, e fiquei com muito medo. Eu comecei a perguntar ‘Quem é ele? O que está acontecendo comigo? O que está dentro de mim? ‘ ”

Após mais de 30 anos servindo os deuses hindus, nunca tivera uma experiência como aquela. Depois daquele dia ele entendeu que Jesus Cristo é real. Conforme havia prometido, abandonou os falsos deuses.


Falsos Deuses Hindus

Sua esposa, Shobah, viu uma mudança dramática em seu marido e decidiu seguir a Jesus também. Ela foi milagrosamente curada de um mioma uterino. Logo, o casal e seus três filhos, abandonaram o sacerdócio hindu e começaram a evangelizar.


Eles plantaram uma igreja em Kathmandu. Depois de alguns anos, deixaram seus empregos e propriedades e foram para as Filipinas estudar em um seminário. Neste período, plantaram mais cinco igrejas. Desde 2013, estão plantando outra igreja entre os nepaleses que vivem na Malásia.


Fonte: http://blog.godreports.com/2016/02/nepal-hindu-priest-doubted-jesus-until-he-showed-up-in-a-powerful-way/

Os odres que insistem em ser velhos


"Será que a teimosia da sua mente caprichosa não é a verdadeira razão de você ser um estacionário na vida espiritual?"

Ope. José Eduardo Oliveira, da diocese de Osasco, especialmente conhecido no Brasil como intenso defensor da vida humana desde a concepção até a morte natural, é bastante ativo nas redes sociais e costuma compartilhar reflexões sadiamente provocativas para incentivar as pessoas a reavaliarem posturas e se comprometerem a sério com a verdade, a bondade e a beleza do Evangelho. Nesta semana ele propôs a seguinte consideração sobre a dureza de mente e coração de quem até começa a ouvir a palavra, mas resiste teimosamente a se converter de fato:
OS ODRES QUE INSISTEM EM SER VELHOS
Por que a linguagem do Evangelho demanda meditação? Por que Jesus falava frequentemente em parábolas? Ele mesmo o explica: “Eis por que lhes falo em parábolas: para que, vendo, não vejam e, ouvindo, não ouçam nem compreendam” (Mateus 13,13).
Não parece estranho este modo de proceder de Cristo? Pregar para não ser entendido… Por que?
Em outro passo, Jesus diz que “ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho novo arrebentará os odres e entornar-se-á, e perder-se-ão os odres” (Lucas 5,37). Em outras palavras, é necessário espargir a Palavra de tal modo que ela produza de acordo com a terra em que cai, é preciso despejá-la de tal modo que a sua novidade caia no coração de quem é rejuvenescido pela graça e não destrua aqueles que não estão preparados para ela.
De fato, depois de dizer que o vinho novo do Evangelho não pode ser colocado em odres velhos, o próprio Jesus reconhece que “ninguém que bebeu do vinho velho quer já do novo, porque diz: o vinho velho é melhor” (Lucas 5,39). Eu imagino a tristeza de Cristo ao pronunciar este diagnóstico! Há pessoas que simplesmente não querem a Boa Nova porque estão formatados segundo a “boa velha”, cruzam-se com Jesus e o interpretam de acordo com os seus próprios conceitos psicologicamente pré-estabelecidos.
Certa vez, Ele retornou a Nazaré, sua pátria, e começou a ensinar… “Muitos o ouviam e, tomados de admiração, diziam: donde lhe vem isso? Que sabedoria é essa que lhe foi dada, e como se operam por suas mãos tão grandes milagres? Não é ele o carpinteiro?” (Marcos 6,2-3).
O homem é assim, não acredita que a graça pode brotar no fundo de sua casa, não crê num Deus que fala ao coração, dentro do quarto, na intimidade, à portas fechadas. A carne gosta de carnaval e sempre transfere a terceiros a missão de “ser de Deus”. As pessoas buscam por dias extraordinários, por missionários ungidos, querem uma graça estrangeira, não suportam um Deus conterrâneo, mas que não cabe dentro dos seus estreitos miolos.
É por isso que há pessoas que nunca vão aprender. Você pode pregar, pode insistir, pode clamar… São odres velhos e gostam de vinho velho, não entendem, não enxergam e nunca irão progredir. O Padre Vieira dizia que o problema é que não se prega a Palavra, e é verdade; mas Jesus a pregou, e melhor que ninguém!, e, mesmo assim, não converteu a todos. A turma da velhacaria, ficou nessa, mesmo! De modo que, dada a semente, o problema é a terra!
Olhe para você mesmo e seja honesto. Será que a teimosia da sua mente caprichosa não é a verdadeira razão de você ser um estacionário na vida espiritual? Será que você não está se contentando com a liberdade de correr em direção à sua própria escravidão? Não chegou a hora de deixar de ser cúmplice de sua própria auto-sabotagem no espírito?
Quanto aos pregadores, não se entristeçam por pregar para incorrigíveis, pois é difícil deixar de ser pagão. Preguem oportuna e importunamente. Odres novos acolhem sempre o vinho novo, odres velhos gostam mesmo é dos mesmos vinhos de sempre… Vocês encontrarão os odres novos. Continuem pregando. Uma hora dessas, eles aparecem.

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Por onde começar a vida espiritual? Santa Catarina responde


Se você quer ficar mais perto de Deus, siga este valioso conselho

Santa Catarina de Sena foi uma santa influente do século XIV.  É conhecida e amada por muitos pela sua santidade e tenacidade de espírito. Ela teve uma profunda vida interior e foi membro da Ordem Terceira de São Domingos. Muitos de seus pensamentos estão no livro “O Diálogo”.
Um dos conselhos que ela escreveu foi sobre o primeiro passo que alguém deve dar na vida espiritual: 
“A alma que é motivada por um desejo muito grande de honrar a Deus começa exercitando-se, por um certo espaço de tempo, nas virtudes comuns, permanecendo na célula do autoconhecimento, a fim de conhecer melhor a bondade de Deus para com ela”.
Ela explica que esse caminho de conhecimento não apenas gira em torno de conhecer melhor quem você é, mas também quem é Deus e o papel Dele em sua vida.
Além disso, Santa Catarina escreveu as palavras de Jesus que foram pronunciadas a ela em uma revelação particular:
“Eu respondo que este é o caminho: se você chegar a um perfeito conhecimento sobre Mim, a Verdade Eterna, ainda assim você nunca deve abandonar o conhecimento de si mesma, e, humilhando-se no vale da humildade, você conhecerá a mim e a você, de onde você tirará tudo o que for necessário”.
Santa Catarina acrescenta que o conhecimento é sempre o primeiro passo na vida espiritual e, naturalmente, leva a pessoa ao próximo estágio da jornada. 
Enfim, o conhecimento de Deus, normalmente, precede o amor a Deus, pois geralmente só amamos as pessoas depois que as conhecemos. Portanto, se você procura começar sua jornada em direção a Deus, primeiro tente conhecê-lo através da leitura da Bíblia, bem como das tradições transmitidas por seus apóstolos por meio dos ensinamentos oficiais da Igreja Católica.
Através desse conhecimento de Deus, entenderemos melhor quem somos e estaremos preparados para abraçar o amor de Deus. 

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