sexta-feira, 10 de maio de 2019

O preço que pagamos pela necessidade de estar sempre certos

PORTRAIT

É satisfatório ser o sabe-tudo, mas quais são os custos desse tipo de atitude?

Recentemente, dois dos meus filhos iniciaram uma discussão que acabou levando os dois a recriminações e lágrimas. O motivo da briga era uma suposta melhor maneira de construir um caminhão de Lego. Cada um tinha em mente o modo “certo” de fazer o trabalho e não queria ceder. Tenho certeza de que você pode prever como a história terminou – duas crianças que não queriam mais brincar juntas.
Quando se trata de insistir no que achamos que é certo, os adultos não são diferentes. Discutimos sobre todos os tipos de minúcias, rotulamos um ao outro como teimosos, não podemos imaginar como outras pessoas poderiam estar tão terrivelmente erradas.
Estar certo é uma experiência que traz satisfação. Porém, há um ponto em que nossa necessidade de estar sempre certos começa a causar sérios desentendimentos em nossos relacionamentos. Todos nós pensamos que sabemos o melhor caminho e não precisamos estabelecer entendimentos, e geralmente estamos mais preocupados em ser corretos do que, misericordiosamente, deixar passar um erro sem fazer comentários maliciosos.
Há um custo não tão oculto por estar sempre certo: isso nos torna solitários. Você pode ser a pessoa mais certa do mundo, mas ainda assim se sentir como Shakespeare, em seu Soneto 29: “Sozinho, lamento meu banimento.” Um sabe-tudo é uma pessoa difícil de ser amiga; ninguém quer sair com uma pessoa que nunca estabelece acordos e entendimentos comuns. Uma pessoa que nunca perdoará um erro sem uma rendição total por parte da outra pessoa não está destinada a ser muito popular. Estudos mostram, por exemplo, que quanto mais propensos a reter o perdão, maior a probabilidade de sentirmos uma solidão crescente à medida que envelhecemos.
O desejo de estar certo a qualquer custo é um enorme impedimento para estar disposto a oferecer o perdão. Psicólogos que trabalham com pacientes para superar a vergonha, a culpa e a solidão dizem que envolver-se no processo de perdão é vital para o processo de cura. Exceto em casos abusivos, parece que a maioria de nossas brigas é sobre assuntos que não são tão significativos. Isso quer dizer que, para muitos de nós, é hora de abandonar a necessidade de provar cada detalhe, entrar em acordo e demonstrar aos outros um pouco de piedade.
É hora de admitir que existem outras qualidades na vida que talvez sejam mais importantes do que estar certo. Quando estou ouvindo confissões de paroquianos, percebo que muitas vezes eles têm dificuldade em perdoar por causa de um sentimento de ter sido injustiçado. Eles não podem deixar passar e não acham que outros merecem perdão. Também é comum, na minha experiência, que as pessoas desanimem porque querem desesperadamente ter razão, mas sabem que muitas vezes escolhem fazer o que é errado. Por causa disso, têm dificuldade em perdoar a si mesmas.
Talvez seja bom perguntar a si mesmo: eu tenho necessidade de estar sempre certo(a)?
Se a resposta for “Sim”, é hora de perceber que o custo de estar sempre certo não vale a pena. Às vezes, as pessoas estão erradas; elas nem sempre precisam ser corrigidas. Às vezes, as pessoas te magoaram e podem nem perceber; vá em frente e perdoe. Talvez você esteja desanimado(a) porque errou; permita-se o perdão e faça melhor amanhã. Perder o privilégio de estar sempre certo vale a pena. Isso contribui para ter um dia menos estressante, ter amizades mais saudáveis ​​e viver a alegria de não ter que se sentar para julgar os outros.

DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA


POR QUE A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA?
A voz de Cristo moribundo

Faltavam apenas alguns minutos para que Cristo, no alto da Cruz, entregasse a sua alma ao Pai. Seu olhar inclinou-se para baixo e buscou primeiro os olhos de sua Mãe; depois, desviou-se para João, o discípulo amado. Os seus lábios esforçaram-se então por articular umas poucas palavras. Estava exausto, agonizante, mas queria falar. A sua voz enfraquecida esforçava-se por dizer exatamente o que Ele, o Filho de Deus, queria dizer naquele momento em que se consumava a Redenção dos homens.
Vendo Jesus a sua Mãe e junto dela o discípulo que ele amava, disse à sua Mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua Mãe. E, desta hora em diante, o discípulo a levou para sua casa (Jo 19, 26-27).
É da maior importância perceber o que Cristo, nessa hora, realmente quis afirmar. O seu pensamento humano tinha toda a lucidez do pensamento divino; e, por sua vez, essas derradeiras palavras, à beira da morte, expressavam uma mensagem precisa, que devia ficar gravada sem equívocos, pois estava manifestando a sua “última vontade”. Qual foi, portanto, o sentido dessa dupla afirmação: “Eis a tua Mãe” e “eis o teu filho”?
O que Jesus “não” disse
Para compreendê-lo com exatidão, é conveniente que pensemos primeiro naquilo que Jesus não disse. Poderia, por exemplo, ter pedido a João: “Cuida da minha Mãe, toma conta dela”. Mas não o disse, e seria pouco explicável que pensasse nisso – no cuidado material da Mãe –, tendo em conta que Maria, conforme sabemos pelo Evangelho, tinha perto dela parentes próximos, que eventualmente a podiam atender, e nos consta que em parte já o estavam fazendo (cf. Mc 3, 31).
Também não teria sido lógico que, com as palavras “Eis aí o teu filho”, quisesse colocar o discípulo sob o amparo de uma nova mãe adotiva, Maria. No entanto, é bem conhecido, pelo Evangelho, que o discípulo amado tinha a mãe viva, Salomé, que ela era uma das santas mulheres que seguiam fielmente Jesus (cf. Mc 15, 40-41), e que, além disso, zelava maternalmente, até exageradamente, pelos seus filhos Tiago e João, ao ponto de ter pedido a Cristo que lhes concedesse os primeiros lugares no seu Reino (cf. Mt 20, 20 e ss).
Fica excluído, por isso, que na sua última hora Jesus tenha pretendido resolver problemas relativos ao futuro da Mãe ou do discípulo. Resta então uma só hipótese, a que se depreende literalmente das palavras de Jesus, tal como João – que escreve no Evangelho as suas recordações vividas – as compreendeu.
João era, na agonia de Jesus, o único discípulo que se encontrava ao pé da Cruz. E é precisamente com essa palavra – “discípulo” – que se designa a si mesmo. Entende que a sua condição de discípulo de Jesus vale mais do que o seu nome e a sua ascendência. Naquele momento ele era acima de tudo “o discípulo”, aquele que encarnava e, por assim dizer, representava todos os discípulos, mais ainda, todos os homens resgatados na Cruz pelo divino Mestre e chamados a serem seus discípulos.
O que Jesus quis dizer
Sendo assim, a intenção de Cristo torna-se transparente. Está proclamando uma nova e sobrenatural maternidade – atribuída por Deus a Maria – sobre todos os chamados a ser discípulos do Redentor. É a clara expressão da vontade de Deus, que confere a Maria – dentro dos planos da Salvação – uma maternidade de ordem espiritual sobre todos os homens e, especialmente, sobre aqueles que, por serem “discípulos”, têm em Jesus, o Filho de Maria, o Primogênito entre muitos irmãos (Rm 8, 29).
Toda a vinculação da alma cristã com Maria passa a ser, assim, uma relação filial: «Eis a tua Mãe». Ora, a filiação – como a maternidade – é um vínculo real e também, inseparavelmente, um sentimento; e o sentimento, mais do que a razão, atinge o coração, aquelas fibras secretas e íntimas da afetividade que a razão só muito a custo consegue penetrar.
Tendo a devoção a Maria – o amor filial a Maria – raízes fundas e próprias no coração dos cristãos, é natural que extravase com frequência naqueles modos e «razões do coração» que – como dizia Pascal – «a razão não conhece». E é também explicável que esse amor filial, ao desabrochar ao ritmo pouco esquematizado do afeto, se expresse em transbordamentos cordiais e detalhes espontâneos, que façam estremecer os moldes mentais um tanto geométricos do pensamento racionalista. Seria muito difícil chegar a ter autêntico acesso a uma mãe pelo caminho do raciocínio filosófico ou da lógica fria.
Sem dúvida é por isso – melhor dizendo, por não ter compreendido isso – que alguns se escandalizam com o que julgam “exageros” católicos da devoção a Maria. Quem é que não conta no seu histórico com a lembrança de uma conversa – talvez de uma discussão – com um amigo protestante de boa fé, que recriminava à Igreja Católica os “absurdos” da devoção a Maria? – “Vocês, os católicos, fazem da devoção a Nossa Senhora uma idolatria; será que não percebem que esse culto a Maria chega a ser uma verdadeira superstição? Até parece que colocam Maria num plano de igualdade ou mesmo acima de Cristo, esquecendo-se de que só Ele é o Salvador, o único Mediador entre Deus e os homens…”
Vez por outra, todos já tentamos esclarecer invectivas deste tipo. Na realidade, a única coisa que essas censuras pretendem afirmar é que a Igreja Católica, com a devoção a Maria – santuários, rezas, velas, procissões, imagens em todas as igrejas, nos lares, etc. – se teria afastado da pureza do Evangelho, introduzindo no cristianismo uma excrescência espúria, ou no mínimo um exagero supersticioso, que toldaria, se não desvirtuaria, a autenticidade evangélica da fé cristã.
É possível que, ao surgirem essas questões, nos tenhamos esforçado por aduzir as nossas razões em favor da devoção a Maria. Se eram apenas razões pessoais, mal fundamentadas, pouco peso podiam ter. Na realidade, o que afinal importa não é o que nós, católicos ou protestantes, possamos pensar ou dizer particularmente a respeito da Mãe de Jesus. O que é absolutamente decisivo é o que Deus pensa e diz de Maria. Estas meditações que agora começamos  pretendem ser, sobretudo, uma escuta atenta e serena precisamente disso: Que nos diz Deus sobre Maria? O que é que Ele afirma sobre o papel de Maria na salvação dos homens?
Uma vez colocado assim o problema, é natural que se levante uma pergunta: Como é que nós podemos sabê-lo? Se Deus não tivesse falado, certamente não o poderíamos. Acontece, porém, que Deus falou. Se há um ponto de absoluta coincidência entre todos os cristãos, católicos ou não, é que a Bíblia contém a palavra de Deus, e que essa palavra se tornou plena na Palavra – no Verbo – que se fez carne, isto é, em Jesus Cristo e no seu Evangelho. É nele, portanto, que deve ser buscada e achada a resposta, antes de mais nada. Ë o que procuraremos fazer nas próximas meditações.

Adaptação de um trecho do livro de F.Faus Maria, Mãe de Jesus (Quadrante 1987)

Quero estar atento - Ministério Mensageiros do Espírito e Fátima Souza

sábado, 4 de maio de 2019

Ídolos de bolso


Neste estudo, iremos abordar como o avanço da tecnologia trouxe grandes benefícios e malefícios para a humanidade e como podemos combate-los e vencer o mal que é depender estritamente de algo que deveria ser uma ferramenta, um meio e não um fim.
A Bíblia em 1Tm 4:12, nos diz que devemos ser exemplos em tudo na conduta moral/espiritual para todos que nos cercam para que eles vejam e glorifiquem a D-us.
A orientação parece que foi esquecida por nossa geração, porque estamos dando valor a coisas tão triviais que até os discípulos assustariam se vivessem na nossa realidade. Segundo Larry Rosen, professor de psicologia da Universidade Estadual da Califórnia há uma classificação de oito distúrbios relacionados a internet:
  • Síndrome do toque fantasma — Trata se daquela sensação de que o seu celular está vibrando no seu bolso, fazendo com que você o pegue de cinco em cinco minutos para conferir. A síndrome é mais comum do que imaginamos, de acordo com Larry. Segundo ele, pelo menos 70% das pessoas que assumem usar muito o celular sofrem este tipo de “delírio”. Para o professor, a sensação está relacionada aos mecanismos de resposta do nosso cérebro;
  • Nomophobia — Nada mais é do que aquela terrível sensação de ansiedade ao ficar sem celular. A palavra nomophobia é uma abreviatura de “no-mobile phobia”, ou seja, medo de ficar sem o telefone móvel. Para algumas pessoas, quando o celular fica sem bateria e não tem nenhuma tomada por perto, há aquela desconfortável sensação de privação e distanciamento do mundo. Segundo o professor, por conta do acesso que a maioria dos celulares tem às redes sociais, ficar sem o aparelho pode causar a sensação de solidão e abandono;
  • Náusea Digital (Cybersickness) — Trata-se da vertigem que algumas pessoas sentem quando interagem com alguns ambientes digitais. Em tempos de Gifs, sites em flash e um sem número de experiências em 3D, torna-se cada vez mais comum pessoas sentirem-se tontas e nauseadas ao interagirem com este universo fora do comum. Essas tonturas e náuseas resultantes de um ambiente virtual foram apelidadas de cybersickness;
  • Depressão do Facebook — Um estudo da Universidade de Michigan mostra que a depressão entre os jovens está diretamente ligada ao tempo que passam no Facebook. Tudo pela idealização do mundo ideal, onde todos são felizes, bem sucedidos, engajados e populares, pode levar o usuário a crer que todo mundo tem uma vida melhor que a dele, causando depressão. Outro ponto é postagens que não repercutem como ele imagina que aconteceria, causando profunda frustração;
  • Transtorno de Dependência da Internet — Uso excessivo e irracional da internet com interferência direta no dia a dia. A utilização compulsiva é frequentemente vista como sintoma de alguma doença maior, como depressão, TOC, Transtorno de Deficit de atenção e ansiedade social. Segundo Dra. Kimberly Young, médica responsável pelo Centro de Dependência da Internet, que trata de inúmeras formas de dependência da rede, os vícios estão ligados geralmente a “baixa autoestima, baixa auto-suficiência e habilidades ruins”;
  • Vício de Jogos Online — Embora não seja considerado ele se manifesta como qualquer outro, segundo Rosen “Quando você é dependente de algo, seu cérebro basicamente esta informando que precisa de certas substâncias neurotransmissoras, particularmente a dopamina e a serotonina, para se sentir bem”;
  • Cibercondria ou hipocondria digital — Tendência do usuário acreditar em todas as doenças sobre qual leu na internet;
  • O efeito Google — É quando, por conta da facilidade de encontrar todo tipo de informação na internet, nosso cérebro passar a reter menor quantidade de informação. O cérebro passa a agir como se não mais precisasse memorizar certas informações, ja que conseguiria com facilidade na rede.
A rede não é nociva em si mesma, o que torna ela nociva são seus usuários com seus desejos e emoções. Abaixo o infográfico exemplifica a quantidade de informação.
Os conceitos parecem que mudaram, segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman as pessoas não sabem mais a diferença de comunidade e rede.
Comunidade: comunidade precede a você. Você nasce em uma comunidade. Rede: Ao contrário de comunidade, a rede é feita e mantida viva por duas atividades diferentes: conectar e desconectar.
Constatando isso concluímos biblicamente que:
  • Deus nos chama para sermos equilibrados — Ec 7:16–18;
  • Não devemos nos embaraçar com nenhum negócio dessa vida — 2Tm 2:4;
  • Devemos renovar nossa mente com os pensamento do alto — Rm 12:1;
  • Somos agente transformadores deste mundo — At 17:6
  • Devemos estar conectados em Deus sempre — Tg 4:8.
Que possamos refletir sobre o nosso uso excessivo da Internet e ter mais conexão direta com o próprio Deus.
Na Paz.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Nicole Kidman: “é a fé católica que me guia”


A atriz educa suas filhas segundo os preceitos da Igreja e até estudou Teologia para entender as raízes católicas

Em um entrevista publicada pela revista Vanity Fair, Nicole Kidman releva que vai sempre à Missa com a família. A atriz de 51 anos também fala sobre a importância de sua avó católica na sua formação espiritual. 
Junto com o esposo Keith Urban, que é guitarrista e cantor de música country, ela está educando suas filhas na fé católica: “É assim que criamos nossos filhos: Keith tem suas próprias crenças, mas vem conosco à igreja”, disse a atriz, que é mãe de Sunday Rose (10 anos) e Faith Margaret (8 anos). 
Nicole voltou à religião católica em 2006. Na já referida entrevista, ela fala sobre sua jornada espiritual: “Minha avó era muito religiosa. Recebi uma educação em que a oração era importante. Isso teve um grande impacto na minha vida”, disse. 
Antes de se casar com o músico Keith Urban, a atriz estudou Teologia na Califórnia. Segundo ela “foi para entender melhor as raízes católicas”. 
Ela também fez parte da Cienciologia durante o tempo em que ficou casada como ator Tom Cruise. Porém, agora, diz que é a fé católica que guia a sua vida: “Creio em Deus, tento ir regularmente à Missa e confessar”, conclui.

https://pt.aleteia.org/2019/04/29/nicole-kidman-e-a-fe-catolica-que-me-guia/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

Devo mesmo ir à igreja todos os domingos?



Compartilhe com os irmãos que ainda questionam este preceito

O padre brasileiro Françoá Costa publicou em seu perfil no Facebookum “causo” que nos faz refletir sobre o preceito de ir à igreja todos os domingos.
Para quem ainda questiona esta determinação, vale à pena ler esta história, que tomamos a liberdade de publicar:
Um homem escreveu uma carta ao diretor do jornal da sua cidade e comentava como ir à igreja todos os domingos tinha pouco sentido. “Fui à igreja durante 30 anos – escrevia –, e desde então escutei mais ou menos 3000 homilias. Não posso, porém, lembrar-me de nenhuma delas. Penso então que eu perdi o meu tempo e os sacerdotes o seu ao dar sermões ao vazio.” Por causa daquela carta teve início uma polêmica na seção “Cartas ao Diretor” daquele jornal, que continuou durante semanas, até que alguém escreveu uma consideração que, surpreendentemente, acabou com todas as controvérsias: “estou casado há 30 anos. Desde então fiz aproximadamente 32000 refeições entre almoços e jantares. No entanto, não posso lembrar-me de nenhum menu inteiro de nenhum desses dias. Não posso, porém, concluir que essas refeições não serviram para nada. Alimentaram-me e deram-me forças para viver, e se eu não tivesse feito aquelas refeições já estaria morto.”
Há algum tempo, o padre Fábio de Melo também abordou essa questão. Ele foi desafiado por um adolescente, que lhe perguntou: “Padre, é obrigado ir à Missa todos os domingos”. Veja a resposta que ele deu ao jovem:
(se não conseguir visualizar o vídeo, clique aqui)

Evitem ceder à tentação da fofoca, pede Papa a cabeleireiros



Exerçam "esta profissão com estilo cristão, tratando os clientes com gentileza e cortesia, e oferecendo a eles sempre uma palavra boa e de encorajamento"

O Papa Francisco concluiu sua série de audiências desta segunda-feira (29/04) recebendo no Vaticano os cabeleireiros, barbeiros e esteticistas pertencentes ao Comitê São Martinho de Porres, presente em muitas regiões italianas.
Em sua saudação, o Pontífice destacou a vida e a missão do santo peruano, que é padroeiro justamente desta categoria de trabalhadores.
Sendo mestiço, foi acolhido na Ordem dos Padres Dominicanos somente como terciário e, depois, como irmão cooperador. Aceitou esta condição vivendo uma existência de máxima humildade, marcada pelo amor. Dedicou-se com abnegação aos pobres e aos doentes, reservando a eles cuidados médicos graças às noções aprendidas primeiro numa farmácia e depois como aprendiz de um barbeiro e cirurgião, segundo os costumes daquela época.
São Martinho de Porres foi proclamado pelo Papa São Paulo VI, em 1966, padroeiro dos cabelereiros e barbeiros.
Para Francisco, o santo peruano “os estimula, sobretudo, a exercer esta profissão com estilo cristão, tratando os clientes com gentileza e cortesia, e oferecendo a eles sempre uma palavra boa e de encorajamento, evitando ceder à tentação da fofoca que facilmente se insinua neste contexto profissional”.
Os votos do Papa são para que cada um, ao desempenhar este trabalho, possa agir sempre com retidão, prestando assim uma contribuição positiva ao bem comum da sociedade.