sábado, 2 de novembro de 2019

15 conselhos dos primeiros cristãos para evitarmos o mal e o que leva ao mal

EARLY CHRISTIANS

“Recebe os acontecimentos da vida como dons, sabendo que é Deus quem dispõe sobre todas as coisas”

Oprimeiro catecismo da história cristã, escrito ainda no século I, foi chamado de Didaké. Vêm do seu artigo terceiro os seguintes conselhos aos cristãos:
Meu filho, foge de todo o mal ou daquilo que se assemelha ao mal.
  1. Não sejas irascível: a cólera leva ao crime.
  2. Não sejas ciumento, conflituoso nem violento: essas paixões originam mortes.
  3. Meu filho, não sejas sensual: a sensualidade é o caminho para o adultério.
  4. Não uses de linguagem licenciosa, nem tenhas um olhar atrevido: também isso engendra adultério.
  5. Resguarda-te dos encantamentos, da astrologia, das purificações mágicas; recusa-te a vê-las e a ouvi-las: isso seria perderes-te na idolatria.
  6. Meu filho, não sejas mentiroso, porque a mentira conduz ao roubo.
  7. Não te deixes seduzir pelo dinheiro, nem pela vaidade, que também incitam a roubar.
  8. Meu filho, não murmures contra os outros: tornar-te-ás blasfemo.
  9. Não sejas insolente nem malévolo, pois isso também conduz à blasfêmia.
  10. Usa de mansidão: “Felizes os mansos, porque possuirão a terra” (Mt 5,5).
  11. Sê paciente, misericordioso, sem malícia, cheio de paz e bondade.
  12. Respeita sempre as palavras que ouviste do Senhor (Is 66,2).
  13. Não te engrandeças a ti próprio, não abandones o teu coração ao orgulho.
  14. Não te alies aos soberbos, mas frequenta os justos e os humildes.
  15. Recebe os acontecimentos da vida como dons, sabendo que é Deus quem dispõe sobre todas as coisas.
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11 dicas para crescer em humildade

WOMAN IN DOUBT

A humildade é uma virtude importante que traz equilíbrio às nossas vidas

A humildade não é popular na sociedade moderna, que tende a recompensar a autopromoção e ostentação. No entanto, se você optou por ler este texto, é porque a humildade é uma questão importante para você.
O que é humildade?
Para começar, é útil entender o verdadeiro significado da palavra ou, pelo menos, saber de onde ela vem. Humildade vem da palavra latina “humus”, que significa solo. Todos nós ouvimos a expressão “colocar os pés no chão”, certo? É disso que se trata: humildade significa estar em contato com a realidade, estar adequadamente orientado no mundo, não nas nuvens de fingimento e da vanglória.
Humildade também significa ter uma verdadeira consciência do que você vale, não do que você pensa que vale ou do que as outras pessoas dizem que você vale.
Prioridades
Muitos de nós aspiram a grandes coisas na vida. Temos ambições razoáveis: queremos ser bem-sucedidos e relevantes em nossa profissão, vida familiar e comunidade. Às vezes, porém, nossas ambições podem ser prejudiciais e desordenadas. Eles podem nos levar a negligenciar certos aspectos de nossa vida que são mais importantes do que aquilo que estamos buscando. A humildade corrige nossas ambições exageradas e nos ajuda a dar às coisas seu tempo, lugar e prioridade adequados.
Esteja avisado, no entanto: não é fácil. Quando nos encontramos imersos em algo pelo qual somos apaixonados, isso pode se expandir como um gás e ocupar todos os espaços da nossa vida.
Por exemplo, se amamos nosso trabalho, ele pode começar a atrapalhar nossa vida familiar. Ou, se gostamos de nos divertir com nossos amigos, isso pode implicar que acabemos não estudando o suficiente. Em ambos os casos, ser humilde significa reconhecer quando fomos longe demais, admitir isso para nós mesmos e para os outros e corrigir nosso comportamento.
“Lembra-te que tu és pó…”
Isso também pode acontecer com coisas menos saudáveis ​​que o trabalho ou os amigos; quando nos concentramos demais em nos entregar sem considerar nossos deveres para com Deus, com os outros e até com nós mesmos, podemos acabar com sérios problemas.
Quando caímos muito baixo, descobrimos que somos feitos de pó (“húmus”) – e às vezes essa percepção pode até nos levar ao desespero. Podemos ser assaltados pela tentação de dizer: “‘Não há mais saída para mim. É melhor eu ficar aqui na ‘terra’. ”Ou podemos sofrer um ataque de orgulho: ‘como eu, que sou tão grande, caí tão baixo?’”, e podemos começar a nos odiar, por não aguentar mais ver quem realmente somos.
Uma virtude ativa
Ser humilde nos ajuda a preservar nossa esperança quando atingimos o fundo do poço. Precisamos apenas dizer “eu sou um desastre” uma vez e seguir em frente, voltando a ficar em pé e procurando soluções.
Não devemos nos envolver em nossa miséria como se não houvesse saída. A humildade é uma virtude ativa. Não se trata de se repreender, abaixar a cabeça e não olhar nos olhos de ninguém; trata-se de reconhecer a verdade de quem somos e nossos deveres, alavancando nossas forças para o melhor efeito, e reconhecendo nossas fraquezas.
Dicas práticas
Em nossa vida cotidiana, existem várias maneiras pelas quais podemos viver a virtude da humildade:
  1. Cuide das suas coisas sem tentar indevidamente chamar a atenção de outras pessoas.
  2. Dê o melhor de si por uma causa que é maior do que você mesmo, não apenas pelo seu ego.
  3. Peça ajuda se precisar.
  4. Não se preocupe com o que as outras pessoas podem pensar de você quando você faz coisas boas.
  5. Entenda que cada um de nós tem seu próprio caminho, e nem todos precisam seguir o seu.
  6. Seja grato a Deus e aos outros por tudo o que se recebe, especialmente quando as coisas saem bem.
  7. Reconheça que não sabemos tudo e que temos muito a aprender com nossos superiores, colegas e pessoas abaixo de nós em idade ou autoridade.
  8. Antes de reclamar, devemos considerar o bem que pode vir do que quer que tenha acontecido conosco, seja bom ou ruim.
  9. Peça perdão às pessoas que você feriu ou ofendeu.
  10. Mantenha uma atitude de abertura e escuta.
  11. Não se esconda quando tiver consciência de que você tem habilidades que podem melhorar o mundo em que vivemos.
Fundamento
Talvez o primeiro passo para viver com humildade seja reconhecer que somos criaturas de Deus. Fomos criados com amor, com um propósito, e somos apenas um dos muitos filhos de Deus.
Temos liberdade, mas somos chamados a exercitá-la, não para satisfazer nossos caprichos, mas para alcançar a plenitude da vida e santidade para a qual Deus nos criou. Não é um objetivo que possamos alcançar sozinhos, porque todos fazemos parte da criação de Deus, com um papel a desempenhar em um quadro maior.
Somos peças de um quebra-cabeça. Precisamos pedir ajuda a Deus e precisamos trabalhar lado a lado com os que estão ao nosso redor para cumprir nosso potencial, para realmente preencher nosso lugar no mundo. Quando reconhecermos isso, nós nos dirigiremos a Deus em busca de força e orientação, e Ele nos ajudará a conhecer a nós mesmos e a agir de acordo.
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Finados é dia de reflexão, de saudade e esperança


O dia de finados, é dia de reflexão, de saudade e de esperança.

Mensagem de Finados
A morte é ainda assunto-tabu, recalcado, silenciado. Preferimos viver como se a morte não existisse. Mas, na sociedade atual a morte é também trivializada com as guerras, calamidades, eutanásia, aborto, acidentes com auxílio da mídia. Há os que preferem fazer da morte uma experiência soft, é a “morte-soft”, relegada aos hospitais, funerárias e religiões. Aí a morte é maquiada, relativizada pelas instituições, chamada também de “morte digna”. Muitos de nós vivemos uma “vida inautêntica”, uma existência falsa porque não nos permitimos refletir e aceitar a morte.

A dura realidade é que a morte faz parte da vida, é o fim do curso vital, é uma invenção da própria vida em sua evolução. Morrer é uma experiência profundamente humana. Aliás, é a morte que confere um certo gosto e encanto à vida, pois se tudo fosse indefinidamente repetível, a vida se tornaria indiferente, insossa e até desesperadora. E então, a morte é um bem, uma manifestação da sabedoria do Criador. “Nada mais horrível que um eterno-retorno” (Sto Agostinho). Vemos assim que a morte não se opõe à vida, mas ao nascimento. A vida humana será sempre uma “vida mortal”, só na eternidade teremos uma “vida vital”.

Para os que crêem na eternidade, a morte é porta de entrada da vida, o acesso a uma realidade superior, a posse da plenitude. Assim a morte é um ganho, verdadeira libertação, uma bênção que livra a vida do tédio. Porém, do ponto de vista racional ou filosófico, a morte repugna. Budha escreveu: “O homem comum pensa com indiferença na morte de um estranho, com tristeza na morte de um parente e com horror na própria morte”. Outro pensador, Epiteto, disse: “Quando morre o filho ou a mulher do próximo, todos dizem: é a lei da humanidade. Mas, quando morre o próprio filho ou a própria mulher, o que se ouve são gemidos, gritos e lágrimas”.

A ressurreição de Jesus trouxe uma revolução em relação à morte, transformou o “poente em nascente”, Cristo “matou a morte”. Bem escreveu o poeta Turoldo: “morrer é sentir quanto é forte o abraço de Deus”. O fim transforma-se em começo e acontece um segundo nascimento, a ressurreição. “Então, descansaremos e veremos. Veremos e amaremos. Amaremos e louvaremos. Eis o que haverá no Fim que não terá fim” (Sto Agostinho). A fé nos garante que a morte não é uma aniquilação da vida, mas uma transformação. O homem vive para além da morte. Não precisa reencarnar. Creio na ressurreição da carne e no mundo que há de vir. A morte será então a maior festa da vida porque com ela dá-se o início da plena realização da pessoa humana. Habitaremos com Deus com um corpo incorruptível, espiritual e glorioso.

Com Santa Terezinha, todo cristão pode dizer: “Não morro, entro na vida”.  A morte não é apenas um fim, ela é também e principalmente um começo. É o início do dia sem ocaso, da eternidade, da plenitude da vida. A vida é imortal espiritualmente falando. Na morte chegamos a ser plenamente “ Teu rosto Senhor é nossa pátria definitiva”. No céu veremos, amaremos, louvaremos, diz Santo Agostinho. A participação na vida divina faz brotar em nossos corações, assombro e gratidão. Sem fé, porém a morte é absurdo, inimigo, derrota, ameaça, humilhação, tragédia, vazio, nada. Na fé, a morte é irmã, é condição para mais vida, é coroamento e consumação; é revelação e glória do bem.

Por fim, a morte tem um valor educativo: ensina o desapego da propriedade privada, iguala e nivela todas as classes sociais, relativiza a ambição e ganância, ensina a fraternidade universal na fragilidade da vida, convida à procriação para eternizar a vida biológica, rompe o apego a circuito fechado entre as pessoas mesmo no matrimônio, leva ao supremo conhecimento de si e oportuniza a decisão máxima e a opção fundamental da pessoa.

Para morrer bem, é preciso viver fazendo o bem: “levaremos a vida que levamos”.  O bem é o passaporte para a eternidade feliz e o irmão que ajudamos será o avalista de nossa glória no céu: “Vinde benditos”.

Dom Girônimo Zanandréa

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Dos Tratados sobre João, de Santo Agostinho, bispo

Segunda leitura 

Dos Tratados sobre João, de Santo Agostinho, bispo 

(Tract. 26,4-6: CCL 36,261-263) 

(Séc. V) 


Eis que eu salvarei meu povo 

Ninguém vem a mim a não ser que o Pai o atraia (Jo 6,44). Não penses ser atraído contra a vontade. A alma humana é atraída também pelo amor. Nem devemos temer que os homens que pesam as palavras e que estão muito longe da compreensão das coisas divinas nos venham talvez censurar por causa desta palavra evangélica da Escritura, e nos dizer: "Como é que creio por livre vontade, se sou atraído? Respondo eu: "Por livre vontade é pouco; és atraído também pelo prazer".

Que significa ser atraído pelo prazer? Busca tuas delícias no Senhor e ele atenderá aos pedidos de teu coração (Sl 36,4). Há um gozo do coração, seu pão delicioso é o celeste. Contudo se foi possível ao poeta dizer: "Cada um se deixa atrair por seu prazer , não pelo constrangimento, mas pelo prazer, não por obrigação, mas pelo deleite, com quanto mais força temos de dizer que o homem é atraído para Cristo. O homem que se deleita com a verdade, se deleita com a felicidade, se deleita com a justiça, se deleita com a vida sempiterna, com tudo isso que é Cristo.

Se têm os sentidos do corpo sua satisfação, estará o espírito privado de suas alegrias? Se o espírito não conhece delícias, como se disse então: Os filhos dos homens abrigam-se à sombra de tuas asas, inebriam-se com as riquezas de tua casa e tu lhes darás de beber da torrente de tuas delícias, porque em ti está a fonte da vida e à tua luz veremos a luz? (Sl 35,8-10)

Apresenta-me alguém que ame e entenderá o que falo. Mostra um desejoso, um faminto, um sedento peregrino deste deserto que suspira pela fonte da pátria eterna, mostra alguém assim e saberá de que falo. Se, porém, falo a um indiferente, não compreenderá o que digo.

Estendes um ramo verde a uma ovelha e a atrais. Mostram-se nozes a um menino, e é atraído. E corre para onde é atraído, amando, é atraído, é atraído sem violência corporal, é atraído pelo laço do coração. Se, entre as delícias e prazeres terrenos, aqueles que se apresentam aos seus apaixonados exercem forte atração sobre eles, pois é bem verdade que "cada um se deixa atrair por seu prazer , não atrairá o Cristo revelado pelo Pai? Que deseja a alma com mais veemência do que a verdade? Por isso, deve-se ter uma boca faminta. Para que deseja ele ter um paladar espiritual são, senão para discernir as coisas verdadeiras, para comer e beber a sabedoria, a justiça, a verdade, a eternidade?

Diz o Senhor: Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, cá na terra, porque serão saciados (Mt 5,6), lá no céu. Eu lhe entregarei o que ama, entregarei o que espera. Verá aquilo em que acreditou ainda sem ver. Comerá aquilo de que tem fome, será saciado por aquilo de que tem sede. Quando? Na ressurreição dos mortos porque eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6,54).

domingo, 13 de outubro de 2019

O MAU CAVALEIRO


Trata-se de uma história real que me foi contada por um dos protagonistas. Aconteceu num acampamento, onde alguns estudantes universitários faziam o serviço militar durante as férias. Um deles, que nunca tinha praticado equitação decidiu arriscar-se e tentar. O cavalo escolhido, mal ele se encarapitou em cima da sela – sem dúvida o animal percebeu que carregava um “intruso” – desembestou sem rumo fixo.
Na correria desgovernada, o cavalo com cavaleiro abraçado a seu pescoço, passou por um grupo de jovens oficiais que, morrendo  de rir, perguntaram: “Aonde está indo com tanta pressa?” A resposta ofegante do mau cavaleiro foi: “Eu ia para tal lugar, mas não sei para onde é que este cavalo está me levando”.
Pense que – se não levarmos muito a sério a formação cristã e a vida espiritual – a nossa vida pode vir a ser como um cavalo desgovernado, que nos conduz aonde não sabemos e nos atira aonde não queremos.


Adaptação de um trecho do livro O espelho dos Salmos

Sobre a oração e meditação


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Algumas pessoas podem, sem dúvida, ter o dom espontâneo da oração meditativa. Hoje em dia, isso é raro. A maior parte dos homens tem de aprender como meditar. Existem maneiras de meditar. Não devemos, entretanto, esperar encontrar métodos mágicos, sistemas que façam todas as dificuldades e obstáculos se dissolverem no ar. A meditação é, por vezes, muito difícil. Se sustentarmos com coragem as durezas na oração e esperarmos pacientemente a hora da graça, bem poderemos descobrir que a meditação e a oração são experiências que nos trazem grande alegria. Não devemos, porém, julgar o valor de nossa meditação partindo de “como nos sentimos”. Uma oração dura e aparentemente infrutífera pode, de fato, ter muito mais valor do que outra mais fácil, feliz, iluminada e que pareça bem-sucedida.

LUZES NA NOITE DA VIDA

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São Josemaria acabava de celebrar a Santa Missa no Centro de Estudos Universitários do Sumaré. Como de outras vezes, ficou ajoelhado num genuflexório, do lado esquerdo do presbitério, para fazer a ação de graças. Após alguns segundos de silêncio, sua oração pessoal começou a fluir em voz alta:
– «Temos de confessar o nosso nada. Senhor, eu não posso, não valho, não sei, não tenho, não sou nada. Mas Tu és tudo, e eu sou teu filho e teu irmão».
Sentia-se um pobre carente de tudo, mas um pobre agasalhado por aquele Amor generoso  – Deus  – que derrama em nós, por pura misericórdia, as riquezas espirituais da Comunhão dos Santos, o tesouro dos méritos e orações de Cristo e dos santos, que Ele põe à nossa disposição. E, por isso, continuava a dizer:
– «Mas posso tomar, Jesus, os teus méritos infinitos, os merecimentos de tua Mãe e os do Patriarca São José, meu Pai e Senhor; e as virtudes dos santos, e o ouro os meus filhos…»
“O ouro”… Queria apoiar-se nas virtudes dos seus filhos no Opus Dei, com as quais sentia-se rico e forte. E as dele? E ele? Nada reconhecia de bom em si? Algo via, sim, mas perecia-lhe tão pouco…:
– …«e as pequenas luzes que brilham na noite da minha vida, pela misericórdia infinita de Deus e a minha pouca correspondência».
Bem convencido disso, acrescentava, falando em linha direta com Jesus:
– «Aumenta-nos a fé, a esperança e o amor. Porque temos de viver de amor, e só Tu nos podes dar essas virtudes».
E concluía com um ato de humilde e candente confiança:
– «Senhor, ainda que a minha pobre vida seja tão miserável como a do filho pródigo…, eu volto, voltarei sempre, Senhor, porque te amo! Não me abandones!».

cf. livro de F. Faus São Joemaria Escrivá no Brasil