sábado, 9 de maio de 2020

MINHA IDENTIDADE "escondida em Cristo"

Nos evangelhos sinóticos, esta pergunta sobre a identidade de Jesus ocupa um lugar destacado. Ela nos oferece as respostas do povo e da comunidade de discípulos, personalizados em Pedro.

 

Como seus seguidores, devemos continuar nos perguntar “quem é Jesus?”. Aqui não se trata do conhecimento externo da pessoa de Jesus: quando e como viveu, quem são seus pais, em que cultura viveu, qual era seu entorno social e religioso; nem sequer se trata de conhecer e aceitar sua doutrina.

Nosso seguimento está fundamentado no Jesus que encarna o ideal do ser humano querido por Deus, Aquele que nos revela, ao mesmo tempo, quem é Deus e quem é o ser humano. Por isso, a pergunta que devemos responder é: “quê significa Jesus, para mim?”

 

É preciso deixar muito claro que não se pode responder a essa pergunta se não nos perguntamos ao mesmo tempo: “quem sou eu?” . O encontro com a identidade de Jesus desvela nossa própria identidade.

 

Na realidade, a pergunta pela identidade é a mais importante de todas aquelas que podemos nos fazer: “Quem sou eu?” A rigor, essa é a primeira e essencial pergunta. A resposta adequada à mesma nos liberta da ignorância, da confusão e do sofrimento. Faz-nos livres e nos possibilita viver na luz.

Porque o objetivo de nossa vida não pode ser outro que o de viver o que somos. E isso não é algo que devemos “alcançar”, “conseguir” ou “conquistar”..., mas, simplesmente, reconhecer. Trata-se de cair na conta ou compreender quem somos. Ao compreender isso, emerge a plenitude, a sabedoria e a alegria.

 

Dito de outro modo: a causa de muitos sofrimentos existenciais não é outra que a ignorância ou inconsciência de nossa identidade profunda. O grande místico cristão do séc. XIII, Mestre Eckhart, repetia essa expressão contundente: “Meu solo e o de Deus são o mesmo”.

 

Em outras palavras: a Rocha é o divino que nos habita. No caminho do Seguimento de Jesus vamos tirando os véus que bloqueiam e obscurecem nossa visão, permitindo que aflore resplandecente nossa radiante identidade. 

 

No evangelho de hoje, Jesus revela sua identidade (“Messias, o Filho do Deus vivo”) e, ao mesmo tempo, desvela a identidade de Pedro: “Tu és “petros” (pedregulho) e sobre esta “petra”(rocha) edificarei minha igreja”. Pedro se torna rocha firme (“petra”) quando se apoia na identidade de Jesus (a verdadeira Rocha).

 

Pedro, que era “petros” (pedra de tropeço no caminho), foi sendo transformado, através da identificação com Jesus, em “petra”, rocha firme da primitiva comunidade cristã. Dessa forma, o Simão que era “petros”/pedra se converte em “Petra”/rocha firme, porque o mestre desvelou a nobreza que estava escondida no coração dele, ou seja, sua verdadeira identidade sobre a qual o mesmo Jesus iria edificar sua igreja.

 

Todo ser humano possui dentro de si uma profundidade que é o seu mistério íntimo e pessoal; trata-se do “EU original”, aquele lugar santo, intocável, onde reside o lado mais positivo da pessoa. É aqui onde a pessoa encontra a sua identidade pessoal; trata-se do CORAÇÃO,  da dimensão mais verdadeira de si, da sede das decisões vitais, lugar das riquezas pessoais, onde vive o melhor de si mesma, onde se encontram os dinamismos do seu crescimento, de onde parte as suas aspirações e desejos fundamentais, onde percebe as dimensões do Absoluto e do Infinito da sua vida.

 

O próprio ser é a rocha consistente e firme, bem talhada e preciosa que cada pessoa tem para encontrar segurança e caminhar na vida superando as dificuldades e os inevitáveis golpes da luta pela vida. Com confiança em si e na rocha do próprio interior todas as forças vitais se acham disponíveis para crescer dia-a-dia, para a pessoa se tornar aquilo que originalmente é chamada a ser.

 

Descobrir a própria identidade pessoal é situar-se na linha da orientação e sentido da vida. A pessoa deve ter a capacidade de voltar sobre si mesma e perceber por onde está sendo conduzida e porquê. Concretamente, isso pressupõe uma atitude de atenção e escuta que permitem à pessoa situar-se diante do “para onde” e “para quê”,  diante da motivação básica do viver e do agir, diante da “intenção”  com que faz as coisas...

 

“Viver em profundidade” significa “entrar” no âmago da própria vida, “descer” até às fontes do próprio ser, até às raízes mais profundas. Aí se pode encontrar o sentido de tudo aquilo que é, o porquê do que se faz, se espera, busca e deseja.

 

“Descobrir a si mesmo” é descobrir que no próprio interior há um movimento infinito de construção de si, de identidade em expansão... que se torna possível graças a um constante arrancar-se do imobilismo e da paralisia existencial que impedem o fluxo da vida.

        

Nossa existência não pode ser de anonimato e indefinição. Ela exige identidade clara e bem definida. Normalmente confunde-se a identidade com certas “marcas distintivas”: o nome, a profissão, a posição social, política ou religiosa, a função...

 

A identidade, no entanto, é dinâmica, histórica, fecunda, aberta ao desconhecido, aventureira...; ela é lugar de expansão e de manifestação da livre circulação do impulso vital, que faz de cada ser humano um “sopro divino vivo”.

 

Esse movimento não permite mais que se responda à pergunta: “Quem sou eu?”, pois o ser humano não é, ele se “torna”. O ser humano é um contínuo “tornar-se”, um “vir-a-ser”, um “ek-sistir”, capacidade de ir além de si e adiante de si, no movimento de infinita transcendência.

 

Só transcende quem se aproxima da própria interioridade, do próprio coração.

 

Ter identidade é viver em contato com as raízes que nos sustentam. Em contato com a fonte e na viagem para dentro, clareia-se a visão de nós mesmos, da nossa originalidade e dignidade. Há uma força de gravidade que nos atrai progressivamente para o mais profundo de nós mesmos, onde Deus nos espera e nos acolhe, e onde encontraremos a nossa própria identidade e a verdadeira paz.

 

“Que eu me conheça e que te conheça, Senhor! Quantas riquezas entesoura o homem em seu interior! Mas de que lhe servem, se não se sondam e investigam” (S. Agostinho).

 

De “petros” a “petra”: esse é o desvelamento que acontece em todo seguidor de Jesus quando escuta e vive sua Palavra, proclamada no Sermão da Montanha.

Nossa identidade profunda é constituída pela fragilidade/petros e pela fortaleza/petra. Só no encontro com Aquele que é a Rocha firme é que transparece a “petra” que está oculta em nosso interior.

 

Texto bíblico:   Mt 16,13-19 

                                                                                             

 Na oração: A oração é o caminho interior que faz a pessoa chegar até o próprio “eu original”, aquele lugar santo, intocável, onde reside não só o lado mais positivo da pessoa, mas o mesmo Deus. Este é o nível da graça, da gratuidade, da abundancia, onde a pessoa “mergulha” no silêncio à escuta de todo o seu ser.

 

Através da oração a pessoa desce a uma dimensão mais profunda e assim chega à corrente subterrânea.

Aqui ela experimenta a unidade  de seu ser.

Coloque-se diante da verdade de Deus, na verdade de si mesmo:

- que resposta você daria, agora, se um repórter lhe entrevistasse e lhe perguntasse: “quem é você?”

- o que você colocaria na sua carteira de identidade que lhe diferenciasse de todas as outras pessoas? Quais seriam os seus sinais digitais mais originais? Quais os seus sinais digitais divinos? (as “marcas” de Deus);

- o que em você é “rocha” consistente, fundamento inabalável?

 

Pe. Adroaldo Palaoro sj

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Nada é mais como antes: como acolher as mudanças geradas pelo coronavírus?

PARENTING

Parece que nossas vidas viraram de cabeça para baixo por causa do Covid-19, que nos impõe todo tipo de mudança, geralmente perturbadoras. Como se adaptar a essa nova realidade?

Amudança faz parte do nosso dia a dia: as crianças que crescem e os pais que envelhecem; os ajustes profissionais que levam a transferências e realocações; ingressar em uma nova escola ou descobrir uma nova profissão; problemas de saúde que nos obrigam a parar nossas atividades ou o desemprego que impõe uma redução no nosso padrão de vida.
Trata-se também, mais amplamente, da evolução do mundo à nossa volta, da transformação de mentalidades, do progresso técnico, da modificação dos equilíbrios globais, dentre outros.
Em 2020, o mundo enfrenta o Coronavírus e as perturbações que ele traz, seja a perda de um ente querido, a perda de um emprego, o cancelamento de viagens e de outros projetos pessoais. Então, qual a melhor maneira de viver essas mudanças?
Aceitar de se abrir à uma novidade imprevisível
Experimentamos mudanças de uma forma mais ou menos tranquila em razão de nosso caráter ou de nossa história pessoal.
Alguns as aceitarão com facilidade, adaptando-se ao novo modo de vida, acolhendo dificuldades concretas como desafios.
Outros se resignarão ao acontecido por falta de algo melhor, ansiosos com o novo, repensando seus arrependimentos, com a impressão de estarem perdidos, de não se encontrarem mais. A estes, será preciso investir e ter muito boa vontade para tomar posse da nova estrutura de vida que se impõe.
A dinâmica da mudança requer, portanto, a combinação de dois fatores. O primeiro fator é enraizar-se na verdade, mas sem rigidez, de tudo o que se passou na sua vida.
O segundo fator é aceitar se abrir, pelo menos de forma parcial, a uma novidade imprevisível. Como uma árvore, o homem é incapaz de fazer brotar novos galhos para o futuro, se não fazendo crescer ao mesmo tempo as raízes que empurram o passado.
Vem e segue-me !
Mas, como então se abrir às mudanças? Como acolhê-las sem rigidez ou mau humor, mesmo quando elas perturbam os nossos projetos ou nos levam tudo aquilo que nos é precioso? Acolhendo-a como um chamado de Deus! Um chamado similar àquele adereçado a Abraão: “Deixa tua terra, tua família e a casa de teu pai e vai para a terra que eu te mostrar” (Gen 12,1).
Quando somos resistentes a mudar nossa forma de trabalhar ou modificar nossa programação de férias; quando devemos mudar de emprego, acolher um infortúnio ou superar a morte de um ente querido, imaginemos que Deus nos fala: “Deixa o país dos teus projetos, tuas seguranças e tuas memórias. Vem e segue-me!”.
Christine Ponsard

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segunda-feira, 27 de abril de 2020

O que fazer com o arrependimento? Padre Pio explica

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Ele nos que podemos encontrar a vontade de Deus no momento presente, não importa como chegamos aqui

Avida é cheia de arrependimentos, geralmente motivados por decisões erradas. Mas com um espírito de fé, podemos ver que Deus pode trazer o bem a partir de tudo, até do pecado original. É por isso que a Igreja descreve o pecado de Adão como a “falta feliz que trouxe para nós um redentor tão grande”.
Padre Pio faz uma reflexão semelhante, assegurando-nos de que podemos encontrar a vontade de Deus no momento presente, não importa como chegamos aqui. Diz ele:
“Não tenha medo do seu espírito, porque não é absolutamente verdade que você seguiu o caminho errado. O caminho que você segue é aquele que o levará ao céu. E é tudo mais seguro, porque o próprio Jesus pega você pela mão. Não se aborreça com sua aridez e desolação espiritual. Pelo contrário, console-se na ponta do seu espírito e lembre-se do que Nosso Senhor disse: ‘Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus’.
Que alegria é servir a Deus no deserto sem maná, água ou qualquer outro consolo, exceto o de estar sob sua orientação, e sofrer por ele. Que a Santíssima Virgem lhe traga suas bênçãos.
Enquanto você se adapta aos desejos Dele, você o serve de acordo com a vontade Dele, que é melhor que a sua. O que importa para nós se pertencemos a Deus de uma maneira ou de outra? Na verdade, como não buscamos nada além dele. . . devemos nos contentar com os dois caminhos.”

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terça-feira, 21 de abril de 2020

Testemunho do Padre Cleodon

Como acalmar seu coração inquieto

WOMAN PRAYING

Tente este conselho dado por Santo Agostinho

Muitas vezes, a gente se encontra perdido ou se sentindo inquieto na vida, sem saber quem somos ou o que devemos fazer. Nesses momentos, é difícil ter qualquer tipo de esperança no trabalho ou em casa. Passamos inúmeras horas pesquisando na Internet respostas para uma dor profunda dentro de nosso coração. Nada parece preenchê-lo, e continuamos nossa jornada da vida vagando sem rumo, sem nenhuma direção.
Santo Agostinho conhecia muito bem essa dor. Ele tentou de tudo, mas nada parecia resolver seu sofrimento e atender seu desejo de melhora. E foi na Bíblia que Santo Agostinho encontrou uma maneira de sair daquela situação. Ele se apaixonou por Deus e, mais tarde, ele escreveu em suas “Confissões”:
“Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova… Tarde Te amei! Trinta anos estive longe de Deus. Mas, durante esse tempo, algo se movia dentro do meu coração… Eu era inquieto, alguém que buscava a felicidade, buscava algo que não achava… Mas Tu Te compadeceste de mim e tudo mudou, porque Tu me deixaste conhecer-Te. Entrei no meu íntimo sob a Tua Guia e consegui, porque Tu Te fizeste meu auxílio.”
Como descreve o Catecismo da Igreja Católica: “O desejo de Deus está escrito no coração humano, porque o homem é criado por Deus e para Deus; e Deus nunca cessa de atrair o homem para si mesmo. Somente em Deus ele encontrará a verdade e a felicidade que nunca deixa de procurar.”
Então, se você estiver tentando encontrar paz em sua vida, olhe para dentro de si e veja onde e como está seu coração. Considere depositar toda a sua confiança, esperança e amor em Deus, que te ama e cuida de você.
Medite nestas palavras Deus falou ao profeta Jeremias e descanse na paz de Deus:
“Bem conheço os desígnios que mantenho para convosco – oráculo do Senhor –, desígnios de prosperidade e não de calamidade, de vos garantir um futuro e uma esperança” (Jeremias 29,11). 

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Casamento: a frase mágica para acabar com as brigas

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Um estresse, uma censura, a voz alterada… Todos os casais já viveram pequenos aborrecimentos diários que podem levar facilmente a uma discussão. No entanto, existe uma solução simples que pode nos ajudar a gerenciar as emoções e evitar ferir o outro

No relacionamento a dois, na hora de uma briga, é muito comum que o tom da voz se eleve. Logo se juntam a isso palavras ofensivas, que deixam uma tensão flutuando no ar. Muitos de nós já experimentaram esse cenário.
Por que, então, às vezes nos permitimos um tom desrespeitoso com nossos entes queridos, especialmente com nosso cônjuge, quando provavelmente não o fazemos com pessoas desconhecidas?
A delicadeza, um segredo para viver bem
A comunicação com as pessoas que conhecemos é uma questão de emoções, que são a base do nosso comportamento.
Moldada por nossas emoções, nossa maneira de interpretar o mundo se torna diferente se estamos zangados, com ciúmes, com medo ou apaixonados, por exemplo. Assim são também nossos relacionamentos humanos.
E nossas reações acontecem antes mesmo de termos consciência disso. Nossas emoções às vezes nos colocam “fora de nós”.
Como o filho pródigo, precisamos tirar um tempo para entrar em nós mesmos, a fim de tomarmos consciência de nosso próprio papel nas situações em questão. Isso nos permitirá nos aproximar daqueles com quem estamos conversando.
A raiva é uma péssima conselheira, assim como o medo. Para manter o controle, precisamos nos acostumar a não reagir na hora, nos dando tempo para dar um passo atrás e pensar.
Podemos dizer à outra pessoa algo como:
Minhas emoções estão confusas sobre o que foi dito entre nós e por isso eu prefiro esperar para ter mais calma antes de continuar a falar sobre esse assunto.
A delicadeza em nossa maneira de falar expressa a atenção e o respeito que temos pelos outros. Ela é tão necessária quanto a nossa atenção ao outro, em coisas pequenas e grandes, e nos deixa muito felizes. Será que a delicadeza não seria um segredo para viver bem juntos?

Marie-Noël Florant (Conselheira conjugal e familiar)

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10 filmes para assistir na quarentena

DWÓCH PAPIEŻY

Seleção traz histórias edificantes disponíveis por streaming 

Nesta quarentena, com tanto tempo em casa, a arte torna-se aliada para nos entreter, passar o tempo e ampliar nossa bagagem cultural. O período em distanciamento social é uma ótima oportunidade para colocar filmes, livros e discos que, na correria do dia a dia, acabamos deixando passar. Selecionamos dez filmes, disponíveis nos principais serviços de streaming e compostos por histórias edificantes, para lhe auxiliar nessa busca.

1- Dois Papas (2019), de Fernando Meirelles 

Dirigido pelo premiado cineasta brasileiro de Cidade de Deus, o longa foi indicado ao Oscar de melhor ator (Anthony Hopkins), melhor ator coadjuvante e melhor roteiro. Inspirado em fatos reais narra a bela história de aproximação entre Papa Francisco (Jonathan Price) e Papa Bento XVI (Hopkins).
Onde assistir: Netflix

Em 1998, um jornalista da revista Esquire é incumbido de escrever um perfil de Fred Rodgers, interpretado por Tom Hanks, que teve um programa televisivo de sucesso nos anos 1960. A princípio cínico, o jovem perceberá não só estar diante de um sujeito interessante, como com quem tem muito a aprender.
Onde assistir: Amazon Prime ou disponível para locação no Google Play

3- História de um Casamento (2019), de Noah Baumbach

Indicado em seis categorias do Oscar 2020 e vencedor na categoria melhor atriz coadjuvante (Laura Dern), esta tocante história narra as dificuldades de convivência de um casal com filho pequeno. Ao longo do filme, o homem (Adam Driver) revê seus erros e encontra empatia pela mulher (Scarlett Johansson).
Onde assistir: Netflix

4- O Lado Bom da Vida (2012), de David O. Russel 

Depois de quatro anos internado em um hospital psiquiátrico, Pat Solitano (interpretado por Bradley Cooper) sai à procura de se reconciliar com a mãe e com a ex-mulher. Para isso, conta com o apoio da amiga Tiffany (Jennifer Lawrence), que lhe ajuda a descobrir o talento para dançar.
Onde assistir: Netflix e Amazon Prime

5- Contágio (2011), de Steven Soderberg

Com elenco composto por estrelas como Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Judd Law e Kate Winslet, entre outros, esse filme conta a história de uma pandemia, iniciada em Hong Kong a partir de um vírus derivado de morcegos e porcos, e sua chegada aos Estados Unidos e à Inglaterra. Recentemente se tornou um dos filmes mais assistidos nos serviços de streaming.
Onde assistir: HBO Go, Now Online ou disponível para locação no YouTube, no Google Play e no iTunes

6- Um Sonho Possível (2009), de John Lee Hancock

Tudo parecia que daria certo para Michael Oher (Quinton Aaron), um jovem negro e pobre, que ganha uma bolsa de estudos para cursar a faculdade jogando futebol americano. Ele acaba conhecendo Leigh Anne (Sandra Bullock), que o ajuda a descobrir todo seu potencial humano.
Onde assistir: HBO Go ou disponível para locação no Google Play e no iTunes

7- Gran Torino (2008), de Clint Eastwood

Walt é um veterano de guerra carrancudo e amargurado. Em dada noite, um jovem asiático tenta roubar o precioso Ford Gran Torino em sua garagem. O aposentado, com o intuito de desmontar a gangue por trás do crime, desenvolve uma improvável amizade com o garoto.
Onde assistir: disponível para locação no Google Play e no YouTube

8- Uma História Simples (1999), de David Lynch

É o filme mais convencional e sensível na extravagante filmografia do diretor David Lynch. Baseado em fatos reais, conta a história de um idoso que viaja por 500 km pelas estradas dos EUA para se reconciliar com o irmão, que está em estado terminal. 
Onde assistir: HBO Go e Amazon Prime 

9- O Gênio Indomável (1997), de Gus Van Sant

Vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado, conta a história de Will Hunting (Matt Damon), um jovem delinquente e superdotado que é obrigado pela justiça a fazer terapia. Seu psicólogo (Robin Williams) o ajudará a superar seus traumas e a usufruir de seu potencial. 
Onde assistir: Netflix, Amazon Prime e disponível para locação no Google Play


10- Safe (1995), de Todd Haynes

Tocante história, baseada em fatos reais, de uma dona de casa, interpretada por Julianne Moore, que se descobre portadora de uma alergia rara a diferentes produtos industrializados. Em busca da cura, ela redescobre a natureza e se reconecta com sua espiritualidade.  
Onde assistir: Amazon Prime 

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