terça-feira, 28 de abril de 2015

Fica Senhor comigo...

Ficai comigo Senhor, porque vossa presença me é necessária para não vos ofender. Bem sabeis quão facilmente vos abandono.

Ficai comigo Senhor, porque eu sou fraco e preciso da vossa fortaleza para não cair tantas vezes.


Ficai comigo Senhor, porque sois a minha vida e sem vós me esmorece o fervor.

Ficai comigo Senhor, porque desejo amar-vos muito e estar em vossa companhia.

Ficai comigo Senhor, se querei que vos seja fiel.

Ficai comigo Jesus, porque minha alma com quanto seja pulquérrima, toda via quer ser para vós uma habitação de consolação, um ninho de amor.


Então, ficai Senhor comigo. Busco somente a vós, o vosso amor, a vossa graça, a vossa vontade, o vosso Espírito, porque vos amo e não peço recompensa alguma, senão o aumento de tudo… amar-vos com perfeição por toda a eternidade.


http://arcanjomiguel.net/fica_comigo_pio.html

segunda-feira, 20 de abril de 2015

O ALIMENTO IMPERECÍVEL

Tendo sido procurado por interesses particulares, Jesus exorta o povo a buscar o alimento imperecível, que dura para a vida eterna. Mais importante que o pão material, necessário para matar a fome física, é o alimento que só o Filho do Homem pode oferecer.
Estas palavras de Jesus podiam dar margem a mal-entendidos. Seus ouvintes corriam o risco de pensar em algo misterioso, conhecido só pelo Mestre, que tinha o poder mágico de substituir o alimento material.
Entretanto, Jesus referia-se a algo muito mais simples: ele mesmo era o alimento que haveria de propiciar vida eterna a quem se dispusesse a acolhê-lo. Suas palavras deveriam ser tomadas num sentido espiritual-existencial. Alimentar-se de Jesus significa acolhê-lo como o Senhor de nossa própria existência. E isto resultará numa espécie de identificação da vida do discípulo com a do Mestre, passando por um processo de transformação. O parâmetro da ação do discípulo será o amor e a solidariedade. Os pobres e marginalizados serão objeto privilegiado de sua atenção. Por estar radicado em Deus, será livre para servir ao próximo, sem qualquer distinção.
Este modo de viver terá como desfecho a vida eterna. É a obra de Jesus em nós!

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
 

http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php

sexta-feira, 17 de abril de 2015

O VERDADEIRO PROFETA

A multiplicação dos pães levou a multidão a considerar Jesus como o verdadeiro profeta, aquele que todos esperavam, desde longa data. O fato de ter alimentado uma imensa multidão, contando apenas com cinco pães de cevada e dois peixes, revelou-se como sinal inequívoco da messianidade de Jesus. Daí o desejo do povo de fazê-lo rei, na esperança de que todos os seus problemas fossem resolvidos da mesma forma eficiente e rápida, que acabavam de presenciar. Foi grande a expectativa criada em torno dele.
Todavia, Jesus não se deixou levar por tal raciocínio demasiado pragmático. O povo não havia entendido o sentido do milagre, uma vez que o consideravam apenas sob o aspecto material de superação da fome pela abundância de pão. O objetivo visado por Jesus era bem outro: ensinar a todos que a partilha fraterna é um sinal irrefutável da presença do Reino, acontecendo na história humana. Por outras palavras: a partilha é um imperativo na vida de quem aderiu ao Reino, fazendo dele o centro de sua vida. Ou seja, o milagre dependeu da postura interna de cada pessoa, e não somente da iniciativa de Jesus.

O Mestre é o verdadeiro profeta não porque multiplicou os pães de forma prodigiosa, à revelia das pessoas, e sim, porque abriu o coração humano para o amor, muito bem expresso na partilha dos bens.


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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Anunciemos que somente no nome de Jesus há salvação

Que possamos livremente anunciar o nome de Jesus sem medo, sem receio, sem temor e sem nos entregarmos.
“Porém, durante a noite, o anjo do Senhor abriu as portas da prisão e os fez sair, dizendo: ‘Ide falar ao povo, no Templo, sobre tudo o que se refere a este modo de viver'” (At 5, 19, 20).
Sabem, meus irmãos, é importante mencionar que a pregação do Evangelho não suscita só amor, carinho, ternura e acolhimento das pessoas, pois em muitas épocas, situações e momentos pregar o Evangelho suscitou no coração das pessoas ódio e revolta. Assim como isso foi provocado no coração de muitos contemporâneos de Jesus, fato que O levou à morte, naquele tempo, nos tempos de hoje e nos tempos vindouros, haverá aqueles que sempre terão raiva e agirão com ira por causa do anúncio do Evangelho.
O Evangelho incomoda e provoca reações! Como ninguém gosta de ser incomodado, como muitos preferem continuar a vida do jeito que está e não gostam que se comentem as práticas erradas e que escravizam, a ira se acende contra aqueles que pregam e anunciam o Evangelho.
Vivemos, nos dias de hoje, situações difíceis em muitos países e lugares onde a fé cristã não é aceita. Cristãos estão sendo aprisionados, presos e condenados à morte pelo simples fato de ser cristãos.Nosso amor, solidariedade e oração àqueles que estão pagando com a própria vida o preço de ser seguidores de Jesus!
Nós, muitas vezes, também sofremos e seremos rejeitados e não queridos por anunciarmos e pregarmos este nome. A perseguição, a revolta, a indignação e a oposição ao nome de Jesus aconteceu em todo o tempo da história após a Ressurreição do Senhor. No entanto, isso muitas vezes provoca não só reação do lado de lá, como também em nós que somos seguidores de Cristo, porque quando isso acontece, muitas vezes, o nosso coração se fecha pelo medo, pelo ressentimento e pelo temor de que algo aconteça e, frequentemente, por uma total apatia à pregação da Palavra, apatia de anunciá-la.
Assim como o anjo foi em socorro de Pedro e João na prisão e os libertou daquela cadeia, hoje o anjo do Senhor quer vir também em nosso socorro, quer nos libertar das cadeias, das prisões nas quais nós estamos vivendo para que possamos livremente anunciar o nome de Jesus sem medo, sem receio, sem temor e sem nos entregarmos.
Que o anjo do Senhor nos liberte das prisões interiores que vivemos em nossa alma para que continuemos com audácia a anunciar que somente no nome de Jesus há salvação!
Deus abençoe você!
http://homilia.cancaonova.com/

segunda-feira, 13 de abril de 2015

A carne e o Espírito



Quando o Evangelho fala em carne e espírito, refere-se a duas dimensões do ser humano, radicalmente opostas. Cada pessoa traz, em si, as marcas destas realidades. A questão fundamental consiste em saber qual das duas incide mais profundamente sobre sua existência. Ou seja, por qual delas a pessoa se deixa conduzir.

Viver segundo a carne significa deixar-se guiar pelos sentimentos inferiores, que tornam o indivíduo egoísta, ensimesmado, buscando apenas os seus interesses, insensível ao sofrimento do outro, incapaz de um gesto de solidariedade. Antes, a pessoa não tem escrúpulos de transformar o outro em objeto para a satisfação de seus instintos e de sua maldade. Vive no pecado!


A vida segundo o espírito, ao contrário, pauta-se pelo amor, que estabelece entre as pessoas vínculos de comunhão e de fraternidade. É o caminho da humanização, na medida em que a pessoa age, inspirando-se no modo de agir próprio de Deus. Nascer do Espírito não depende só da vontade humana. É obra de Deus no coração de quem se abre para ele. 

A ressurreição de Jesus possibilitou, à humanidade, esse nascimento pelo Espírito. Só quem nasce do Espírito pode tomar parte no Reino de Deus, inaugurado por Jesus. É mister nascermos de novo para nos beneficiarmos dos frutos da ressurreição. 

http://www.domtotal.com/religiao/eucaristia/liturgia_diaria.php

domingo, 12 de abril de 2015

Fé para a missão

Aos discípulos que estavam trancados por medo, Jesus aparece e, mostrando mãos e lado com as marcas da crucifixão, identifica-se como o Filho ressuscitado: aquele que realiza a missão confiada pelo Pai, aquele que se entregara pelos outros até a morte de cruz, aquele que agora estava vivo na comunidade.
Os episódios em que Jesus aparece após a ressurreição são sempre narrativas de missão. Vivo na comunidade, Jesus é o centro, e envia os discípulos em missão enchendo-os de alegria. Ao aparecer,deseja a paz: a plenitude da vida e dos bens que permitem às pessoas viver na dignidade de filhas de Deus. E, ao desejar a paz, envia o Espírito Santo soprando sobre os discípulos, repetindo o gesto de Deus ao criar o ser humano, em Gênesis.
O envio do Espírito Santo renova a criação, pois dá a cada um de nós a vida renovada segundo a ressurreição de Jesus. É o Espírito Santo, enviado por Jesus, que nos permite recordar hoje o que ele fez e disse e nos impulsiona na fé a continuar sua missão.
É tempo de acreditar, sem exigir provas. Fé que precisa de provas não é fé. É feliz quem tem fé, quem não exige provas para entregar-se confiante no mistério de Deus, que é tudo em todos. Acreditar em Jesus é assumir a missão que ele nos confia. Missão de construir a paz, de construir comunidades onde se vença o medo, se viva o perdão e as pessoas sejam acolhidas e atuem como sujeitos de transformação.
Quem tem fé, de fato, não vive no medo e no fechamento. Fé é coragem e abertura, é alegria e missão. O Espírito do Ressuscitado, vencedor do sofrimento e da morte, abre portas e janelas, abre mentalidades e consciências e impulsiona à vivência comunitária da fé. Porque a fé não se vive sozinho,mas em comunidade. Em comunidade, vamos nos transformando o mundo, de acordo com a nova criação inaugurada por Jesus, de modo que ele continue sendo o centro de nossas comunidades e de nossa vida.

Pe. Paulo Bvazaglia, ssp sobre o evangelho deste domingo 12/04/2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Jesus é a pedra fundamental que sustenta a Igreja e o mundo

Jesus é a pedra fundamental que sustenta a Igreja e o mundo! Se você deseja que sejam salvos seus negócios, seu trabalho, seus relacionamentos, não deixe de colocar neles essa pedra fundamental, que é Jesus.

Jesus é a pedra, que vós, os construtores, desprezastes, e que se tornou a pedra angular” (At 4, 11).
Na construção do Reino de Deus cada pedra tem sua importância, cada um que colabora nesta obra é também um pedaço dela. Assim como têm importância os profetas, os patriarcas, os homens e as mulheres de Deus, que, ao longo da história, deram a sua contribuição para a construção do Reino de Deus. Você é importante, eu sou importante, nós somos importantes na edificação do Reino de Deus no meio dos homens!
Deixe-me dizer uma coisa a você: se cada um tem a sua importância, nós só não podemos tirar o olhar e a direção d’Aquele que é a pedra angular, fundamental, principal: Cristo Jesus. Não existe salvação em nenhum outro, não há nenhum nome entre os homens que possa nos salvar; não há empresa, entidade e trabalho, nos quais o homem encontre salvação a não ser no nome e na pessoa de Jesus. Ele foi a pedra do edifício, do Templo, que os judeus tanto veneraram e veneram, que foi desprezada; pedra singular, pedra única. E essa pedra singular nós não podemos rejeitar em nossa construção; na construção da nossa casa, da nossa vida e da nossa família.
Nós precisamos solidificar, precisamos de um alicerce firme, forte, autêntico e, acima de tudo, um alicerce que salve nossas casas e nossas famílias. Deixe-me dizer a você: coloque no nome de Jesus e na autoridade d’Ele tudo aquilo que você faz, que você realiza, aquilo que você espera e confia. Se você deseja que sejam salvos seus negócios, seu trabalho, seus relacionamentos, não deixe de colocar neles essa pedra fundamental que é Jesus.
Eu vejo muitas pessoas que, quando querem se casar, se preocupam com tantas coisas e colocam tantas coisas em primeiro lugar. Promovem festas estrondosas, que, algumas vezes, duram até dias, antes e depois [do matrimônio]; só se esquecem de dar a atenção devida à pedra fundamental para sustentar o casamento e a família em todas as horas e momentos. Muitas delas até se casam na Igreja, contudo, não estão com o coração voltado e centrado no essencial.
Onde você construiu sua casa? Onde você construiu o seu relacionamento? Onde é que você e os seus têm colocado o coração?
Muitas casas afundaram, acabaram e se destruíram por não ter um fundamento sólido. Da mesma forma, nossa vida vai também se deteriorando, perdendo o sabor e o sentido se não a edificamos sobre uma pedra que dá sentido a ela.
Se a humanidade está desencaminhada e sem saber para onde anda é porque há muito tempo ela já tirou o olhar de Jesus! Voltemo-nos para Ele; o papel da Igreja é anunciar o nome de Jesus, é mostrar para o mundo que só n’Ele há salvação, há cura e libertação.
A tentação é muito grande de nos voltarmos para pessoas e realidades, mas não nos esqueçamos de que mesmo pessoas da Igreja não nos salvam. Quem nos salva é Jesus, e d’Ele nós não podemos tirar o nosso olhar!
Deus abençoe você!
http://liturgia.cancaonova.com/

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