quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Padre revela: por que sempre levo água benta comigo ao viajar


O mal pode continuar presente em um recinto muito tempo depois do que quer que tenha acontecido lá dentro...

Compartilhamos a seguir um breve e proveitoso depoimento do pe. Edward Looney, sacerdote norte-americano que nos explica por que leva sempre consigo uma garrafinha de água benta quando viaja:
________
De vez em quando, tenho a oportunidade de viajar e dar conferências sobre a importância de Maria em nossa vida espiritual. Nessas ocasiões, costumo passar a noite em um quarto de hotel. Um dos itens essenciais que eu levo comigo na bagagem é uma garrafinha de água benta.
Por quê? Simples: porque o mal é real.
O mal pode continuar presente num recinto muito tempo depois do que quer que tenha acontecido lá dentro. Você não sabe quem foi a pessoa que ocupou aquele quarto antes de você, nem que tipo de bagagem ela trouxe consigo. Você não sabe o que ocorreu no quarto que, ao menos por uma noite, é “seu”. A água benta é uma poderosa proteção contra o male ajuda a dissipar os seus resquícios.
Da próxima vez que você viajar, posso lhe sugerir que leve consigo uma garrafinha de água benta?
Quando se hospedar num hotel, asperja água benta pelo seu quarto. Se você não tiver água benta em casa, a sua paróquia pode lhe fornecer: peça ao seu pároco.
Depois de aspergir o quarto, faça uma oração pedindo a proteção de Deus e que Ele perdoe qualquer mal que tenha sido feito ali dentro. Ore também pela conversão das pessoas que tenham praticado esse mal e reze pelas pessoas que ocuparão esse mesmo quarto depois de você.
Este é um exemplo de oração, que eu mesmo escrevi para ocasiões como essa:
Deus Todo-Poderoso, eu Vos peço: enviai os Vossos anjos para estarem comigo neste local e protegei-me de todo assalto do maligno. Perdoai todo mal que tenha sido cometido neste quarto e concedei a graça da conversão àqueles que Vos ofenderam. Dissipai os poderes das trevas que possam estar neste quarto e protegei-me nesta noite, bem como a todos os que vierem a dormir neste local de hoje em diante. Jesus, eu confio em Vós!
Também é bom rezar pelos funcionários do hotel, que entram de recinto em recinto para trabalhar expostos a sabe-se lá que tipo de influências sobrenaturais.
Você pode ainda invocar a intercessão de São Miguel Arcanjo ou do seu próprio anjo da guarda. Com oração e água benta, você se protege dos resquícios do mal e se prepara para as batalhas espirituais da vida.

https://pt.aleteia.org/2017/11/20/padre-revela-por-que-sempre-levo-agua-benta-comigo-ao-viajar/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

3 dicas para quem quer se confessar mas tem vergonha dos pecados que cometeu


Não é ruim sentir vergonha de seus pecados. Mas não permita que essa vergonha se transforme em um bloqueio

Antes de tudo, reflita sobre uma passagem do Evangelho sobre a paixão de Jesus e considere que Ele quer, por sua misericórdia infinita, aplicar em você todas as graças que ele obteve na cruz. Ele quer te perdoar. Mas você tem que responder a ele. A vida passa muito rápido, e devemos nos preparar para a eternidade.
Não tenha medo. Deus ama você e vai estar com você na Confissão. Confie em Jesus e verá que paz e felicidade você vai receber.
Aqui, apresentamos três conselhos para ajudar quem quer se confessar, mas tem vergonha de seus pecados:
1.- Procure um padre que não conheça você  
Se você quiser, você pode se confessar em um lugar onde o padre não te conheça. As igrejas devem ter horários de Confissão estabelecidos e você também pode se confessar sem mostrar seu rosto.
Como padre, posso dizer que, quando alguém confessa um grande pecado, o que sinto é uma grande admiração por esta pessoa, por ela ter se atentado ao verdadeiro valor da Confissão.
Os padres sabem que decidir-se pela Confissão é uma graça e requer muita humildade. Quem se confessa, reconhece seu pecado e se humilha. Isso é admirável.
2.- Exame de consciência
Faça um exame de consciência com humildade. Uma lista de perguntas pode ajudar nessa tarefa.
Se você não conseguir se lembrar de todos os pecados na hora da confissão, mas se lembrou deles no exame de consciência, a Confissão é válida.
3.-. Vencer a tentação de adiar a Confissão
Decida-se hoje, pois amanhã pode ser muito tarde. Faça o exame de consciência, olhe para Jesus, que te ama e quer te perdoar. Depois, vá em frente. Se fizer muito tempo que você não se confessa, não tenha medo. Converse com o padre. Ele vai ajudar.

 Padre Jordi Rivero. Fonte: corazones.org. 

Artigo publicado em pildorasdefe.net, traduzido e adaptado ao português por Aleteia.

sábado, 18 de novembro de 2017

SOBRE OS FELIZES

Imagem relacionada
Por Socorro Acioli

Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. 

Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.

O primeiro hábito que eles têm em comum é a generosidade. Mais que isso: eles têm prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que têm, mesmo quando é muito pouco.

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Negam que o sentimento do próximo possa ser tão importante quanto o deles mesmos. Reagem com irritação ao mínimo pedido. Não gostam de ter a rotina perturbada pelo outro. São sempre os donos da razão, são acima do bem e do mal, não conseguem saborear as pequenas coisas da vida, pois são eternos insatisfeitos.

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições. Sabem ouvir. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras e imperfeições.

Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho...

Fonte: WhatsApp

Exame sobre o bom exemplo 1


Resultado de imagem para bom exemplo

As obras acima das palavras

Para iniciarmos esta nossa primeira meditação sobre o dever de dar bom exemplo, vamos escutar atentamente umas palavras muito claras de Cristo no Sermão da Montanha: Vós sois a luz do mundo […]. Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus (Mt 5, 14.16).
A luz entra pelos olhos. O que os olhos enxergam em plena claridade fala por si, não precisa de palavras nem, muito menos, de “palavreado” para se explicar.
Assim é o bom exemplo, e assim o apreciaram sempre os grandes homens, sobretudo os santos. Já Santo Inácio de Antioquia, o bispo mártir do século II, enquanto era conduzido a Roma para sofrer martírio, escrevia aos Efésios: “É melhor calar-se e ser do que falar e não ser. É maravilhoso ensinar, quando se faz o que se diz […]. Aquele que compreende verdadeiramente a palavra de Jesus pode entender o seu silêncio [ou seja, o que “dizem”, sem palavras, os seus exemplos]; e então será perfeito, porque atuará de acordo com a sua palavra, e se manifestará também mediante o seu silêncio [ou seja, mediante o que “faz” sem falar]”.
O doce Santo Antônio de Pádua adotava um tom santamente irado quando falava do exemplo: “É viva a palavra quando são as ações que falam. Cessem, peço, os discursos, falem as obras. Estamos saturados de palavras, mas vazios de obras” i. Hoje, a pedagogia científica insiste cada vez mais no valor insubstituível da chamada educação invisível ii; da força exemplar das convicções e das atitudes que as encarnam.
A imagem da luz é simples. A boa luz permite enxergar bem, sem confusões; mostra perigos que a sombra ocultaria; ilumina referenciais da paisagem e dos caminhos que a noite encobriria; a luz também aquece, estimula a vitalidade e favorece a alegria. Poderíamos dizer que os que irradiam a claridade do bom exemplo têm todas essas características da luz.
Eu sou luz ou sombra?
Tendo isso em mente, tentemos fazer o nosso exame de consciência, partindo de uma pergunta desafiadora. Eu sou luz ou sombra? Está disposto a enfrentá-la com coragem? Pois, então, veja, só para exemplificar, alguns flashes ilustrativos:
– Se eu sou uma pessoa sincera, constante, organizada, leal à palavra dada e fiel aos compromissos, sou luz. Os outros – filhos alunos, etc. – , junto de mim, vêem claro e sentem-se seguros.
– Mas se sou pessoa mentirosa, inconstante, desordenada e volúvel, sou sombra. Os que dependem de mim ficam confusos, inseguros, não conseguem avaliar o alcance das minhas palavras, das minhas atitudes, das minhas promessas; em suma, não podem contar comigo como um farol orientador nem como um apoio.
– Se eu sou pessoa com ideais nobres e definidos na vida, pessoa que tem valores positivos – ânsias de fazer o bem – , que vibra com eles, que procura praticá-los; se sou pessoa cheia de fé e de esperança e posso dizer, como Jesus, eu sei de onde venho e para onde vou, então eu sou luz, mais ainda, sou reflexo da Luz com maiúscula, sou sinalização divina, foco cristão que orientará outras vidas.
– Mas se sou pessoa cética, agnóstica, cheia de incertezas e de pessimismo, convencida de que neste mundo nada há de bom, tudo é interesseiro, os valores são imaginários e os ideais tolices; se me julgo realista porque capitulo perante os interesses egoístas da terra e sou incapaz de ver, além deles, outra finalidade para a vida, então sou uma sombra mais daninha que uma cascavel oculta no armário, e as primeiras vítimas podem ser os que mais amo.
– Se eu sou um lutador que detesta o conformismo e a acomodação, um coração que sempre quer puxar a vida para patamares mais elevados e perfeitos – para aspirações nobres, para virtudes, para maiores quilates de amor e amizade – ; se eu detesto a mediocridade, se vibro com ânsias de justiça, se arquiteto sonhos realistas para tornar o mundo mais fraterno e belo e os demais mais felizes, então, com certeza, sou luz.
– Se, porém, cochilo na rede da canseira moral e do desencanto; se resmungo mais do que animo, se tenho alma, coração, atitudes, palavras e gestos desbotados pela frustração; se faço troça dos sonhadores sacrificados, se tenho pena dos que “ainda” acreditam no amor, na verdade, na justiça e no bem, então eu sou, com certeza, uma treva miserável..
– Se eu vejo, antes de mais nada, o lado positivo das coisas; se os meus comentários, em casa e fora de casa, sem serem ingênuos, são sempre estimulantes; se sou conhecido como aquela pessoa que sempre acolhe, que sempre está disposta a ajudar, que sempre anima, que sempre sorri, que alegra qualquer ambiente, então eu sou uma luz que concentra as sete cores da alegria..
– Mas se pertenço ao rol daqueles que, mal aparecem em casa, ou se sentam à mesa, ou entram na sala de aula, iniciam uma nova era glacial, apagam o sorriso dos outros (“fechou o tempo” – dizem deles); se a minha característica é a irritação, a impaciência e o mau humor; se reclamo de tudo e de todos; se acho tudo ruim; se não agradeço nada; se tenho pena de mim mesmo e ando com complexo de vítima, então, meu amigo, então eu sou uma sombra pior que as que Dante pinta no Inferno.
Guardemos essas amostras e passemos para outra imagem muito clara de Cristo.
A imagem do sal
Vós sois o sal da terra. Se o sal perder o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens (Mat 5, 13).
Os ouvintes de Cristo podiam entender bastante bem estas palavras, como também nós podemos, pois sabemos qual é a utilidade do sal. Resume-a com simplicidade este pensamento de São Josemaria Escrivá: “Sal da terra. – Nosso Senhor disse que os seus discípulos – tu e eu também – são sal da terra: para imunizar, para evitar a corrupção, para temperar o mundo. – Mas também acrescentou «quod si sal evanuerit…» – que se o sal perde o seu sabor, será lançado fora e pisado pelos homens…”.
Há pessoas que, tendo uma vida comum, igual à de muitos outros, dão a tudo o que dizem e fazem o toque de um “sabor” diferente. Os que com eles convivem e se relacionam captam, talvez de modo inconsciente, que tudo neles é atraente, porque está condimentado pela bondade, pelo amor, pela caridade, pela lealdade, pela serenidade, pela fé. Admiram-nas. Gostariam de ser como elas.
Era isso o que acontecia com os primeiros cristãos, como relata um antiqüíssimo escrito do século II, a Carta a Diogneto: “Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam língua estranha, nem têm algum modo especial de viver […]. Vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes do lugar quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham um modo de vida singular e admirável […]. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Põem a mesa em comum, mas não o leito; estão na carne, mas não vivem segundo as paixões da carne; moram na terra, mas têm a sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua conduta ultrapassam as leis; amam a todos, ainda que sejam perseguidos por todos […]. Em poucas palavras, assim como a alma está no corpo, assim estão os cristãos no mundo” (nn. 5 e 6).
Fica patente nessa apologia que os primeiros cristãos eram, como Cristo desejava, o sal da terra. O seu “modo de vida singular e admirável”, o seu exemplo – fruto palpável de sua fé e do seu amor – atraía os corações mais nobres dentre os pagãos.
Mas não nos esqueçamos de que Cristo falou também do sal que perde o sabor, que se estraga. Não só deixa os alimentos insípidos, como pode vir a produzir náuseas. Talvez nos lembremos de umas palavras bastante fortes do Apocalipse, que Jesus dirige a uma comunidade em que começava a haver cristãos mornos, tíbios, dizendo-lhes – é duro! – que lhe produziam ânsia de vômito. Trata-se de um trecho da carta dirigida à igreja de Laodicéia, muitas vezes citada nas obras de espiritualidade: Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, estou para te vomitar da minha boca. (Apoc 3, 15-16).
Nem frio nem quente. Na vida de um cristão morno tudo é insípido, tudo tem o mau sabor de sal corrompido. Assim acontece, infelizmente, com o amor decadente, desleixado e rotineiro dos esposos, dos pais, esse amor que, por não se renovar com detalhes de delicadeza, criatividade e abnegação, foi ficando encardido, esgarçado, e acabou tendo cheiro de mofo, por não dizer odor de cadáver.
São Josemaria Escrivá dizia: “Fujamos da rotina como do próprio demônio”, e qualificava a rotina de “abismo, sepulcro”, armazém de coisas mortas iv. A rotina não é só o túmulo do amor dos esposos. Também o trabalho feito sem amor, sem perfeição e capricho nos detalhes, sem espírito de serviço (pense no trabalho no lar), fica sendo como uma comida insossa e azedada… O “exemplo” de pais assim, espiritualmente mais “mortos” do que “vivos”, é natural que não atraia nem faça bem algum. Como seria triste, ou melhor, trágico, que houvesse filhos que pensassem. – “Eu não quero ser como os meus pais! Eles me fizeram desacreditar do casamento, do amor, da família, da vida”. Como seria amargo ter tido pais, mestres, pastores de almas, que foram incapazes de nos fazer sentir o gosto de Deus.
A imagem do fermento
O Reino dos céus é comparável ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha e que faz fermentar toda a massa (Mat 13, 33).
Esta imagem é importante, sobretudo nos tempos atuais. Lembra-nos que o mundo é uma “massa” carente, quase inteiramente, da qualidade do bom pão das virtudes cristãs, da consistência e do sabor da verdade e do alimento da lei de Deus. Por isso, o exemplo dos cristãos responsáveis, neste ambiente atual, é decisivo. Para transformar a massa em pão de Deus, o fermento precisa ter uma força e uma eficácia capazes de levantá-la. Uma força que só Cristo pode dar.
Seria cegueira não nos darmos conta de que vivemos, de fato, numa sociedade cada vez mais massificada, em que o ambiente materializado e incrédulo que nos cerca despersonaliza as pessoas. Massifica-lhes a cabeça, os costumes, os gostos e os vícios, até quase anular a personalidade. Cria, em série, adolescentes e jovens consumistas e hedonistas. Basta abrir os olhos para perceber que a “cultura global de massa” robotiza a juventude. Se não houver educadores-fermento, cheios da vitalidade do ideal cristão, a inércia mecânica dos adolescentes que não pensam (talvez porque nunca viram nem aprenderam nada melhor por parte dos que deviam educá-los) os colocará na boca do lobo da “cultura-ambiente” materialista e pagã.
Sob a influência crescente da mídia, do markenting internacional, dos impérios jornalísticos, da propaganda dominada pela ditadura do lucro – interesses de empresas, de laboratórios, de companhias globais; império econômico do lazer; da indústria da droga e da pornografia… –, tudo se globaliza. E vai sendo também cada vez mais forte sobre a juventude e, em geral, sobre a massa, a influência, não menos ditatorial, das ideologias predominantes (sobretudo do laicismo anti-religioso, dos resíduos imuno-resistentes do marxismo, do hedonismo consumista e das diversas formas de esoterismo e de “mística” tipo New Age).
Nada mais fácil, nesse clima envolvente, que tornar-se massa. Nada mais fácil que aceitar, sem anti-corpos de idéias, de cultura e de espírito crítico, os valores (os contravalores) da maioria que segue a corrente. Nada mais fácil – é só deixar-se puxar pelo cabresto – que adotar os hábitos sociais comuns e mergulhar bem cedo, já na infância e na adolescência, nos vícios generalizados (álcool, drogas, obsessões “eletrônicas”, aberrações sexuais), enquanto leituras, programas de tv, “mestres”, etc, vão injetando na “veia” todos os preconceitos contra as atitudes cristãs fundamentais, os valores éticos básicos, as evidências da lei natural sobre a vida, a morte, o amor e a família, valores, infelizmente, nunca conhecidos com seriedade, nunca aprendidos e nunca aprofundados.
“A pós-modernidade – afirma o conhecido pedagogo Víctor García Hoz – é um grande vácuo. A profusão de idéias contraditórias, o relativismo predominante em muitas ideologias e o pragmatismo superficial da sociedade atual, dão razão ao ditado de que o mundo de hoje, especialmente a juventude, sabe o que não quer, mas não sabe o que quer […]. Os valores que apoiavam a vida humana foram rejeitados e não foram substituídos por outros. O pensamento da pós-modernidade vacila entre a melancolia e o vazio”. v
Não feche os olhos! É em meio a essa massa desnorteada que se encontram os seus filhos, os seus alunos, os membros do seu rebanho de pastor. Muita boa gente, ao constatar isso, sofre, sofre muito. Mas, o que faz? O que fazemos? Lutamos, porventura, cada um de nós por ser o fermento de que essa massa manipulada precisa para ganhar qualidade humana e cristã? Os nossos critérios e comportamentos têm a potência do fermento, capaz de levedar a massa e transformá-la em bom pão?

****

Pense que é Deus quem lhe dirige, silenciosamente, estas interrogações. O que lhe vai responder? Eis o nosso tema, agora, de meditação e exame de consciência.
i Sermões, I, 226
ii Víctor García Hoz, Pedagogia visível, educação invisível, Ed, Nerman, São Paulo 1988, pág. 112
iii São Josemaria Escrivá, Sulco, Ed. Quadrante, São Paulo 1987, n. 342
iv Cfr. Caminho, 9ª edição. Quadrante, São Paulo 1999, n. 551
v Pedagogia visível. Educação invisível citada, pág. 112

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

12 conselhos do Padre Pio para você, que é católico e está sofrendo


Ao longo da vida, o santo capuchinho escreveu milhares de cartas para as pessoas que procuravam o seu aconselhamento

São Pio de Pietrelcina foi um religioso capuchinho italiano que recebeu dons especialíssimos de Deus, como o discernimento das almas, a capacidade de ler as consciências, as curas milagrosas, a bilocação, o dom das lágrimas, o perfume de rosas e, mais extraordinários ainda, os estigmas da Paixão de Cristo, que ele padeceu durante cinquenta anos.
Falecido em 1968, foi canonizado por São João Paulo II em 2002 e é um dos santos mais venerados do mundo.
Ao longo da vida, o Padre Pio escreveu milhares de cartas para as pessoas que procuravam o seu aconselhamento. É desses escritos que foi extraída a pequena seleção de pensamentos que compartilhamos logo abaixo: eles podem trazer esperança e conforto espiritual diante do mistério do sofrimento.
1. O sofrimento suportado de maneira cristã é a condição que Deus, autor de todas as graças e de todos os dons que conduzem à salvação, estabeleceu para conceder-nos a glória.
2. Deus quer que a tua incapacidade seja a sede da Sua onipotência.
3. A fé é a tocha que guia os passos dos espíritos desolados.
4. Na agitação das paixões e das vicissitudes adversas, que a grata esperança da inesgotável misericórdia de Deus nos sustente.
5. Coloque toda a sua confiança somente em Deus.
6. O melhor consolo é aquele que vem da oração.
7. A oração é a melhor arma que temos: é uma chave que abre o coração de Deus.
8. Esta é a grande oportunidade do seu progresso espiritual.
9. A felicidade só se encontra no céu.
10. Quanto mais crescem as tentações do demônio, mais perto a alma está de Deus.
11. Bendiga o Senhor pelo sofrimento e aceite beber o cálice do Getsêmani.
12. Suporte os sofrimentos durante toda a sua vida para poder participar dos sofrimentos de Cristo.

https://pt.aleteia.org/2017/11/13/12-conselhos-do-padre-pio-para-voce-que-e-catolico-e-esta-sofrendo/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

domingo, 12 de novembro de 2017

A desafiante arte de lidar consigo mesmo

Lidar consigo é uma arte que requer paciência, sensibilidade e, principalmente, uma pedagogia que somente Deus pode nos dar

“Lidar consigo é trabalho de artesão, fio a fio, e leva tempo pra dominar o coração”
Essas palavras são de Suely Façanha, na música “De coração a coração”. Eu as tomo emprestadas para falar da bela e desafiante arte de lidar com nós mesmos. Talvez, você, como eu, até já tenha encontrado soluções fáceis para problemas considerados difíceis na vida de outras pessoas. Mas quando a vida exige de nós uma autocompreensão, somos colocados frente a um grande desafio. É um trabalho realmente comparado ao do artesão, não acontece do dia para a noite nem da maneira que, talvez, esperávamos. É mesmo uma obra de arte, feita fio a fio, ponto a ponto, e leva um longo tempo para contemplá-la por inteiro; se é que a contemplaremos.
Foto: Wesley Almeida / cancaonova.com
Com frequência, ouvimos falar que os problemas de ordem física e espiritual, que assolam a humanidade, estão estreitamente ligados às dores da alma, ou seja, sofrimentos e traumas interiores que não foram partilhados, resolvidos ou curados, dos quais se destacam a depressão e as síndromes do medo e do pânico.

O que fazer diante disso?

Vem, então, a pergunta: o que fazer diante disso? Esse é nosso principal desafio: mostrar alternativas para nós mesmos e para os que nos procuram em busca de ajuda. Volto à música que citei no início do texto:
“Renúncia, dor e alegria, surpresa, perdão, euforia
Só podem partir de um lugar, vêm do coração.
Capaz de sorrir, capaz de odiar, destruir e recomeçar,
O coração foi feito somente pra amar. Capaz de acolher, capaz de chorar. Se perder e reconciliar. O coração foi feito somente pra amar…”

Tudo parte do coração, que foi feito somente para amar. É exatamente por essa razão que ele precisa estar centrado em Deus, fonte absoluta de todo amor e, portanto, de todo bem.
Acontece que, em meio a tantas ofertas e ruídos, não é tão fácil centrar o coração em Deus. Naturalmente, a vida vai exigindo de nós respostas, posturas e decisões que revelam o que somos e fazemos neste mundo. Essas exigências naturais, somadas às nossas fraquezas, medos, carências, ansiedades, sentimentos de rejeição, de autossuficiência e frustrações fazem uma combinação na qual fica em evidência nossa insegurança. Por isso, com frequência, falta-nos arte para lidar com nós mesmos, e corremos o risco de nos perder procurando nos encontrar.
É preciso pedir ao Senhor sabedoria para superar o desafio de lidar com nós mesmos, sem nos prejudicar nem ferir os que estão ao nosso lado, já que a tendência é transferirmos nossas culpas para os outros e até fugirmos do espelho que aponta nossa verdade.

Lidar consigo mesmo requer paciência

É também necessário ter calma, pois, quando não conseguimos administrar as exigências que sofremos, nosso físico se manifesta por meio de enfermidades e desequilíbrios; não raras vezes, desviando-nos da meta que Deus traçou para nós. A exemplo do artesão, precisamos ser pacientes. Por essa razão, concordo com a afirmativa: Lidar consigo mesmo é uma arte, que requer paciência, sensibilidade e, principalmente, uma pedagogia que somente Deus pode nos dar.

É essencial ter a consciência de que, quanto mais mergulharmos em Deus, tanto mais contemplaremos nós mesmos, e seremos por Ele restaurados. Recorramos, portanto, ao auxílio da graça divina para lidar com esse mistério. Considerando nossa história e valorizando nossas raízes, podemos compreender melhor nossas fragilidades e assumir nossa identidade. Acredito que essa seja a condição fundamental para alcançarmos a cura interior e a maturidade emocional. Quem não assume o que é vive fugindo, portanto, não é feliz nem se encontra com ele mesmo. Nossa verdade é sempre o ponto de partida para a construção da obra nova, que Deus quer realizar em nós a cada dia.
Que tenhamos a coragem de pensar sobre quem realmente somos, do que temos fugido e onde está a raiz dos sentimentos que habitam nosso ser. Diante dessas descobertas, mergulhemos em Deus que, de coração aberto, sempre nos espera.
https://formacao.cancaonova.com/espiritualidade/cura-interior/a-desafiante-arte-de-lidar-consigo-mesmo/

sábado, 11 de novembro de 2017

A VIDA SE CONSOME ILUMINANDO... (Cf. Pe. A. Palaoro SJ)


Estes últimos domingos do ano litúrgico nos convidam a estar preparados, e viver despertos. Interpretar a parábola deste domingo no sentido de que devemos estar preparados para o dia da morte é falsificar o evangelho. Esperar passivamente uma vinda futura de Jesus não tem sentido, pois Ele já disse a seus discípulos: “Eu estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”.

A parábola não está centrada no fim, mas na inutilidade de uma espera que não é acompanhada de uma atitude de amor e de serviço. As lâmpadas devem estar sempre acesas; se esperamos para prepará-las no último momento, perderemos a oportunidade de entrar para a festa de casamento.

A ideia de uma vida futura esvazia a vida presente e a reduz a uma incômoda “sala de espera”. A preocupação pelo “mais além” nos impede assumir o tempo que nos cabe viver. A vida presente tem pleno sentido por si mesma. O que projetamos para o futuro já está acontecendo aqui e agora, e está ao nosso alcances; aqui e agora podemos alcançar nossa plenitude, porque sendo morada de Deus, temos tudo ao alcance da mão.

chave de leitura da parábola “das dez virgens” está na falta de azeite para que as lâmpadas possam permanecer acesas. O relato é tirado da vida cotidiana. Depois de um ano ou mais de noivado, celebrava-se a festa de casamento, que consistia em conduzir a noiva à casa do noivo, onde acontecia o banquete. Esta cerimônia não tinha um caráter religioso. O noivo, acompanhado de seus amigos e parentes, ia à casa da noiva para buscá-la e conduzi-la à sua própria casa; na casa da noiva, encontravam-se suas amigas que a acompanhariam no trajeto e participariam da festa. Todos estes rituais começavam com o pôr-do-sol e avançavam noite adentro, daí a necessidade das lâmpadas para poder caminhar.

A importância do relato não está no noivo, nem na noiva, nem sequer nas acompanhantes. O que o relato destaca é a luz. O que determina a entrada no banquete é que as jovens tenham as lâmpadas acesas. Uma acompanhante sem luz não tinha como fazer parte no cortejo nupcial.
Pois bem, para que uma lamparina consiga iluminar é preciso ter azeite. Aqui está o ponto chave. O importante é a luz, mas o que é preciso para alimentá-la é o azeite.

Que é o azeite que alimenta a lamparina? São as reservas de potencialidades criativasrecursos inspiradoresdinamismos vitais, energias sadias, desejos oblativos... presentes no coração humano. O azeite é tudo aquilo que é nutriente, fecundo, iluminante... e que se expressa como contínua fonte de renovação; azeite é o que há de mais divino no interior de cada um, que precisa ser descoberto, reconhecido e ativado para tornar-se luz.

No entanto, só quem vive a partir das raízes do próprio ser, só quem tem acesso à própria interioridade, descobre a presença do azeite que pode dar um novo significado e sentido à própria vida. É preciso estar desperto e sintonizado com o azeite interior para poder alimentar a luz da vida e corresponder às vozes surpreendentes que vão surgindo.

“No meio da noite ouviu-se um grito: eis que chega o noivo! Saí ao seu encontro”.

O grito é uma convocação urgente a sair do sono da distração e da trivialidade e nos pro-voca a viver na espera do essencial.

Com os distraídos não se pode ir muito longe; distraídos vivem do momento e não pensam no depois. Os distraídos perdem a direção da fonte provedora de azeite em seu interior, e dormem e acordam sem luz em suas vidas...

Ser “sensato” é viver com sentido, atento e desperto às surpresas da vida. Por que as jovens prudentes não compartilharam o azeite com as imprudentes? Não se trata de egoísmo; as lâmpadas não podem arder com o azeite do outro. A chama não pode ser acesa com o azeite comprado ou emprestado.

Sabemos que o azeite só ilumina quando se consome. Somos luz na medida em que nos gastamos na nobre missão de iluminar nosso entorno.

Vivemos imersos num oceano de luz; carregamos dentro a força da luz. Ela sempre está aí, disponível; basta abrir-nos a ela com a disposição de acolhê-la e de fazer as transformações que ela inspira.

Somos luz quando expandimos nosso verdadeiro ser, e vamos além do que somos e temos.

http://www.terraboa.blog.br/2017/11/32dtc-vida-se-consome-iluminando-cf-pe.html

Oração das mil misericórdias

Quer viver momentos de paz interior e intercessão ativa? Então experimente esta profunda oração

Vós morrestes  Jesus, mas uma fonte de vida jorrou para as almas e abriu-se um mar de misericórdia para o mundo. Ó fonte de vida, inescrutável misericórdia divina, envolvei o mundo todo e derramai-Vos sobre nós!
Ó Sangue e água, que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós!
Ato de Contrição:
Ó meu Jesus, crucificado por minha culpa, estou muito arrependido de ter feito pecado, pois ofendi a Vós que sois tão bom e mereci ser castigado neste mundo e no outro, mas perdoa-me Senhor, não quero mais pecar. Amém!
Invocação ao Espírito Santo:
(Esta invocação deve ser repetida durante o dia)
Vinde Espírito Santo, Vinde por meio da poderosa intercessão do Imaculado coração de Maria Vossa Amadíssima Esposa. (3X).
OFERECIMENTO:
Queremos rezar as mil misericórdias pela Santa Madre Igreja, pelas almas do Purgatório e para a conversão dos pecadores do mundo inteiro!
Existirá dor maior do que a que JESUS sentiu?
INICIANDO A RECITAÇÃO DAS MIL MISERICÓRDIAS:
Creio – Pai Nosso, Ave Maria.
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação)
1ª DOR:  Jesus entrou em agonia no Getsêmani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a decisão de um clínico. O suar sangue, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro! (50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
   (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação)
2ª DOR: O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens esmagaram Jesus. Tal tensão extrema produziu o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas. O sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
    (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
3ª DOR: Pilatos ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós,das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro! (50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
    (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
4ª DOR: Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe, o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor.
.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
5ª DOR: As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro!
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
6ª DOR: Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
– Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
 .
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
7ª DOR: Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz: pesa uns 50 quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos.
.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das alma, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
   (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
8ª DOR: Os soldados puxam Jesus com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes  e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
    (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
9ª DOR: Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
   (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
10ª DOR: Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos.
.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
11ª DOR: Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
   (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
12ª DOR: A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: Provoca uma síncope e faz perder a consciência.Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro.(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
   (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
13ª DOR: O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
14ª DOR: As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que Jesus levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro.(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
15ª DOR: Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
   (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
16ª DOR: Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
17ª DOR: A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianótico.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D –  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
18ª DOR: Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
D – Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
    (Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
19ª DOR: Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
–  Pela Sua dolorosa paixão /
R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
.
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
(Opcional: pode-se apresentar mentalmente como intenção, o nome de uma pessoa viva, para conversão e salvação).
20ª DOR: Atraídas pelo sangue que ainda escorre e também pelo sangue coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde. Uma tortura que portanto já dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento:
“Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”
Jesus grita: “Tudo está consumado!”.
Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”.
E JESUS morre… em meu lugar… por causa dos meus pecados!
.
ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade, de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e os do mundo inteiro.
.D –  Pela Sua dolorosa paixão /
 R – Tende misericórdia de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro!(50x)
..
Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!
Final
T – Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós, das almas, dos agonizantes e do mundo inteiro. (3x)
Canto
 Vitória, Tu reinarás, Ó Cruz, Tu nos salvarás :/
1. Brilhando sobre o mundo/ que vive sem tua luz/ Tu és um sol fecundo/ de amor e de paz, ó Cruz.
2. Aumenta a confiança/ do pobre e do pecador/ confirma nossa esperança/ na marcha para o Senhor.
3. À sombra dos teus braços/ a Igreja viverá,/ Por ti no eterno abraço/ o Pai nos acolherá.
ORAÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA
Ó Deus de grande misericórdia, bondade infinita, eis que hoje a humanidade toda clama do abismo da sua miséria à Vossa misericórdia, à Vossa compaixão, ó Deus, e clama com a potente voz da sua miséria. Ó Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta Terra. Ó Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente a nossa miséria e sabeis que, com nossas próprias forças, não temos condições de nos elevar até Vós, por isso Vos suplicamos: adiantai-Vos ao nosso pedido com a Vossa misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa santa vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a Vossa vinda última, dia que somente Vós conheceis. E esperamos alcançar tudo o que Jesus nos prometeu, apesar de toda a nossa miséria, porque Jesus é a nossa Confiança; pelo Seu Coração misericordioso, como por uma porta aberta, entramos no Céu. Amém!

ESTE BLOG É DEDICADO À:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...