terça-feira, 30 de outubro de 2012

"A VERDADE DE DEUS"



Não seja vã, ó minha alma, nem ensurdeças o ouvido do coração com o tumulto de tua vaidade. Ouve também : o próprio Verbo clama que voltes, porque só acharás repouso imperturbável lá onde o amor não é abandonado, se ele não nos abandona antes. Eis que as coisas passam para ceder lugar as outras, e para que assim se forme este universo inferior, de todas as suas partes. “Mas, por acaso, afasto-me de um lugar para outro? – diz o Verbo de Deus – Fixa nele tua morada, confia a ele tudo o que dele recebeste, alma minha, já cansada de tantos enganos. Confia à Verdade quanto da Verdade recebeste, e nada perderás; antes, tua podridão reflorescerá e serão curadas todas as tuas fraquezas, e serão retomadas e renovadas, estreitamente unidas a ti, tuas partes inconscientes; e já não te arrastarão para a ladeira por onde descem, mas permanecerão contigo para sempre onde está Deus, eterno e imutável.
            Por que, perversa, segues o apelo de tua carne? Seja esta, convertida a te seguir. Tudo o que por ela sentes é parte, mas ignoras o todo de que é parte, ainda que te dê prazer. Mas, se os sentidos de tua carne fossem idôneos para compreender o todo, e se, para teu castigo, não tivessem sido justamente limitados a compreender apenas partes do universo, certamente desejarias que passasse tudo o que presentemente existe, para melhor desfrutar do conjunto.
            O que falamos também ouves com os ouvidos da carne, e com certeza não queres que as sílabas se detenham, mas que voem, para que outras lhes sucedam, e assim ouvires o conjunto. O mesmo acontece com todas as coisas que compõem um todo, quando essas partes constituintes não existem simultaneamente; há mais encanto no todo do que nas partes percebidas separadamente. Mas melhor do que todas elas, é o que as fez, que é nosso Deus, que não passa, porque nada vem depois dele. 

Trecho do Livro Confissões de Santo Agostinho Capítulo XI

domingo, 28 de outubro de 2012

"O VERDADEIRO DISCÍPULO"

O homem que vai embora triste representa, no evangelho, as pessoas incapazes de abandonar as riquezas para seguir Jesus. O cego Bartimeu, ao invés, é o modelo do autêntico discípulo de Jesus. De fato, ele percorre um processo, verdadeiro caminho de fé: sua vida de mendigo é completamente transformada pelo encontro com Jesus, a quem ele começa a seguir. Antes, "á beira do caminho", dependente das esmolas. Depois do encontro com Jesus, passa a ser sujeito da própria história, seguindo p Mestre "no caminho" da entrega da vida em Jerusalém. 

Diferente do homem rico que se mostrou incapaz de vender tudo e dar aos pobres para seguir Jesus, Bartimeu abandona sua única posse: o manto, do qual dependia para recolher as esmolas. E, quando o homem rico queria garantir a vida eterna, Bartimeu deseja apenas ver, indicando-nos o essencial de nossa vida de discípulos, chamados a fazer como ele um caminho de fé. 

A pergunta de Jesus a Bartimeu se repete a nós hoje: O que queremos que Jesus nos faça, a nós que também precisamos crescer no entendimento da missão do Mestre e na vivência de sua palavra? 

Estar no caminho com Jesus exige de nós a mesma atitude de Bartimeu. Sem o olhar da fé, os nossos passos se perdem por estradas mais cômodas, que podem levar ao bem estar pessoal, mas não à doação da vida até as últimas consequências. 

No encontro com Jesus, continuemos suplicando sua misericórdia, para que nossos olhos continuem se abrindo ao seu projeto. Há sempre um manto a abandonar, coisas velhas a deixar de lado, para abraçar a novidade de Deus em nossa vida. 

Enxergar é saber-se necessitado da misericórdia de Deus e ser sujeito da própria história - para ver e ouvir aqueles que ainda hoje, à beira da estrada, querem sentir que Deus é misericordioso mediante nossa misericórdia.


Comentário do Pe. Paulo Bazaglia, ssp sobre o Evangelho de Domingo - Marcos 10, 46-52 dia 28/10/2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

20,000 Muito Obrigado!!!

OBRIGADO A TODOS, ACABAMOS DE ATINGIR A MARCA DE 20,000 VISITAS...

Sempre e exaltado e glorificado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!!!


terça-feira, 23 de outubro de 2012

"NENHUMA PROFECIA DA BÍBLIA RESULTA DE INTERPRETAÇÃO PARTICULAR"



O testemunho dos apóstolos e dos profetas

12 Eis por que sempre vos recordarei essas coisas, embora as conheçais e estejais firmes na
verdade que já vos foi apresentada. 13 Sim, creio ser meu dever, enquanto habitar nesta tenda,
despertar vossa memória. 14 Estou certo de que em breve será desarmada esta minha tenda,
conforme nosso Senhor Jesus Cristo me tem manifestado. 15 Por isso, eu me empenharei para
que, depois da minha partida, vos recordeis destas coisas. 16 Pois não foi seguindo fábulas
habilmente inventadas que vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus
Cristo, mas sim, por termos sido testemunhas oculares da sua grandeza. 17 Efetivamente, ele
recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando do seio da esplêndida glória se fez ouvir
aquela voz que dizia: “Este é o meu Filho bem-amado, no qual está o meu agrado”. 18 Esta
voz, nós a ouvimos, vinda do céu, quando estávamos com ele na montanha santa. 19 E assim
se tornou ainda mais firme para nós a palavra da profecia, que fazeis bem em ter diante dos
olhos, como uma lâmpada que brilha em lugar escuro, até clarear o dia e levantar-se a estrela
da manhã em vossos corações. 20 Pois deveis saber, antes de tudo, que nenhuma profecia da
Escritura é objeto de explicação pessoal, 21 visto que jamais uma profecia foi proferida por
vontade humana. Ao contrário, foi sob o impulso do Espírito Santo que pessoas humanas
falaram da parte de Deus.

BÍBLIA DA CNBB - Segunda Epístola de São Pedro 2 Pedro 1, 20

"AS QUATRO MULHERES DE JESUS"




Introdução:
Mulheres que fazem história.

Transição:
A história que Deus está escrevendo é feita através da história de pessoas que não possuem muitas qualificações. A história de Deus é uma loucura para o mundo e é sobre a história de quatro mulheres na vida de Jesus que queremos contar.

I.         Uma História de Justiça - Tamar (Gn 38)
A. Esta história não tem nenhuma relação com o contexto. No Cap. 37 José tem um sonho e no Cap. 39 José foi vendido ao Egito por causa dos seus sonhos.
B. O texto fala da prática do Levirato, cf Dt 25.5-10. Se um homem morre sem o seu herdeiro, o próximo irmão deve casar-se com a viuva para um herdeiro ao irmão morto. Seu marido Er que era perverso veio a morrer. Onã não queria deixar um filho para Er, também morreu. Judá prometeu então o seu filho que ainda era novo: "Então, disse Judá a Tamar, sua nora: Permanece viúva em casa de teu pai, até que Selá, meu filho, venha a ser homem. Pois disse: Para que não morra também este, como seus irmãos. Assim, Tamar se foi, passando a residir em casa de seu pai" (11).
C. Neste período morreu a esposa de Judá.
D. Judá toma Tamar como uma prostituta cultual (sagrada) e, depois, informado de que ela está grávida, disse: "Tirai-a fora para que seja queimada". Foi neste momento que ela apresentou os pertences de Judá dizendo que o dono dos mesmos era o pai de seu filho.
E. "Mais justa é ela do que eu". E ela concebeu gêmeos: Perez e Zera.
F. Esta história é uma crítica da moralidade. Aquele que tem tudo e boa reputação na comunidade pode todas as coisas. Tamar, que não pode ser louvada pela sua atitude, não encontra nenhum meio legal de fazer valer os seus direitos. Ela comete o pecado que "as pessoas de bem" condenam, mesmo que elas tenham cometido o mesmo pecado que agora condenam (W. Brueggemann).
G. Tamar mostra que a velha justiça que sanciona a opressão em nome da propriedade não serve para nada. Ela é a sombra Daquele que virá trazendo um nova justiça.
H. De Tamar nascem Acã, aquele que destroi a comunidade e Jesus Cristo, o construtor de uma nova comunidade. A comunidade onde a justiça é marca registrada.
I. "Todavia, um dos anciãos me disse: Não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos" (AP 5:5).

II.        Uma História de Fé - Raabe (Js 2, 6; Sl 87.4, 89.10; Hb 11.31; Tg 2.25)
A. 2.1: "De Sitim enviou Josué, filho de Num, dois homens, secretamente, como espias, dizendo: Andai e observai a terra e Jericó. Foram, pois, e entraram na casa de uma mulher prostituta, cujo nome era Raabe, e pousaram ali".
B. Sabedora de que Israel haveria de invadir Jericó, o texto afirma: "Ouvindo isto, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o SENHOR, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra".
C. SALMOS 87: [1]  Fundada por ele sobre os montes santos, [2]  o SENHOR ama as portas de Sião mais do que as habitações todas de Jacó. [3]  Gloriosas coisas se têm dito de ti, ó cidade de Deus! [4] Dentre os que me conhecem, farei menção de Raabe e da Babilônia; eis aí Filístia e Tiro com Etiópia; lá, nasceram.
D. Hb 11.31: " Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu com paz aos espias".
E. Tg 2: [24]  Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. [25] De igual modo, não foi também justificada por obras a meretriz Raabe, quando acolheu os emissários e os fez partir por outro caminho?"
F. Raabe é uma simples mulher, que perdida em seus delitos e pecados, encontra uma porta aberta. Uma porta que daria a ela um novo futuro e uma nova vida. Agarra-se a esta porta com fé.

III.      Uma História da Previdência - Rute
A. Rute 1:15: "Disse Noemi: Eis que tua cunhada voltou ao seu povo e aos seus deuses; também tu, volta após a tua cunhada. [16]  Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. [17]  Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti".
B. Rute é uma estrangeira que agarra-se a Noemi e ao Deus de Noemi porque sabe que é melhor caminhar ao lado daqueles que conhecem a Deus, mesmo que passando por circunstâncias adversas, do que seguir aos deuses do passado.
C. Rute vem a casar-se com Boaz e nasce um filho: "As vizinhas lhe deram nome, dizendo: A Noemi nasceu um filho. E lhe chamaram Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi".
C. Nesta história vemos que Deus está providenciando em todos os emaranhados da vida. Na viuvez, na fome, na incerteza do futuro, vemos a mão de Deus governando o destino daqueles que fazem parte do seu projeto: a vinda do Messias ao mundo.

IV.      Uma História de um Mundo Novo - Maria 
A. Lucas 1:26  "No sexto mês, foi o anjo Gabriel enviado, da parte de Deus, para uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, [27]  a uma virgem desposada com certo homem da casa de Davi, cujo nome era José; a virgem chamava-se Maria.
[28]  E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo. [29]  Ela, porém, ao ouvir esta palavra, perturbou-se muito e pôs-se a pensar no que significaria esta saudação. [30]  Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. [31]  Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus. [32]  Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; [33]  ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e o seu reinado não terá fim. [34]  Então, disse Maria ao anjo: Como será isto, pois não tenho relação com homem algum? [35]  Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus".
B. Maria, uma simples jovem, que recebe de Deus a mais extraordinária das notícias e responde a esta invasão da sua vida com estas palavras: "Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra. E o anjo se ausentou dela".
C. Ela é a bem-aventurada entre todas as mulheres. Ela é a mãe do nosso Senhor Jesus Cristo.
D. Maria é a serva de Deus que reconhece no Senhor a sua soberania e entrega-se totalmente aos mistérios divinos. Ela sabe que Deus faz todas as coisas certas.

V.        Quatro Mulheres
Tamar - aquela que espera que justiça seja feita.
Raabe - aquela que crê na fidelidade de Deus.
Rute - aquela que crê nas providências de Deus.
Maria - aquela que crê que Deus sabe o que está fazendo.

VI.      Aprendendo com estas mulheres
A. Aprendemos que Deus não olha para as nossas fraquezas ou limitações.
B. Aprendemos que as nossas fraquezas ou limitações não impedem que Deus nos use para o mover da sua história no mundo.
C. Aprendemos que para fazer parte da história de Deus é preciso um ato de fé, um gesto de coragem, uma atitude determinada. É preciso romper com o convencional e crer que Deus é soberano em todas as coisas.

Conclusão:
Estes momentos foram decisivos na história do nascimento de Jesus Cristo.
Hoje, as mulheres que são herdeiras de Tamar, Raabe, Rute e Maria, continuam escrevendo a história de Deus no mundo através de suas vidas dedicadas ao Senhor Jesus Cristo.

POR: Filhos Espirituais de Pe. Pio

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

"PARA EXTINGUIR OS DARDOS INFLAMADOS DO MALIGNO"

Finalmente, fortalecei-Vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti a armadura de Deus, para poderdes resistir ás insídias do diabo. Pois o nosso combate não é contra o sangue nem contra a carne, mas contra os Principados, contra as Autoridades, contra os Dominadores deste mundo de trevas, contra os Espíritos do Mal, que povoam as regiões celestiais. Por isso deveis vestir a armadura de Deus, para poderdes resistir no dia mau e sair firmes de todo o combate. 

Portanto, ponde-vos de pé e cingi os rins com verdade e revesti-vos da couraça da justiça e calçai os pés com o zelo para propagar o evangelho da paz, empunhando sempre o escudo da fé, com o qual podereis extinguir os dardos inflamados do Maligno. E tomai o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus. 

Com orações e súplicas de toda a sorte, orai em todo o tempo,, no Espírito, e para isso vigiai com toda perseverança e súplica por todos os santos. Orai também por mim, para que, quando abrir os lábios, que me seja dada a palavra para anunciar com ousadia o mistério do evangelho, do qual sou embaixador em cadeias: que fale ousadamente, como importa que fale.


Efésios 6, 10-20 Bíblia de Jerusalém

domingo, 21 de outubro de 2012

" A CAUSA DO PECADO"




            Todos os corpos formosos, o ouro, a prata, e todos os demais têm, com efeito, seu aspecto atraente. No contato carnal intervém grandemente a congruência das partes, e cada um dos sentidos percebe nos corpos certa modalidade própria. Também a honra temporal e o poder de mandar e dominar tem seu atrativo, de onde nasce o desejo de vingança.
            Todavia, para obtermos estas coisas, não é necessário abandonarmos a ti, nem nos desviar de tua lei. Também a vida que aqui vivemos tem seus encantos, por certa beleza que lhe é própria, e pela harmonia que tem com as demais belezas terrenas. Cara é, finalmente, a amizade dos homens pela união que une muitas almas com o doce laço do amor.
            Por todos estes motivos, e outros semelhantes, pecamos quando, por propensão imoderada para os bens ínfimos, são abandonados os melhores e mais altos, como tu, Senhor, nosso Deus, tua verdade e tua lei.
            É verdade que também esses bens ínfimos têm seus deleites, porém, não como os de Deus, criador de todas as coisas, porque nele se deleita o justo, e nele acham suas delicias os retos de coração.
            Portanto, quando indagamos a causa de um crime, não descansamos até averiguar qual o apetite dos bens chamados ínfimos, ou que temor de perdê-los foi capaz de provocá-lo. Sem dúvida são belos e atraentes, embora, comparados com os bens superiores e beatíficos, sejam abjetos e desprezíveis.  Alguém comete um homicídio. Por quê? Porque desejou a esposa do morto, ou suas terras, ou porque quis roubar alguma coisa, ou então, ferido, ardeu em desejos de vingança. Por acaso cometeria o crime sem motivo, apenas pelo gosto de matar? Quem pode acreditar em semelhante coisa?
            Mesmo de Catilina, homem sem entranhas e muito cruel, de quem se disse que era mau e cruel sem razão, acrescenta o historiador um motivo: “Para que a ociosidade não embotasse suas mãos e sentimento”.
            Todavia, se indagares porque agia assim, dir-te-ei que mediante o exercício de crimes, depois de tomada a cidade, conseguisse honras, poderes e riquezas, libertando-se do medo das leis e das dificuldades da vida, causados pela pobreza de seu patrimônio e a consciência de seus crimes. Logo, nem o próprio Catilina amava seus crimes, mas aquilo por cujo motivo os cometia.

TRECHO DO LIVRO: CONFISSÕES DE SANTO AGOSTINHO

sábado, 20 de outubro de 2012

"CONSAGRAÇÃO AO PRECIOSÍSSIMO SANGUE DE JESUS CRISTO"




Na consciência do meu nada e da Vossa grandeza, misericordioso Salvador, me prostro aos Vossos pés e vos rendo graças pelos inúmeros favores que me haveis concedido, a mim ingrata criatura, em especial, por me terdes livrado por intermédio de Vosso preciosíssimo Sangue, da maléfica tirania de satanás.

Em presença de Maria, minha boa mãe, do meu Anjo da Guarda, dos meus Santos Patronos, de toda a Corte Celeste, me consagro, ó bondosíssimo Jesus, com sincero coração e por livre decisão, ao Vosso Preciosíssimo Sangue, com o qual Vós livrastes o mundo inteiro do pecado, da morte e do inferno. 

Prometo-Vos, com auxílio de Vossa graça e segundo as minhas forças, despertar e fomentar, quanto em mim estiver, a devoção ao Vosso Preciosíssimo Sangue, preço da nossa salvação, a fim de que o Vosso Sangue adorável seja por todos honrado e venerado. 

Quisera eu, por este modo,reparar as minhas infidelidades para com o Preciosíssimo Sangue e oferecer-Vos igualmente reparação por tantos sacrilégios cometidos pelos homens contra o preciosíssimo preço da usa redenção. 

Oxalá eu pudesse fazer desaparecer os meus pecados, as minhas friezas e todos os desrespeitos, com que Vos ofendi, ó Preciosíssimo Sangue! Vede, ó amantíssimo Jesus, que Vos ofereço o amor, a estima e adoração que a Vossa Mãe Santíssima,os Vossos Apóstolos fiéis e todos os Santos e Vos rogo queirais esquecer-Vos das minhas infidelidades e friezas passadas e perdoeis a quantos Vos ofendem. Aspergi-me ó Divino Salvador, e bem assim a todos os homens, com o Vosso Preciosíssimo Sangue, a fim de que nós, ó Amor Crucificado, desde agora e de todo o coração Vos amemos e dignamente honremos o preço da nossa salvação. Amém.


fonte: orações selecionadas, por cura, libertação e intercessão


"ORAÇÃO PARA O LIVRAMENTO DAS ALMAS ABANDONADAS DO PURGATÓRIO"




Santas Almas, retidas por algum tempo longe de
Deus e de Vós. Mãe misericordiosa, no fogo
purificador, quebrai as suas cadeias e livrai-as
do abismo em que gemem aspirando a Pátria
Celeste e suspirando pelo feliz momento de sua
definitiva união com Deus a quem seus corações
ardentemente desejam. Tende piedade
principalmente das Almas mais abandonadas, por
quem Vos pedimos mui especialmente oh! Mãe
de bondade.
Dignai-vos aceitar os nossos votos e satisfazê-los.
Nós vos suplicamos, oh! Maria, que nos reunais
todos no Céu, junto de Nosso Senhor Jesus Cristo,
vosso adorável filho que convosco vive e reina, com
o pai e Espírito Santo por todos os séculos dos
séculos, Amém!

FONTE: Movimento "Salvai Almas"

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

"O JOGO DO DIABO NÃO ACABOU"


Já vimos, numa noite fechada, o súbito clarão de um relâmpago? Num instante, a paisagem emerge das sombras, envolta em luz azulada, e distinguem-se nitidamente as coisas que a noite deixava ocultas. É o que poderíamos chamar um choque de luz.
Pois bem, vamos assistir agora a um choque de luz, potente e assustador como um relâmpago, que foi um dos primeiros clarões que Cristo projetou sobre o mistério da Cruz.
Para nós, será a primeira lição sobre a 
sabedoria da Cruz, que estas páginas desejariam ajudar a desvendar.
Caminhava Jesus com os Apóstolos e uma turba de discípulos, quando pela primeira vez anunciou a sua Paixão, que já estava próxima:
Começou a ensinar-lhes que era
necessário que o Filho do homem padecesse muito, fosse rejeitado pelos sumos sacerdotes e pelos escribas, fosse morto, mas ressuscitasse depois de três dias. E falava-lhes
abertamente dessas coisas  (Mc 8, 31-32). Esse anúncio deixou perplexos os que o escutavam. Nunca tinham ouvido Jesus
mencionar a Cruz. Até então, seguir Cristo fora para eles uma aventura empolgante, com multidões que se encantavam com as palavras do Mestre, que lhe confiavam os seus
padecimentos, que eram favorecidas com milagres espantosos: cegos que viam, leprosos que ficavam limpos, mortos – como a filha de Jairo – que ressuscitavam...
De súbito, um balde de água fria lhes é despejado na alma. O que Jesus dizia era incompreensível. Não falara Ele constantemente do Reino de Deus que vinha instaurar nesta
terra? Não mostrara o seu poder divino sobre as doenças, sobre os demônios, sobre os ventos e as tempestades? Não reduzira ao silêncio os seus detratores, mostrando uma superioridade divina sobre eles? Que sentido tinha então anunciar-lhes que tinha de
padecer muito, ser rejeitado, morrer?
O coração de Pedro não agüentou. Simão Pedro, o discípulo emotivo e espontâneo, o homem de confiança de Jesus, agarrou o Senhor pelo braço, levou-o para um lado e – diz
o Evangelho –  começou a repreendê-lo: Que Deus não o permita, Senhor! Isso não te acontecerá!  (Mc 8, 32; Mt 16, 22).
Era o coração a falar pela boca. Pedro não suportava pensar nem no sofrimento nem na morte do Mestre. Repelia, horrorizado, a possibilidade de que esses males viessem algum
dia a ser realidade. Mas ainda estavam no ar essas suas palavras ditadas pelo carinho, quando, de repente, a cena foi rasgada por um raio inesperado:
Jesus, voltando-se para ele,
disse-lhe: Para trás, Satanás! Tu és para mim um escândalo; teus pensamentos não são os de Deus, mas os dos homens!
(Mt 16, 23)
Ouvimos isso e ficamos desconcertados. Por mais que queiramos manter um respeito reverente por todas as palavras de Cristo, não conseguimos evitar a tentação de achar que dessa vez Jesus foi duro demais, exagerou.
A SOMBRA DO DIABO
Deixemos passar essa primeira impressão (nós somos emotivos como Pedro) e procuremos refletir serenamente sobre a cena. Perceberemos então que as palavras duras de Jesus não são um exagero, mas um alerta tremendamente urgente e necessário.
Sim, essas palavras fortes de Cristo são necessárias para que nós não nos desencaminhemos; eu diria que são especialmente necessárias no nosso mundo atual. Por quê?
A razão é que o veemente protesto de Pedro, sem ele o saber nem suspeitar, foi diabólico: foi o eco quase perfeito da
terceira tentação com que Satanás assaltara Cristo, no
fim dos quarenta dias de oração e jejum no deserto, quando o Filho de Deus se dispunha a iniciar a sua pregação. O diabo propusera a Jesus reinar sobre o mundo sem necessidade de
passar pela Cruz:
Todos estes reinos te darei se, prostrando-te diante de mim, me adorares (Mt 4, 9). “Rendendo-te a mim – vinha a dizer o diabo –, poderás triunfar e reinar sem sofrer”.
A repreensão de Pedro a Jesus era um eco involuntário dessa voz diabólica. Por isso Cristo reagiu com as mesmas palavras com que repelira o Inimigo:
Para trás, Satanás! (Mt 4, 10 e 16, 23).
Lembremo-nos de que, quando o Filho de Deus entrou no mundo, o anjo Gabriel anunciou a Maria que o Filho que dela ia nascer receberia de Deus o trono de seu pai Davi, e que
o seu Reino não teria fim (cfr. Lc 1, 32-33).
Ora, Jesus é Rei –
Eu para isso nasci e vim ao mundo, dirá a Pilatos (Jo 18, 37) –,
mas é Rei de um Reino espiritual, sobrenatural, que
não é deste mundo (Jo 18, 36), porque é
o Reino da Graça e da Vida, do Amor e da felicidade eterna na
Casa do Pai (Jo 14, 2). Por desígnio da Santíssima Trindade, Cristo vinha conquistar e instaurar esse Reino, mediante a
sua imolação redentora na Cruz. Era com a Cruz que se ia realizar a nossa salvação, essa salvação que Satanás não podia suportar. Pedro, o bom Pedro, na sua ignorância afetuosa, fazia sem querer o jogo do Inimigo. Jesus tirou-o do engano, com a rude violência amorosa com que se resgata do mar alguém
que se está afogando.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

"A BENÇÃO DE SÃO FRANCISCO"



O pequeno pergaminho de 14 x 10 cm, dado por Francisco a Frei Leão, contém dois textos: de um lado a oração Louvores de Deus e do outro a Bênção a Frei Leão, seu fiel companheiro:
O Senhor te abençoe e te guarde, Mostre a ti o seu rosto e tenha misericórdia de ti. Volte para ti o seu olhar e te dê a paz.
Embaixo do escrito, Frei Leão acrescentou de próprio punho e com bela caligrafia em tinta vermelha: "O bem-aventurado Francisco escreveu de próprio punho esta bênção para mim, Frei Leão".
As palavras da Bênção de São Francisco correspondem, nas cinco primeiras linhas, quase completamente à benção de Aarão do livro dos Números (Nm 6,22-26). Mas o Santo deixa fora duas vezes a palavra "Senhor" (Jahwe-Dominus), que está três vezes no texto bíblico, tríplice repetição que fez os Padres da Igreja verem uma alusão à Trindade: O Senhor te abençoe... O Senhor te mostre... O Senhor volte para ti...
Retomada na liturgia pós-conciliar, ela foi colocada no novo missal como primeira entre as possíveis bênçãos solenes do período "per annum". Além disso, a leitura de Nm 6,22-26 está nos três ciclos litúrgicos como primeira leitura na festa de 1º de janeiro. Hoje é um bem "recuperado" pela Igreja Católica. A revalorização desta bênção deve então ser muito sentida por todos os que pertencem à família franciscana. Redescobrindo-a e voltando a utilizá-la estaremos fazendo o que fez Francisco ao recuperar uma fórmula litúrgica quase esquecida, considerando-a apta para consolar o amigo na aflição. Usando-a, Francisco descobriu o profundo significado da fórmula e, no modo de usá-la, mostrou que captou precisamente seu sentido original.
As palavras que Francisco acrescentou às bíblico-litúrgicas são poucas, mas importantes, porque são pessoais do Santo: "O Senhor te abençoe, Frei Leão". Essas palavras foram deslocadas um pouco à direita e escritas de modo a fazer passar a haste vertical da cruz através do nome de Frei Leão. De forma muito simples, Francisco dá a bênção a seu sofrido companheiro. A invocação pessoal mostra a preocupação materna de Francisco por seu fidelíssimo amigo, pai, confessor e secretário. Leão é sacerdote, Francisco apenas diácono: neste caso, é um não-sacerdote que abençoa o sacerdote.
Francisco, ao abençoar, põe-se - e talvez muito conscientemente - na linha dos que, no AT, mediavam a bênção de Javé e na liturgia da Igreja invocavam, em situações especiais, a bênção de Deus sobre uma pessoa ou sobre o povo. Fazendo isso, o Santo põe em prática uma habilitação dada pelo batismo e para a qual tinha sido encarregado como diácono.
Do "Vós" de Deus ao "tu" do irmão
Os Louvores de Deus, como se encontram no frontispício do pergaminho, repetem por mais de trinta vezes a invocação "vós", e nunca usam a palavra "eu". Diante da riqueza e da grandeza de Deus, engrandecidas com títulos e invocações sempre renovados, coloca-se como que de lado. Mesmo mudando as palavras, o que sobra é o dom de si ao inalcansável e inefável VÓS.
Na Bênção, em vez disso, Francisco sai dessa imersão mística do Vós divino para se voltar ao tu do irmão. Mesmo nesse caso o eu do Santo fica completamente em segundo plano. O que interessa é só o Senhor e seu irmão Leão. No breve texto de bênção repete-se sete vezes o pronome "tu-te", estendendo assim o seu voltar-se do Vós de Deus para o tu do irmão sofrido e aflito.

"SOBRE SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA"

Santo Inácio de Antioquia, Bispo e Mártir (+ Roma, 107)



Foi o terceiro bispo de Antioquia, sucedendo a Pedro e Evódio. Já idoso, levaram-no prisioneiro a Roma. Tendo sabido que os cristãos da Cidade Eterna faziam esforços para libertá-lo, escreveu-lhes uma carta célebre, em que dizia que seu mais veemente anseio era ser triturado pelos dentes das feras, como o trigo é moído para se transformar no pão que é apresentado ao Senhor.
Sofreu, efetivamente, glorioso martírio no Coliseu, lançado às feras. É considerado um dos mais ilustres Padres Apostólicos, e dele restam escritos de grande valor teológico e incomparável beleza literária.
Santo Inácio de Antioquia rogai por nós.


Santo Inácio de Antioquia

    Santo Inácio de Antioquia conforme historiador viveu por volta do segundo século. Coração ardente (o nome Inácio deriva de ignis = fogo), ele é lembrado, sobretudo pelas expressões de intenso amor a Cristo. A metrópole da Síria, Antioquia, terceira em ordem de grandeza do vasto império romano, teve como primeiro bispo o apóstolo Pedro, ao qual sucederam Evódio e em seguida Inácio, o Teófilo o que traz Deus, como ele mesmo gostava de ser chamado. Pesquisadores indicam que Inácio de Antioquia conheceu pessoalmente os apóstolos Pedro e Paulo.

    Por volta do ano 110, foi preso vítima da perseguição de Trajano. Nessa viagem de Antioquia a Roma para onde ia como prisioneiro, o santo bispo escreveu sete cartas, dirigidas a várias Igrejas e a São Policarpo. Tais cartas constituem preciosos documentos sobre a Igreja primitiva, seus fundamentos teológicos, sua constituição hierárquica... Trazido acorrentado para Roma, onde terminou os seus dias na arena, devorado [elas feras selvagens, tornou-se objeto de afetuosas atenções da parte das várias comunidades cristãs nas cidades por onde passou. A ânsia de alcançar Deus, de encontrar Cristo, expressa com intensidade que faz lembrar São Paulo.


    As suas palavras inflamadas de amor a Cristo e à Igreja ficaram na lembrança de todas as gerações futuras. "Deixem-me ser a comida das feras, pelas quais me será dado saborear Deus. Eu sou o trigo de Deus. Tenho de ser triturado pelos dentes das feras, para tornar-me pão puro de Cristo." " Onde está o Bispo, aí está a comunidade, assim como onde está Cristo Jesus aí está a Igreja Católica", foi escrito na carta endereçada ao então jovem bispo de Esmirna, São Policarpo. Os cristão de Antioquia veneravam, desde a antiguidade, o seu sepulcro nas portas da cidade e já no século IV celebravam a sua memória a 17 de outubro, dia adotado agora também pelo novo calendário.


Por: Filhos Espirituais de Pe. Pio

 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Santa Tereza de Jesus (Ávila)

Santa Tereza de Ávila

"COROA DE ESPINHOS"




Contemplai Jesus Cristo, o Rei dos céus e da terra, no dia do Seu triunfo!

Sim; contemplai Jesus Cristo no dia do Seu triunfo! Nada falta a Sua vitória: nem a coroa, nem o cetro, nem a púrpura!

A coroa, é verdade, é um diadema de espinhos; o cetro é um arbusto frágil; a púrpura é um farrapo avermelhado pelo Seu próprio sangue!

Mas que coroa querieis que colocassem sobre a Sua cabeça?! uma coroa de ouro? Essa fica melhor na cabeça dos príncipes da terra, que sabem dourar a apostasia da fé com o ouro da realeza. Que cetro querieis que colocassem nas Suas mãos?! um cetro de ferro?

Esse fica melhor nas mãos dos falsários da liberdade, que sabem governar a democracia com a vara de ferro do despotismo. Que púrpura querieis que Lhe dessem?! uma púrpura rica e brilhante?! Essa fica melhor no corpo dos ambiciosos da fortuna, dos idólatras da glória, dos adoradores de si próprios, dos súditos escravizados da vaidade universal!

Toda vida tem uma coroa: a de Jesus Cristo devia ter a Sua.

O poeta, o artista, o estadista, o general, não almejam senão uma coroa. Os cuidados todos da sua vida, as preocupações todas da sua inteligência, os sonhos todos da sua imaginação,

não se reduzem senão a desejar uma coroa, mas uma coroa que lhes dê a reputação, a honra, a ventura e a glória!

Jesus Cristo devia ter também uma coroa; mas uma coroa que fosse a expressão significativa da Sua vida. Ora, que coroa mais graciosa e expressiva Lhe podia ser dada que essa de espinhos?!

Que importa que ela não seja perfeitamente redonda, e que se não adapte perfeitamente a cabeça do real monarca? Que importa que ela Lhe seja brutalmente colocada no meio de

zombarias e blasfêmias?! Que importa que os espinhos Lhe penetrem a pele da fronte e saiam-Lhe pelos olhos?! Que atravessem os nervos de Seu pescoço?! Que penetrem no Seu

crânio?! Que Lhe rasguem as carnes como aguilhões?! Que importa que Ele trema da cabeça aos pés num suplício intolerável; que uma nuvem de sofrimento cubra Seus olhos, e

Seus lábios se tornem lívidos?! Era essa coroa que Ele desejava; a que Lhe convinha é a que tinha direito a Sua realeza.

sábado, 13 de outubro de 2012

"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotados por eles é opcional...

 Amar a verdade significa buscá-la com sinceridade, aceitá-la humildemente, vivê-la com entusiasmo e comunicá-la generosamente aos outros, como apostolo da verdade divina. Hoje completamos 1 ano do BLOG FILHOS ESPIRITUAIS DE PE. PIO. "Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotados por eles é opcional." A caminhada com Deus requer esforços as vezes fora da nossa realidade onde muitas vezes perdemos tudo e nos resta apenas a fé e a perseverança. Neste um ano de Blog queremos agradecer imensamente a todos que por aqui passaram, que deixaram seus comentários; pessoas que nos disserem com seu feedback por onde ir, por onde seguir. Descobrimos principalmente que não existe um ponto de parada - pelo menos aqui - e é preciso seguir em frente sempre. Falamos aqui de diversos temas e assuntos, tentando levar conhecimento sobre a Igreja Católica, conhecimento esse que é rico e ao mesmo tempo tão esquecido e desvalorizado. Temos a intenção de principalmente alertar quanto é vazio o que o mundo oferece, quão passageiro é os bens materiais e fantasias tão acessíveis no nosso meio. Não pretendemos bater recordes de visitas, ou sequer almejamos reconhecimentos, queremos sim que cada pessoa que passa por aqui tenha uma vida ainda mais abençoada, modificada e que os textos aqui lidos sirvam de inspiração divina para voos mais altos. 

Preferimos ser frutos de esperança na vidas das pessoas, pode não parecer mais ainda existe muita esperança no mundo. O doente espera melhorar, o estudante um bom rendimento e ser aprovado, o agricultor chuva para uma boa colheita, o viajante chegar em seu destino e nós queremos ser essa gota de esperança derramada na vidas daqueles que por aqui passam, somos apenas uma placa de sinalização que mostra o caminho para se chegar a Jerusalém Celeste para termos o nosso encontro com Deus. NOSSO MUITO OBRIGADO!!! 



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

"AS TENTAÇÕES NOS EXPERIMENTAM"


Este é também o sentido das tentações que nos assaltam. Pelo menos, é um dos seus principais significados positivos, dentro dos planos de Deus. Entendemos por tentação tudo aquilo que, vindo de dentro ou de fora de nós, nos incita à prática – por pensamentos, palavras, ações ou omissões – de um mal moral, de um pecado.Mas a circunstância de a tentação nos inclinar para o mal não significa que ela – quer proceda dos nossos desejos desordenados, quer dos outros, quer do tentador – seja algo negativo aos olhos de Deus. Se prestarmos atenção ao texto do Pai Nosso, perceberemos que, nesta oração,Cristo nos ensina a pedir de modo absoluto: “livrai-nos do mal”. Mas não ensina o mesmo em relação às tentações. Não nos faz pedir a Deus Pai que as elimine da nossa vida, mas que não nos“deixe cair” nelas. Parte da base de que as tentações hão de existir, e de que o que importa é que Deus nos ajude a vencê-las. Isto porque a tentação, que é uma dificuldade na prática da virtude,pode ser-nos muito útil – como acontece com as outras dificuldades – para firmar-nos no bem. É um “benefício” que a própria palavra tentação sugere, pois a sua tradução mais exata seria “prova”:uma prova, um teste da virtude. É neste sentido que São Tiago diz, cheio de otimismo: Feliz o homem que suporta a tentação. Porque depois que tiver sido provado, receberá a coroa da vida,que Deus promete aos que o amam (Tg 1, 12).A tentação prova-nos como o fogo prova o ouro, escreve São Pedro (1 Pe 1, 7). É a mesma ideia que se encontra no Livro da Sabedoria: falando dos justos que tiveram de enfrentar sofrimentos e provações, afirma que Deus os provou e os achou dignos de Si. Ele os provou com o ouro na fornalha, e os acolheu como holocausto (Sab 3, 5-6).As nossas virtudes estão sendo testadas constantemente. Todos os dias encontramos incentivos para agir mal: para perder a paciência, para abandonar um dever, para nos ferirmos uns aos outros com palavras ou atitudes, para nos deixarmos arrastar pela sensualidade e pelas desordens do coração...Aqueles que se esforçam por viver uma vida cristã digna, lamentam-se com freqüência desta presença constante das tentações, que parecem desbaratar os melhores propósitos. Pensam: “Estas tentações só me atrapalham e me perturbam”. Deus, com certeza, pensa de outra forma. Bem sabe Ele a finalidade por que permite as tentações: não para que nos impeçam a prática do bem, mas para que, testando-nos, nos incentivem a praticá-lo com mais força e com maior autenticidade, nos movam a tornar mais puro – mais decidido e consciente – o ouro das virtudes.Se na vida tudo discorresse suavemente, sem que nada nos incentivasse a praticar o mal,seria muito fácil acomodarmo-nos numa bondade inercial, e imaginar que estávamos caminhando bem, quando na realidade talvez nos estivéssemos afogando insensivelmente na rotina. Não fosse a tentação – a prova – que vem despertar-nos do sono, seria fácil entregarmos nos à sonolência e até mesmo à morte espiritual, da mesma maneira que se entrega à morte física, sem o perceber, aquele que à noite aspira dormindo as emanações de um escapamento de gás. A tentação sacode, desperta,obriga-nos a lutar e, com a graça de Deus, a vencer.



FRANCISCO FAUS
O VALOR DAS
DIFICULDADES



quinta-feira, 11 de outubro de 2012

"SAUDAÇÕES A NOSSA SENHORA DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO"


Ó Imaculada Virgem Maria, Augustíssima Rainha do
Céu, que concebestes e destes à luz o Filho de DEUS
Humanado, nosso Pão da vida no Santíssimo Sacramento,
rogai por nós!
Ó imaculada Virgem Maria, Mesa sobre a qual foi
apresentado ao Mundo o Pão do Céu.
Ó Imaculada Virgem Maria, Arca Santíssima da
Aliança, que encerrastes o verdadeiro Maná, a divina Eucaristia
Ó Imaculada Virgem Maria, verdadeira Mulher forte que
trouxestes o nosso Pão, o Filho de DEUS descido do Céu ao
Vosso seio.

ROGAI POR NÓS
Ò Imaculada Virgem Maria, Árvore da vida, que
produziu o fruto da eterna salvação.
Ó Imaculada Virgem Maria, de cuja estirpe divina veio
JESUS, nosso Emanuel e Viático dos últimos momentos.
Ó Imaculada Virgem Maria, Paraíso de delícias, cujo
fruto é mais doce do que o mel para os nossos lábios.
Ó Imaculada Virgem Maria, Rainha dos Sacerdotes,
que oferecestes no Templo, para nossa salvação, a Hóstia
Santa aceita pelo SENHOR.

ROGAI POR NÓS
OREMOS:
Virgem Maria, Nossa Senhora do
Santíssimo Sacramento, glória do povo cristão, alegria da
Igreja Universal e Mãe do Salvador do Mundo, rogai por nós
e despertai, em todos os fiéis, a devoção à Santíssima
Eucaristia, para que se tornem dignos de comungar todos os
dias. Amém
Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento,
rogai por nós.

LEONARDO DE PORTO-MAURÍCIO
da Ordem dos Frades Menores

"A PARTICIPAÇÃO ATIVA DO SANTO SACRIFÍCIO PRODUZ MUITOS FRUTOS"



A grandeza infinita da Santa Missa deve fazer-nos
compreender a exigência de uma assistência atenta e
devota do santo Sacrifício de JESUS. Amor e adoração
devem ser os sentimentos dominantes.
O estado de alma, na hora da celebração, deve ser o
mesmo em que se achava o nosso divino Redentor, quando fez o sacrifício de si mesmo: uma humilde submissão do espírito, isto é, a adoração, o amor, o louvor e ao agradecimento à Suma Majestade de DEUS...
Verdadeira assistência à Santa Missa é aquela que nos
torna vítimas imoladas como JESUS, que consegue o
escopo de “reproduzir em nós os sofrimentos de JESUS”,dando-nos “uma união comum com CRSITO em seus sofrimentos e a conformidade com Ele e sua morte” (Fl 3,10).
Tudo o mais é somente rito litúrgico, uma veste exterior.
São Gregório Magno ensinava: “O santo Sacrifício do altar será para nós uma Hóstia (vítima) verdadeiramente aceita por DEUS, quando nós mesmos nos fizermos vítimas.”
Por isso, nas antigas comunidades cristãs os fiéis, para
a celebração da Santa Missa, tendo à frente o Papa, iam em procissão até o altar, vestidos com vestes de penitência e cantando a Ladainha dos Santos.
Na verdade, quando vamos à Santa Missa, devemos ir,
repetindo com São Tomé: “Vamos, nós também, para
morrermos com Ele!” (Jô 11, 16)
Quando Santa Margarida Maria Alacoque assistia à
Santa Missa, e ficava olhando o altar, não deixava nunca de lançar um olhar para o crucifixo e para as velas acessas. 
Para quê?

Para que se imprimissem bem duas coisas na mente e no coração: o crucifixo fazia-lhe lembrar o que JESUS tinha feito por ela; e as velas acesas lhe recordavam o que ela devia fazer por JESUS, isto é, sacrificar-se e imolar-se por Ele e pelas almas.
Nunca refletimos bastante sobre o mistério inefável da
Santa Missa que renova sobre os nossos altares o Sacrifício do Calvário. Nunca amaremos demais esta suprema maravilha do Amor divino.


LEONARDO DE PORTO-MAURÍCIO
da Ordem dos Frades Menores

AS EXCELÊNCIAS DA
SANTA MISSA


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

"A MORTE NÃO LHES FARÁ MAL"

 

Altíssimo, Onipotente, meu bom Senhor, seus são os louvores, a glória e a honra e toda a benção: somente ao Senhor Altíssimo pertencem e nenhum homem é digno de lhe fazer menção. 

Louvado seja, meu Senhor, por todas as suas criaturas, especialemente pelo irmão Sol, o qula faz o dia e nos dá a luz; belo e radiante com grande espelndor, levando em si o significado do Altíssimo.

Louvado seja, meu Senhor, pela irmão lua e as estrelas; o Senhor formou-as no céu claras, preciosoas e belas.

 Louvado seja,  meu Senhor, pelo irmão vento, pelo ar, pelas nuvens, pelo orvalho e por qualquer tempo, com o qual dá segurança ás suas criaturas.

Louvado seja, meu Senhor, pela irmã água, que é muito útil, humilde, preciosa e casta.

Louvado seja, meu Senhor por nossa irmã, mãe terra, a qual nos sustenta e governa, produzindo diversos frutos, com coloridas flores e ervas.

Louvado seja, meu Senhor, por aqueles que perdoam em nome do seu amor e suportam doenças e tribulações. Bem-aventurados os que sofrem em paz, pois por você, Altíssimo, serão coroados. 

Louvado seja, meu Senhor, por nossa morte corporal, da qual nenhum homem vivo pode escapar. Ai daqueles que morrem em pecado mortal!

Bem-aventurados aqueles que concordarem em cumprir sua santíssima vontade, pois a morte não lhes fará mal.

Louvem e bendigam ao meu Senhor, dando-lhe graças e servindo-o com grande humildade.

Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis



domingo, 7 de outubro de 2012

APROXIMEMO-NOS...


“Aproximemo-
-nos, pois, d’Ele com fervor e ardente caridade. Este
corpo, embora se encontrasse numa mangedoura,
adoraram-no os próprios Magos. Ora, esses homens,

sem conhecimento da religião e sendo bárbaros, adoraram
o Senhor com grande temor e tremor. Pois bem, nós
que somos cidadãos dos céus, procuremos pelo menos
imitar estes bárbaros! Tu, com diferença dos Magos, não
vês simplesmente este corpo, mas conheceste toda a sua
força e todo o seu poder salvífico. Incitemo-nos, pois, a
nós mesmos, tremamos e mostremos uma piedade maior
que a dos Magos”


“Alimentar-se (da Eucaristia)... é um evento
espiritual, que investe toda a realidade humana.
“Alimentar-se” dela significa adorá-la. Por isto, a
adoração... nem sequer se põe ao lado da Comunhão: a
Comunhão atinge a sua profundidade, só quando é
sustentada e absorvida pela adoração”


“O dobrar os joelhos na presença do
Deus vivo é irrenunciável"

“Já aqui este mistério te faz a
terra, céu. Abre, pois, as portas do céu e olha; ou antes,
não do céu, mas do Céu dos céus, e então poderás ver a
verdade de tudo quanto te foi dito. De facto, como num
palácio real, a parte mais sumptuosa de todas não é dada
nem pelos muros nem pelos tecto de ouro, mas pelo corpo
do rei que se senta no trono; o mesmo vale para o corpo
do Rei que está nos Céus. Pois bem, este corpo agora é-
-te possível vê-lo aqui, na terra. Eu mostro-te, de facto,
não anjos, nem arcanjos, não céus e céus dos céus, mas
o seu próprio Senhor”


“Sê vigilante, a fim de que

não percas nada do Corpo do Senhor. Se tu deixasses cair
algo, deverias considerá-lo como se tivesses cortado um
dos membros do teu próprio corpo. Diz-me, peço-te, se
alguém te desse grãozinhos de ouro, não os segurarias
porventura com a máxima cautela e diligência, com a
intenção de não perder nada? Acaso não deverias
cuidar, com a máxima cautela e vigilância ainda maior,
a fim de que nada e tão pouco um fragmentozinho do
Corpo do Senhor pudesse cair por terra, porque é, de
longe, bem mais precioso do que o ouro ou pedras
preciosas?” 


“Vós, que por norma assistis aos divinos mistérios,
recebendo o Corpo do Senhor, sabei como deveis guardá-

-Lo com todo o cuidado e veneração, a fim de que nem
sequer cada um dos fragmentos caia por terra e não se
perca algo do dom consagrado”



“Quando vamos receber o Corpo de Cristo, -
quem é fiel que o entenda - se caísse um fragmento por
terra, sintamo-nos em perigo”


“Não há diferença alguma entre as
partes maiores ou menores da Eucaristia, mesmo as
mínimas que se não podem reconhecer com a agudeza da
vista; todas elas merecem a mesma veneração e possuem
a mesma dignidade que o pão inteiro”

DOMINUS EST
Riflessioni di un vescovo dell’Asia
Centrale sulla Sacra Comunione
Edição da Libreria Editrice Vaticana












"JESUS NO CHÃO"

Apresentamos este comovente vídeo como ilustração das partículas que realmente caem no chão ou ficam nas mãos do comungante que assim as recebe.



sábado, 6 de outubro de 2012

"DA UTILIDADE DAS ADVERSIDADES"



1. Bom é passarmos algumas vezes por aflições e contrariedades, porquefreqüentemente fazem o homem refletir, lembrando-lhe que vive no desterroe, portanto, não deve pôr sua esperança em coisas alguma do mundo.Bom é encontrarmos às vezes contradições, e que de nós façam conceito mauou pouco favorável, ainda quando nossas obras e intenções sejam boas.Isto ordinariamente nos conduz à humildade e nos preserva da vanglória.Porque, então, mais depressa recorremos ao testemunho interior de Deus,quando de fora somos vilipendiados e desacreditados pelos homens.2. Por isso, devia o homem rmar-se de tal modo em Deus, que lhe nãofosse mais necessário mendigar consolações às criaturas. Assim que ohomem de boa vontade está atribulado ou tentado, ou molestado pormaus pensamentos, sente logo melhor a necessidade que tem de Deus, semo qual não pode fazer bem algum. Então se entristece, geme e chora pelasmisérias que padece. Então causa-lhe tédio viver mais tempo, e desejaque venha a morte livrá-lo do corpo e unilo a Cristo. Então compreendetambém que neste mundo não pode haver perfeita segurança nem pazcompleta.


Imitação de Cristo

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

"ORAÇÕES DE SANTA FAUSTINA"



"Amor Eterno, chama pura, ardei sem cessar no meu coração e divinizai todo o meu 
ser de acordo com a Vossa eterna predileção, pela qual me chamastes à existência 
e convocastes à participação na Vossa felicidade eterna" (Diário, 1523).


"Ó Deus misericordioso, que não nos desprezais, mas nos cumulais sem cessar com as Vossas graças! Vós nos tornais dignos do Vosso Reino e, em Vossa bondade, preencheis com homens os lugares deixados pelos anjos ingratos. Ó Deus de grande misericórdia, que afastastes o Vosso santo olhar dos anjos revoltados e o voltastes para o homem contrito,  seja dada honra e glória à Vossa insondável misericórdia" (Diário, 1339).

"Ó Jesus estendido na cruz, suplico-Vos, concedei-me a graça de sempre, em toda parte e em tudo cumprir fielmente a Santíssima vontade de Vosso Pai. E, quando essa vontade de Deus me parecer penosa e difícil de cumprir, então suplico-Vos, Jesus, que das Vossas Chagas desça para mim força e vigor, e que a minha boca repita: Seja feita 
a Vossa vontade, Senhor.  (...) Jesus cheio de compaixão, concedei-me a graça de me esquecer de mim mesma, a fim de viver inteiramente para as almas, ajudando-Vos na obra da salvação, segundo a santíssima vontade de Vosso Pai..." (Diário, 1265).


"Desejo transformar-me toda em Vossa misericórdia, para tornar-me o Vosso reflexo vivo, ó meu Senhor! Que a Vossa misericórdia, que é insondável e de todos os atributos de Deus o mais sublime, se derrame do meu coração e da minha alma sobre o próximo.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus olhos sejam misericordiosos, de modo que eu jamais suspeite nem julgue as pessoas pela aparência externa, mas perceba a beleza interior dos outros e possa ajudá-los.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus ouvidos sejam misericordiosos, de modo que eu esteja atenta às necessidades dos meus irmãos e não me permitais permanecer indiferente diante de suas dores e lágrimas.
Ajudai-me, Senhor, para que a minha língua seja misericordiosa, de modo que eu nunca fale mal dos meus irmãos; que eu tenha para cada um deles uma palavra de conforto 
e de perdão.
Ajudai-me, Senhor, para que as minhas mãos sejam misericordiosas e transbordantes de boas obras, nem se cansem jamais de fazer o bem aos outros, enquanto, aceite para mim as tarefas mais difíceis e penosas.
Ajudai-me, Senhor, para que sejam misericordiosos também os meus pés, para que levem sem descanso ajuda aos meus irmãos, vencendo a fadiga e o cansaço (...)
Ajudai-me, Senhor, para que o meu coração seja misericordioso e se torne sensível 
a todos os sofrimentos do próximo. (...)


Ó meu Jesus, transformai-me em Vós, porque Vós tudo podeis" (Diário, 163).


"Rei de Misericórdia, guiai a minha alma" (Diário, 3).

"Ó Jesus, Deus eterno, agradeço-Vos pelas Vossas inúmeras graças e benefícios. 

Que cada batida do meu coração seja um novo hino de ação de graças para Convosco, 
ó Deus! Que cada gota do meu sangue circule por Vós, Senhor. A minha alma é um só hino de adoração da Vossa misericórdia. Amo-Vos, Deus, por Vós mesmo" (Diário, 1794).


"Ó Jesus, desejo viver o momento presente, viver como se este dia fosse o último da minha vida: aproveitar cuidadosamente cada momento para a maior glória de Deus; fazer uso de cada circunstância, de tal maneira, que a alma possa tirar proveito. Olhar para tudo do ponto de vista de que nada suceda sem a Vontade de Deus. Deus de insondável misericórdia, envolvei o mundo todo e derramai-Vos sobre nós, pelo compassivo Coração de Jesus" (Diário, 1183).

"Ó Deus de grande misericórdia, bondade infinita, eis que hoje a Humanidade toda clama do abismo da sua miséria à Vossa misericórdia, à Vossa compaixão, ó Deus, 
e clama com a potente voz da sua miséria. Ó Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta Terra. Ó Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente 
a nossa miséria e sabeis que, com nossas próprias forças, não temos condições de nos elevar até Vós, por isso Vos suplicamos: adiantai-Vos ao nosso pedido com a Vossa graça e aumentai em nós sem cessar a Vossa misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa santa vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a Vossa vinda última, dia que somente Vós conheceis..." (Diário, 1570).



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