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Mostrando postagens de Janeiro, 2015

Tomás de Aquino

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Tomás de Aquino 1225, Roccasecca, perto de Nápoles (Itália) 7 de março de 1274, Convento de Fossanova, Província de Latina (Itália) Tomás de Aquino sustenta que nada está na inteligência que não tenha estado antes nos sentidos Nascido em uma família de nobres, Tomás de Aquino fez os primeiros estudos no castelo de Monte Cassino. Em Nápoles, para onde foi em 1239, estudou artes liberais, ingressando, em seguida, na Ordem dos Dominicanos, em 1244. De Nápoles, a caminho de Paris, em companhia do Geral da ordem, foi seqüestrado por seus irmãos, inconformados com seu ingresso no convento. No ano seguinte, fiel à sua vocação religiosa, viajou a Paris, onde se tornou discípulo de Alberto Magno , acompanhando-o a Colônia. Em 1252, voltou a Paris, onde se formou em teologia e lecionou durante três anos. Depois de voltar à Itália, foi nomeado professor na cúria pontifical de Roma. Ensina, durante anos, em várias cidades italianas. Uma década depois, retorna a Paris, onde leciona

São Tomás de Aquino

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São Tomás de Aquino  nasceu na Itália, próximo a Roccasecca, na Itália, mais precisamente perto de Aquino (comuna italiana da região do  Lácio ), e ficou  conhecido  como um dos mais importantes pensadores cristãos e cultos existentes até os dias atuais. São Tomás era filho do Conde de Aquino, realizou seus estudos no mosteiro da ordem de São Bento de Cassino e em seguida seguiu para a Universidade de  Nápoles , quando tomou conhecimento do conjunto de produções literárias de um filósofo grego de nome  Aristóteles . No ano de 1244, mesmo contra o anseio da família, decidiu tornar-se um Dominicano, abdicando de todos os bens e títulos que possuía. No mesmo ano  parte  com seu mestre Alberto Magno, também dominicano, para Paris, onde passam a viver no convento Saint Jacques. Depois vão para Colônia (Alemanha), onde havia sido fundado um “studium generale”, e Alberto fica como Regente e Tomás como leitor. A permanência de quatro anos aí lhe permite exprimir por  escrito  su

Afinal, Santo Tomás de Aquino está ultrapassado?

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Um doutor no Calvário

Observações do Dr. Pierre Barbet, a respeito da Paixão de Jesus Cristo, segundo o Santo Sudário O doutor Pierre Barbet, cirurgião do Hospital de São José, em Paris, é quem fez, até agora, o estudo médico mais completo da paixão de Cristo, conforme se deduz do Santo Sudário (Cf. La Passione di N. S. Gesu Cristo secondo el chirurgo, L. I. C. E. Torino). Na impossibilidade de abranger todos os aspectos, resumimos os que nos parecem de maior interesse. a) Lesões sofridas na via crucis.   Barbet descobre no Lençol Santo lesões provocadas pelas quedas de Jesus na via crucis. São chagas na face anterior do joelho, sobretudo na direita. Esta última apresenta escoriações de forma e tamanho diversos, de bordos recortados e situadas exatamente na região rotuliana. Para cima e para fora se observam duas chagas redondas de dois centímetros de diâmetro. As lesões são menos evidentes e numerosas no joelho esquerdo. As marcas da cruz sobre as costas despontam com nitidez na imagem dorsal da

Avaliação médica da morte de Jesus

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Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte. Jesus entrou em agonia no Getsêmani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas, e o faz com a decisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produziu o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas; o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. Conhecemos a

O reino de Deus chegou

João é preso e assim termina a sua jornada. Jesus entra em cena. dirige-se a Galileia e proclama a boa-nova da chegada do reino. Conclui-se uma etapa e inicia-se nova era. Há grande tarefa a ser cumprida, e para isso Jesus chama colaboradores. Começa convocando duas duplas de irmãos, que abandonam a profissão de pescadores e partem imediatamente para a nova missão: pescadores de gente. Jesus não inicia sua atividade em Jerusalém, centro político, religioso e cultural, mas na Galileia, região pouco valorizada, habitada por gente simples e pobre e próxima ao mundo pagão. Os pobres são os primeiros destinatários do reino de Deus. O papa Francisco insiste na necessidade de a Igreja se voltar para os pobres e ir às periferias geográficas e sociais das grandes cidades. Acontece que é mais fácil e mais confortável se instalar nos centros ricos e desenvolvidos e se esquecer das enormes e pobres periferias. Citando um documento da CNBB, o papa diz: "Desejamos assumir, a cada dia, as al

Papa Francisco: Não há cristianismo sem cruz!

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VATICANO, 08 Abr. 14 / 12:34 pm ( ACI ).- Nesta terça-feira, 8, na homilia de sua  missa  diária na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco afirmou que “a Cruz não é só um ornamento para nossas igrejas, nem um mero símbolo que nos distingue dos outros; é o mistério do Amor de Deus”. O Papa enfatizou que não pode haver  vida  cristã sem a presença da Cruz. Comentando o Evangelho de hoje, Francisco frisou que Jesus alerta os fariseus dizendo-lhes: ‘Morrereis no vosso pecado’. “Não há possibilidade de sair sozinhos do nosso pecado –prosseguiu- estes doutores da lei, estas pessoas que ensinavam a lei não tinham uma ideia clara sobre isto. Acreditavam, sim, no perdão de Deus, mas sentiam-se fortes, auto-suficientes, sabiam tudo.” “O cristianismo não é uma doutrina filosófica, não é um programa de vida para sobreviver, para ser educados, para fazer a paz. Estas são consequências. O cristianismo é uma pessoa, uma pessoa erguida, na Cruz, uma pessoa que se aniquilou a sí própria

O ermitão e o ladrão

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Luis Dufaur Numa ermida morava um virtuoso ermitão, ao qual se chegou um salteador de caminhos, dizendo-lhe: — Vós rogais a Deus por todos. Rogai-Lhe que me tire deste mau ofício que trago, senão eu vos hei de matar. Saindo dali, tornava a fazer o mesmo que dantes, e outra vez tornava a vir ao eremita, dizendo: — Vós não quereis rogar a Deus por mim, pois hei de vos matar. Tantas vezes fez isto, que uma vez veio decidido a matar o eremita. Diante dessa decisão, o eremita propôs: — Já que me queres matar, tiremos primeiro ambos uma pedra que tenho sobre minha sepultura. Depois de morto, lançar-me-ás dentro sem muito trabalho. Ele aceitou, e assim foram ambos erguer a pedra. Porém, enquanto o salteador trabalhava quanto podia para erguê-la, o ermitão trabalhava para que ela não se erguesse. E desta maneira não faziam nenhuma mudança na posição da pedra. O salteador deu pela coisa, e disse: — Do modo como vós me ajudais, como posso eu erguê-la? Eu levanto a minha parte, mas vó

Produza o melhor

Desperte para a vida. Medite em suas responsabilidades perante a humanidade e perante Deus. De você dependem criaturas que o cercam, na família, no trabalho, na sociedade. Não fuja à responsabilidade que você assumiu: realize seu trabalho com amor, produzindo o melhor que puder, e o máximo que suas forças o permitirem. Em suas mãos está uma parte do futuro da humanidade. C. Torres Pastorino

Só Jesus pode curar as enfermidades da nossa alma

Jesus é o remédio vivo para as nossas dores e para as nossas enfermidades, sobretudo aquelas que sofremos no nosso íntimo, na nossa alma e nosso coração. “Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: ‘Tu és o Filho de Deus!’”  (Marcos 3, 11). Por onde Jesus passava, multidões iam ao Seu encontro. Eram pessoas doentes, enfermas, atormentadas, sofridas e machucadas pela vida, que, de alguma forma, queriam tocá-Lo e ouvir Suas palavras. Queriam encontrar um remédio, um cuidado para o seu sofrimento. Eles encontravam no toque, na acolhida, na ternura e na Palavra de Jesus consolo, conforto e cura para suas aflições. Jesus era o remédio vivo para o Seu povo! Jesus é o remédio vivo para as nossas dores e para as nossas enfermidades, sobretudo aquelas que sofremos no nosso íntimo, na nossa alma e nosso coração, que tantas vezes se machucam com os espinhos da vida, com as situações dolorosas que vivemos a cada dia. Nós precisamos ir ao encontro de Jesus, precisamos nos

O que você tem feito?

Atualmente muitas pessoas...não guardam rancor, fazem backup das mágoas;não esquecem, deletam;não roubam, executam operação ilegal;não evoluem, fazem upgrade;não tem cérebro, têm gerenciador de dispositivos;não tem raízes, têm configurações regionais;não exageram, maximizam;não têm motorista, têm driver;não tomam vacinas, atualizam as definições de vírus.

O que estamos procurando?

A vocação é o chamado que Deus faz a cada um de nós para realizar uma missão. E realizar a própria missão, responder ao chamado de Deus, é dar sentido a própria vida. Deus nos chama a cada instante, servindo-se de pessoas e situações. Quantos Batistas e quantos Andrés, com a própria vida, já nos apontaram Jesus e os valores do reino...Mas ainda que a resposta ao chamado de Deus passe pelos irmãos, pela comunidade de fé, é a experiência pessoal com Jesus que nos revela a nós mesmos, como filhos amados e vocacionados a amar. O evangelho nos mostra que, para realizar-se verdadeiramente, para abrir-se ao chamado de Deus, o caminho é "ir" e "ver" onde Jesus mora e então "permanecer" com ele. Permanecer com Jesus é conhecê-lo melhor a cada dia, é morar onde ele mora. Jesus era mestre itinerante, sem moradia fixa. E como seu ser e seu agir são só uma coisa, ele pode ser encontrado hoje em vários gestos. Ele é o pão, e está nas ações que alimentam a vida. Ele

Opiniões equivocadas ameaçam a liberdade

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As muitas ameaças à liberdade e à cidadania que ocorrem pelo mundo, em razão de opiniões equivocadamente elaboradas Há uma palavra magistral de Jesus, no Templo de Jerusalém, dirigida aos Judeus que acreditaram nele, conforme narra São João no seu Evangelho: “Se permanecerdes em minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Essa palavra é a indispensável evocação de que existem princípios e valores inegociáveis que permitem à humanidade aproximar-se da verdade que liberta. Trata-se de um ensinamento que não impede a diversidade das opiniões, mas adverte a respeito da verdade como condição insubstituível para que haja autêntica liberdade. Compreende-se que há um perene e exigente percurso na busca da aproximação da verdade. Ninguém dela é dono ou a possui na sua inesgotável inteireza. Afastar-se desse entendimento produz consequências sérias e abomináveis, como os fundamentalismos religiosos, políticos e outros, que muit

O batismo no Espírito Santo realiza uma obra nova em nós

O Espírito que recebemos em nós, pela graça do batismo, nos unge, nos consagra, nos envia, nos refaz, nos cura, nos liberta e nos restaura! “E logo, ao sair da água, viu o céu se abrindo, e o Espírito, como pomba, descer sobre ele”  (Marcos 1, 10). Nós hoje celebramos a Festa do Batismo de Jesus. O batismo de Jesus tem muito a nos ensinar, nós que somos batizados e, como batizados, somos discípulos seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo. A primeira coisa é que, São João, aquele que batizava nas águas, veio nos mostrar que o seu batismo não é como o de Jesus; o batismo que Ele nos traz não se compara a nenhuma outra graça! O  batismo nos dá o Espírito Santo, que se apodera e toma posse de nós por intermédio dessa graça [do batismo]. Nós não podemos considerar o fato de o Espírito vir sobre nós como uma coisa qualquer,  simples ou irrelevante; ao contrário, o Espírito, que desceu sobre Jesus, é o mesmo que desce sobre nós, nos unge, nos consagra e nos torna configurados a Cri

Sexo no casamento: vale tudo entre quatro paredes?

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Deus deu ao ser humano a vocação essencial a ser um ser de relação. Assim, quando Deus disse que não era bom que o homem estivesse sozinho (Gênesis 2, 18), afirmou que o ser humano, isolado em sua individualidade, não pode se realizar completamente. A pessoa humana só se realiza na medida em que existe “para alguém”. Para isso, Deus deu ao ser humano o dom da  sexualidade . Com que finalidade? A sexualidade é um  presente de Deus  graças ao qual duas pessoas casadas experimentam não somente a finalidade unitiva ou bem dos esposos (com a alegria, o prazer e a grandeza da íntima comunhão que envolve), mas também a finalidade procriadora (Catecismo n. 2363). A finalidade procriadora do  matrimônio  pede que a sexualidade seja sempre aberta à vida, mas de maneira responsável (usando métodos de planificação natural). Mas isso tem sentido dentro de um contexto de fidelidade, de ordem, de continência, de disciplina. Portanto, a finalidade procriadora da sexualidade exclui, sem e

O que é um abuso litúrgico?

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As práticas que saem das normas litúrgicas precisam ser corrigidas Um  abuso litúrgico  é tudo aquilo que, esporádica ou sistematicamente, por passiva ou por ativa, sai das normas litúrgicas próprias do rito latino, ainda que tal abuso seja algo já difundido e pareça algo normal ou inclusive litúrgico. Alguns dos abusos litúrgicos são banais, outros não; alguns são notórios, outros passam despercebidos pela maioria dos fiéis; uns são inconscientes, outros realizados propositalmente; alguns são pecados veniais, outros são pecados graves. “Ainda que o julgamento sobre a gravidade dos atos seja feito conforme a doutrina comum da  Igreja  e as normas por ela estabelecidas, são considerados sempre objetivamente como atos graves os que colocam em perigo a validez e a  dignidade da santíssima Eucaristia ” (Instrução “Redemptoris Sacramentum”, 173). De qualquer maneira, é preciso  evitar todo  abuso ; e nenhum abuso pode ser considerado de pouca importância ou irrelevante, mas evitad